Logo

ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

Volume 1 - Número 2

Artigo Original
Utilização do ecocardiograma no diagnóstico de persistência de canal arterial na Maternidade Escola da UFRJ

Cileyda Curty; Maura Castilho

Resid Pediátr. 2011;1
|
| TEXTO COMPLETO
Introdução: A persistência do canal arterial (PCA) pode ser um agravo às condições clínicas do prognóstico dos recém-nascidos pré-termo (RN-PT) acarretando aumento da necessidade ventilatória e quadro de insuficiência cardíaca, além de outras complicações. Métodos: Estudo descritivo transversal de 236 exames ecocardiográficos no período de abril de 2008 a junho de 2009. Foi estudado: tempo de vida do recém-nascido, idade gestacional, peso de nascimento, diagnóstico obtido no momento do exame, com ênfase na ocorrência de PCA em RN-PT e a importância do diagnóstico e tratamento precoces. Resultados: 45% dos exames realizados foram em menores de 1500g. A frequência de PCA foi de 58,3% dos RN com menos de 1000g; 15% com peso entre 1000-1499g e 3% com peso entre 1500-1750g. Conclusões: A prevalência de PCA foi de 33%. Esta prevalência foi mais evidente nos RN com peso ao nascer menor do que 1.000g e naqueles com idade gestacional menor do que 30 semanas (68%). Palavras-chave: criança; ecocardiografia; persistencia do canal arterial.
Caso Clínico Interativo
Caso clínico interativo: crescimento e desenvolvimento

Isabel Madeira; Virginia Weffort; Luciano Pinto; Christianne Martins; Renata Albuquerque Froes de Lima; Luisa Campos Coutinho

Resid Pediátr. 2011;1
Palavras-chave:
Editorial
Ética Médica
Questão sobre Residentes & Ética Médica

Sidnei Ferreira

Resid Pediátr. 2011;1
Palavras-chave:
Fique Alerta!
Hiponatremia hospital adquirida

Gil Simões Batista

Resid Pediátr. 2011;1
Palavras-chave:
Introduçao à Metodologia Científica
Delineamento de estudos científicos

Aristides Schier da Cruz

Resid Pediátr. 2011;1
Palavras-chave:
Ponto de Vista
Uso de antitérmicos: quando, como e por quê*

Danilo Blank

Resid Pediátr. 2011;1
|
| TEXTO COMPLETO
Objetivo: Atualização de conhecimentos sobre tratamento da febre em pediatria. Fontes dos dados: Revisão não-sistemática de MEDLINE, SciELO e Google Scholar, com os termos fever, feverphobia, antipyretic e de listas de referências dos artigos encontrados, capítulos de livro e artigos clássicos. Síntese dos dados e conclusões: Febre é a elevação da temperatura corpórea acima da variação diária normal; uma resposta fisiológica complexa à doença, caracterizada por uma elevação regulada da temperatura central do corpo e ativação de sistemas imunológicos; tem baixa probabilidade de causar danos e pode ser benéfica. Há evidências de que a supressão medicamentosa da febre, vista como resposta adaptativa evoluída a infecções, provavelmente aumentaria sua morbidade. Os pais precisam ser bem orientados sobre os objetivos principais em caso de febre: reconhecer sinais de doenças potencialmente graves, melhorar o conforto da criança e manter um estado adequado de hidratação. Não há estudos em humanos que tenham demonstrado de modo convincente que o uso de antipiréticos em infecções comuns virais ou bacterianas traga riscos clinicamente relevantes. Drogas antipiréticas não previnem convulsões febris, devem ser reservadas para crianças com desconforto físico, com temperatura acima de 38,2°C, e devem sempre ser usadas em regime de monoterapia, não superpondo ou intercalando drogas diferentes. As maiores críticas aos regimes de drogas combinadas apontam as diferenças clinicamente desprezíveis e o risco nefrotoxicidade e de erros de dosagem por confusão dos cuidadores. Palavras-chave: antipirético; febre; febrefobia.
Relato de Caso
Síndrome de Wiskott-Aldrich: relato de caso

Monica Soares de Souza; Sandra Mara Moreira Amaral

Resid Pediátr. 2011;1
|
| TEXTO COMPLETO
Os autores descrevem um caso da síndrome clássica de Wiskott-Aldrich com microtrombocitopenia, eczema e infecções recorrentes respiratórias, gastrointestinais e cutâneas devido à imunodeficiência combinada. O paciente evoluiu com anemia hemolítica Coombs-positiva e neutropenia autoimune e sem controle do número de episódios infecciosos, apesar do tratamento conservador com gamaglobulina endovenosa, corticoterapia e profilaxia com antibióticos e aciclovir. Realizado transplante não aparentado de células do sangue do cordão umbilical aos sete anos de idade com cura completa e um segmento promissor de sete anos pós-transplante. Palavras-chave: imunodeficiência combinada; microtrombocitopenia; síndrome de Wiskott-Aldrich.
TOP: Tópicos Obrigatórios em Pediatria
Diretrizes brasileiras para o diagnóstico, tratamento e prevenção da febre reumática

Gil Simões Batista; Sandra Mara Amaral

Resid Pediátr. 2011;1
Palavras-chave:
MRSA de origem comunitária

Juliènne Martins Araújo; Marcia Galdino; Sandra Mara Amaral

Resid Pediátr. 2011;1
Palavras-chave:
Logo

Todos os artigos publicados pela https://residenciapediatrica.com.br/ utilizam a Licença Creative Commons