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            <dc:title>Lista de avaliadores de 2025</dc:title>
            
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            <dc:title>COVID-19: relato de manifestações cardiovasculares na infância</dc:title>
            <dc:creator>Dakeny da Vitória Souza</dc:creator><dc:creator>Luana Ferreira Martins</dc:creator><dc:creator>Mayra Lucchesi</dc:creator><dc:creator>Thaissa Nogueira Nogueira</dc:creator><dc:creator>Ana Leticia Souza</dc:creator><dc:creator>Cleo Bragança Cardoso Tammela,Albina Luciana da Silva Freitas</dc:creator><dc:creator>Valeria Rodrigues de Sá Figueiredo</dc:creator>
            <dc:description>Acreditava-se que a doença do coronavírus 2019 (COVID-19) pouco afetava a população pediátrica. Contudo, com o passar dos meses, ficou evidente que sua ocorrência ultrapassa a forma oligo ou assintomática na infância, fazendo parte de um vasto acometimento multissistêmico secundário à tempestade de citocinas inflamatórias, chamada síndrome inflamatória multissistêmica (MIS-C). Esta, por sua vez, inclui o envolvimento cardíaco, podendo levar à miocardite, pericardite e, até mesmo, alterações coronarianas. Descreveremos dois casos de crianças diagnosticadas com COVID-19, internadas na unidade de terapia intensiva pediátrica (UTIP), com formas distintas de acometimento cardiovascular. Assim, mediante esta variedade de sinais e sintomas associado ao vírus, nosso objetivo é poder contribuir para o preenchimento das lacunas a respeito de suas manifestações clínicas e possíveis abordagens terapêuticas, visando uma atuação mais homogênea para agregar conhecimento aos futuros estudos.</dc:description>
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            <dc:title>Lista de Revisores de 2024</dc:title>
            
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            <dc:title>As crianças apresentam sinais e sintomas que compõem um quadro pós-COVID-19?</dc:title>
            <dc:creator>Giovanna Guilherme Barcelos</dc:creator><dc:creator>Renata Machado Pinto</dc:creator><dc:creator>Paula de Oliveira Caetano Queiroz</dc:creator><dc:creator>Adriel Felipe de Rezende</dc:creator><dc:creator>Jordanna Ferreira Lousek</dc:creator><dc:creator>Mariana Braga Teixeira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Realizar uma revisão sistemática acerca das manifestações clínicas da COVID longa em crianças.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Partiu-se do questionamento: “Quais as manifestações clínicas em crianças com síndrome da COVID longa?”. Incluiu-se artigos acerca do quadro clínico da COVID longa na população pediátrica, sendo estudos de coorte, caso-controle, estudos transversais e relatos de caso publicados em 2020 e 2021 nas bases de dados SCOPUS, Embase, NCBI e MedRxiv. A seleção e análise dos artigos foi realizada por quatro pesquisadores de forma independente, seguindo as diretrizes do Preferred Reporting Items for Systematic Reviewers and Meta-analysis.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Dos 6.279 artigos encontrados nas bases de dados, 8 foram incluídos nesta pesquisa. A amostragem nas publicações selecionadas variou de 1 a 2.500 participantes, e incluiu uma população cuja faixa etária variou de 3 meses a 18 anos. Os sintomas mais relatados na COVID longa foram: fadiga, sintomas do trato respiratório alto e baixo, distúrbios do sono e sintomas neurológicos. O maior tempo de duração dos sintomas observados foi de oito meses, com mínima de quatro semanas. Ainda, alguns artigos relataram a síndrome multissistêmica inflamatória pediátrica (SIM-P) na COVID longa.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A COVID longa atinge em média 15,5% das crianças após a infecção, com duração de 4 a 32 semanas. Os principais sintomas foram fadiga e dispneia, seguidos por sintomas osteomusculares, respiratórios, neurológicos e distúrbios do sono. Ademais, não foi possível o esclarecimento de fatores de risco e desfecho desses casos nesse estudo.</dc:description>
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            <dc:title>Sífilis congênita em paciente com fraturas ósseas: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Gonçalo Junior Pereira Martins</dc:creator><dc:creator>Emanuela da Rocha Carvalho</dc:creator>
            <dc:description>Sífilis congênita (SC), infecção pelo Treponema pallidum, é transmitida por via transplacentária ou no parto. Manifesta-se de formas assintomáticas a graves, incluindo óbito fetal e neonatal. A apresentação clínica diversa abre muitas possibilidades diagnósticas quando se desconhece a enfermidade. Este relato apresenta um caso de um lactente com SC não diagnosticada no parto, cuja apresentação inicial foi considerada grave, com fraturas ósseas seguidas, que fizeram a equipe médica considerar, entre as hipóteses diagnósticas, a possibilidade de maus-tratos; e propõe-se a discutir possíveis causas da falha terapêutica que culminaram com a SC.</dc:description>
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            <dc:title>Doença cardiovascular aterosclerótica</dc:title>
            <dc:creator>Ana Luíza Velten Mendes</dc:creator>
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            <dc:title>O impacto das variações climáticas na demanda de crianças e adolescentes aos serviços de emergência</dc:title>
            <dc:creator>Letícia Bergo Veronesi</dc:creator><dc:creator>Joelma Gonçalves Martin</dc:creator><dc:creator>Guilherme Penaforte da Silva</dc:creator><dc:creator>Maria Luisa Rua Prieto</dc:creator><dc:creator>Adriana Polachini do Valle</dc:creator><dc:creator>Paulo José Fortes Villas-Boas</dc:creator><dc:creator>José Eduardo Corrente</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Avaliar o impacto das variações climáticas na demanda de crianças e adolescentes em serviço de emergência. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo ecológico conduzido em uma cidade do interior paulista com análise de 39.336 atendimentos em pronto-socorro infantil em 2018 e correlação com dados meteorológicos obtidos junto à estação meteorológica da Faculdade de Ciências Agronômicas do município. Foram ajustados modelos de regressão de Poisson considerando a estação do ano, temperatura, umidade relativa e precipitação. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A maior demanda por atendimento foi da faixa etária ente 0 e 5 anos (65,2%) sendo a nasofaringite aguda (8.7%) a morbidade mais frequente, seguida por febre não especificada (6.1%); infecção aguda das vias aéreas superiores (IVAS): 5.5%; amigdalite aguda: 5.2%; náusea e vômitos: 5%; diarreia e gastroenterites: 4.8%; tosse: 4.6%; asma: 4.2%; broncopneumonia: 2.9% e dor aguda: 2.4%. No verão as morbidades mais frequentes foram febre e diarreia; no outono: nasofaringite aguda e IVAS; no inverno: IVAS e febre; na primavera: febre, nasofaringite aguda. As nasofaringites agudas, a IVAS e a broncopneumonia acometem principalmente crianças mais jovens e essas doenças têm maior chance de ocorrência em temperaturas mais baixas e em baixa umidade do ar. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Há uma diferente frequência de morbidades nas diferentes estações do ano, assim como a chance de ocorrência varia dependendo de idade, temperatura média, umidade média e não tem correlação com precipitação. Portanto, a partir da análise do clima, os serviços de saúde podem se antecipar para promover medidas preventivas e atender uma maior ou menor demanda de pacientes.</dc:description>
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            <dc:title>Resenha do artigo - Limitações do Exame POCUS: Atenção ao Sobrediagnóstico e Subtratamento</dc:title>
            <dc:creator>Ligia Febraro</dc:creator><dc:creator>Vanessa Soares Lanziotti</dc:creator>
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            <dc:title>Revista Residência Pediátrica: o que há de novo?</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino Santos</dc:creator>
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            <dc:title>A bronquiolite em tempos de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Clemax Couto Sant’Anna</dc:creator>
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            <dc:title>Desafios impostos pelo isolamento social na pandemia de COVID-19 ao acompanhamento de diabéticos e expostos ou infectados por HIV em um hospital universitário pediátrico</dc:title>
            <dc:creator>Ana Lúcia Ferreira</dc:creator><dc:creator>Angela Rodrigues</dc:creator><dc:creator>Amanda Venturino Estorque</dc:creator><dc:creator>Isabela Hacar V M Julião</dc:creator><dc:creator>Sofia Luz C B Lobo</dc:creator><dc:creator>Marcia Gonçalves Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Luiza Maria Calvano</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Identificar fatores que possam ter influenciado no acompanhamento de pacientes com diabetes mellitus tipo 1 e infecção ou exposição ao vírus da imunodeficiência humana em um hospital universitário pediátrico durante a pandemia de COVID-19.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo descritivo e transversal; foram entrevistados responsáveis pelos pacientes dos ambulatórios de diabetes e doenças infectoparasitárias-imuno (DPI-imuno) com consultas agendadas durante o período de isolamento social no município do Rio de Janeiro. Questionário com perguntas diretas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram entrevistados 88 responsáveis (59 diabetes e 29 DIP-Imuno), na maioria mães (79,7% e 44,8%, respectivamente). Discreta predominância do sexo feminino, maior parte adolescentes. Maioria dos responsáveis compareceu ao agendamento (95% e 72,4%, respectivamente), cerca de metade utilizando dois ou mais transportes públicos. Pacientes compareceram em função de consulta marcada (53,6% e 95,2%, respectivamente). Os motivos para o responsável não ter levado o paciente ao ambulatório de diabetes foram para evitar a exposição à COVID-19 e orientação médica prévia para ir sozinho. No ambulatório de DIP-imuno, o motivo foi por ser somente a verificação de resultado de exame. A pandemia interferiu na doença em 59,3% e 41,4%, respectivamente. Foram apontados: medo de adoecer, da aglomeração, alterações comportamentais nos pacientes, mudanças na rotina da família e problemas financeiros.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Fatores relacionados à pandemia influenciaram o acompanhamento dos pacientes, com destaque para a insegurança de sua exposição. Apesar das dificuldades, o cuidado foi mantido, pois a maioria dos responsáveis e a equipe de saúde do hospital encontraram uma forma intermediária de atuação sem exposição direta do paciente com doença crônica.</dc:description>
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            <dc:title>Erupção cutânea mimetizando poroceratose como componente de uma síndrome rara: CDAGS (craniossinostose, surdez, anomalias anais, geniturinárias e cutâneas) - relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Isabel Crivelatti</dc:creator><dc:creator>Gabriella Di Giunta Funchal</dc:creator><dc:creator>André Vinícius Vieira Maciel</dc:creator><dc:creator>Andrea Gisele Pereira Simoni</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Descrever as alterações cutâneas associadas a anomalias congênitas de uma síndrome rara, alertando os profissionais de saúde sobre essa possibilidade diagnóstica na presença do conjunto de sinais e sintomas composto por craniossinostose, surdez, anomalias anais, geniturinárias e cutâneas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Recém-nascido do sexo masculino, apresentou, ao nascimento, múltiplas malformações: fácies típicas, craniossinostose, anomalias anais e geniturinárias, além de alteração no teste de triagem auditiva neonatal. Anormalidades cromossômicas não foram detectadas pelo exame de cariótipo ou por microarray. Aos 3 meses, iniciou com placas eritematodescamativas, com bordas queratóticas nas extremidades, sendo submetido a diversos tratamentos diferentes tanto tópicos quanto sistêmicos. Apenas aos 14 meses foi identificada semelhança clínica e histológica das lesões cutâneas com a poroqueratose. A partir de então, o quadro cutâneo foi correlacionado com as demais anomalias e, após revisão de literatura, o diagnóstico proposto. Com isso, a abordagem multidisciplinar foi adotada e a prescrição empírica descontinuada.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; A síndrome composta por craniossinostose, surdez, anomalias anais, geniturinárias e cutâneas é uma doença rara, de herança autossômica recessiva, com poucos casos descritos na literatura. As alterações cutâneas quase sempre estão presentes e são semelhantes tanto clinicamente quanto histologicamente à poroqueratose. O conjunto de sinais e sintomas dessa síndrome precisa aventar nos profissionais de saúde esse diagnóstico, pois uma abordagem multidisciplinar mais precoce e a não prescrição de medicamentos ineficazes e com efeitos colaterais melhorariam a qualidade de vida desses pacientes.</dc:description>
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            <dc:title>A pandemia COVID-19 e a Organização dos Serviços de Saúde Pediátricos em Portugal - um prisma médico</dc:title>
            <dc:creator>Ana Fraga</dc:creator><dc:creator>Sara Vale</dc:creator><dc:creator>Pascoal Moleiro</dc:creator>
            <dc:description>A Pandemia COVID-19 impôs a necessidade de criar medidas de reestruturação, reorganização e proteção nos distintos Serviços de Pediatria (SP) a nível nacional. Com este trabalho, pretende-se caracterizar a adaptação dos diferentes SP da perspetiva dos profissionais. Foi realizado um estudo observacional analítico transversal dirigido a Pediatras e Residentes de Pediatria, baseado na resposta a um questionário anônimo de opinião (aplicando uma Escala de &lt;em&gt;Likert&lt;/em&gt; de cinco níveis) inerente à organização dos Serviços de Saúde no mês de abril de 2020. As variáveis em estudo incluíram uma caracterização demográfica dos inquiridos, protocolos implementados, modelos de reestruturação adotados, critérios e métodos de pesquisa de SARS-CoV-2, articulação entre serviços hospitalares e medidas de controlo de infeção implementadas. SPSS&lt;sup&gt;&amp;reg;&lt;/sup&gt;26 &lt;em&gt;p&lt;/em&gt;&amp;lt;0.05.  Incluídos 113 profissionais, 67% Pediatras (n=76); 92% Serviço Nacional de Saúde (n=104). Reorganização: adequada no geral 66% - criação de protocolos prévios aos oficiais 50%, divisão de equipas 48%, rotatividade de elementos 60%. Articulação com a Saúde Pública foi possível 77% (n=82) e adequada 56% (n=61). Reestruturação: criação de circuitos específicos em 90%, com divisão física de todos os sectores em 67%, de forma segura e adequada em 80%. Proteção: ministradas formações inerentes ao uso de Equipamento Proteção Individual (EPI) em 75% e realizada pesquisa SARS-CoV-2 em 47%. EPI completos disponibilizados em 47%, com necessidade de racionamento (70%), e de aquisição por conta própria (26%). A reestruturação dos Serviços evidenciou maior grau de adaptação e adequação, proporcionalmente à disponibilidade de material e separação física. As maiores deficiências se verificaram ao nível de EPI.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>A atuação da fisioterapia nas repercussões motoras e respiratórias dos pacientes com atrofia muscular espinhal tipo I</dc:title>
            <dc:creator>Rebeca Duarte Diniz Ferreira</dc:creator><dc:creator>Jeanette Janaina Jaber Lucato</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Verificar na literatura os recursos fisioterapêuticos que já foram utilizados nas repercussões motoras e respiratórias de pacientes com atrofia muscular espinhal tipo I.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Trata-se de uma revisão de literatura realizada nas bases de dados PubMed, LILACS, SciELO e PEDro, no período de junho a agosto de 2019, utilizando as palavras-chave “atrofia muscular espinhal tipo I” OR “síndrome de Werdnig-Hoffmann” AND “fisioterapia”, bem como os termos em inglês.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram encontrados 53 artigos, porém após os critérios de inclusão, somente 5 foram relevantes para a pesquisa. No sistema respiratório foram utilizados o &lt;em&gt;Cough Assist&lt;/em&gt;&lt;sup&gt;®&lt;/sup&gt;, aspiração nasotraqueal, aceleração do fluxo expiratório e drenagem postural, ambas eficazes para a higiene brônquica. A expansão pulmonar e a ventilação não invasiva melhoraram a mecânica ventilatória. No sistema musculoesquelético, os alongamentos, mobilização articular, cinesioterapia e utilização de órteses propiciaram ganhos na funcionalidade e diminuição das deformidades.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A cinesioterapia proporcionou ganhos motores como o controle cervical, os alongamentos, mobilizações e órteses, auxiliaram na manutenção da funcionalidade. Nas repercussões respiratórias, o uso do &lt;em&gt;Cough Assist&lt;/em&gt;&lt;sup&gt;®&lt;/sup&gt;, aspiração nasotraqueal, aceleração do fluxo expiratório e drenagem postural foram capazes de diminuir as internações por pneumonia. As manobras de expansão pulmonar e ventilação não invasiva reverteram microatelectasias, melhoraram a hematose e contribuíram para o aumento da expectativa de vida.</dc:description>
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            <dc:title>Obstáculos no tratamento da dor pediátrica: visão dos profissionais de saúde de um hospital universitário</dc:title>
