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Resid Pediátr. 2026;16(1):1-1
DOI: 10.25060/residpediatr-2026.v16n1-editorial
15 Milhões de Acessos: Uma Trajetória de Excelência e Compromisso
15 Million Accesses: A Trajectory of Excellence and Commitment to Pediatrics
Marilene Crispino1; Clemax Sant'Anna1
Resid Pediátr. 2026;16(1):1-11
Eficácia e segurança do uso da Cannabis medicinal no transtorno do espectro autista: uma revisão integrativa
Efficacy and safety of medicinal Cannabis use in autism spectrum disorder: an integrative review
Poliana Cristina Carmona Molinari1; Laize Rodrigues Boulhosa Pires2; Vanessa Medeiros Bezerra2; Lays Carvalho Cardoso de Mello2
Palavras-chave: Cannabis; Transtorno do Espectro Autista; Criança; Canabidiol; Pediatria
Resid Pediátr. 2026;16(1):1-6
DOI: 10.25060/residpediatr-2026-1397
Eficácia da cetamina na sedoanalgesia pediátrica para a intubação orotraqueal: uma revisão sistemática
Efficacy of ketamine in pediatric sedoanalgesia for orotracheal intubation: a systematic review
Isabelle Cadore Galli1; Juliana Vidotti de Jesus1; Carlos Roberto Calil Anunciação1; Gelson Felisberto Miranda Junior1; Jonathan Monteiro Martins de Mello1; Luisa Fontes Cury Roder1; Mariana Vidotti de Jesus2; Priscila Analu da Silva Previato1; Raul José do Nascimento Moreira1; Ruan Silva Barros1; Victor Nahuel Carruesco1
Palavras-chave: Intubação intratraqueal; Criança; Adolescente; Ketamina; Anestésicos; Hospitalização
Resid Pediátr. 2026;16(1):1-7
DOI: 10.25060/residpediatr-2026-1391
Prevalência do excesso de peso e fatores de risco associados à obesidade e síndrome metabólica entre adolescentes em um hospital terciário do Distrito Federal
Prevalence of overweight and risk factors associated with obesity and metabolic syndrome among adolescents in a tertiary hospital in the Federal District
Ana Carolina Sales Jreige1; Marilucia Rocha de Almeida Picanço1; Wesley Soares Pires2; Tiago da Rocha Araújo2
Palavras-chave: Adolescente; Síndrome metabólica; Fatores de risco; Obesidade
Resid Pediátr. 2026;16(1):1-6
DOI: 10.25060/residpediatr-2026-1416
Síncope neurocardiogênica em pediatria: avaliação da resposta ao Teste de Inclinação
Neurocardiogenic syncope in children: head-up Tilt Test response evaluation
Letícia Bergo Veronesi1; Rossano Cesar Bonatto2; Nathália Rocha da Silva3; Carlos Roberto Padovani3
Palavras-chave: Teste da Mesa Inclinada; Pediatria; Síncope Vasovagal
Resid Pediátr. 2020;10(2):1-8
DOI: 10.25060/residpediatr-2020.v10n2-324
Manifestações cutâneas da COVID-19 na criança: revisão da literatura
Cutaneous manifestations of COVID-19 in children: literature review
Gabriela Roncada Haddad1; Paulo Gonçalves Martin2; Joelma Gonçalves Martin3
MÉTODOS: Foram pesquisados artigos publicados desde o início da pandemia através da base de dados PubMed.
RESULTADOS: Entre os relatos de manifestações cutâneas, o achado mais comum foi o rash eritematoso maculopapular, seguido de lesões papulovesiculares no padrão da varicela e lesões urticariformes. Houve também a descrição de lesões acrais purpúricas, livedo reticular e petéquias. As lesões descritas atingiram prioritariamente o tronco, mãos e pés.
CONCLUSÃO: Os achados cutâneos da COVID-19 são semelhantes aos encontrados em outras doenças de etiologia viral. Existe ainda a possibilidade das lesões serem devidas às diversas medicações que, particularmente, os pacientes com quadros clínicos mais graves fazem uso. Devemos também nos atentar para a possibilidade da manifestação inicial da doença ser cutânea. Os autores alertam para a possibilidade de que pacientes na faixa etária pediátrica tenham lesões cutâneas como manifestação única ou acompanhada de sintomas leves, e que estas podem ser semelhantes a outras doenças frequentes na infância.
Palavras-chave: Infecções por Coronavírus Manifestações Cutâneas Revisão.
Resid Pediátr. 2021;11(3):1-4
DOI: 10.25060/residpediatr-2021.v11n3-223
Adolescente com síndrome de Edwards: relato de um caso raro
Teenager with Edwards’ syndrome: a rare case report
Igor Soares Trindade1; Marise Vilas Boas Pescador1
Palavras-chave: Síndrome de Edwards, Prognóstico, Qualidade de Vida.
