Volume 4 - Número 3
Manejo da hipertensão intracraniana no trauma cranioencefálico grave em pacientes pediátricos
Cristina Alves Cardozo; Carlos Oldenburg Neto; Jamal Hammoud; Lucas A. F. Marcon; Luiz F. C. Bettini; Michael M. Sepúlveda; Nayra M. P. Valério; Maria Augusta dos Santos Amarante
OBJETIVO: Realizar uma revisão sistemática sobre o tema.
MÉTODO: Revisão de artigos do PubMed, do Medline e de guidelines dos últimos 11 anos e discutir as terapêuticas mais utilizadas, e divulgadas pelos grandes centros médicos do mundo, no manejo de pacientes com HIC refratária no TCE grave.
RESULTADOS: Foram avaliados 19 artigos.
CONCLUSÃO: O manejo da hipertensão intracraniana refratária ainda é controverso e faltam trabalhos de maior relevância que confirmem a eficácia das diferentes terapêuticas propostas. Palavras-chave: hipertensão intracraniana, pediatria, traumatismos encefálicos.
Um caso de angústia respiratória neonatal
Anniele Medeiros Costa; Déborah Aragão Barroso de Pinho; José Roberto Ramos
Comemorações e desafios
Clemax Sant'Anna; Marilene Crispino Santos; Márcia Alves Galvão
Síndrome alcoólica fetal - Relato de caso clínico
Gean Roberto Faria Mendonça; Valéria Cardoso Alves Cunali; Denise Souza Oliveira Mendonça
Acrodermatite enteropática em uma criança com deficiência de zinco herdada
Lorena Luryann Cartaxo da Silva; Jader Freire Sobral Filho; Larissa Mayara Aristóteles de Albuquerque; Natália Silva Cavalcanti; Priscilla Kelly Soares Torres Brito
RELATO DE CASO: Lactente, a termo, sexo masculino, branco, seis meses, apresentando história de erupção cutânea refratária desde a 4ª semana de vida associada a quadro de irritabilidade, diarreia, perda ponderal e alopécia. O exame físico revelou placas erosivas eritematosas, simétricas, escamosas e com crostas nas regiões: perioral, anogenital e em região do pescoço. Além destes achados, apresentava paroníquia do 1º pododáctilo, cabelos de coloração branco-prateados e alopécia difusa. Os níveis séricos do zinco estavam reduzidos o que, juntamente com o quadro clínico, diagnosticou acrodermatite enteropática por deficiência de zinco.
DISCUSSÃO: A acrodermatite enteropática caracteriza-se pela tríade: dermatite, diarreia e alopecia. O diagnóstico é estabelecido pela redução dos níveis séricos de zinco e o tratamento requer suplementação com zinco oral. O paciente foi tratado com zinco e foi observada uma resposta dramática das lesões cutâneas na 2ª semana de tratamento. Atualmente, o paciente tem 6 anos e permanece saudável em terapia contínua com suplementação de zinco. O tratamento precoce proporciona cura das lesões cutâneas sem sequelas, entretanto, períodos longos de deficiência de zinco podem afetar o crescimento e desenvolvimento das crianças acometidas. Palavras-chave: acrodermatite, alopecia, sulfato de zinco, zinco.
Guideline para o diagnóstico e tratamento das infecções cutâneas e de partes moles: Atualização pela Sociedade Americana de Doenças Infecciosas (2014)
Carolina Fernandes dos Santos Simões de Sousa; Márcia Galdino Sampaio
Guideline europeu para terapia antimicrobiana empírica em pacientes neutropênicos febris em era de crescente resistência: resumo da quarta Conferência Europeia, em 2011, sobre infecções em leucemia
Narjara de Santana Garcia dos Santos; Márcia Galdino Sampaio