            <dc:creator>Poliana Cristina Carmona Molinari</dc:creator><dc:creator>Gabriela Camila Ramos Alvarenga</dc:creator><dc:creator>Lais Fernandes Swenson</dc:creator><dc:creator>Esther Angelica Luiz Ferreira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; O tratamento da dor na criança é considerado essencial no cuidado à sua saúde, devendo ser realizado através de uma excelente avaliação e planejamento terapêutico. Nesse cenário, ainda existem dificuldades na assistência e lacunas no conhecimento.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Verificar quais são as barreiras para o tratamento da dor na visão dos profissionais de saúde que trabalham em um hospital universitário.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Estudo observacional, descritivo e transversal, do tipo survey, com profissionais de saúde dos diversos setores pediátricos do Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí. Resultados: Foram 56 profissionais da saúde, média de 41 anos, 91,1% do sexo feminino, 80,4% com graduação em medicina e tempo médio de formação de 15 anos. Em torno de 65% utilizam escalas de avaliação de dor na rotina e 50% relataram que não há um protocolo para tratamento de dor infantil em seu setor de trabalho. Aproximadamente 83% acreditam que a dor é subdiagnosticada e/ou subtratada e 26,8% tiveram um bom aprendizado em dor durante a graduação. Em torno de 34% expressaram medo em prescrever opioides; em relação à morfina, 17,9% concordaram que ela é utilizada apenas em situações extremas e para pacientes em cuidados paliativos e 26,8% não se sentem confortáveis em prescrevê-la. Para melhorar o tratamento da dor, 67,5% sugerem a educação e treinamento, e quase 40%, a elaboração de protocolos institucionais.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; As principais barreiras para o tratamento da dor foram: falta de treinamento/aprendizado em dor, ausência de protocolo institucional e falta de conhecimento para prescrição e manejo dos opioides.</dc:description>
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            <dc:title>Lista de Revisores de 2019</dc:title>
            
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Realidade virtual e seu papel na redução da dor na obtenção de acessos venosos em um departamento de emergência pediátrica</dc:title>
            <dc:creator>Gabriela Spessatto</dc:creator><dc:creator>Larissa Rosa Passos</dc:creator><dc:creator>Solena Ziemer Kusma Fidalski</dc:creator><dc:creator>Rômulo Targa Pinto</dc:creator><dc:creator>Cláudia Maria Baroni Fernandes</dc:creator><dc:creator>Eduardo Maranhão Gubert</dc:creator><dc:creator>Rita De Cassia Rodrigues Silva</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Comparar mudanças na dor basal do paciente entre os grupos com e sem uso da realidade virtual, antes e após a punção venosa e avaliar número de tentativas, tempo de punção e satisfação do paciente com a realidade virtual. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;METODOLOGIA:&lt;/strong&gt; Estudo prospectivo randomizado intervencionista com pacientes atendidos em pronto atendimento pediátrico com indicação de punção venosa: grupo-intervenção (utilizou realidade virtual no procedimento) e grupo-controle (protocolo do hospital, sem outro método distrativo/analgésico). Comparou-se escala de Faces antes e após o procedimento, número de tentativas e tempo do procedimento (análise comparativa por Teste de Wilcoxon, valores de &lt;em&gt;p&lt;/em&gt;&amp;lt;0,05 foram considerados significativos). Estudo aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa do Hospital Pequeno Príncipe (CAAE-55816522.4.0000.0097). &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; 44 pacientes participantes, 22 do grupo com a realidade virtual e 22 do grupo-controle. O número de tentativas da punção foi semelhante entre os grupos, com média de tempo de 78,95 segundos x 104,55 segundos, respectivamente (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt;=0,158). A média da escala de Faces foi semelhante entre os grupos antes do procedimento: 5,18 no grupo com realidade virtual x 4,45 no grupo-controle (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt;=0,520). Houve redução da escala de Faces após a punção venosa no grupo da realidade virtual (2,55) x 4,27 no grupo-controle (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt;=0,038). Na análise individual do grupo da realidade virtual, houve redução da dor em 72,7% dos casos, não havendo aumento da pontuação após o procedimento (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt;&amp;lt;0,01). &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; O estudo demonstrou que a realidade virtual reduziu os níveis de dor medidos pela escala de Faces demonstrando seu benefício na assistência à saúde pediátrica.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Impacto da pandemia de COVID-19 no tratamento cirúrgico e reabilitador de pacientes com fissuras labiopalatinas em hospital pediátrico</dc:title>
            <dc:creator>Francisca Thainá Machado Magalhães</dc:creator><dc:creator>Assis Filipe Medeiros Albuquerque</dc:creator><dc:creator>Larissa Loiola Batista</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Analisar o impacto da pandemia de COVID-19 no tratamento cirúrgico e reabilitador de pacientes com fissura labiopalatina.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;METODOLOGIA:&lt;/strong&gt; Trata-se de um estudo observacional quantitativo retrospectivo. Com base em uma coleta de dados sobre a abordagem cirúrgica no tratamento da fissura labiopalatina em pacientes pediátricos assistidos, no período pré-pandêmico e pandêmico de 2018 a 2021, pelo Núcleo de Atendimento Integrado ao Fissurado. Três diferentes vertentes foram analisadas para uma visão mais aprofundada: o número de novos pacientes que chegaram ao serviço de 2018 a 2021; o quantitativo de procedimentos cirúrgicos de reabilitação realizados no mesmo período; e o número de pacientes em tratamento ortodôntico em espera para alveoloplastia com enxerto ósseo alveolar.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A importância de uma equipe multidisciplinar integrada é indiscutível, devido à complexidade dos pacientes; além da indispensabilidade de um método de classificação padronizado para futuras pesquisas; prevalência do sexo masculino foi observada; houve diminuição na admissão de novos pacientes no período pandêmico; e redução do número total de procedimentos cirúrgicos (queiloplastia e palatoplastia) no período pandêmico, enquanto a alveoloplastia foi completamente suspensa.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A pandemia trouxe agravantes como: diminuição do número de pacientes atendidos; demora da chegada ao serviço; diminuição do número de procedimentos cirúrgicos; em consequência realiza-se o tratamento fora do período ideal, o que acarreta sequelas, principalmente à fala. O impacto reflete nos anos sequenciais, com longas filas de espera e pacientes operados fora do período ideal.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Perfil clínico e epidemiológico de pacientes pediátricos diagnosticados com COVID-19 em um hospital público de referência na Amazônia brasileira</dc:title>
            <dc:creator>Quezia Denise Cortez Morais</dc:creator><dc:creator>Wanessa Cardoso Praia</dc:creator><dc:creator>Marilia Cunha Botelho Alves</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A doença causada pelo SARS-CoV-2, denominada de COVID-19, possui alta transmissibilidade e amplo espectro clínico.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Descrever o perfil epidemiológico e as manifestações clínicas apresentadas pelas crianças com infecção pelo vírus SARS-CoV-2 em um hospital pediátrico de referência.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Trata-se de um estudo retrospectivo descritivo, aprovado pelo Conselho de Ética em Pesquisa.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram analisados 139 prontuários de crianças com diagnóstico de COVID-19. Ao correlacionar desfecho clínico da doença com a sua classificação, obteve-se como resultado que 13% dos pacientes que foram a óbito apresentaram a forma severa da COVID-19. 20% das crianças com forma clínica leve e 19% da moderada receberam alta hospitalar para casa. Quando analisados cada um dos sintomas com o desfecho clínico, houve uma relação estatisticamente significativa entre os sintomas mialgia e tosse seca com o desfecho de alta para casa. E quando analisadas as complicações síndrome do desconforto respiratório agudo, disfunção dos múltiplos órgãos e sepse apresentaram estatística significativa com o desfecho clínico de óbito e com as formas clínicas grave e crítica. Quando foram relacionados os sintomas e as complicações com a classificação clínica, encontrou-se uma associação significativa entre os sintomas tosse produtiva e dor de garganta com as formas clínicas leve e moderada.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Faz-se necessário o incentivo à pesquisa a fim de caracterizar as diversas manifestações clínicas desta patologia, que podem ter diferentes formas de apresentação e difundir o conhecimento sobre a mesma, para estabelecer medidas de diagnóstico precoce e tratamento adequado, com reestabelecimento da saúde das crianças acometidas</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Alterações ecocardiográficas em pacientes portadores de sopro cardíaco encaminhados ao ambulatório de cardiologia pediátrica da 7ª Regional de Saúde paranaense</dc:title>
            <dc:creator>Otavio Augusto Spolti Baldissera</dc:creator><dc:creator>Rafael Gheller</dc:creator><dc:creator>Maria Eduarda Scotti Alérico</dc:creator><dc:creator>Raquel Tomassoni Masiero</dc:creator>
            <dc:description>O nível terciário de atenção à saúde do SUS, em especial o de cardiopediatria, é sobrecarregado, com grande demanda e fila de espera. O estudo, a partir da coleta de dados de pacientes encaminhados à 7ª Regional de Saúde paranaense, visa buscar uma análise do perfil de encaminhamentos por seus motivos, assim como o desfecho de sua comorbidade inicial, traçando estatisticamente quais as suspeitas de patologias mais possuem relevância para o nível terciário de atenção e quais podem ser acompanhadas em níveis mais baixos. O estudo mostra como resultado que a maior parte dos encaminhamentos por sopros, cianose perioral, apneia do choro, síncope vasovagal, ansiedade, diabetes mellitus gestacional, dentre outras, apresentam desfecho benigno acima de 90% sem patologia encontrada, sem necessidade de acompanhamento e retorno, enquanto que por cardiopatias já preexistentes (comunicação interatrial, persistência do canal arterial, comunicação interventricular, insuficiência tricúspide, problemas de condução elétrica), acima de 40% dos resultados obtidos ainda apresentam patologias que necessitam de atenção e acompanhamento.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Síndrome de Prune Belly com fístula vesicocutânea: relato de caso raro e revisão da literatura</dc:title>
            <dc:creator>Debora Leticia Silva Gouvêa Viana</dc:creator><dc:creator>Naara Rafaela Gonçalves</dc:creator><dc:creator>Álvaro Henrique Anghietti Nalon</dc:creator><dc:creator>Michel Correia Viana</dc:creator><dc:creator>Rúbia Cecília Barbone e Melo</dc:creator><dc:creator>Ítalo Guilherme Giarola de Freitas Mariano</dc:creator><dc:creator>Raquel Ida Ferreira</dc:creator><dc:creator>Thais Silva Maia</dc:creator><dc:creator>Paula Silva Maia</dc:creator>
            <dc:description>A síndrome de Prune Belly (SPB) é uma malformação complexa rara, que acomete preferencialmente recém-nascidos do sexo masculino. Apresenta-se com um amplo espectro de alterações que incluem a deficiência da musculatura abdominal, graus variados de displasia renal e obstrução do trato urinário, além de criptorquidia bilateral. Em geral, apresenta-se associada a outras anomalias do desenvolvimento, principalmente de origem cardíaca, pulmonar e gastrointestinal. Apesar dos inúmeros avanços no tratamento de malformações complexas, a morbimortalidade na SPB mantém-se elevada, decorrente da falência renal precoce e das malformações associadas. Este é um relato de caso de um recém-nascido do sexo masculino, inserido em contexto social complexo, nascido de parto vaginal, prematuro, com idade gestacional de 36 semanas e 1 dia. Apresentou à avaliação inicial na sala de parto: genitália externa masculina, criptorquidia bilateral, abdome flácido e escavado, pele apergaminhada sugestivo de ausência da musculatura abdominal, esforço respiratório leve e bradicardia. Recebeu ventilação com pressão positiva sendo encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva neonatal (UTIn) onde se constatou fístula vesicocutânea e falência renal, apesar da realização de vesicostomia, evoluindo para o óbito com 1 mês e 1 dia de idade cronológica. As malformações congênitas complexas, como a SPB, demandam avaliação individualizada para que melhores resultados pós-natais sejam alcançados. Contudo deve-se avaliar com cautela a limitação dos cuidados terapêuticos, tendo em vista a grande morbidade que acompanha esses pacientes. O presente artigo tem como objetivo descrever um caso raro da SPB detalhando a evolução dos pacientes portadores dessa malformação.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Precepção dos profissionais de saúde em um hospital escola sobre cuidados paliativos em pediatria</dc:title>
            <dc:creator>Fernanda Queiroz Xavier</dc:creator><dc:creator>Juliana Queiroz Xavier</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt; A filosofia do cuidado paliativo diz respeito a maximizar a qualidade de vida de uma pessoa. Através de suporte físico, social, psicológico, espiritual e familiar, de uma forma significativa e efetiva, é permitido ao paciente a possibilidade de ser ele mesmo em um momento de dificuldade. Trata-se de uma pesquisa quanti-qualitativa, que utilizou de técnicas de entrevista estruturada e semiestruturada, realizada em Goiânia, com uma amostra de 30 profissionais de saúde, que estavam ativamente trabalhando em setores do Departamento de Pediatria do Hospital das Clínicas de Goiás - EBSERH. A média de idade dos participantes foi de 30,97 anos, com predominância do sexo feminino. Aproximadamente 56,7% eram solteiros e os(as) médicos(as) foram os mais prevalentes no estudo. Em relação aos questionários, a maioria afirmou sentir insegurança ao falar sobre cuidados paliativos, além de afirmar que não acredita no preparo da equipe frente a essa temática. Os resultados da entrevista semiestruturada foram dispostos em tópicos, sendo que os mais prevalentes foram capacitação, cuidado e comunicação. Há a necessidade de se ampliar a discussão acerca dos CPP, para melhor aplicação de seus princípios.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Síndrome mão-pé-boca, devemos nos preocupar?</dc:title>
            <dc:creator>Jandrei Rogério Markus</dc:creator><dc:creator>Beatriz Zanella Lodi</dc:creator><dc:creator>Adriano Augusto Almeida Guimaraes</dc:creator><dc:creator>Alynny Aparecida Carvalho</dc:creator>
            <dc:description>A síndrome mão-pé-boca é uma infecção viral contagiosa benigna que atinge principalmente crianças, sendo raras as complicações da doença. Nos últimos anos, vem sendo observado um aumento do número de casos em vários países e devemos ficar alerta para novos casos no Brasil. Este relato de caso tem a intenção de demonstrar a evolução de uma criança em uma das formas mais graves da doença com lesões extensas pelo corpo associado à necessidade de internação pela prostração e dificuldade de ingesta. Paciente RCL, 2 anos, início de prostração e irritabilidade que evoluíram com lesões em cavidade oral e mãos, com piora progressiva em horas. A evolução fotográfica das lesões mostra a rapidez do surgimento das lesões e a apresentação delas. O relato tem o objetivo de chamar a atenção para quadros mais graves da doença e a necessidade maior atenção pelo pediatra de sinais de gravidade que podem até levar ao óbito.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Aspectos nutricionais e crescimento de crianças vegetarianas e veganas</dc:title>
            <dc:creator>Letícia Rodrigues Ramos</dc:creator><dc:creator>Maria Inez Machado Fernandes</dc:creator>
            <dc:description>O presente trabalho de conclusão de curso consiste em uma revisão sistemática sobre a nutri-ção e antropometria de crianças vegetarianas. Para a confecção foram selecionados artigos de três bases de dados e usados critérios de inclusão e exclusão para definir quais publicações fari-am parte das nossas referências. O vegetarianismo está crescendo a cada dia que passa, e os profissionais de saúde não estão preparados para atender às necessidades e demandas dessa população pediátrica, haja visto a escassez de pesquisas feitas sobre o assunto. Na avaliação dos aspectos nutricionais, viu-se que a dieta vegetariana equilibrada e balanceada é capaz de prover um crescimento e desenvolvimento adequados, porém, alguns elementos merecem atenção especial, como a vitamina B12, os ácidos graxos da família ômega 3 e a dosagem de ferritina; outros nutrientes como cálcio e vitamina D merecem atenção, mas as ingestas e indicações de reposição pouco diferem da população geral. Quanto à antropometria, vegetarianos apresentam crescimento adequado, apesar da tendência à menor peso e estatura, todos dentro dos valores de referência. Não menos importante, avaliamos as particularidades referentes aos lactentes vegetarianos, em relação à amamentação, uso de fórmulas e introdução alimentar. É papel do profissional de saúde se preparar e estar capacitado para orientar e apoiar as famílias que op-tem por fazer essa escolha alimentar e, por isso, é tão importante que cresçam as pesquisas e invista-se em aulas sobre este tema nas universidades e programas de residência médica.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Avaliação do conhecimento e atitudes de residentes em pediatria sobre o estímulo à promoção da leitura na infância durante a puericultura</dc:title>
            <dc:creator>Caroline Ramalho Rosa</dc:creator><dc:creator>Daniela Koeller Rodrigues Vieira</dc:creator>
