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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

Volume 5 - Número 1

Artigo de Revisão
Transfusão de hemocomponentes em crianças: o quê, quando e como usar?

Leonardo Rodrigues Campos; Aldo José Barbosa Cerqueira; Carlos José Barbosa Campos; José Guilherme Basílio Pereira de Souza; Rosanna Novello; Viviani de Lourdes Rosa Pessôa; Alda Cristina Ferreira Feitosa

Resid Pediátr. 2015;5
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Atualmente, a prática transfusional vem se destacando como uma forma de terapia segura e efetiva, mas mesmo assim os efeitos adversos existem. É necessário, portanto, que os médicos conheçam os princípios da prática transfusional objetivando minimizar os riscos não imunológicos decorrentes da má indicação e uso dos hemocomponentes. Esse artigo tem como objetivo revisar a indicação dos hemocomponentes em crianças e discutir o uso de componentes modificados nos grupos de pacientes com considerações hemoterápicas específicas. Palavras-chave: criança, pediatria, transfusão de componentes sanguíneos.
Artigo Original
Prematuridade tardia: estarão eles preparados para nascer?

Lígia Marisa Pereira Paulos; Lina Winckler

Resid Pediátr. 2015;5
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OBJETIVOS: Analisar os nascimentos no Centro Hospitalar de Leiria e respetiva idade gestacional (IG) entre 01/01/2008 e 31/12/2010; Analisar os RNPTT nascidos. 3 - Comparar a morbidade dos RNPTT com os RNT.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo descritivo. Obtidos os nascimentos distribuídos por IG, formando-se dois grupos: RNPTT - IG > 34s e < 37s e RNT - IG > 37s. Analisados os grupos segundo aspectos demográficos e morbidade. Análise do número de nascimentos ocorridos (2008-2010) segundo IG e tipo de parto.
RESULTADOS: Número estável de nascimentos/ano e prematuros/ano. Um em cada 6 nascimentos é prematuro. Cerca de 5% dos nascimentos/ano são RNPTT (87% dos pré-termos nascidos). Os RNPTT ficam mais frequentemente internados (p < 0,005). Um em cada 3 nascidos por ano o parto foi por cesariana (são efetuadas em 30% dos RNPTT). Os RNPTT têm mais frequentemente peso de nascimento < 2500g (p < 0,005). Os RNPTT têm mais hiperbilirrubinemia, mais dificuldade alimentar e mais taquipneia transitória (p < 0,005). Os RNPTT fazem mais exames analíticos (p < 0,005), recebem mais fluidos endovenosos e antibioticoterapia (p > 0,005). Os RNPTT necessitam mais de O2 suplementar bem como de mais frequentemente iniciarem ventilação não invasiva ou invasiva (p > 0,005).
CONCLUSÕES: Salienta-se a maior necessidade de internamento nos RNPTT que em RNT, reforçando-se o conceito de maior morbidade naquele grupo comparativamente com os RNT, sem existir, contudo, aumento da mortalidade. Palavras-chave: neonatologia, prematuro, recém-nascido.
Caso Clínico Interativo
Uma criança com febre e exantema - Qual o seu diagnóstico?

Eveline Tenório Régis; Sabrine Teixeira Ferraz Grunewald

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Editorial
Medicina baseada em evidências: o conhecimento sempre em construção

Márcia Alves Galvão; Marilene Crispino Santos

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Fique Alerta!
Risco do acido valproico em gravidas

Gil Simões Batista

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Relato de Caso
Aspiração de corpo estranho em crianças: aspectos clínicos e radiológicos

Glória Valéria de Sousa Bandeira de Melo; Amanda Soeiro Fonteles; Carmem Ulisses Peixoto Esmeraldo; Maria Eliana Pierre Martins; Jose Marcílio Nicodemos da Cruz

Resid Pediátr. 2015;5
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OBJETIVO: Descrever as manifestações clínicas e os aspectos radiológicos frequentes nos casos de aspiração de corpo estranho em crianças.
DESCRIÇÃO: Criança, 7 anos, sexo masculino, encaminhada ao serviço de pediatria devido a quadro de tosse seca persistente, cansaço e febre, associado à aspiração de corpo estranho. O paciente foi submetido à investigação clínica e radiológica. O exame de imagem apresentou velamento do hemitórax esquerdo com desvio mediastinal, caracterizando atelectasia pulmonar; pulmão direito normal e hiperinsuflado. Foi indicada broncoscopia. Na intervenção, foi encontrado um apito de aproximadamente 2,5 cm com formato cilíndrico no brônquio fonte esquerdo. Após a intervenção médica, foi solicitada radiografia torácica de controle, que evidenciou acentuada melhora da atelectasia e infiltrado pneumônico para-cardíaco à esquerda; pulmão direito sem alterações. O paciente evoluiu com melhora da sintomatologia, permanecendo internado para tratamento da pneumonia ocasionada por complicações da presença do corpo estranho.
COMENTÁRIOS: As vias aéreas das crianças são frequentemente ocupadas por corpos estranhos. Os sinais e sintomas apresentados pelo paciente, assim como as possíveis complicações, dependem do tipo, da localização e do grau de obstrução causada pelo corpo estranho. Um corpo estranho grande pode ser capaz de ocluir completamente a via aérea superior, colocando a criança em situação de risco, enquanto objetos menores costumam produzir sintomas mais crônicos e menos graves. Palavras-chave: criança, diagnóstico clínico, diagnóstico por imagem, migração de corpo estranho, pediatria.
Agenesia pulmonar associada à malformação cardíaca: Relato de caso

