Resultados da Busca
Qual é o diagnóstico?
Leonardo Rodrigues Campos; Bianca Carareto Alves Verardino; Flávio Roberto Sztajnbok
Resid Pediatr. 2013Trombose em crianças - quem, quando e como investigar?
Leonardo Rodrigues Campos; Flavio Roberto Sztajnbok
Resid Pediatr. 2014Transfusão de hemocomponentes em crianças: o quê, quando e como usar?
Leonardo Rodrigues Campos; Aldo José Barbosa Cerqueira; Carlos José Barbosa Campos; José Guilherme Basílio Pereira de Souza; Rosanna Novello; Viviani de Lourdes Rosa Pessôa; Alda Cristina Ferreira Feitosa
Resid Pediatr. 2015Linha de Beau
Leonardo Rodrigues Campos; Lucas Berbert Pulcheri; Raquel de Seixas Zeitel
Resid Pediatr. 2015Desafio diagnóstico
Aline Masiero Fernandes Marques; Júlia Maria Gomes Vitor; Tatiana Anes Villamayor; Vivian Santos Carvalho Oliveira; Leonardo Rodrigues Campos; Paula Carolina da Rocha Silva; Flavio Roberto Sztajnbok; Marta Cristine Felix Rodrigues; Adriana Rodrigues Fonseca; Rozana Gasparelo de Almeida; Christiane Diniz; Sheila Knupp Feitosa Oliveira
Resid Pediatr. 2016Desafio diagnóstico
Aline Masiero Fernandes Marques; Bruno de Carvalho Marques; Leonardo Rodrigues Campos; Flavio Sztajnbok
Resid Pediatr. 2016Tromboembolismo venoso pediátrico intra-hospitalar
Leonardo Rodrigues Campos
Resid Pediatr. 2018Síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (MIS-C) temporariamente associada ao SARS-CoV-2
Leonardo Rodrigues Campos,; Tainá Maia Cardoso; Julia Carvalho de Freitas França Martinez; Rozana Gasparello de Almeida; Rodrigo Moulin Silva; Adriana Rodrigues Fonseca; Flavio Roberto Sztajnbok,
Resid Pediatr. 2020Síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (SIM-P) temporalmente associada a COVID-19: atualização
Leonardo Rodrigues Campos,,; Rozana Gasparello de-Almeida,; Andréa Valentim Goldenzon,; Marta Cristine Felix Rodrigues,; Flavio Sztajnbok,; Katia Lino; Katia Telles Nogueira,; Rodrigo Moulin Silva,; Adriana Rodrigues Fonseca
Resid Pediatr. 2021OBJETIVOS: Revisão não sistemática da literatura sobre epidemiologia, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento da SIM-P.
FONTE DE DADOS: Base de dados PubMed, documentos científicos da Sociedade Brasileira de Pediatria, Organização Mundial de Saúde, Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e Royal College of Pediatrics and Child Health.
SÍNTESE DOS DADOS: A SIM-P compartilha características com a doença de Kawasaki, síndrome do choque tóxico, sepse bacteriana e síndrome de tempestade de citocinas. É mais frequente nos afrodescendentes e hispânicos, escolares e adolescentes e no sexo masculino. Ocorre 2-4 semanas após infecção pelo SARS-CoV-2. A fisiopatologia envolve efeitos diretos do vírus e/ou desregulação imune pós-COVID-19. A apresentação clínica é heterogênea, sendo a febre muito frequente, seguida por alterações gastrointestinais, cardiovasculares, respiratórias, neurológicas e renais. Anamnese e exame físico minuciosos, além de exames complementares para avaliar o processo inflamatório, o acometimento de órgãos e a relação com a infecção pelo SARS-CoV-2 (RT-PCR e sorologia), são fundamentais. Critérios diagnósticos propostos pelo CDC e OMS apoiam a propedêutica. O tratamento deve ser coordenado por time de especialistas, e direcionado às manifestações inflamatórias e orgânicas.
CONCLUSÕES: A SIM-P se caracteriza por um amplo espectro clínico. Cursa com febre, manifestações gastrointestinais, neurológicas, choque e disfunção miocárdica. Requer alto grau de suspeição para o tratamento precoce e prevenção de potenciais complicações cardiovasculares, respiratórias, renais e neurológicas.
Desafio Diagnóstico
Juliana Machado de Oliveira Caldas; Victoria Orenbuch; Leonardo Rodrigues Campos; Ivete Martins Gomes; Claudete Araújo Cardoso; Katia Lino; Alessandro Severo; Clarissa Canella,
Resid Pediatr. 2021