            <dc:description>O pediatra tem uma oportunidade privilegiada na orientação aos pais e cuidadores sobre a importância de ler para bebês e crianças pequenas, sendo esse um importante estímulo para o desenvolvimento da linguagem e o aprendizado da leitura na infância. Esta é uma recomendação que deveria fazer parte dos tópicos regulares de puericultura. Este estudo buscou avaliar o conhecimento e atitudes de residentes de pediatria sobre o estímulo à promoção da leitura na infância. Realizou-se estudo quantitativo, descritivo e transversal, através da aplicação de questionário para residentes de pediatria no ano de 2019. Os dados obtidos foram analisados através de análise estatística descritiva. Houve falhas na formação sobre o tema em 59,1% na graduação e 68,2% na pós-graduação, mas todos os entrevistados concordaram com a importância do incentivo à leitura na infância. Entretanto, 22,7% afirmaram que não se sentem confortáveis em orientar a leitura e 50% não insere o tema na consulta. O percentual de desconhecimento sobre as orientações corretas por faixa etária e presença de deficiência, variou de 13, 6 a 50%. Os resultados encontrados apontam a necessidade de ampliar a inserção do tema do incentivo à leitura na infância durante a graduação e pós-graduação médica. A ampliação da residência em pediatria para três anos pode oportunizar um melhor treinamento em atenção primária e ser uma oportunidade para incluir a discussão deste tema.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Conhecimento e percepções sobre acne entre adolescentes</dc:title>
            <dc:creator>Suzane Pasqual</dc:creator><dc:creator>Thais dos Santos Rohde</dc:creator><dc:creator>Luísa Polo Silveira</dc:creator><dc:creator>Mariana Canato</dc:creator><dc:creator>Mariana Aparecida Pasa Morgan</dc:creator><dc:creator>Vânia Oliveira de Carvalho</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Determinar os conhecimentos e as crenças de adolescentes sobre acne.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo transversal e analítico, realizado no período de maio de 2018 a maio de 2019. Os dados foram coleta-dos por questionário aplicado a discentes com 13 a 20 anos matriculados em duas escolas, com 793 participantes (462 de escola pública e 331 de particular). Os dados foram avaliados pelos testes qui-quadrado de Pearson, de Yates e t de Student.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A média de idade dos participantes da escola particular foi de 15.02±1.25 anos e da pública 16.21±1.45 anos (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt;=0.07). Tinham acne 75.8% dos adolescentes da escola particular e 79.6% da pública (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt;=0.08). Consultaram um médico em função da acne 54.7% dos adolescentes da escola particular e 45.8% da pública (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt;&amp;lt;0.0001). Mais alunos da escola pública acharam desnecessário consultar um médico em função da acne em comparação a alunos da escola particular (67.8% &lt;em&gt;vs&lt;/em&gt; 32.2% - &lt;em&gt;p&lt;/em&gt;&amp;lt;0.0001). Mais alunos da escola pública responderam que ácaros causam acne. A percepção de que contraceptivos hormonais pioram a acne esteve presente em 42% dos alunos da escola pública contra 28.4% da escola particular (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt;&amp;lt;0.001).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Os adolescen-tes demonstraram percepções equivocadas sobre acne, principalmente os da escola pública, que também tiveram menos acesso ao atendimento médico.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:identifier>https://residenciapediatrica.com.br/article/1453/conhecimento-e-percepcoes-sobre-acne-entre-adolescentes</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2023.v13n3-875</dc:identifier>
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            <dc:title>Avaliação da qualidade de vida de familiares de pacientes com Dermatite Atópica</dc:title>
            <dc:creator>Ana Gabriella Bandeira Freire Andrade</dc:creator><dc:creator>Flávia Naranjo Ravelli</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; O objetivo geral deste estudo é avaliar o impacto na qualidade de vida das famílias de pacientes com DA e determinar se há uma relação com a gravidade da doença. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo individual, observacional e transversal que inclui 20 pacientes pediátricos com idades entre 1 e 12 anos e seus cuidadores. Serão realizados dois momentos de avaliação (A1 e A2), nos quais o SCORAD do paciente será avaliado e o DFI será aplicado ao membro da família. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Ao comparar A1 e A2, o SCORAD demonstrou um escore z de 2,76 (p=0,0058), enquanto o DFI mostrou um escore z de 2,52 (p=0,0119). O coeficiente de correlação de Spearman demonstrou uma correlação positiva com significância estatística (rs = 0,74, p = 0,0002). &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Quando os pacientes experimentaram uma diminuição nos escores do SCORAD, a qualidade de vida de seus membros familiares melhorou, como evidenciado por uma diminuição nos escores do DFI. Além disso, na análise de cada consulta individual, também observamos que escores mais altos do SCORAD em pacientes estavam associados a escores mais altos do DFI. Os resultados deste estudo reforçam o que foi previamente demonstrado em outros estudos: o impacto negativo da DA não apenas nos pacientes, mas principalmente em seus cuidadores. Além disso, observamos que quanto mais grave a doença, maior o impacto na família.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:identifier>https://residenciapediatrica.com.br/article/1607/avaliacao-da-qualidade-de-vida-de-familiares-de-pacientes-com-dermatite-atopica</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2024.v14n4-1142</dc:identifier>
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            <dc:title>Hipercalcemia grave em lactente por hipervitaminose D iatrogênica: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Maria Eduarda de Souza do Amaral</dc:creator><dc:creator>Sofia Alessandra Kotsifas</dc:creator><dc:creator>Luisa Aparecida Cornelsen</dc:creator><dc:creator>Aristides Schier da Cruz</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A intoxicação de vitamina D em lactentes (níveis séricos de 25-hidroxivitamina D superiores a 150 ng/mL) é uma das causas para desenvolvimento de hipercalcemia, condição pouco frequente na pediatria.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar um caso de lactente com hipercalcemia grave por hipervitaminose D em lactente.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DO CASO:&lt;/strong&gt; Paciente masculino, 5 meses de vida, em aleitamento materno exclusivo encaminhado ao especialista com suspeita de alergia à proteína do leite de vaca por ausência de ganho de peso durante o mês anterior e presença de estrias de muco e sangue nas fezes. Além do failure to thrive, o paciente evoluiu com sonolência, apatia e hipotonia, quando foram realizados exames complementares que revelaram hipercalcemia (cálcio sérico de 17,40 mg/dL) e hipervitaminose D (180 ng/mL). Levantou-se a hipótese de intoxicação por vitamina D, confirmada pela análise laboratorial do suplemento fornecido ao lactente, que revelou concentração de vitamina D 46 vezes superior à prescrita pelo pediatra.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Devido à alta suspeita diagnóstica de alergia à proteína do leite de vaca em lactentes atualmente, não pode haver descuido na investigação de outras causas diante de qualquer sintoma. Neste lactente, a evolução de failure to thrive, apatia, anorexia e hipotonia durante quatro meses motivou investigação que demonstrou uma hipercalcemia grave por uso de vitamina D manipulada.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Acrodermatite enteropática: relato de caso em criança com doença de Crohn</dc:title>
            <dc:creator>Livia Caramaschi Florêncio</dc:creator><dc:creator>Eloana Pasqualin Lange</dc:creator><dc:creator>Elizandra Gomes Pereira</dc:creator><dc:creator>Mariana Bueno Xavier Silva</dc:creator><dc:creator>Gabriela Roncada Haddad</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; A Acrodermatite Enteropática (AE) é uma doença rara que pode ser transmitida por herança autossômica recessiva, pode relacionar-se com nutrição parenteral sem zinco, ou ser secundária a síndromes disabsortivas. Clinicamente, caracteriza-se pela tríade de dermatite acral e periorificial, alopecia e diarreia, acompanhada por restrição de crescimento. O quadro pode ser fatal se não tratado.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Descrevemos o caso de uma criança com AE e doença de Crohn (DC), sendo a AE complicação conhecida, secundária à má absorção causada pela DC.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foi iniciado tratamento para a DC com corticoide sistêmico, azatioprina e mesalazina, e cuidados locais com a área das fraldas. Iniciada também reposição de zinco oral. A criança apresentou importante melhora clínica e dermatológica em poucas semanas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; O diagnóstico da AE se dá com níveis séricos de zinco menores que 70 ug/dL. O tratamento envolve suplementação de zinco, com dose entre 1 e 3 mg/kg/dia. No caso descrito, o valor do zinco era de 65 ug/dL. Nesse caso, iniciamos reposição com 2 mg/kg/dia, com rápida melhora clínica. A AE por deficiência de zinco é uma complicação bem conhecida da DC, secundária à má absorção. No caso descrito, o quadro cutâneo veio após o quadro intestinal, com a deficiência na absorção do zinco sendo secundária à doença de Crohn, levando a um quadro com lesões extensas, mas com rápida resposta ao tratamento e com melhora importante do quadro.</dc:description>
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            <dc:title>Dependência de jogos eletrônicos em adolescentes na unidadepediátrica de um Hospital Universitário no Distrito Federal</dc:title>
            <dc:creator>Isadora de Oliveira Cavalcante</dc:creator><dc:creator>Marilúcia Rocha de Almeida Picanço</dc:creator><dc:creator>Alice Gomes Duart</dc:creator><dc:creator>Bruna Dellatorre Diniz</dc:creator><dc:creator>Ian Carvalho Bezerra</dc:creator><dc:creator>Luana Fernandes de Matos</dc:creator><dc:creator>Marina de Freitas Ferreira</dc:creator><dc:creator>Eduardo Freitas da Silva</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Este estudo objetivou identificar a prevalência do vício e o risco de adição a jogos eletrônicos em adolescentes monitorados no Serviço de Pediatria de um hospital universitário do Distrito Federal.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo observacional transversal, conduzido com adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, usando um questionário com 10 questões de múltipla escolha, usado para avaliar a dependência em 5 dimensões, em relação à compulsão para com jogos eletrônicos. Também avaliamos: dados sociodemográficos (idade, sexo, educação e repetência escolar) e parâmetros de uso de jogos eletrônicos (frequência de jogos por semana e tempo diário gasto em jogos eletrônicos). O questionário foi aplicado durante 4 meses, e as análises estatísticas foram feitas usando o SAS 9.4. Um valor p &amp;lt;0.05 foi considerado significativo.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; entrevistamos 114 adolescentes com idade média de 15 anos. A maioria (71%) relatou usar algum tipo de jogo eletrônico como meio de recreação, dos quais 62,1% eram meninos. A prevalência da dependência foi de 3,51% e o risco de dependência foi de 9.65%, com o item “restrição de tempo” sendo o mais frequente, com 42,9%. Somente o item escolaridade apresentou associação significativa com a ocorrência de risco de dependência (RD = 6,16, IC 95%: 1,48; 25,65; p = 0,0125).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; Mesmo com algumas limitações, este estudo se destaca por ter sido capaz de demonstrar a prevalência de dependência de jogos eletrônicos em uma amostra semelhante àquela encontrada na literatura, assim como a elaboração de um perfil epidemiológico de fatores de risco associados à dependência dos pacientes entrevistados.</dc:description>
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            <dc:title>O periódico Residência Pediátrica e a divulgação de informação em tempos de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Bruna Brasil Seixas Bruno</dc:creator><dc:creator>Marilene Augusta Crispino Santos</dc:creator><dc:creator>Leonardo Santos Martes</dc:creator><dc:creator>Clemax Couto Sant’Anna</dc:creator><dc:creator>Marcia Alves Galvão</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Apresentar o procedimento adotado pela revista RP sobre disponibilização de visualização rápida e ágil do conteúdo de artigos sobre COVID-19, enviados e aceitos para publicação, imediatamente após terem sido aprovados pelos revisores.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Elaboração de exemplar especialmente voltado para temas sobre COVID-19, com estabelecimento de um fluxo prioritário para agilizar as avaliações por pares dos manuscritos submetidos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Leitores são beneficiados com a oportunidade de uma leitura antecipada de temas relevantes que ainda demandarão um certo tempo para que sejam disponibilizados, dada a rotina de todo o processo de editoração.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Uma simples iniciativa, como a “visualização pré-publicação” poderá servir de estímulo para que outros periódicos de acesso aberto possam aderir a esse modelo simplificado, ampliando a rede de comunicação entre pesquisadores.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Diagnóstico da doença causada pelo novo coronavírus</dc:title>
            <dc:creator>Camila Rocha dos Santos Mourão</dc:creator><dc:creator>Pâmela Andrade Montagni</dc:creator><dc:creator>Sidnei Ferreira</dc:creator><dc:creator>Rafaela Baroni Aurilio</dc:creator>
            <dc:description>O diagnóstico da infecção pelo SARS-CoV-2 começa com a suspeita clínica e a epidemiologia. A criança apresenta um quadro típico viral leve: tosse, coriza, cefaleia e febre e não evolui com gravidade. Os sintomas gastrointestinais, como diarreia e manifestações cutâneas, como exantema são pouco comuns, mas estão mais presentes na população pediátrica. O diagnóstico confirmatório é feito por meio da detecção do material genético viral nas secreções das vias respiratórias. A sorologia possui um papel importante na ausência do teste confirmatório, pois indica resposta imune do hospedeiro contra o vírus sinalizando infecção prévia. Os exames de imagem são responsáveis por avaliar o acometimento pulmonar e são pouco específicos. A radiografia de tórax em alguns casos não demonstra alterações. A tomografia de tórax é mais sensível e pode mostrar opacidade em vidro fosco, condensação, espessamento septal e opacidades mistas. Entretanto, quando indicado, o nível de radiação deve ser adequado para crianças. Portanto, as crianças infectadas pelo SARS-CoV-2 apresentam quadro clínico leve. O diagnóstico confirmatório é feito pela detecção do vírus nas secreções respiratórias e a sorologia demonstra a resposta imunológica. A radiografia de tórax é pouco sensível e a tomografia de tórax (TC), auxilia no acompanhamento da lesão pulmonar.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>O cotidiano de um consultório durante os 3 primeiros meses da pandemia pelo SARS-CoV-2</dc:title>
            <dc:creator>Tania Maria Sih</dc:creator>
            <dc:description>Atendimento no consultório durante o período da pandemia do SARS-CoV-2. Três meses aguardando pacientes. Envolvimento em ação solidária. Pacientes com menos doenças respiratórias.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Revisão narrativa de literatura sobre a COVID-19 em Pediatria: fatores de mau prognóstico</dc:title>
            <dc:creator>Ana Caroline Oliveira de Lima Grossi</dc:creator><dc:creator>Arnoldo Bulle Filho</dc:creator><dc:creator>Bárbara Ferreira Khouri</dc:creator><dc:creator>Gabriela Regatieri Pinto</dc:creator><dc:creator>Edmara Laura Campiolo</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; O objetivo desta revisão narrativa é sintetizar os principais conhecimentos a respeito das características clínicas e dos fatores de mau prognóstico referentes à infecção pelo SARS-CoV-2 em crianças, dada a importância desses dados para um melhor manejo dos casos. Dessa forma, pretende-se conferir visibilidade às lacunas que demandam esclarecimentos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Foi realizada uma busca bibliográfica de materiais disponíveis em meio eletrônicos de diversas bases de dados renomadas, como &lt;em&gt;The New England Journal of Medicine&lt;/em&gt;, Sociedade Brasileira de Pediatria, PubMed, entre outras.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram selecionados 34 artigos, todos com publicações datadas no ano de 2020, provenientes de fontes confiáveis e de grande impacto. A maioria dos estudos selecionados apresentaram pacientes pediátricos que desenvolveram uma forma mais branda da COVID-19, especialmente devido a diferenças envolvidas no receptor do vírus no organismo das crianças e ao desenvolvimento da sua imunidade. Apesar disso, foi possível aferir, com a realização desta revisão narrativa, que, quando associadas com outras comorbidades como cardiopatia, diabetes, obesidade, hepatopatias e outras, a COVID-19 tem desfechos diversos, sendo eles, na maioria das vezes, mais agressivos e com pior prognóstico.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Ainda que se manifeste de forma mais branda ou assintomática em pacientes pediátricos, é mandatório conhecer os fatores de mau prognóstico para a COVID-19 nesse grupo. O presente artigo desvela a necessidade de novos estudos e relatos capazes de elucidar de forma plena e consistente o curso dessa patologia em crianças.</dc:description>
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            <dc:title>Situação do cartão vacinal em crianças atendidas no Ambulatório de Pediatria Geral de um Hospital Universitário Pediátrico</dc:title>