Thaliny Porfirio Damian Fagá; Elaine Felca Beirigo Giannini; André Luiz Silva; Lais Pereira Rabelo; Felipe Rocha Rabelo

Resid Pediátr. 2015;5
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OBJETIVOS: Relatar um caso raro de agenesia pulmonar à esquerda associado à síndrome de hipoplasia do coração esquerdo em um recém-nascido.
RELATO DE CASO: Recém-nascido, sexo feminino, com cinco dias de vida, com quadro de taquipneia, taquicardia, febre e cianose central às mamadas, cujos exames complementares evidenciaram agenesia pulmonar associada à atresia de valva aórtica, com ventrículo único de morfologia direita. Não há relatos semelhantes na família.
COMENTÁRIOS: De acordo com os casos relatados na literatura de agenesia pulmonar associada à malformação cardíaca, percebe-se que o desfecho foi semelhante em todos os casos, ou seja, o prognóstico foi sombrio quando existe essa associação. Palavras-chave: anormalidades congênitas, cardiopatias congênitas, transplante de coração.
Síndrome de Gianotti Crosti: Relato de caso

Jéssica Sari; Tatiana Kurtz; Alice Hoerbe; Camila Bock Silveira; Luísa Assoni Santin; Camila Voos

Resid Pediátr. 2015;5
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A Síndrome de Gianotti Crosti é uma doença rara e autolimitada. É caracterizada por erupção papular simétrica, com uma distribuição acral (face, região glútea e nas extremidades), com predomínio em crianças de dois a seis anos de idade. O caso trata de N. R. B. L., sexo feminino, 8 meses, peso 8kg, nascida de parto vaginal, à termo, sem intercorrências. As lesões iniciaram-se na face e distribuíram-se para tronco e membros inferiores. Caracterizavam-se por pápulas, com posterior formação de crostas pela coçadura. O diagnóstico desta dermatite é clínico. Exames laboratoriais foram solicitados para ajudar a descartar outras causas, detectar uma infecção viral que pode ter sido o fator desencadeante da dermatite e elucidar melhor o diagnóstico final.
Palavras-chave: acrodermatite, criança, dermatologia, prurido.
Relato de caso: Incontinência pigmentar

Emerson Wacholz Garcia; Adriana Prazeres da Silva

Resid Pediátr. 2015;5
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A incontinência pigmentar é uma genodermatose rara, mais comum no sexo feminino, e com herança autossômica dominante ligada ao cromossomo X. É uma doença multissistêmica com manifestações cutâneas, oculares, dentárias e do sistema nervoso central (SNC). O termo incontinência pigmentar surgiu do aspecto microscópico das lesões na terceira fase da doença, na qual há presença de pigmento livre na camada basal da epiderme. O presente artigo relata o caso de uma recém-nascida que no sexto dia de vida apresentou pápulas, vesículas e placas eritematosas em membros superiores, inferiores e tronco. Foi avaliada pela dermatopediatra, que diagnosticou incontinência pigmentar com base no aspecto das lesões. Palavras-chave: anormalidades da pele, incontinência pigmentar, pigmentação da pele.
Relato de caso: Miosite causada por vírus da dengue

Emerson Wacholz Garcia

Resid Pediátr. 2015;5
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A infecção pelo vírus da dengue, endêmico em áreas tropicais, causa uma doença febril de amplo espectro clínico. A mialgia é uma queixa importante e de grande prevalência. Em algumas ocasiões, ela pode ser localizada, principalmente em membros inferiores, e interferir com a movimentação e se acompanhar de achados laboratoriais compatíveis com miosite.
OBJETIVO: Descrever os achados clínicos e laboratoriais de miosite relacionada ao vírus da dengue em paciente pediátrico.
MÉTODO: Revisão de prontuário.
RELATO DE CASO: Menor, 6 anos de idade, foi examinado no 4º dia de febre elevada, cefaleia, mialgia e dor localizada em ambas as panturrilhas. Exames laboratoriais demonstraram leucopenia, elevação de transaminase e da creatinofosfoquinase. IgM para a dengue foi positiva.
CONCLUSÃO: Em áreas endêmicas, a dengue deve ser considerada no diagnóstico diferencial da miosite aguda benigna da infância. Palavras-chave: dengue, miopatias distais, miosite, vírus da dengue.
Celulite adquirida por estudante de medicina, em hospital, durante o estágio do internato de pediatria: Relato de caso

Ilmar Braga Teixeira Júnior; Moema Pereira da Silva; Flávia Ohara de Melo Pinto; Elierson Rocha

Resid Pediátr. 2015;5
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A celulite é uma infecção aguda dos tecidos profundos da pele, afeta principalmente o rosto e as pernas e seu agente principal é o Streptococcus beta-hemolítico do grupo A de Lancefield. Esse trabalho consiste em um relato de caso acerca de um episódio de celulite apresentado por um acadêmico, imunocompetente, interno da Pediatria, que adquiriu essa afecção através do contato com crianças, as quais estava acompanhando em um isolamento de um hospital de referência. Após diagnóstico, foi feita antibioticoterapia, com resolução do quadro. Palavras-chave: celulite, infecções dos tecidos moles, <em>streptococcus</em>.
Endocardite bacteriana em recém-nascido

Emerson Wacholz Garcia

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Resenha
Inadequação do peso ou do comprimento para a idade gestacional

Isabel Rey Madeira

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
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