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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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A pandemia do COVID-19, desvios do estado nutricional e pediatria

Ieda Regina Lopes Del-Ciampo; Luiz Antonio Del-Ciampo

Resid Pediatr. 2020
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A maior probabilidade de morrer em decorrência da infecção pelo coronavírus está entre os idosos com comorbidades. O artigo descreve a elevada frequência dos desvios nutricionais ainda na infância e suas associações com alterações imunológicas, diabetes, hipertensão arterial e demais alterações, as quais comprometem a saúde e a resposta a este e a outros agentes agressores, de forma aguda ou crônica, em qualquer fase da vida. Conclui-se que o investimento em cuidados ainda na infância pode contribuir para um melhor cenário da saúde pública, também em momentos de pandemia.
Perímetro cefálico: um parâmetro antropométrico subnotificado na carteira de saúde da criança

Ieda Regina Lopes Del-Ciampo; Mariane Pizato Zerezuella; Luiz Antonio Del-Ciampo

Resid Pediatr. 2021
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INTRODUÇÃO: O perímetro cefálico (PC) apresenta relação direta com a velocidade de crescimento cerebral. O registro habitual na caderneta de saúde da criança (CSC) auxiliaria sua interpretação longitudinal pelos profissionais de saúde. Hipótese: PC seria menos registrado na CSC que peso e estatura, nos primeiros dois anos de vida.
OBJETIVOS: Descrever a frequência e a correlação entre os registros do PC, peso e estatura na CSC de lactentes.
MÉTODOS: Estudo transversal, descritivo, incluiu crianças com até 2 anos de idade frequentadoras das unidades básicas de saúde. Os dados foram coletados por entrevistas e registros das CSC. Os momentos dos registros antropométricos das 77 crianças foram categorizados como 0 (nascimento), I, II, III e IV, respectivamente. A comparação entre as variáveis qualitativas foi calculada pelo teste do qui-quadrado ou teste exato de Fisher, nível de significância p = 0,05; software: EPI-INFO 7.
RESULTADOS: Foi observada diminuição progressiva da frequência dos registros de PC em relação aos de peso nos momentos I-100% e 72,8% (p = 0,001); II-96,9% e 56,2% (p = 0,0002); III-96,1% e 50% (p = 0,003); e IV-100% e 50% (p = 0,004), respectivamente. O registro de PC também foi menor que o de estatura em I-86,5% e 72,8% (p = 0,247); II-65,6% e 56,2% (p = 0,608); III-80,8% e 50% (p = 0,0003); e IV-50% e 50% (p = 1).
CONCLUSÃO: PC foi menos notificado, podendo ter prejudicado sua avaliação longitudinal pelos profissionais de saúde.
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