            <dc:creator>Luiza Maria Calvano</dc:creator><dc:creator>Amanda Cristina de Castro Rocha</dc:creator><dc:creator>Filipe Vieira Nascimento</dc:creator><dc:creator>Letícia dos Santos Fragoso</dc:creator><dc:creator>Millena Pereira Riera</dc:creator><dc:creator>Rafaella Lima Souza da Silva</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde no Brasil.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Estudo transversal, descritivo, quantitativo. Entrevistados responsáveis por crianças atendidas no ambulatório de pediatria geral de um hospital universitário pediátrico para identificar a situação do cartão vacinal em relação ao recomendado pelo Ministério da Saúde. Alunos de Medicina aplicaram os questionários e verificaram os cartões de vacina. Perguntas diretas caracterizaram o perfil do paciente e a situação vacinal. Em caso de atraso de vacina(s), foi feita pergunta aberta para identificar o(s) motivo(s).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Entrevistados 62 responsáveis, maioria mães (90,3%). Entre os pacientes, predominaram: sexo masculino (51,6%), faixa etária de 2 a 6 anos (32,2%) e moradia no município do Rio de Janeiro (82,3%). Estavam com o cartão vacinal em atraso 59,7% das crianças, sendo a mais frequente vacina em atraso contra a doença do coronavírus, seguida pela vacina contra influenza. Como motivos alegados pelos responsáveis para o atraso vacinal, foram mais frequentes os relacionados à criança (28,6%), seguido pelo desconhecimento de que havia vacinas em atraso (20,4%).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Mais da metade das crianças atendidas no ambulatório de pediatria geral apresentaram atraso no cartão de vacinas. As consultas ambulatoriais constituem uma grande oportunidade para conscientizar a família sobre a situação vacinal da criança, compreender as razões da hesitação, dirimir dúvidas, melhorar orientações, sensibilizar e reforçar a importância da vacinação atualizada.</dc:description>
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            <dc:title>Lista de Revisores de 2020</dc:title>
            
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            <dc:title>Guia prático de atualização - prevenção de doenças alérgicas</dc:title>
            <dc:creator>Emanuel C.S. Sarinho</dc:creator><dc:creator>Herberto José Chong Neto</dc:creator><dc:creator>Adriana A. Antunes</dc:creator><dc:creator>Antonio Carlos Pastorino</dc:creator><dc:creator>Arnaldo Carlos Porto Neto</dc:creator><dc:creator>Fabio C. Kuschnir</dc:creator><dc:creator>Maria das Graças Nascimento Silva</dc:creator><dc:creator>Marisa Lages Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Ana Carla Augusto Moura</dc:creator><dc:creator>Dirceu Solé</dc:creator><dc:creator>Luciana Rodrigues Silva</dc:creator>
            <dc:description>Os autores apresentam sob a forma de perguntas e respostas um texto de atualização sobre diversas doenças alérgicas da infância.</dc:description>
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            <dc:title>Prontuário médico</dc:title>
            <dc:creator>Carlindo Machado Filho</dc:creator>
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            <dc:title>Resenha: Consenso Internacional dos critérios de Sepse Pediátrica e choque séptico</dc:title>
            <dc:creator>Michele Alves Medeiros</dc:creator><dc:creator>Athina Salim Saud</dc:creator><dc:creator>Carolina Chaves da Silveira Sousa</dc:creator><dc:creator>Kleisson Cristiano Borges Santos</dc:creator><dc:creator>Suzana Beta Bittar</dc:creator><dc:creator>Vanessa Soares Lanziotti</dc:creator>
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            <dc:title>Pandemia de COVID-19: guia prático para promoção da saúde mental de crianças e adolescentes</dc:title>
            <dc:creator>Roberto Santoro Almeida</dc:creator><dc:creator>Adriana Rocha Brito</dc:creator><dc:creator>Ana Silvia Mendonça Alves</dc:creator><dc:creator>Cecy Dunshee de Abranches</dc:creator><dc:creator>Daniele Wanderley</dc:creator><dc:creator>Gabriela Crenzel</dc:creator><dc:creator>Rossano Cabral Lima</dc:creator><dc:creator>Vera Ferrari Rego Barros</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Fornecer ao pediatra recomendações úteis para ajudar as famílias a minimizar o impacto da pandemia de COVID-19 e do isolamento social na saúde mental de crianças e adolescentes.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Este artigo é baseado na revisão de literatura recente publicada sobre o tema e na experiência clínica dos autores.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Os pais estão sendo desafiados pelas mudanças de vida exigidas pela nova situação, e precisam gerenciar favoravelmente o dia a dia de seus filhos, minimizando o impacto das atuais circunstâncias na sua saúde mental.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Todo período de crise gera incertezas e medo, mas também pode se apresentar como oportunidade para o autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal. Esta fase difícil pode ser propícia para o aprofundamento da relação dos pais com seus filhos.</dc:description>
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            <dc:title>Transição de cuidados numa consulta de pediatria diabetes de um hospital distrital</dc:title>
            <dc:creator>Joana Costa Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Ana Pereira Lemos</dc:creator><dc:creator>Ana João Mota</dc:creator><dc:creator>Ana Paula Oliveira</dc:creator><dc:creator>Patrícia Rocha</dc:creator><dc:creator>Pascoal Moleiro</dc:creator><dc:creator>Ester Gama</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Transição de cuidados (TC): transferência planejada e programada dos cuidados pediátricos para adultos. Objetivo: comparar o processo de passagem para cuidados de adultos (PCA) dos pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (DM1) com (Grupo A) e sem (Grupo B) TC. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MATERIAL E MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo transversal. Pacientes com DM1, entre 18-25anos, seguidos na consulta de pediatria de um hospital distrital. Utilizado um questionário com escala de likert: 1 (discordo totalmente) a 5 (concordo totalmente). TC adequada: início 14 anos; promoção da autonomia; participação do paciente; compreensão da diferença dos serviços; multidisciplinar e transmissão de informação entre profissionais.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Total 29 pacientes, 14 Grupo A. Obtiveram-se as seguintes medianas no Grupo A e B: &quot;idade de início da PCA&quot;: 17 vs 18 anos; &quot;promoção da autonomia&quot;: 5 vs 5; &quot;explicação de diferenças entre serviços&quot;: 4 vs 4; &quot;participação no processo&quot;: 5 vs 3; &quot;transmissão de informação entre profissionais&quot;: 4,5 vs 4; &quot;equipe multidisciplinar&quot;: 4 vs 3. No grupo A 36% responderam afirmativamente a todos os itens definidos para TC adequada. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; No grupo com TC, a idade mediana do início da PCA foi inferior embora superior ao adequado. Nos restantes itens, as medianas de resposta foram todas superiores no grupo A, exceto na promoção da autonomia e na explicação das diferenças dos serviços, com diferença estatística ao nível da participação do paciente no processo e no envolvimento de uma equipe multidisciplinar. A TC está implementada, mas precisa de ser sistematizada para melhorar os cuidados prestados.</dc:description>
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            <dc:title>Manifestações raras de apresentação de tuberculose em crianças: série de casos</dc:title>
            <dc:creator>Halana Salles Amorim Tavares Sias</dc:creator><dc:creator>Yoana Palatianos de Araújo</dc:creator><dc:creator>Fernanda Pinheiro Barra</dc:creator><dc:creator>Caio Pluvier Duarte Costa</dc:creator><dc:creator>Selma Azevedo Sias</dc:creator><dc:creator>Clemax Couto Sant&apos;anna</dc:creator><dc:creator>Christiane Mello Schmidt</dc:creator><dc:creator>Claudete Araújo Cardoso</dc:creator>
            <dc:description>Tuberculose (TB) é uma doença infectocontagiosa que impõe um desafio na prática pediátrica, uma vez que crianças podem apresentar manifestações raras, o que dificulta o seu diagnóstico. São apresentados cinco casos de manifestações pouco comuns de TB em crianças vacinadas com BCG ao nascer e sem história de contato prévio com adulto bacilífero. Ressalta-se a dificuldade e a importância da suspeição diagnóstica da TB em quadros raros da doença em crianças.</dc:description>
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            <dc:title>Cirrose hepática secundária a doença hepática gordurosa não alcoólica em uma criança de 10 anos de idade: relato de caso e revisão da literatura</dc:title>
            <dc:creator>Roberta de Pádua Borges</dc:creator><dc:creator>Amanda Veiga Cheuiche</dc:creator><dc:creator>Laís Janeczko</dc:creator><dc:creator>Giovana Caroline Marx Becker</dc:creator><dc:creator>Leila Cristina Pedroso de Paula</dc:creator>
            <dc:description>A doença hepática gordurosa não alcoólica é uma das principais patologias hepáticas no mundo. Paralelamente ao aumento da prevalência de obesidade e outros componentes da síndrome metabólica, a patologia em pauta é cada vez mais reconhecida em crianças e se tornou um fenômeno preocupante. Embora fibrose seja comum em esteato-hepatite não alcoólica pediátrica, cirrose é uma condição raramente relatada nesse grupo etário. O presente artigo relata o caso de uma criança com obesidade mórbida e diabetes tipo 2 que desenvolveu cirrose hepática a partir de esteato-hepatite não alcoólica aos 10 anos de idade, além de apresentar uma revisão da literatura acerca do tema.</dc:description>
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            <dc:title>Nós estamos ouvindo as famílias? Estamos conseguindo ser parceiros destas famílias com crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista?</dc:title>
            <dc:creator>Marina Moreira de Moura</dc:creator><dc:creator>Márcia Cortez Bellotti de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Eliane Maria Garcez Oliveira da Fonseca</dc:creator><dc:creator>Juliana da Cunha Ferreira</dc:creator><dc:creator>Dália Balassiano Strosberg</dc:creator><dc:creator>Milena Franklin Felipe de Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>Apesar da prevalência dos Transtornos do Espectro Autista (TEA) ser alta e o tema ser relevante, a literatura brasileira sobre o assunto é escassa.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Caracterizar aspectos relacionados ao diagnóstico de TEA em crianças e adolescentes atendidos no ambulatório de Pediatria de uma unidade básica de saúde.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo retrospectivo, descritivo de caráter exploratório, com dados coletados em prontuários de crianças/adolescentes atendidos em uma instituição de ensino médico do Rio de Janeiro, parceira do Sistema Único de Saúde no período de 01 de fevereiro de 2023 a 30 de junho de 2024.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A amostra é composta por prontuários de 291 crianças e adolescentes. A idade média foi de 82,5 ± 43,9 meses (21-206). Os cuidadores/família suspeitaram de TEA em 84% (199/237) e a creche/escola em 28,5% (83/128). O motivo mais frequente da primeira consulta foram queixas clínicas/rotina em 32,5% (94/289), seguido de suspeita de TEA/Autismo em 15,6% (45/289). Os sintomas mais frequentemente relatados foram aqueles relacionadas ao comportamento em 10,4% (30/289). A idade do início dos sintomas foi de 29,5 ± 21,9 meses. A idade do diagnóstico foi de 63,2 ± 39,7 meses. Em 33,7% (97/288) não havia um diagnóstico prévio.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A lacuna existente entre a percepção dos primeiros sintomas pelos cuidadores e a idade do diagnóstico sublinham a importância da triagem para TEA. Além disso, como muitos cuidadores suspeitam de TEA e não expressam suas preocupações, é essencial melhorar a educação profissional sobre empatia e construção de confiança entre as famílias e os pediatras.</dc:description>
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            <dc:title>Sequelas do neurodesenvolvimento encontradas em crianças em tratamento para doenças hemato-oncológicas</dc:title>
            <dc:creator>Rafael Schlossmacher</dc:creator><dc:creator>Aline Debs Diniz</dc:creator><dc:creator>Leticia Cristina de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Amanda Schuchovski Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Camile Cripa Vicentini</dc:creator><dc:creator>Maria Fernanda Rosa Bertolini</dc:creator><dc:creator>Adriana Jasper</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; O câncer pediátrico é a segunda maior causa de hospitalização de crianças no Brasil, sendo o principal responsável pela perda de potenciais anos de vida. Com o avanço dos estudos a respeito do tema, há uma gama de diferentes terapias utilizadas, as quais, apesar de possibilitarem melhora no prognóstico, não estão isentas de efeitos colaterais.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; O atual estudo tem como objetivo correlacionar os impactos gerados no neurodesenvolvimento de pacientes em tratamento neoplásico atendidos em um hospital pediátrico terciário em Curitiba/PR. Como objetivo secundário, realizar análise epidemiológica de crianças em tratamento hemato-oncológico em hospital de referência, na cidade de Curitiba.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;METODOLOGIA:&lt;/strong&gt; Foram selecionados 156 prontuários do serviço de Hemato-Oncologia nesse hospital de referência na cidade de Curitiba/PR. Posteriormente, realizou-se análise descritiva dos dados, apresentados em números absolutos e em frequência, seguida de correlações entre as sequelas do neurodesenvolvimento encontradas e as doenças oncológicas diagnosticadas, juntamente com as respectivas terapias utilizadas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A leucemia linfoide aguda (LLA) correspondeu à neoplasia mais predominantemente encontrada, com 52,6% dos casos, seguida dos tumores do sistema nervoso central (SNC) e da leucemia mieloide aguda (LMA). Os principais efeitos colaterais encontrados foram: ansiedade, depressão, agressividade, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), paralisia cerebral, déficits auditivos, visuais, motores e de linguagem.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; apesar da importante redução da morbimortalidade, as terapias antineoplásicas utilizadas são capazes de gerar sequelas precoces e tardias nos pacientes em tratamento.</dc:description>
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            <dc:title>Esclerose tuberosa associada à taquicardia atrial de difícil controle como manifestação inicial em lactente: Relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Marianne Fernanda de Melo Duarte</dc:creator><dc:creator>Gessianni Claire Alves de Souza</dc:creator><dc:creator>Fernanda Pessa Valente</dc:creator><dc:creator>Ana Luiza Magalhães de Andrade Lima</dc:creator><dc:creator>Fabiana Gomes Aragão Magalhães Feitosa</dc:creator><dc:creator>Liliane Gomes da Rocha</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;Tumores cardíacos são entidades raras na pediatria. Podem ser neoplasias benignas ou malignas que surgem principalmente no revestimento interno, na camada muscular ou no pericárdio circundante do coração. Podem ser primários ou metastáticos. Além de raros, tumores primários têm alta chance de benignidade nessa população. O mixoma é o tumor cardíaco primário mais comum em adultos, entretanto, em crianças, os rabdomiomas são os mais frequentes. Uma vez diagnosticados, devem-se investigar outros sítios pela possibilidade de Esclerose Tuberosa. Esses tumores podem causar obstrução da valva ou da via de entrada e saída ventricular, tromboembolia, arritmias ou doenças pericárdicas. O diagnóstico é por ecocardiografia e frequentemente RM cardíaca. O tratamento dos tumores benignos geralmente é a ressecção cirúrgica; entretanto, sua recorrência é incomum. No caso apresentado, relata-se a associação desses dois tipos de tumores com a apresentação grave em uma lactente jovem: arritmia cardíaca.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-05-22</dc:date>
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            <dc:title>Associação de COVID-19 e tumor cerebral</dc:title>
            <dc:creator>Regina Melittio Gasparetti</dc:creator><dc:creator>João Carlos Patto</dc:creator>
            <dc:description>A COVID-19 teve seu primeiro diagnóstico em dezembro de 2019, na cidade de Wuhan, na China. Espalhou-se rapidamente pelo mundo e teve a declaração de pandemia pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 11 de março de 2020. Por ser uma doença nova e devido à grande variabilidade do quadro clínico, torna-se necessária a troca de informações para um diagnóstico mais rápido e efetivo e para a prevenção da disseminação, enquanto vacinas e/ou tratamentos efetivos são pesquisados. As crianças parecem ser menos acometidas que os adultos e com menor gravidade. O quadro clínico varia de assintomático até quadros graves como a síndrome inflamatória multissistêmica que se assemelha à síndrome de Kawasaki e/ou síndrome do choque tóxico e óbito. A faixa etária pediátrica apresenta quadros graves e fatais de COVID-19 associados principalmente a comorbidades como doenças hematológicas, imunológicas, respiratórias, genéticas, neurológicas e câncer. O caso relatado será de um menino com diagnóstico de carcinoma de plexo coroide há 5 anos, que testou positivo para COVID-19. Torna-se premente a divulgação de relatos de casos para ampliar-se o conhecimento dessa nova patologia.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Impacto da atividade física na qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos: revisão narrativa</dc:title>