Resid Pediátr. 2020;10(3):1-5
DOI: 10.25060/residpediatr-2020.v10n3-90
Miosite aguda benigna da infância: Resultados de um estudo prospectivo realizado em um pronto-atendimento pediátrico
Acute benign myositis of childhood: Results of a prospective study performed in a pediatric emergency department
Vanuza Maria Rosa1; Gabriela de Sio Puetter Kuzma1; Luana Alves Miranda Hornung1; Márcia Bandeira2
MÉTODOS: Estudo prospectivo em pacientes com sinais clínicos e laboratoriais de miosite viral no período de agosto de 2017 a agosto de 2018.
RESULTADOS: Foram analisados 20 pacientes no período de 12 meses. A média de idade foi 8,25 anos. Destes, 83% apresentaram sintomas infecciosos na semana anterior ao quadro álgico. Ao diagnóstico, os sintomas foram dor nas panturrilhas, limitação na deambulação, anormalidade da marcha, mialgia difusa e fraqueza em panturrilhas. A alteração laboratorial mais significativa foi a elevação da CPK (média 3359,556U/L), seguida de TGO (média 131U/L) e TGP (média 64,66U/L). O tempo médio de resolução dos sintomas clínicos foi de 3 dias e em 7 dias todos os exames estavam normais.
CONCLUSÃO: Apesar de não se conhecer a real incidência da doença, o quadro doloroso e de limitação de deambulação gera preocupação para a família e médicos assistentes. Ressaltamos a importância do conhecimento desta condição para evitar-se exames desnecessários e para que condições mais graves não tenham seu diagnóstico atrasado.
Palavras-chave: Miosite, Mialgia, Criança, Pediatria.
Resid Pediátr. 2017;7(1):39-41
DOI: https://doi.org/10.25060/residpediatr-2017.v7n1-09
Os princípios bioéticos
Bioethical principles
Carlindo de Souza Machado e Silva Filho1
Resid Pediátr. 2022;12(1):1-4
DOI: 10.25060/residpediatr-2022.v12n1-433
TOD: perspectivas comportamentais e sua associação ao TDAH e à TC
ODD: behavioural perspectives and their association with ADHD and CT
Taynara Souza Silva1; Julia Sachetin Fontoura1; Viviane Araújo e Silva de Carvalho2; Glenia Arantes Maia1
Palavras-chave: Transtornos de Déficit da Atenção e do Comportamento Disruptivo, Transtornos Disruptivos de Controle do Impulso e da Conduta, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade.
Resid Pediátr. 2017;7(2):69-72
DOI: https://doi.org/10.25060/residpediatr-2017.v7n2-04
Urticária aguda como manifestação de infecções virais na infância
Acute urticaria as a manifestation of viral infections in childhood
Bruna Piassi Guaitolini1; Priscilla Filippo Alvim de Minas Santos2; Gabriela Dias3; Denise Pedrazzi4; Eduardo Costa5
MATERIAL E MÉTODOS: Relato de série de casos de crianças com diagnóstico de urticária aguda associada a infecções virais e revisão da literatura.
RESULTADOS: Foram avaliados sete pacientes, sendo três do genêro feminino, com idade média de 3 anos. Três pacientes apresentaram lesões urticariformes, sem outros sintomas associados. Os demais pacientes apresentaram quadro prévio característico de infecção de vias aéreas superiores. Todos foram avaliados em serviço de emergência, medicados com anti-histamínicos e referenciados para avaliação por especialista em alergia e imunologia. O período de remissão da urticária variou entre 5 a 15 dias. Na investigação diagnóstica, duas crianças apresentaram sorologia IgM reativa para Parvovírus B19, três apresentaram sorologia IgM reativa para vírus de Epstein Barr (EBV), uma apresentou IgM reativa para EBV e para vírus Herpes simplex I e II e uma apresentou IgM reativa para Herpes simplex I e II.
CONCLUSÃO: A urticária aguda é uma doença comum na infância, sendo a história clínica e o exame físico detalhados essenciais para o seu diagnóstico etiológico. O pediatra deve estar atento aos principais fatores desencadeantes, entre eles, as infecções virais.
Palavras-chave: urticária, criança, viroses.
Resid Pediátr. 2018;8(1):27-37
DOI: 10.25060/residpediatr-2018.v8n1-04
Principais dúvidas dos pediatras sobre tuberculose em crianças e adolescentes
The main questions of pediatricians about children and adolescents with tuberculosis
Rosana Alves1; Sabrina Marini Araujo Saar2; Clemax Couto Sant’Anna3
MÉTODOS: Este trabalho consistiu em agrupar as perguntas mais frequentes dos pediatras sobre TB na criança e no adolescente, realizadas em oito Congressos Brasileiros de Pediatria e de Pneumologia Pediátrica em um período de 12 anos, de 2003 a 2015.
RESULTADOS: Cerca de 200 perguntas foram anotadas pelos autores, referentes a: diagnóstico na criança sintomática ou com ILTB (60%); vacinação BCG (10%); Prova Tuberculínica e outros métodos diagnósticos (10%); tratamento (10%); abordagem do recém-nascido (RN) contato (5%) e cuidados de prevenção do Profissional de Saúde (5%). Foram destacadas 25 perguntas frequentes que abordassem todos estes aspectos, tais como: “Como investigar e tratar TB e ILTB?”; “O que fazer, se não houver cicatriz BCG?”; “O que é Teste Rápido Molecular?”; “O tratamento da TB mudou na criança?”; “O que fazer com o RN coabitante de bacilífero?”; “Como prevenir TB em Profissionais de Saúde?”.
