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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Proposta de protocolo de atendimento para consultas pediátricas

Flávia Maestri Nobre Albini; Aline Didoni Fajardo; Carolina Marchi Guerra; Cristina Maria Pozzi; Gastão Dias Junior; Helena Moro; Marco Otilio Duarte Rodrigues Wilde,; Sandra Mara Witkowski

Resid Pediátr. 2022
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INTRODUÇÃO: O atendimento de rotina na pediatria exige do médico o conhecimento de diversos protocolos e recomendações para cada faixa etária, garantindo assim o adequado desenvolvimento infantil. Não há na literatura brasileira um protocolo unificado de todas essas recomendações.
OBJETIVO: Organizar um protocolo de atendimento pediátrico, a fim de facilitar a consulta de puericultura, desde o primeiro dia de vida aos quinze anos de idade e expô-lo em forma de uma única tabela.
MÉTODOS: Esse estudo foi baseado no levantamento bibliográfico realizado nas bases de dados do PubMed, MEDLINE, com artigos dos últimos 10 anos, baseados nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Academia Americana de Pediatria, além de outras sociedades internacionais e nacionais. Nesse protocolo, as recomendações iniciam com número e intervalo de consultas, testes de triagens neonatal, uso de vitamina D e sulfato ferroso, orientação de início de dietas e higiene oral, bem como quando iniciar e realizar avalições odontológicas, oftalmológicas, audiológicas, acompanhamento e prevenção de doenças cardiovasculares e enteroparasitoses, quando e que exames complementares devem ser solicitados na consulta de rotina, avaliação do desenvolvimento físico e neuropsicomotor, incluindo escalas para diagnosticar autismo e depressão e o calendário de imunizações.
RESULTADOS: Esse protocolo inclui uma tabela unificando todos as recomendações por mês e data de consulta, todos os aspectos necessários do cuidado, para facilitar o uso diário nos atendimentos ambulatoriais e em consultório.
CONCLUSÃO: O protocolo de atendimento pediátrico facilita a realização da consulta de rotina, evitando falhas e garantindo o desenvolvimento ideal da criança.
Avaliação do conhecimento da equipe médica sobre a exposição solar e icterícia neonatal em um hospital no Sul do Brasil

Aline Didoni Fajardo; Catarina Pfitzer; Emanuelli Rudolf; Flávia Maestri Nobre Albini; Ana Alice Broering Eller; Marco Otilio Duarte Rodrigues Wilde; Sandra Mara Witkowski

Resid Pediátr. 2025
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INTRODUÇÃO: A exposição solar no período neonatal para redução da icterícia é contraindicada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, que além de não ser uma forma eficaz de tratamento, pode trazer consequências mais graves como o câncer de pele e queimaduras solares.
OBJETIVO: Avaliar o conhecimento da equipe médica sobre a exposição solar no período neonatal, no que se refere à exposição solar com o intuito de diminuir a icterícia neonatal e fornecer aos participantes o conhecimento atualizado sobre o assunto.
METODOLOGIA: Estudo observacional, analítico e transversal, realizado de outubro de 2020 a agosto de 2021, baseado num questionário dirigido aos médicos das crianças nascidas em Maternidade no Sul do Brasil.
RESULTADOS: Em relação ao conhecimento médico sobre a exposição solar no período neonatal, 24 (51,1%) médicos responderam que a frequência de exposição ao sol deveria ser todos os dias, 17 (37,0%) acham que o melhor horário para o banho de sol seja antes das 10 horas e após as 16 horas, 18 (38,3%) afirmaram que o tempo de permanência aos raios solares deveria ser de 10 a 15 minutos e 21 (44,7%) profissionais acham não ter indicação para tal exposição.
CONCLUSÃO: Há um conhecimento equivocado por parte de alguns médicos sobre a exposição do RN ao sol principalmente com intuito de redução da icterícia. Portanto, é indispensável a educação continuada dos médicos.
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