            <dc:creator>Gabrielli Garcia Pereira</dc:creator><dc:creator>Mariane Bezerra Santos Silva</dc:creator><dc:creator>Mariana Mazzuca Reimberg</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A asma é uma doença respiratória crônica comum na infância, marcada por inflamação brônquica. A prática de atividade física é importante para controle dos sintomas e melhora da qualidade de vida. O Pediatric Asthma Quality of Life Questionnaire (PAQLQ) avalia a qualidade de vida em crianças e adolescentes com asma.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Verificar a influência da reabilitação pulmonar na qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Revisão bibliográfica de literatura através das bases de dados: LILACS, PEDro, PubMed e SciELO. Foram utilizados os descritores “Asthma”, “Quality of Life”, “Exercises” e “Children”, com o operador booleano “AND”. Os critérios de inclusão foram ensaios clínicos randomizados em inglês e português dos últimos dez anos que utilizaram o PAQLQ em população de 6 a 18 anos. Foram excluídos artigos de revisão sistemática e artigos não disponíveis na íntegra.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Resultados:&lt;/strong&gt; Foram encontrados nove artigos, sendo seis incluídos. Um estudo realizou treinamento aeróbio, observando aumento nos escores do PAQLQ, com diminuição dos sintomas e melhora da função pulmonar. Outro estudo utilizou o treinamento aeróbio e demonstrou diminuição dos marcadores inflamatórios, com aumento nos escores do PAQLQ. Um ensaio com treinamento indoor melhorou a qualidade de vida, função pulmonar e capacidade física. Em contrapartida, três artigos utilizaram intervenções como exercícios combinados, programa multifatorial e treinamento intervalado de alta intensidade, não apresentaram alterações significativas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A reabilitação pulmonar, através do treinamento físico, demonstrou ser capaz de melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos, com resultados positivos no PAQLQ.</dc:description>
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            <dc:title>Perfil genético-clínico dos pacientes atendidos no ambulatório de doenças raras de um hospital pediátrico de Curitiba, Paraná</dc:title>
            <dc:creator>Déborah Rossane Santana Costa de-Souza</dc:creator><dc:creator>Franciele Bona Verzeletti</dc:creator><dc:creator>Mara Lúcia Schmitz Ferreira Santos</dc:creator><dc:creator>Josiane Souza</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Doenças raras são afecções crônicas e progressivas cuja frequência na população é baixa. Essas doenças podem ser divididas em dois grupos: as de origem genética e as de origem não genética. Atualmente, exames genético-moleculares são muito utilizados para triagem e diagnóstico destes pacientes. O presente estudo tem como objetivo determinar o perfil genético-clínico dos pacientes atendidos no Ambulatório de Doenças Raras de um hospital pediátrico de referência da Região Sul do Brasil.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; A pesquisa teve caráter retrospectivo, descritivo e com abordagem quantitativa e consistiu no levantamento de dados disponíveis nos prontuários físicos e eletrônicos dos pacientes atendidos no Ambulatório de Doenças Raras e exames genéticos disponíveis para cada paciente a partir da plataforma de interface do Laboratório de Análises Clínicas com o hospital.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram incluídos neste estudo 553 prontuários. Observou-se uma prevalência de pacientes do gênero masculino e com idade entre 0 e 11 anos. Os sintomas mais identificados foram dismorfias e malformações congênitas (12,5%), atraso de desenvolvimento (11,0%) e convulsões (10,5%). Entre os exames genético-moleculares, apenas 24,7% apresentavam resultados alterados. As alterações gênicas foram as mais observadas, havendo prevalência de alguns genes (PHKA2, G6PC, FBP1 e CTNS). O número de exames alterados foi menor que o esperado. A maior disponibilidade e popularização desses exames pode ser percebida pelo aumento no número de exames solicitados.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A busca precoce pelo serviço oferecido é um aspecto muito positivo e, aliada a um maior conhecimento das equipes de saúde, pode ser fundamental para a qualidade de vida do paciente.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Protocolo de avaliação fisioterapêutica em telessaúde para pacientes pediátricos</dc:title>
            <dc:creator>Geovana Domingos do Nascimento</dc:creator><dc:creator>Gabriela Olimpio Machado Silva</dc:creator><dc:creator>Camila Midori Yanor</dc:creator><dc:creator>Joyce Liberali Pekelman Rusu</dc:creator>
            <dc:description>A pandemia de COVID-19 iniciou-se no ano de 2020 e, devido ao alto nível de contágio, medidas de distanciamento social foram adotadas a fim de reduzir a proliferação do vírus. Nesse contexto, a abordagem da telessaúde ganhou notoriedade. Essa modalidade pode ser classificada em Telemedicina, Teleconsulta, Telerreabilitação, Telemonitoramento e Teleconsultoria. O objetivo deste estudo foi desenvolver um protocolo para avaliação fisioterapêutica em telessaúde para pacientes pediátricos. O protocolo desenvolvido foi dividido em 3 etapas: pré-atendimento, atendimento e finalização. Por meio das etapas do produto criado é possível seguir uma estratégia para avaliação físico-funcional, minimizando falhas e facilitando para que o atendimento remoto se torne bem-sucedido. Apesar das barreiras para a implantação da telessaúde, como a realização de algumas etapas do exame físico, limitações tecnológicas, geográficas e organizacionais, essa modalidade tem sido de grande valia, e, pensando em perspectivas futuras, possui grande potencial para permanecer como uma escolha permanente de assistência.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Frequência de uveíte em pacientes pediátricos com artrite idiopática juvenil em hospital terciário</dc:title>
            <dc:creator>Vivian London</dc:creator><dc:creator>Adriana Rodrigues Fonseca</dc:creator><dc:creator>Rozana Gasparello de Almeida</dc:creator><dc:creator>Marta Cristine Félix Rodrigues</dc:creator><dc:creator>Sheila Knupp Feitosa de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Monick Goecking</dc:creator><dc:creator>Flavio Sztajnbok</dc:creator><dc:creator>Julia Dutra Rossetto</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Observar o perfil e a frequência da uveíte relacionada à artrite idiopática juvenil (U-AIJ) em pacientes acompanhados em hospital pediátrico terciário.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Estudo retrospectivo de pacientes com artrite idiopática juvenil (AIJ) atendidos no ambulatório de reumatologia de janeiro a julho de 2019.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram analisados 41 pacientes, dos quais, quatro (9,75%) apresentaram uveíte, todos com o diagnóstico da AIJ antes dos 7 anos de idade e todos com a presença de complicações oculares. Quanto ao tipo de AIJ, dois pacientes apresentaram a forma oligoarticular e dois a forma poliarticular fator reumatoide negativo. Três pacientes (75%) com U-AIJ apresentavam fator antinuclear (FAN) positivo. Todos os pacientes apresentaram uveíte nos primeiros 4 anos da AIJ.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Cerca de 10% dos pacientes com AIJ apresentaram uveíte no curso da doença. No grupo U-AIJ observou-se alta frequência de positividade do FAN, diagnóstico de AIJ antes dos 7 anos de idade e surgimento da uveíte nos primeiros 4 anos de doença articular. A presença de complicações oculares em todos aqueles pacientes com U-AIJ revela a gravidade e a importância da triagem para esta manifestação ocular.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:identifier>https://residenciapediatrica.com.br/article/1281/frequencia-de-uveite-em-pacientes-pediatricos-com-artrite-idiopatica-juvenil-em-hospital-terciario</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2022.v12n2-296</dc:identifier>
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            <dc:title>Malformação adenomatoide cística congênita: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Tatiana Respondovesk</dc:creator><dc:creator>Naomi Magalhães</dc:creator><dc:creator>Rouquet Seminari</dc:creator><dc:creator>Priscilla Guerra</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Relatar o caso de um paciente com apresentação clínica de malformação adenomatoide cística congênita (MACC) durante o período neonatal e discutir a dificuldade diagnóstica da MACC, diante da grande variedade e inespecificidade de sintomas que podem estar presentes no início do quadro.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Análise do prontuário e revisão da literatura.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Paciente que, nos primeiros dias de vida, evoluiu com sintomatologia de desconforto respiratório progressivo, dependente de ventilação pulmonar mecânica, sem ter apresentado na evolução imagens radiológicas sugestivas de MACC, dificultando o diagnóstico da doença.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Na maioria dos relatos de casos, vemos que o diagnóstico foi realizado após o período neonatal, baseado nas complicações da doença, durante a primeira infância ou na idade adulta, prejudicando a cura do paciente.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Apesar da doença ser rara e com alto potencial para evoluir com complicações, o paciente foi diagnosticado em tempo hábil para ser submetido ao procedimento cirúrgico e evoluir sem intercorrências.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:identifier>https://residenciapediatrica.com.br/article/1002/malformacao-adenomatoide-cistica-congenita-relato-de-caso</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2021.v11n3-175</dc:identifier>
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            <dc:title>Aleitamento materno exclusivo por mães vegetarianas e suas possíveis implicações para a criança</dc:title>
            <dc:creator>Melissa Gershon</dc:creator><dc:creator>Lucca de Faria Santos Amorim</dc:creator><dc:creator>Romero Ribeiro Duque</dc:creator><dc:creator>Alegna Cristiane Medeiros Sobrinho</dc:creator><dc:creator>Rodrigo Moreira Garcia</dc:creator><dc:creator>Luciano Rodrigues Costa</dc:creator>
            <dc:description>Sabe-se que o período entre a gestação e os dois anos de idade da criança é crítico para a promoção do crescimento e do desenvolvimento, o que faz com que a nutrição adequada seja fundamental para o desenvolvimento completo do potencial de cada ser humano. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo discutir as peculiaridades do aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida do lactente por mães vegetarianas e suas possíveis implicações para a criança. Trata-se de uma revisão narrativa baseada na avaliação de protocolos da Sociedade Vegetariana Brasileira, Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade de Pediatria de São Paulo, bem como em artigos compreendidos no período entre 1982 e 2020, disponíveis em bases de dados online. O leite humano contém lipídeos, vitaminas, minerais, proteínas, carboidratos, imunoglobulina A, interferon, enzimas e moduladores de crescimento. Essa composição geralmente é semelhante quando comparado o leite materno de vegetarianas e não vegetarianas, porém difere quantitativamente. Em vista disso, em caso de aleitamento materno exclusivo por mães vegetarianas, é necessária a avaliação médica para determinar se há necessidade de suplementação nutricional, principalmente de vitamina B12, ferro e ômega-3. Nos casos em que o aleitamento materno não é possível, uma alternativa são as fórmulas infantis à base de soja ou arroz. Estudos recentes mostram que o crescimento e o desenvolvimento de crianças alimentadas através de fórmulas à base de soja ou arroz podem ser similares ao de lactentes que receberam aleitamento materno exclusivo ou fórmula à base de leite de vaca.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Repercussões maternas e neonatais da gravidez na adolescência</dc:title>
            <dc:creator>Lívia Gomes Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Daniela Souza Carvalho</dc:creator><dc:creator>João Lourival de-Souza-Junior</dc:creator><dc:creator>Samir Buainain Kassar</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Comparar a influência da idade materna no peso ao nascer e outros fatores relacionados.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; O presente estudo consiste de uma coorte retrospectiva realizada em duas maternidades públicas da cidade de Maceió. A amostra consistiu de 84 puérperas (28 adolescentes e 56 com idade entre 20 e 30 anos) e seus respectivos recém-nascidos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A gravidez na adolescência esteve significantemente associada ao baixo peso ao nascer, número de consultas pré-natal inadequadas, Índice de Roher desproporcional, pai e mãe da criança que não residem na mesma residência e prematuridade. Foi observada diferença de 471,5g a favor dos recém-nascidos de mães adultas jovens quando comparados aos neonatos de mães adolescentes. Uso de álcool, drogas e métodos contraceptivos não obtiveram significância estatística.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Devido às condições socioeconômicas e perinatais desfavoráveis das mães adolescentes quando comparadas às adultas jovens, a idade materna menor que 16 anos parece ter influenciado na menor média do peso ao nascer e na maior associação do baixo peso ao nascer e no retardo de crescimento uterino no grupo das adolescentes.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Elegibilidade para cuidados paliativos dos pacientes internados na enfermaria de pediatria de um hospital universitário</dc:title>
            <dc:creator>Giulia Cardoso Masotti</dc:creator><dc:creator>Antonia Teresinha Tresoldi</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Quantificar o percentual de pacientes elegíveis para avaliação paliativista dentre os internados na enfermaria pediátrica do Hospital de Clínicas da UNICAMP (HC/UNICAMP) em um período de tempo.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo retrospectivo, descritivo com corte transversal da população de pacientes internados na enfermaria pediátrica do HC/UNICAMP, no período de junho a outubro de 2017. Os pacientes foram considerados elegíveis caso apresentassem como doença de base, no momento da internação, uma entre as seguintes: (I) doenças para as quais o tratamento curativo é possível, mas pode falhar; (II) doenças nas quais a morte prematura pode ser esperada, porém o tratamento integrado pode prolongar a vida com qualidade; (III) doença crônica progressiva, cujo tratamento é exclusivamente paliativo e potencialmente prolongado; (IV) deficiências neurológicas não progressivas que induzam a vulnerabilidades que possam levar à morte prematura. Os pacientes considerados elegíveis foram comparados com os não elegíveis no que diz respeito a gênero, idade, caráter de internação (urgência/eletivo) e frequência de reinternações. Níveis descritivos (p) inferiores a 0,05 foram considerados estatisticamente significantes.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; 30,9% dos pacientes internados na enfermaria pediátrica do HC/UNICAMP foram considerados elegíveis para uma avaliação paliativista. Não houve diferença estatística no perfil demográfico entre os grupos. O número de reinternações e as internações em caráter de urgência dos pacientes elegíveis foram superiores às dos pacientes não elegíveis no mesmo período, com significância estatística.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; O tema é desafiador, no entanto, a discussão se faz cada vez mais necessária para o aprimoramento da atenção ao paciente pediátrico em todas as esferas de cuidado.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Editorial</dc:title>
            <dc:creator>Márcia G. Alves Galvão</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Um caso de massa torácica em lactente - Qual o seu diagnóstico?</dc:title>
            <dc:creator>Rafaela Baroni Aurílio</dc:creator><dc:creator>Adriana Paiva Mesquita</dc:creator><dc:creator>Alessandra Fernandes Melo Pimentel</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Resenha</dc:title>
            <dc:creator>Wallace Sales Gaspar</dc:creator><dc:creator>Ana Luíza Velten</dc:creator><dc:creator>Isabel Rey Madeira</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>&lt;em&gt;Checklist&lt;/em&gt; para desospitalização de pacientes pediátricos portadores de condição crônica complexa internados no Sistema Único de Saúde</dc:title>
            <dc:creator>Renata Arabian de Petta</dc:creator><dc:creator>Daniela Valença Silva</dc:creator><dc:creator>Ana Damaris Gonzaga</dc:creator><dc:creator>Joyce Liberali Pekelman Rusu</dc:creator><dc:creator>Karollini Birelo Ferreira</dc:creator>
            <dc:description>Atualmente, as unidades de terapia intensiva pediátricas encontram-se sobrecarregadas e repletas de pacientes clinicamente estáveis, contudo dependentes cronicamente de tecnologias médicas.  Esses são conhecidos como portadores de condição crônica complexa. Como forma de humanizar o cuidado, minimizar intercorrências e diminuir os custos hospitalares, a desospitalização vem ocorrendo de maneira mais precoce e frequente. Entretanto, ainda existem falhas neste processo que podem ser minimizadas através de ações concretas e bem estabelecidas. Dessa maneira, o objetivo deste estudo foi desenvolver um checklist para desospitalização de pacientes pediátricos internados no Sistema Único de Saúde portadores de condição crônica complexa, a fim de auxiliar os profissionais da área da saúde a conferirem a possibilidade da alta hospitalar de forma segura. Foi realizada uma revisão de literatura no período de fevereiro a agosto de 2019 para a construção do embasamento teórico do checklist. Foram incluídos artigos disponíveis nas bases de dados em saúde (PEDro, PubMed e LILACS), utilizando os seguintes descritores: alta do paciente (&lt;em&gt;patient discharge&lt;/em&gt;), doença crônica (&lt;em&gt;chronic disease&lt;/em&gt;) e pediatria (&lt;em&gt;pediatrics&lt;/em&gt;), datados a partir do ano de 2005 e que disponibilizassem o texto na íntegra. Foram excluídas revisões simples de literatura e artigos referentes à população adulta. Foi desenvolvido um checklist no qual foi descrita a atuação de cada profissional no processo de desospitalização. Pôde-se verificar a importância dos profissionais da saúde em conhecerem esta nova condição e, através de seus conhecimentos, instruir os familiares/cuidadores, a fim de possibilitar ao paciente pediátrico uma alta hospitalar mais segura e evitar reinternações precoces.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Os impactos da pandemia da COVID-19 na saúde de crianças e adolescentes: Uma revisão de literatura</dc:title>
