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Albumina em pacientes pediátricos gravemente enfermos: uma revisão crítica da literatura
Carlos Augusto Cardim de Oliveira; Carolina Elisa Froldi Vieira; Leticia Janice Bertelli; Glauber Sebold Borba Coelho
Resid Pediatr. 2016
INTRODUÇÃO E OBJETIVO: Esta revisão tem como objetivo avaliar a efetividade do emprego de albumina humana em pacientes pediátricos gravemente enfermos internados em unidades de cuidados intensivos.
MÉTODOS: A pesquisa abrangeu as seguintes bases de dados: Cochrane Library, LILACS, Medline (via PubMed) e Uptodate até maio de 2014. As publicações foram selecionadas e submetidas à leitura crítica de modo independente por dois pesquisadores. Os desfechos principais foram morte e disfunção de órgãos.
RESULTADOS E CONCLUSÕES: O uso de albumina humana em crianças gravemente enfermas não mostrou benefício na redução da mortalidade ou disfunção de órgãos quando comparado ao uso de outros expansores volumétricos. Para os desfechos tempo de internação em Unidade de Cuidados Intensivos e tempo de intubação traqueal, o emprego de albumina também não se mostrou superior aos demais expansores utilizados.
MÉTODOS: A pesquisa abrangeu as seguintes bases de dados: Cochrane Library, LILACS, Medline (via PubMed) e Uptodate até maio de 2014. As publicações foram selecionadas e submetidas à leitura crítica de modo independente por dois pesquisadores. Os desfechos principais foram morte e disfunção de órgãos.
RESULTADOS E CONCLUSÕES: O uso de albumina humana em crianças gravemente enfermas não mostrou benefício na redução da mortalidade ou disfunção de órgãos quando comparado ao uso de outros expansores volumétricos. Para os desfechos tempo de internação em Unidade de Cuidados Intensivos e tempo de intubação traqueal, o emprego de albumina também não se mostrou superior aos demais expansores utilizados.