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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

Volume 4 - Número 3

Artigo de Revisão
Manejo da hipertensão intracraniana no trauma cranioencefálico grave em pacientes pediátricos

Cristina Alves Cardozo; Carlos Oldenburg Neto; Jamal Hammoud; Lucas A. F. Marcon; Luiz F. C. Bettini; Michael M. Sepúlveda; Nayra M. P. Valério; Maria Augusta dos Santos Amarante

Resid Pediátr. 2014;4
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O traumatismo cranioencefálico (TCE) em crianças é frequente, algumas vezes letal, e pode trazer sequelas para toda a vida aos seus sobreviventes. Mesmo diante dos significativos avanços da ciência médica, não há verdades absolutas no manejo de cada situação da prática clínica, sendo que no caso da Hipertensão Intracraniana (HIC) Refratária no TCE grave não é diferente, existindo poucos trabalhos de classe I e II que confirmem suas propostas. Os tratamentos difundidos atualmente são: a craniectomia descompressiva, o uso de barbitúricos e drogas indutoras do coma, a terapia hiperosmolar e a hiperventilação.
OBJETIVO: Realizar uma revisão sistemática sobre o tema.
MÉTODO: Revisão de artigos do PubMed, do Medline e de guidelines dos últimos 11 anos e discutir as terapêuticas mais utilizadas, e divulgadas pelos grandes centros médicos do mundo, no manejo de pacientes com HIC refratária no TCE grave.
RESULTADOS: Foram avaliados 19 artigos.
CONCLUSÃO: O manejo da hipertensão intracraniana refratária ainda é controverso e faltam trabalhos de maior relevância que confirmem a eficácia das diferentes terapêuticas propostas. Palavras-chave: hipertensão intracraniana, pediatria, traumatismos encefálicos.
Caso Clínico Interativo
Um caso de angústia respiratória neonatal

Anniele Medeiros Costa; Déborah Aragão Barroso de Pinho; José Roberto Ramos

Resid Pediátr. 2014;4
Palavras-chave:
Editorial
Comemorações e desafios

Clemax Sant'Anna; Marilene Crispino Santos; Márcia Alves Galvão

Resid Pediátr. 2014;4
Palavras-chave:
Fique Alerta!
Doença pelo vírus Ebola

Gil Simões Batista

Resid Pediátr. 2014;4
Palavras-chave:
Relato de Caso
Síndrome alcoólica fetal - Relato de caso clínico

Gean Roberto Faria Mendonça; Valéria Cardoso Alves Cunali; Denise Souza Oliveira Mendonça

Resid Pediátr. 2014;4
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A Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) caracteriza-se por deficiências do crescimento, disfunções do sistema nervoso central (SNC) e alterações dos traços faciais. O presente trabalho tem como objetivo descrever o caso de uma criança que permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro em Uberaba - MG, correlacionando com estudos da literatura científica, aspectos clínicos, diagnóstico e prevenção. A SFA é considerada um problema de saúde pública, sendo possível e previsível sua prevenção pela abstinência de bebidas alcoólicas imediatamente antes da concepção e no período do pré-natal. Palavras-chave: anormalidades craniofaciais, pediatria, transtornos do espectro alcoólico fetal.
Acrodermatite enteropática em uma criança com deficiência de zinco herdada

Lorena Luryann Cartaxo da Silva; Jader Freire Sobral Filho; Larissa Mayara Aristóteles de Albuquerque; Natália Silva Cavalcanti; Priscilla Kelly Soares Torres Brito

Resid Pediátr. 2014;4
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INTRODUÇÃO: A acrodermatite enteropática é uma doença autossômica recessiva que acarreta desordem na absorção de zinco levando à hipozinquemia. A incidência desta doença é estimada em 1:500.000 crianças. Neste artigo, relatamos um caso de um paciente com deficiência de zinco herdada e suas manifestações cutâneas.
RELATO DE CASO: Lactente, a termo, sexo masculino, branco, seis meses, apresentando história de erupção cutânea refratária desde a 4ª semana de vida associada a quadro de irritabilidade, diarreia, perda ponderal e alopécia. O exame físico revelou placas erosivas eritematosas, simétricas, escamosas e com crostas nas regiões: perioral, anogenital e em região do pescoço. Além destes achados, apresentava paroníquia do 1º pododáctilo, cabelos de coloração branco-prateados e alopécia difusa. Os níveis séricos do zinco estavam reduzidos o que, juntamente com o quadro clínico, diagnosticou acrodermatite enteropática por deficiência de zinco.
DISCUSSÃO: A acrodermatite enteropática caracteriza-se pela tríade: dermatite, diarreia e alopecia. O diagnóstico é estabelecido pela redução dos níveis séricos de zinco e o tratamento requer suplementação com zinco oral. O paciente foi tratado com zinco e foi observada uma resposta dramática das lesões cutâneas na 2ª semana de tratamento. Atualmente, o paciente tem 6 anos e permanece saudável em terapia contínua com suplementação de zinco. O tratamento precoce proporciona cura das lesões cutâneas sem sequelas, entretanto, períodos longos de deficiência de zinco podem afetar o crescimento e desenvolvimento das crianças acometidas. Palavras-chave: acrodermatite, alopecia, sulfato de zinco, zinco.
Resenha
Resenha

Isabel Rey Madeira

Resid Pediátr. 2014;4
Palavras-chave:
TOP: Tópicos Obrigatórios em Pediatria
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