            <dc:creator>Rachel Pimentel Romano Silveira</dc:creator><dc:creator>Ana Clara Camargo Rocha</dc:creator><dc:creator>Arthur Vasconcelos Vale</dc:creator><dc:creator>Daniel Martucheli Sena</dc:creator><dc:creator>Roberto Gomes Chaves</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Descrever os principais impactos da inatividade física, do aumento do tempo de tela e da violência infantil no desenvolvimento psíquico e cognitivo da população pediátrica favorecidos pelas mudanças de hábitos durante a pandemia da COVID-19.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Foi realizada uma revisão narrativa de literatura com publicações entre 2018 e 2021 a partir de pesquisa de materiais nas bases de dados U.S National Library of Medicine (PubMed) e Scientific Eletronic Library Online (SciELO), utilizando os descritores “Child Behavior”; “Screen time”; “Covid-19”; “Sedentary behavior” e “Domestic Violence”.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foi observada a intensificação do uso de dispositivos eletrônicos, aumento nos índices de violência infantil e na inatividade física por parte das crianças durante a pandemia da COVID-19.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; O isolamento social decorrente da pandemia COVID-19 resultou no agravamento de problemas já existentes na população pediátrica, como maior tempo de tela, sedentarismo e violência infantil.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Problemática da persistência do canal arterial: um vilão ou uma alteração presente ao acaso?</dc:title>
            <dc:creator>Marina Mafra Carvalhais</dc:creator><dc:creator>José Mariano Sales Alves Júnior</dc:creator><dc:creator>Eduarda Viana Maia Sutana</dc:creator><dc:creator>Marila Cristina Tessari</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Analisar recém-nascidos com peso ao nascimento menor que 1500g que apresentaram complicações como displasia broncopulmonar, retinopatia da prematuridade, hemorragia peri-intraventricular, hemorragia pulmonar e enterocolite necrosante, associadas ou não à patência do canal arterial (PCA). O intuito foi estabelecer relação causal entre as complicações acima e o evento específico PCA.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Pesquisa no banco de dados da Rede Brasileira de Pesquisas Neonatais de recém-nascidos da Maternidade Hilda Brandão da Santa Casa de Belo Horizonte/MG, entre 2014-2019. Compreendeu neonatos admitidos na maternidade com peso ao nascer entre 401 e 1500g ou idade gestacional de 22 semanas e 0 dias a 29 semanas e 6 dias.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Observou-se que, para todas as complicações, o número absoluto de casos foi consideravelmente maior na presença de PCA. Porém, em nossa amostra, não houve estatisticamente relação causal definida entre os eventos estu-dados (presença de canal arterial patente x complicações).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; É indiscutível a presença de alguma associação entre a persistência do canal arterial às várias doenças e complicações inerentes à prematuridade. Porém, como já sugerido em outras séries de caso, neste presente estudo, não foi estabelecida relação causal entre PCA e as comorbidades estudadas, que podem ser todas (inclusive a patência do canal), apenas desdobramentos mais encontrados em um grupo de prematuros mais graves. A ausência de associação causal nos leva a refletir sobre a condução e abordagem do fecha-mento do canal arterial, optando por condutas menos intervencionistas e mais seletivas.</dc:description>
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            <dc:title>Relação do pediatra com mães empoderadas no consultório</dc:title>
            <dc:creator>José Martins Filho</dc:creator><dc:creator>Simone De Carvalho</dc:creator>
            <dc:description>Trata-se de um relato de experiência, cujo objetivo é descrever a experiência da utilização do Questionário de Avaliação do Atendimento Pediátrico com Base nas Percepções do Cuidado Materno como agregador das orientações do pediatra. Os resultados evidenciaram que a confiança nas orientações pediátricas por parte da mãe são um fator indispensável para a excelência no acompanhamento da saúde materno-infantil. No entanto, uma das maiores barreiras para uma melhor qualidade do trabalho desse profissional é o tempo insuficiente no momento da consulta para estender o atendimento à mãe empoderada quanto ao seu desejo do apoio do profissional para a tomada de decisões compartilhadas. Os resultados explicitaram os paralelos e diferenças nesta dinâmica e a necessidade de convergir os dois lados desta relação. Neste estudo, recomendamos novas pesquisas no campo da pediatria no que diz respeito às mães empoderadas nos consultórios pediátricos, implicações e soluções para a excelência do atendimento pediátrico.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Hemangioendotelioma Kaposiforme associado a Sindrome de Kassabach Merritt - Relato de Caso</dc:title>
            <dc:creator>Pamella Demeciano Mamede</dc:creator><dc:creator>Kellen Cristina Kamimura Barbosa Silva</dc:creator><dc:creator>Valéria Cardoso Alves Cunali</dc:creator>
            <dc:description>Os autores descrevem um caso de Hemangioendotelioma Kaposiforme em palato, associado a Síndrome de Kasabach Merritt em paciente pré escolar. Durante corticoterapia apresentou recidiva, sendo associado interferon alfa. Desde então, não teve novas internações com remissão quase completa do tumor.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Pseudo síndrome de Prune Belly em paciente do sexo feminino: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Syane de Oliveira Gonçalves</dc:creator><dc:creator>Maiza Uliana</dc:creator><dc:creator>Julia Almeida de Paula</dc:creator><dc:creator>Agatha Siqueira Afonso</dc:creator><dc:creator>Leomara Amorim do Rosario</dc:creator><dc:creator>Raquel Dornelas Marques</dc:creator><dc:creator>Aline de Almeida Moreira Buss</dc:creator><dc:creator>Karem Cristina Martins Pires</dc:creator>
            <dc:description>A pseudo síndrome de Prune Belly (PSPB) corresponde a uma forma incompleta da síndrome de Prune Belly (SPB) ou “síndrome da barriga de ameixa seca”, que não preenche a tríade composta por alterações da musculatura da parede abdominal, criptorquidia bilateral e anormalidades do trato urinário. Pacientes com alterações abdominais parciais, criptorquidia ausente ou unilateral e femininos são classificados como portadores da PSPB. A SPB constituiu uma patologia rara, com incidência de 1/40.000 nascidos vivos, sendo ainda mais incomum encontrarmos pacientes com PSPB, visto que acomete 3-5% dos casos incialmente diagnosticados como SPB. O relato de caso a seguir apresenta uma paciente de 1 anos e 9 meses, supostamente portadora de SPB desde o nascimento, admitida por causa infecciosa resolvida, e que durante a internação e avaliação complementar, teve seu diagnóstico modificado para PSPB. Devido ao subdiagnóstico e diagnósticos equivocados da PSPB, o relato visa promover maior conhecimento acerca da doença, reforçar o diagnóstico clínico a partir dos achados mais prevalentes e ratificar a importância da terapêutica precoce como determinante da qualidade de vida. Além disso, o estudo traz à discussão os fatores prognósticos mais envolvidos e as possíveis complicações, relacionados tanto ao diagnóstico tardio quanto ao manejo inadequado destes pacientes.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Neuroblastoma estágio 4S e hepatomegalia maciça: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Ricardo Pasquini Neto</dc:creator><dc:creator>Ana Julia Pereira de Paula</dc:creator><dc:creator>Fernanda de Almeida Vieira</dc:creator><dc:creator>Hadelle Habitzreuter Hassmann</dc:creator><dc:creator>Ana Paula Kuczynski</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar um caso de neuroblastoma estágio 4S e hepatomegalia maciça que prejudicou o prognóstico da doença.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DESCRIÇÃO DO CASO:&lt;/strong&gt; Lactente de 3 meses do sexo masculino apresentou 7 dias de piora de distensão abdominal, sudorese significativa, choro incessante e irritabilidade. Seu abdome era globoso e exibia hepatomegalia maciça. Os exames de imagem detectaram múltiplos nódulos em parênquima hepático e um nódulo hipoecoico em suprarrenal direita. As lesões foram biopsiadas, com achados revelando neuroblastoma infiltrativo em tecido hepático. O paciente foi estadiado com International Neuroblastoma Staging System 4S, e o tratamento foi iniciado conforme protocolo da International Society of Paediatric Oncology - Paediatric Oncology in Developing Countries. No primeiro ciclo de quimioterapia, sua condição exigiu ventilação mecânica prolongada e hemodiálise. Decidiu-se então mudar para o regime POG 9341-Modified em modo de urgência. Uma melhora clínica importante foi observada após o terceiro ciclo de quimioterapia. Os ciclos subsequentes foram administrados com base no protocolo inicialmente proposto. A remissão completa foi alcançada após o oitavo ciclo.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;COMENTÁRIOS:&lt;/strong&gt; O neuroblastoma estágio 4S geralmente apresenta bom prognóstico; entretanto, quando associado à hepatomegalia maciça, este torna-se desfavorável. As complicações durante o primeiro ciclo exigiram mudança no manejo para o regime POG 9341-Modified, o que contribuiu para a redução do número e tamanho dos nódulos hepáticos e suprarrenal. Visto à significativa melhora clínica, os demais ciclos foram realizados conforme o protocolo inicial. Apesar da associação incomum e da falta de consenso para um tratamento específico, a remissão completa foi alcançada pela combinação de regimes terapêuticos.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Resenha Campanha Sobrevivendo à Sepse - Diretrizes internacionais para o gerenciamento de choque séptico e Disfunção de órgãos associada à sepse em crianças</dc:title>
            <dc:creator>Bruna Balbina Melo e Silva</dc:creator><dc:creator>Pedro Henrique Costa de Moraes</dc:creator><dc:creator>Priscila Machado de Matos</dc:creator><dc:creator>Vanessa Soares Lanziotti</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Avaliação do neurodesenvolvimento em crianças com sífilis congênita através do teste de Denver II</dc:title>
            <dc:creator>Larissa de Araújo Correia Teixeira</dc:creator><dc:creator>Carolina Basílio Lucchesi</dc:creator><dc:creator>Mariana Santos Alencastro Figueiredo</dc:creator><dc:creator>Izailza Matos Dantas Lopes</dc:creator><dc:creator>Victoria Santos Moura</dc:creator><dc:creator>Ana Juliana Pereira Franca Dantas</dc:creator><dc:creator>Mariana Mota Dória Maciel</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Avaliar o desempenho dos lactentes com sífilis congênita a partir do Teste de Denver II.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Trata-se de um estudo epidemiológico e descritivo. Os dados foram coletados na Maternidade de Ensino de Aracaju, em 2022, através do Teste de Denver II, em crianças de 0 a 6 anos. Este é um teste de rastreamento de risco de desenvolvimento infantil, que inclui 125 itens que avaliam o comportamento social e pessoal, linguagem e habilidades motoras preconizadas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Dentre os itens do instrumento, houve alteração de 4 marcos na avaliação pessoal-social, 3 marcos no motor fino adaptativo e 1 marco na linguagem. Já no motor grosseiro, não houve alterações relevantes. A prevalência de indivíduos que apresentaram um teste de risco no Denver II foi de 80,7%, sendo 54,5% do sexo masculino. Sobre o fator nutricional, 29,8% das crianças praticam a alimentação familiar. Ademais, as genitoras apresentaram uma média de 23,5 anos. A maioria das entrevistadas (61,4%) referiu não ter provedor e 98,2% relataram escolaridade materna, porém apenas 8,8% têm o ensino superior completo. Na estatística inferencial, constatou-se que quando há uma maior quantidade de filhos no contexto familiar, as crianças apresentavam marcos mais atrasados.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Ao realizar a estatística inferencial comparando a variável materna, quantidade de filhos, com o teste de Denver II, foi encontrado que com mais filhos o p-valor foi de 0,040, portanto estatisticamente significante para marcos atrasados do desenvolvimento. Logo, a escala de Denver II é extremamente importante para a triagem diagnóstica de atraso motor/pessoal-social nos pacientes com sífilis.</dc:description>
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            <dc:title>Lupus Neonatal: Relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Ana Luíza dos Santos</dc:creator><dc:creator>Maile Vidigal Prates</dc:creator><dc:creator>Gil Simões Batista</dc:creator><dc:creator>Márcia Galdino Sampaio</dc:creator>
            <dc:description>Neonatal Lupus is a congenital syndrome that occurs because of the transplacentary transmission of antibodies anti-Ro/SSA and anti-La/SSB. These antibodies act in the fetus leading to cardiac, hepatic, hematologic, dermatologic, pulmonary and neurologic alterations. The cardiac manifestations are the most serious. The Congenital Cardiac Blockage is the most severe complication and it can lead to a condition that needs a pacemaker implantation or to death. Therefore, the premature diagnostic of the Neonatal Lupus is extremely important, allowing a correct follow up of the patient and the conduct that is more adequate.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Exercício físico realmente promove a saúde dos adolescentes: solução ou problema?</dc:title>
            <dc:creator>Ricardo Barros</dc:creator>
            <dc:description>O autor analisa fundamentos da anamnese (padrão ouro), exame físico, exames de laboratório e indicações de esportes por faixas etárias. Além disso, destaca problemas relacionados ao excesso de treinamento em crianças e adolescentes e também comenta sobre a morte súbita durante esportes.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Intervenção no apego inseguro para o tratamento da dor crônica idiopática em Pediatria.</dc:title>
            <dc:creator>Rodrigo Regis Souza de Lira</dc:creator><dc:creator>Kátia Regina Neves Baptista Guerra</dc:creator><dc:creator>Brena Maria Beserra Costa</dc:creator><dc:creator>Andresa do Rêgo Barros Vieira Santos</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A dor crônica é um agravo de saúde pública com elevada prevalência em crianças e adolescentes. Acarreta elevados custos em saúde e grave prejuízo à qualidade de vida dos pacientes e suas famílias. Desde a década de 1950, tem-se evidenciado que o apego ao(à) cuidador(a) primário(a) da criança é crucial para a saúde global dos indivíduos e pode interferir no surgimento de várias afecções mentais e físicas, inclusive dor crônica.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DOS CASOS:&lt;/strong&gt; Duas adolescentes com história de dor crônica mista, idiopática e incapacitante há mais de dois anos, culminando em internação hospitalar. Receberam abordagem interdisciplinar nas primeiras 24 horas da admissão, com destaque para a Psicologia, que, desde o primeiro contato, identificou fatores estressores significativos na infância de ambas, inclusive a insegurança do apego, e as submeteu a técnicas vivenciais, de relaxamento e de reparentalização limitada, resultando em diminuição da intensidade da dor, da necessidade de analgésicos e da incapacitação logo nos primeiros dias da admissão e, consequentemente, na alta hospitalar.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A dor crônica idiopática em Pediatria deve ser abordada, desde o princípio, por equipe interdisciplinar. Deve-se reconhecer que o componente psicológico, especialmente o aspecto do apego inseguro, pode ser de grande importância na etiopatogenia, perpetuação e gravidade da dor crônica em muitos pacientes, de modo que abordá-lo é fundamental para o sucesso terapêutico. Além de acelerar a recuperação da funcionalidade e do bem estar dos afetados, essa estratégia tem o potencial de reduzir os custos em saúde.</dc:description>
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            <dc:title>Transmissão vertical da COVID-19: uma revisão integrativa</dc:title>
            <dc:creator>Virginia Resende Silva Weffort</dc:creator><dc:creator>Barbara Rocha Rodrigues</dc:creator><dc:creator>Eduardo Oliveira Prado</dc:creator><dc:creator>Natalia Vieira Inácio Calapodopulos</dc:creator><dc:creator>Kellen Cristina Barbosa Kamimura Silva</dc:creator><dc:creator>Valeria Cardoso Alves Cunali</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A atual pandemia da COVID-19 suscita a necessidade de conhecimento sobre o impacto do novo coronavírus sobre a saúde da humanidade de maneira global. Até o momento, poucas evidências foram relatadas sobre a possibilidade de transmissão vertical da doença.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Apresentar evidências científicas, com base em revisão integrativa da literatura, sobre a possibilidade de transmissão vertical da COVID-19.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; O levantamento bibliográfico foi realizado através das bases bibliográficas MEDLINE, na interface &lt;em&gt;U.S. National Library of Medicine and the National Institute Health&lt;/em&gt; (PubMed); Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Cochrane. Os descritores foram selecionados utilizando-se &lt;em&gt;Medical Heading Terms&lt;/em&gt; (MeSH): “transmissão vertical”, “neonatologia”, “COVID-19”, “SARS-CoV-2”. A busca limitou-se aos artigos em inglês, espanhol e português, com data de publicação dos últimos 10 anos (2010 a 2020). Selecionou-se 14 estudos dentre relato de caso, revisão de literatura, editorial e série de casos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Alguns estudos demonstram a existência de transmissão vertical da COVID-19, enquanto outros consideram que os dados apresentados não sustentam tal afirmativa. Portanto, mais estudos são necessários para uma adequada comprovação.</dc:description>
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            <dc:title>Fatores determinantes de evolução grave e crítica da COVID-19 em crianças: revisão sistemática e metanálise</dc:title>