CONCLUSÕES: As mesmas perguntas se mantiveram em anos, mudando quando havia também alterações nas normas para o controle da tuberculose, como um novo teste diagnóstico ou a mudança do tratamento. As respostas foram organizadas em textos de fácil consulta, um material didático que potencialize a atuação do profissional no combate à TB.
Palavras-chave: tuberculose, criança, adolescente, conhecimento, pediatria.
Resid Pediátr. 2021;11(3):1-5
DOI: 10.25060/residpediatr-2021.v11n3-186
Tratamento da bronquiolite viral aguda
Treatment of acute viral bronchiolitis
Carla Cristiane Dall’ Olio1; Maria de Fatima Pombo Sant’ Anna2; Clemax Couto Sant’ Anna3
MÉTODOS: Realizada revisão simples não sistemática nos sites PubMed e Cochrane usando os termos “bronquiolite”, “bronquiolite viral”, “lactente” e “tratamento” na língua portuguesa. Na língua inglesa os termos foram: “bronchiolitis”, “viral bronchiolitis”, “infant” e “drug therapy”. O período da busca foi de 15 anos, de 2004 a 2019. Os materiais obtidos tiveram o título e o resumo lidos; quando os documentos relatavam evidências mais recentes sobre o assunto, eram lidos na íntegra.
RESULTADOS: Nas bases de dados citadas foram encontradas 1.091 revisões não sistemáticas, 113 protocolos clínicos, 3 editoriais, 243 artigos. Os tratamentos mais aceitos atualmente para BVA são a suplementação de oxigênio na presença de hipoxemia e o suporte ventilatório não invasivo ou invasivo, de acordo com a gravidade do quadro de insuficiência respiratória.
DISCUSSÃO: O maior conhecimento sobre a fisiopatologia da BVA permitiu a revisão dos tratamentos utilizados no passado e agora. O tratamento da BVA merece uma reflexão e novas propostas de intervenção, visto que os níveis de evidências científicas atuais não apoiam o uso de corticoides e beta 2 adrenérgicos, práticas rotineiras dos pediatras. Preconiza-se a estabilização clínica do paciente, oxigenoterapia e suporte ventilatório.
Palavras-chave: Bronquiolite, Bronquiolite Viral, Lactente, Tratamento Farmacológico.
Resid Pediátr. 2015;5(3):122-127
Hipoxemia como preditor de gravidade em pacientes internados com pneumonia
Hypoxemia as a predictor of severity in hospitalized patients with pneumonia
Maria Anáide Zacchê de Sá Abreu e Lima1; Luiza Menezes Vieira de Mello2; George Henrique Cordeiro Serra1; Débora Ellen Pessoa Lima3; Eduardo Jorge da Fonseca Lima4
MÉTODOS: Série de casos com 120 pacientes, de 1 mês a 5 anos de idade, internados por pneumonia no ano de 2012 em um hospital de referência do Recife. Foram analisadas variáveis demográficas, clínicas e de desfecho final. O diagnóstico de pneumonia foi baseado nos critérios clínicos e radiológicos. Hipoxemia foi considerada quando a saturação de oxigênio foi < 92% e/ou houve uso de oxigênio durante o internamento hospitalar.
RESULTADOS: 58 pacientes (48,3%) internados com pneumonia apresentaram hipóxia. 48 crianças (40%) tinham menos que 1 ano de idade e apenas 33 (27,5%) eram maiores que 2 anos. A frequência de baixo peso ao nascer foi de 16% e a associação desta variável com hipóxia foi significante (p < 0,02). Prematuridade foi encontrada em 10,6%. 105 pacientes (87,5%) foram classificados como pneumonia grave ou muito grave. Derrame pleural ocorreu em 30 pacientes e destes, 18 (60%) apresentaram hipóxia. A forma de oxigênio mais utilizada foi a máscara de Venturi (48%). A duração do internamento foi de até 7 dias em 90,8%. Houve necessidade de transferência de 3 pacientes para a UTI (2,5%) e a taxa de letalidade foi de 2,5%.
CONCLUSÕES: Nosso estudo ressaltou a importância da saturometria na admissão de pacientes com pneumonia e reforça sua realização na rotina, já que consideramos a hipoxemia como um preditor de evolução clínica desfavorável.
Palavras-chave: pneumonia, oximetria, evolução clínica, gravidade do paciente.
Resid Pediátr. 2019;9(3):28
DOI: 10.25060/residpediatr-2019.v9n3-33
Fluidoterapia de manutenção em crianças doentes: estado da arte
Maintenance fluid therapy in sick children: state of art
Emannuely Juliani Souza Izidoro1; Adriana Koliski1
Palavras-chave: Hidratação, efeitos adversos, Estado de Hidratação do Organismo, Criança Hospitalizada.
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