            <dc:creator>Vinícius da Silva Oliveira</dc:creator><dc:creator>Lara Gonzaga Oliveira</dc:creator><dc:creator>Gabriela Santos Bastos</dc:creator><dc:creator>Lara Araújo Dias</dc:creator><dc:creator>Renata Machado Pinto</dc:creator><dc:creator>Cristiane Simões Bento de Souza</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Realizar revisão sistemática de fatores associados à evolução da infecção pelo SARS-CoV-2 para casos graves e críticos e hospitalização em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na população pediátrica.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Pesquisa de artigos publicados em português, espanhol e inglês nas bases de dados SCOPUS em 2019/2020 e no Portal Regional da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) em 2020 até quatro e seis de julho de 2020, respectivamente. Utilizou-se os termos “COVID-19” and (“&lt;em&gt;child&lt;/em&gt;” or “&lt;em&gt;infant&lt;/em&gt;” or “&lt;em&gt;newborns&lt;/em&gt;” or “&lt;em&gt;preschool&lt;/em&gt;”). Para avaliar a qualidade dos estudos utilizou-se a escala de New Castle-Otawa e na análise estatística, o cálculo da &lt;em&gt;Odds Ratio&lt;/em&gt; para os artigos e do valor médio pelos métodos de Mantel-Haenszel e de DerSimonian e Laird.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Dos 1.141 artigos iniciais, 13 foram selecionados para revisão sistemática e três para metanálise. O sexo masculino foi predominante. Prematuridade, doenças congênitas, comorbidades e predisposição genética foram descritas na evolução para quadros graves/críticos e internação em UTI e a idade inferior a um ano considerada fator de risco significante (OR=4,324 e IC=2,160; 8,656).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A evolução da COVID-19 para casos graves/críticos e a necessidade de internação em UTI é pouco frequente em crianças e em geral está associada à prematuridade, comorbidades, idade inferior a um ano e condições presentes ao nascimento.</dc:description>
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            <dc:title>A ética na pesquisa médica</dc:title>
            <dc:creator>Carlindo Machado e Silva</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Alimentação complementar: o que sabemos?</dc:title>
            <dc:creator>Verônica Indicatti Fiamenghi</dc:creator><dc:creator>Elza Daniel de Mello</dc:creator><dc:creator>Carlos Alberto Nogueira de Almeida</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Alimentação complementar (AC) é definida como o conjunto de alimentos que são oferecidos ao lactente, a partir do 6º mês de vida, em complemento ao aleitamento materno ou às fórmulas infantis. Um dos papéis do pediatra é orientar sobre a introdução da AC.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo transversal descritivo, através da autoaplicação de questionário não validado com pediatras e residentes de pediatria, sobre informações demográficas, conhecimentos de práticas alimentares, nutrição e suplementação nos primeiros dois anos de vida. Foram verificadas associações entre o tempo de formado e grau de formação com as variáveis suplementação de ferro e vitamina D.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A amostra final foi composta por 109 questionários; 63% dos participantes consideraram a presença de tópicos sobre alimentação infantil pouco suficiente ou insuficiente em sua formação. Dos participantes, 66,9% e 38,53% seguem as recomendações vigentes quanto à idade de suplementação de ferro e vitamina D, respectivamente.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; Observou-se orientações divergentes das evidências científicas atuais por parte dos pediatras e residentes em pediatria. Houve relação entre o tempo de formado e maior proporção de orientações inadequadas quanto à suplementação de ferro.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Deve-se considerar uma abordagem mais enfática do tópico alimentação infantil tanto na formação pediátrica quanto no contexto de atualização profissional.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Avaliação cienciométrica das publicações científicas sobre COVID-19 em crianças</dc:title>
            <dc:creator>Daniel Borges Barbosa</dc:creator><dc:creator>Anne Caroline Lucas Brandelero</dc:creator><dc:creator>Vinícius da Silva Oliveira</dc:creator><dc:creator>Lucas Rodrigues dos Santos</dc:creator><dc:creator>Alexandre Martins Araújo</dc:creator><dc:creator>Emilly Santos Oliveira</dc:creator><dc:creator>Cristiane Simões Bento de-Souza</dc:creator><dc:creator>Renata Machado Pinto</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Realizar um levantamento cienciométrico da literatura mundial que trata da infecção pelo vírus SARS-CoV2 na população pediátrica.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Utilizou-se o banco de dados Elseviers Scopus para pesquisa dos descritores Covid* AND child*, no período de 01/01 a 25/06/2020. Os documentos foram classificados segundo área de estudo, tipo de pesquisa, financiamento, país de origem, periódico e afiliação institucional dos pesquisadores.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram publicados 826 documentos, destes 34,5% receberam algum tipo de fomento. Observa-se predominância de publicações advindas de países que se tornaram epicentro da pandemia de SARS-CoV2, destacando-se China, Estados Unidos, Itália e Reino Unido. O Brasil, aparece em 10º lugar no ranking mundial com 26 publicações, 26,9% destas com financiamento. O predomínio de publicações se concentra na área médica tanto no Brasil como no mundo.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; A grande quantidade de pesquisas publicadas sobre COVID-19 em crianças no curto espaço de tempo compreendido entre a emergência da pandemia e o momento atual demonstra a rapidez na geração de conhecimento e a importância do tema para a saúde pública. A análise das informações referentes ao Brasil revelam que, apesar de ser o segundo com maior número de casos e óbitos, o país representa apenas 3,14% das pesquisas sobre COVID-19 em crianças, e assume uma posição de liderança da publicação científica sobre o tema na América Latina.</dc:description>
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            <dc:title>Dermatite factícia na infância: estudo retrospectivo de uma série de casos</dc:title>
            <dc:creator>Claudia Santos Oliveira</dc:creator><dc:creator>Vânia Oliveira de Carvalho</dc:creator><dc:creator>Renata Robl Imoto</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Descrever uma série de casos das características dos pacientes com dermatite factícia (DF) avaliados em um serviço de atendimento médico terciário brasileiro.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Trata-se de um estudo retrospectivo e descritivo com coleta de dados dos prontuários de pacientes com DF, menores de 16 anos, atendidos em um serviço de Dermatologia Pediátrica no período de 2007 a 2017. Para análise estatística utilizou-se teste-t independente e teste Qui-quadrado de Pearson, considerado nível de significância de 5%.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A amostra constituiu-se de 50 pacientes e 35 (70%) eram do sexo feminino. A média de idade de início dos sintomas foi de 9,8 ± 3,0 anos e a mediana de tempo até a procura de atendimento foi de 6,5 meses (3 dias a 8 anos). Vinte e um (42%) pacientes apresentavam algum tipo de dificuldade de aprendizagem. Treze (26%) pacientes com história pessoal de doenças psiquiátricas. Todos os pacientes tinham mais de um tipo de lesão cutânea e em 33 (66%) havia placa eritemato-descamativa. Os membros superiores foram a região mais acometida. Treze (26%) pacientes apresentavam doenças psiquiátricas. Entre os pacientes que apresentaram melhora clínica, 13 (65%) estavam em acompanhamento psicológico e recidiva da doença ocorreu em 14 (28%) pacientes.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A DF acomete mais frequentemente o sexo feminino e apresenta-se com lesões variadas e em áreas de fácil alcance. O diagnóstico deve ser suspeitado frente a uma história evolutiva vaga associada a lesões polimórficas e simétricas. Acompanhamento psicológico e psiquiátrico são fundamentais, além do dermatológico, pois há risco de evolução com comorbidades psiquiátricas.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Crianças e COVID-19, devemos nos preocupar?</dc:title>
            <dc:creator>Jandrei Markus</dc:creator>
            <dc:description>Crianças com doenças virais são, em geral, consideradas disseminadores destas infecções. Com o surgimento da COVID-19 pensou-se nas crianças como um dos principais agentes de disseminação da doença. Além disso, considerou-se inicialmente que a faixa etária pediátrica seria uma população de alto risco de complicações e mesmo mortalidade, quando o vírus infectasse um maior número de pessoas pelo mundo. Porém, a disseminação do vírus pelo mundo demonstrou que as crianças são um grupo privilegiado, com menor número de infecções graves e, além disso, uma menor taxa de internações e, principalmente, de mortalidade. Ao mesmo tempo, trabalhos epidemiológicos observaram que a soroprevalência em crianças é mais baixa do que na população adulta e que a transmissão de crianças para outras pessoas na COVID-19 parece apresentar uma taxa muito baixa. Considerando esses dados, a volta às aulas seria importante para a população infantil, que muitas vezes precisa da escola não só para o ensino, como também para alimentação pela merenda escolar.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:identifier>https://residenciapediatrica.com.br/article/522/criancas-e-covid-19-devemos-nos-preocupar</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2020.v10n2-329</dc:identifier>
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            <dc:title>Mudança no perfil epidemiológico da síndrome respiratória aguda grave na população pediátrica brasileira: indício de subnotificação da COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Renata Machado Pinto</dc:creator><dc:creator>Isadora Espíndola Leite Borges</dc:creator><dc:creator>Jonas Borges Santos Amorim</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; O impacto da COVID-19 na população pediátrica brasileira pode estar subestimado pela subnotificação. O presente estudo objetiva comparar a incidência de hospitalizações e óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e etiologias na faixa pediátrica até a semana 25, em 2019 e 2020.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo epidemiológico realizado por consulta ao InfoGripe. Foram consultados dados referentes às semanas epidemiológicas 1 a 25, dos anos de 2019 e 2020. Os dados foram analisados por meio do programa SPSS 26.0.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Comparando os anos de 2019 e 2020, observa-se redução da taxa de incidência (por 100.000) de hospitalizações por SRAG na faixa etária de 0-4 anos de 4,023 para 2,980 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,05), e aumento nas outras faixas etárias, nos escolares a incidência passou de 0,353 para 0,618 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,009) e entre os adolescentes de 0,115 para 0,393 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,002). Houve aumento dos óbitos de 0,013 para 0,017 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,05) entre 5-9 anos, e de 0,009 para 0,029 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,001) entre 10 e 19 anos. Em relação à SRAG por “etiologia desconhecida”, a incidência de hospitalizações aumentou 0,294 para 1,454 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,007) e os óbitos de 0,03 para 0,28 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,004).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A incidência de hospitalizações e óbitos por SRAG em 2020 nas faixas etárias entre 5-9 e 10-19 anos foi superior à de 2019. O aumento de 3,4 vezes no número de casos e de 9,3 vezes nos óbitos por SARG sem etiologia definida em 2020 pode sugerir importante subnotificação da COVID-19 no Brasil. Faz-se necessário que novos estudos avaliem a extensão e impacto do SARS-CoV-2 na população pediátrica.</dc:description>
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            <dc:title>Ética em tempos de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Sidnei Ferreira</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>A importância da violência doméstica em tempos de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Renata Dejtiar Waksman</dc:creator><dc:creator>Danilo Blank</dc:creator>
            <dc:description>A violência doméstica disparou no mundo, os principais fatores de risco são o desemprego, suporte social limitado, abuso de álcool e drogas. Agressores, além de seguir com o abuso, mostram comportamentos de limitar acesso a produtos de higiene e máscaras, impedir procura por atendimento médico, controlar mídias sociais, tirar o cartão de crédito e do seguro, impedir que utilizem qualquer transporte e contato com familiares, vizinhos e amigos. Todos devem ter números de apoio para recorrer, se as vítimas não conseguem denunciar, outros podem fazê-lo: familiares, vizinhos, zelador, entregador de comida. Denunciar é obrigação de todos, na delegacia ou ligar para 180, 100 ou 190, Disque Denúncia - 181 e pela internet no Web Denúncia. O governo federal lançou novas plataformas para enviar denúncias por aplicativos: “Direitos Humanos Brasil”, ou no link da ouvidoria do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (para Android e iOS). A segurança infantil online também é importante, através da supervisão constante dos pais e acesso aos recursos de proteção. Medidas das instituições públicas e não governamentais são: disponibilidade de serviços e aplicativos para registrar queixas, processamento rápido das denúncias, aumentar compartilhamento de informações sobre serviços de referência, treinar equipes de atendimento e de proteção infantil, reforçar campanhas publicitárias para conscientizar pessoas a denunciar, prestar assistência financeira às famílias necessitadas, incentivar iniciativas para apoiar vulneráveis em situações de violência, com base nos atendimentos médico, psicológico, de assistência social e jurídico. Profissionais da saúde exercem papel crítico ao suspeitar, atender e notificar violência doméstica.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Coronavirus: a pandemia da dor e do despertar da Medicina!</dc:title>
            <dc:creator>Maria de Fátima Bazhuni Pombo Sant´Anna</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>COVID-19: O flagelo do século 21</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino Santos</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Complicações do transplante renal em portador de síndrome urofacial de Ochoa: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Bruna Weis Jovino</dc:creator><dc:creator>Ylara Liza Porto de Carvalho</dc:creator><dc:creator>Victor Batitucci</dc:creator><dc:creator>Cássia Caroline Emilio</dc:creator><dc:creator>Stela Maria Tavolieri de Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>A síndrome urofacial de Ochoa (SUF) é uma condição rara, de herança autossômica recessiva, caracterizada pela presença de uropatia obstrutiva funcional associada à inversão da expressão facial quando tentam sorrir, semelhante à fácies de choro. De diagnóstico eminentemente clínico, a anormalidade da expressão facial é a principal característica da SUF, sendo sua relação com a disfunção miccional ainda controversa. Pacientes portadores da SUF que apresentam infecção do trato urinário de repetição, disfunção miccional e refluxo vesicoureteral, se não diagnosticados precocemente, poderão apresentar deterioração progressiva do trato urinário superior com evolução para insuficiência renal terminal. Os autores relatam um caso de portador de SUF, transplantado renal, má aderente ao tratamento que evoluiu com infecção urinária grave, hipertensão arterial estágio 2 e perda do enxerto renal.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Triagem auditiva neonatal universal em tempos de pandemia</dc:title>
            <dc:creator>Tania Maria Sih</dc:creator><dc:creator>Melissa Ameloti Avelino</dc:creator><dc:creator>Rodrigo Pereira</dc:creator>
            <dc:description>A Triagem Auditiva Neonatal (TANU) conhecida como o Teste da Orelhinha deve ser realizada em todas as crianças na maternidade ou ainda durante o primeiro mes de vida (1);- a confirmação da deficiência auditiva até o terceiro mês de vida (3); a intervenção clínica e terapêutica deverá se iniciar no terceiro mês de vida e ser realizada até o sexto mês (6). As intervenções recomendadas pela TANU, com 1, 3 e 6 meses irão contribuir para otimizar o tratamento indicado. Tão logo as houver um relaxamento das medidas de distanciamento decorrentes da pandemia pelo SARS CoV-2 tanto o diagnóstico quanto a intervenção deverão ser realizados na brevidade. Uma intervenção precoce tem como objetivo promover o adequado desenvolvimento da linguagem.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Manifestações dermatológicas em crianças com COVID-19: revisão de literatura</dc:title>
            <dc:creator>Poliana Wada Poyanco</dc:creator><dc:creator>Edmara Laura Campiolo</dc:creator><dc:creator>Maria Barone Gasparini</dc:creator><dc:creator>Luiza Hartleben Melani</dc:creator><dc:creator>Jordana Libos Pereira</dc:creator><dc:creator>Aline Pinto Samulewski</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Realizar uma revisão de literatura para correlacionar dados sobre manifestações dermatológicas em pacientes pediátricos portadores do &lt;em&gt;coronavirus disease 2019&lt;/em&gt; (COVID-19).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Foi realizada uma revisão sistemática da literatura, selecionando artigos envolvendo à COVID-19 e manifestações dermatológicas em pacientes pediátricos, nas bases de dados PubMed, &lt;em&gt;The New England Journal of Medicine, The British Medical Journal&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;The Lancet&lt;/em&gt;.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Estudos apontam que o vírus SARS-CoV-2 (&lt;em&gt;severe acute respiratory syndrome coronavirus 2&lt;/em&gt;) pode ocasionar manifestações dermatológicas como máculas, pápulas, &lt;em&gt;rash&lt;/em&gt;, urticárias, eritemas e mucosite oral. O acometimento da pele pela COVID-19 em crianças pode estar associado à síndrome inflamatória multissistêmica, na qual ocorre uma resposta imunológica anormal associada à liberação de citocinas e ativação de macrófagos, podendo justificar as alterações dermatológicas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt; CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; As manifestações cutâneas, apesar de inespecíficas, são importantes para a identificação da doença em pacientes pediátricos e melhor controle da propagação da infecção para a população.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Infecção pelo SARS-CoV-2 em crianças menores de 2 anos: série de casos</dc:title>
            <dc:creator>Claudia Regina Cachulo Lopes</dc:creator><dc:creator>Gustavo Passafaro Guzzi</dc:creator><dc:creator>Samir Bernardo Ile Mcauchar e Silva</dc:creator><dc:creator>Lorena Fernanda Costa de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Juliana Carvalho Alves</dc:creator><dc:creator>Marcelo Vaidotas Pinto</dc:creator><dc:creator>Leonardo Marques Moura Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Elias El-Mafarjeh</dc:creator>
            <dc:description>A atual pandemia do novo coronavírus trouxe novas preocupações de saúde pública, visto a rápida propagação ao redor do mundo e a variedade de manifestações clínicas. Nesse contexto, o quadro clínico do SARS-CoV-2 vem sendo amplamente estudado nas diversas faixas etárias. Em especial na população pediátrica, sabe-se que o quadro clínico tende a ser oligossintomático ou mesmo assintomático, dificultando o diagnóstico. Soma-se a isso o fato de que os sinais e sintomas fazem parte das queixas mais comuns no cenário pediátrico. Visando contribuir para o entendimento do espectro de apresentações clínicas do SARS-CoV-2 em crianças, o presente estudo se propõe a apresentar uma série de relatos de casos em lactentes com presença de quadros clínicos respiratórios e RT-PCR para COVID-19 positivo, destacando os sinais e sintomas predominantes, as alterações radiológicas, o manejo e desfecho clínico, correlacionando com as evidências científicas publicadas até o presente momento.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Infecção por SARS-CoV-2 em portador de rara glomerulopatia crônica: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Flávia Dias Silveira</dc:creator><dc:creator>Káthia Liliane da Cunha Ribeiro Zuntini</dc:creator><dc:creator>Márcia Dias Silveira</dc:creator><dc:creator>Kátia Virgínia Rocha</dc:creator><dc:creator>Adrianna Barros Leal Dantas</dc:creator><dc:creator>Bárbara Carvalho Dantas</dc:creator><dc:creator>Camila Cavalcante de Queiroz Santos</dc:creator>
            <dc:description>A pandemia pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 desencadeou, no final de 2019, grande mobilização científica com o intuito de conhecer melhor a doença e desvendar possibilidades terapêuticas. Este relato tem por objetivo descrever um caso de COVID-19 em um adolescente portador de rara glomerulopatia crônica. Paciente de 15 anos, diagnosticado com glomerulopatia por C3, em 2018. Em 15 maio de 2020, após 2 meses de abandono ao tratamento de manutenção da glomerulopatia, internou com quadro de edema, oligúria, hipertensão e piora da função renal. Em 18 de maio de 2020, ainda internado e em terapia hemodialítica, apresentou febre baixa sem foco bem esclarecido. No dia seguinte, evoluiu com quadro súbito de queda da saturação de oxigênio, em torno de 79% em ar ambiente, febre alta, dispneia leve e hipotensão. Coletados exames para sepse e PCR para COVID-19, confirmaram-se os diagnósticos de estafilococcia e COVID-19. Tomografia de tórax revelou imagem nodular em vidro fosco com derrame pleural bilateral. Após retirada do cateter de diálise e instituição da antibioticoterapia, paciente evoluiu bem clinicamente, sem novas repercussões após 5 semanas do início do quadro. É sabido que a doença renal crônica é fator de risco independente para o desenvolvimento de pneumonia e, embora existam evidências de que ela esteja associada ao risco aumentado de desenvolvimento da forma grave da COVID-19 em adultos, estudos em populações pediátricas mostram, até o momento, que crianças portadoras de doenças renais não tiveram evolução desfavorável em relação às crianças saudáveis da mesma faixa etária.</dc:description>
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            <dc:title>Coinfecção por SARS-CoV-2 e &lt;i&gt;S. aureus&lt;/i&gt; em pacientes internados em UTI pediátrica de hospital federal no Rio de Janeiro: relato de dois casos clínicos</dc:title>
            <dc:creator>Victor Rocha Ribeiro de Souza</dc:creator><dc:creator>Susana Villela Moreira</dc:creator><dc:creator>Luise Leal Fernandes de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Lilia Maria da Serra Costa</dc:creator><dc:creator>Renata Cardoso Nascimento</dc:creator><dc:creator>Nathalia da Fonseca Gonçalves</dc:creator><dc:creator>Dayane Souza dos Santos</dc:creator><dc:creator>Patricia Lopes Miranda de Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>A pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2 no ano de 2020 assolou o mundo desde quadros leves a fatais. Em nossa unidade de terapia intensiva pediátrica recebemos dois pacientes com síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e coinfecção por &lt;i&gt;Staphylococcus aureus&lt;/i&gt; sensível à meticilina (MSSA). O objetivo deste artigo é discutir sobre a associação do vírus SARS-CoV-2 com o &lt;i&gt;S. aureus&lt;/i&gt; sensível à meticilina. Estes pacientes evoluíram para SRAG, acompanhados de trombose venosa profunda (TVP) e dependência de cuidados intensivos. Foram testados para SARS-CoV-2 por PCR viral e hemocultura de sangue periférico para &lt;i&gt;S. aureus&lt;/i&gt; (MSSA), necessitaram de ventilação mecânica invasiva, uso de aminas vasoativas, antibioticoterapia de amplo espectro e anticoagulação terapêutica. O coronavírus é um RNA vírus responsável por quadros respiratórios e gastrointestinais, pode ser transmitido por gotículas, via fecal oral, fômites e superfícies contaminadas. O &lt;i&gt;S. aureus&lt;/i&gt; é uma bactéria responsável pelas infeções piogênicas de pele e tecidos moles, podendo evoluir com disseminação hematogênica. A incidência de trombose venosa profunda é maior em pacientes graves, imóveis e/ou restritos no leito, mesmo que em uso de anticoagulante profilático. Concluímos que a infecção estafilocócica contribuiu para a piora destes pacientes, já que na população pediátrica a COVID-19 evolui de forma branda na maioria dos quadros clínicos. Esses agentes infecciosos estão relacionados a sintomas respiratórios graves com síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS), sepse, SRAG, choque e disfunções orgânicas.</dc:description>
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            <dc:title>Relato de caso de COVID-19 em lactente com síndrome de hipoventilação congênita central</dc:title>
            <dc:creator>Jéssica Neuenfeld Paniz</dc:creator><dc:creator>Valentina Coutinho Baldoto Gava Chakr</dc:creator>
            <dc:description>Relatar um caso de COVID-19 confirmada por PCR em uma lactente de 10 meses com síndrome de hipoventilação congênita central, portanto dependente de ventilação mecânica. O quadro se caracterizou por febre, sibilância, prostração, e episódios de hipoxemia associados a hipercapnia. Recebeu tratamento com oxigênio suplementar, além de antimicrobianos por infecção bacteriana sobreposta. A paciente evoluiu com melhora: suspensa suplementação de oxigênio no décimo terceiro dia de doença e retorno a parâmetros basais de ventilação mecânica. Apesar da doença de base, o desfecho foi favorável, recebendo alta 17 dias após início dos sintomas, com plano de terminar tratamento antimicrobiano a nível ambulatorial.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>A importância das injúrias por acidentes domésticos em tempos de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Danilo Blank</dc:creator><dc:creator>Renata Dejtiar Waksman</dc:creator>
            <dc:description>Os acidentes domésticos e as injúrias deles decorrentes têm aumentado em número e gravidade durante a quarentena, com uma percepção de especialistas de que representam uma ameaça maior à saúde e bem-estar das crianças do que a própria COVID-19. Os princípios gerais e dicas específicas para que os pediatras orientem os pais para reduzir a probabilidade e ocorrência de traumas estão na Tabela 1. Todo pediatra tem que estar atento às publicações que tratam do aumento de eventos traumáticos não intencionais durante o período de distanciamento social. Em vários países está ocorrendo que crianças que precisam de atendimento por situações graves não estão sendo levadas aos serviços de emergência ou com muito atraso em relação à ocorrência do trauma. Todo pediatra, além da orientação sobre as medidas de proteção aos traumatismos, tem a responsabilidade de orientar as famílias e os tomadores de decisões políticas acerca dos debates atuais sobre o planejamento da reabertura das escolas, nos quais os especialistas tendem à percepção de que os prejuízos da manutenção das crianças em isolamento domiciliar sobrepujam os riscos da COVID-19.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>A importância da investigação da COVID-19 em gestantes e recém-nascidos</dc:title>
            <dc:creator>Gabriel Trevizani Depolli</dc:creator><dc:creator>Antônio Lucas Ferreira Feitosa</dc:creator><dc:creator>Jôbert Kaiky da Silva Neves</dc:creator><dc:creator>Maria Gabriella Pacheco da Silva</dc:creator>
            <dc:description>O objetivo desse trabalho é destacar a importância da investigação da COVID-19 em gestantes e recém-nascidos. Visou-se também analisar, através de estudos publicados em 2020, se o novo coronavírus pode ser transmitido de forma vertical e se há diferenças das manifestações clínicas da doença entre gestantes e não gestantes.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Emoções: Um movimento propulsor em tempos de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Damaris Bueno Venâncio</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Descrever a experiência de uma residente de pediatria durante a pandemia do COVID-19.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Relato de experiência.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Reconhecer as emoções e o processo de luto durante a pandemia.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Saber usar as emoções como um movimento propulsor na formação pessoal e profissional.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Manifestações cutâneas e infecção por COVID-19 em crianças e adolescentes: revisão integrativa</dc:title>
            <dc:creator>Alessandra Ribeiro Ventura Oliveira</dc:creator><dc:creator>Kamilla Martins Duarte de Pádua</dc:creator><dc:creator>Maria Carolina Guimarães Santos Alves</dc:creator><dc:creator>Karine Viveiros Cardoso</dc:creator><dc:creator>Alexia Ventura Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>O estudo tem como objetivo analisar as manifestações cutâneas descritas na literatura até o momento, em crianças e adolescentes, relacionadas à COVID-19. Realizou-se uma revisão integrativa utilizando-se os descritores e combinações, na língua inglesa: &lt;em&gt;“skin abnormalities”, “coronavirus infections”, “child”&lt;/em&gt; e “&lt;em&gt;adolescente”&lt;/em&gt;. Os critérios de inclusão foram artigos que relacionassem manifestações cutâneas em crianças e adolescentes com a COVID-19. A análise e síntese dos dados obtidos foram realizadas de forma descritiva, caracterizando as manifestações cutâneas analisadas. O estudo foi finalizado com 5 artigos e observou-se que pacientes na faixa etária pediátrica com COVID-19 podem apresentar lesões cutâneas diversas, como manifestação única ou acompanhadas de sintomas leves, e que estas podem ser semelhantes às de outras doenças frequentes na infância e na adolescência.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Dra. Ludma e seu pioneirismo: in memoriam</dc:title>
            <dc:creator>Clemax Couto Sant’Anna</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (MIS-C) temporariamente associada ao SARS-CoV-2</dc:title>
            <dc:creator>Leonardo Rodrigues Campos</dc:creator><dc:creator>Tainá Maia Cardoso</dc:creator><dc:creator>Julia Carvalho de Freitas França Martinez</dc:creator><dc:creator>Rozana Gasparello de Almeida</dc:creator><dc:creator>Rodrigo Moulin Silva</dc:creator><dc:creator>Adriana Rodrigues Fonseca</dc:creator><dc:creator>Flavio Roberto Sztajnbok</dc:creator>
            <dc:description>O primeiro relato de caso de uma criança de 6 meses de idade com doença de Kawasaki (DK) e COVID-19 foi publicado nos Estados Unidos em 7 de abril de 2020. Desde esse primeiro relato, os países com surtos de SARS-CoV-2 têm relatado mais casos dessa síndrome, denominada de síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica temporariamente associada ao SARS-CoV-2 (MIS-C), a qual compartilha características clínicas e laboratoriais da doença de Kawasaki (típica ou incompleta), síndrome de choque tóxico estafilocócico e estreptocócico, sepse bacteriana e síndrome de ativação macrofágica. A MIS-C costuma acometer crianças maiores de 5 anos de idade, predominantemente afrodescendentes na maioria dos estudos, e tem maior incidência de alterações cardíacas. A hipótese de uma possível associação temporal com a infecção pelo SARS-COV-2 foi aventada, porque algumas das crianças eram positivas para SARS-CoV-2 por reação em cadeia da polimerase (RT-PCR) ou sorologia. Essas crianças apresentam febre alta prolongada, erupção cutânea e sintomas gastrointestinais proeminentes em 50-60% dos casos (dor abdominal, diarreia não sanguinolenta, ascite e ileíte), conjuntivite, linfadenopatia, irritabilidade e cefaleia. Alguns casos graves apresentam choque decorrente de disfunção cardíaca, com ou sem miocardite ou aneurisma de artérias coronárias. Sintomas respiratórios podem estar presentes, geralmente ocasionados pelo choque concomitante. Neste artigo descrevemos definições e dados clínicos e laboratoriais desta intrigante síndrome para alertar os pediatras e orientar quanto ao diagnóstico e manejo destes pacientes.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Perfil das infecções de origem tardia em uma unidade de terapia intensiva neonatal</dc:title>
            <dc:creator>Patricia Fabiane Monteiro Laranjeira</dc:creator><dc:creator>Ana Clara Monteiro Laranjeira</dc:creator><dc:creator>Renata Perches</dc:creator><dc:creator>Mércia Lisieux da Costa Mascarenhas</dc:creator><dc:creator>Patricia Fabiane Monteiro Laranjeira</dc:creator>
            <dc:description>Trata-se de um estudo retrospectivo onde foram analisados os prontuários de 93 recém- nascidos internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da Maternidade Escola Santa Mônica, entre 1º de julho a 31 de dezembro de 2010, com o objetivo de definir o perfil etiológico, priorizar medidas de controle dos casos, avaliar as estratégias implementadas e reduzir as taxas de mortalidade no serviço. As variáveis estudadas foram Idade gestacional, peso ao nascimento, cateteres vasculares, ventilação mecânica; hospitalização prolongada e uso de antibióticos. Os critérios de exclusão foram as infecções neonatais que ocorreram até 48 horas de vida ou 48 horas de hospitalização. O resultado da análise estatística realizada com o teste qui-quadrado foi de 35%, com precisão de 10 e nível de significância de 5%. A incidência média de infecção relacionada à assistência a saúde, de origem tardia, na UTI neonatal ano de 2010 foi de 36% na amostra estudada. Conclusão: o melhor método para o controle das infecções neonatais consiste na identificação do perfil etiológico e na intensificação da vigilância para o desenvolvimento de estratégias específicas para a redução da sua incidência, das taxas de mortalidade e dos custos hospitalares.</dc:description>
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            <dc:title>Paracoccioidomicose com evolução fatal em adolescente do Pantanal Sul-mato-grossense: Relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Paola Mari Nakashima Cano</dc:creator><dc:creator>Jaqueline Letícia Pannebecker</dc:creator><dc:creator>Priscilla de Almeida Souza Santos da Costa</dc:creator><dc:creator>Tatiana dos Santos Russi</dc:creator><dc:creator>Rômulo Kuroda Pedroso</dc:creator><dc:creator>Silvia Kamiya Yonamine Reinheimer</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar um caso grave de paracoccidioidomicose em adolescente de 12 anos tardiamente diagnosticado com evolução fatal e biópsia ganglionar positiva para o fungo, e realizar revisão da literatura sobre a doença.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;COMENTÁRIOS:&lt;/strong&gt; A partir do relato de caso e do levantamento biográfico destaca-se a importância de diagnósticos diferenciais, mesmo que raros, em determinadas faixas etárias, a necessidade de investigação clínica dos sintomas e ineficácia do tratamento, quando iniciado tardiamente.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Relação médico-paciente</dc:title>
            <dc:creator>Carlindo de Souza Machado e Silva Filho</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Linfangiectasia renal bilateral: Um caso associado a derrame pleural, ascite e policitemia</dc:title>
            <dc:creator>Nathalia Gravina Bottino</dc:creator><dc:creator>Marcio Fernandes Nehab</dc:creator>
            <dc:description>A linfangiectasia renal é uma desordem do sistema linfático renal rara e benigna, relatada tanto em adultos como em crianças, podendo ser congênita ou adquirida. O conhecimento desta condição é baseado em relato de casos isolados. A apresentação é variada, podendo ser sintomática ou não. Relatamos o caso de um paciente de 13 anos com linfangiectasia renal bilateral associada a policitemia, derrame pleural e ascite durante sua internação na enfermaria de Pediatria.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Diagnostico, avaliação e tratamento da hipertensao arterial em crianças e adolescentes</dc:title>
            <dc:creator>Isabel Rey Madeira</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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