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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Prevenção e bloqueio de surtos nos hospitais

Márcia Galdino Sampaio; Juliènne Martins Araújo; Ana Carolina Gardel; Flávia Bello; Silvia Esch

Resid Pediatr. 2013
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Os surtos que incidem no ambiente hospitalar assumem grande importância, considerando o perfil dos pacientes internados: imunossuprimidos, portadores de doenças crônicas, desnutridos, indivíduos submetidos a procedimentos invasivos com quebra da barreira cutâneo-mucosa ou ao uso de antimicrobianos por tempo prolongado. A presença dessas características contribui para o aumento da morbimortalidade no ambiente hospitalar. A transmissão de micro-organismos no hospital pode refletir o aumento de casos de doença na comunidade, a presença de profissionais de saúde susceptíveis e de pacientes vulneráveis, além da dificuldade de adesão pelos profissionais de saúde de medidas como a higienização das mãos. As orientações de isolamento fornecidas pelo CDC (Centers for Disease Control and Prevention) envolvem as precauções padrão que devem ser realizadas na assistência de qualquer paciente no âmbito hospitalar ou comunitário e as precauções baseadas no modo de transmissão de doenças, realizadas apenas em pacientes hospitalizados. As precauções são baseadas no modo de transmissão das doenças e devem ser sempre usadas em conjunto com as precauções padrão. São divididas em: precauções respiratórias com aerossóis, precauções respiratórias por gotículas e precauções por contato. Diante da facilidade de aquisição de micro-organismos hospitalares e do altíssimo risco de evolução desfavorável dos indivíduos internados, é imprescindível o conhecimento e a adoção de medidas preconizadas para diminuição dos riscos de transmissão de doenças no ambiente hospitalar.
Hemangioma ulcerado tratado com timolol tópico: Um relato de caso

Ana Luíza dos Santos; Gil Simões Batista; Márcia Galdino Sampaio; Stella Sabbatini

Resid Pediatr. 2014
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O hemangioma é o tumor vascular mais comum na infância. É caracterizado por tecido neoplásico composto por proliferação de células endoteliais. Apesar da evolução geralmente benigna, há indicação de tratamento àqueles que podem gerar compressão de estruturas ao redor, com risco de comprometimento da função vital como visão e ventilação, que formam fissuras, fístulas ou hemorragias e que apresentam potencial de gerar desfiguração. O propranolol sistêmico tem sido o medicamento de escolha para o tratamento do hemangioma infantil, porém, já foram descritos casos de sucesso terapêutico com o uso de betabloqueador tópico. Relatamos o caso de uma menina de 8 meses de vida que apresentava hemangioma ulcerado e infectado em região glútea, que obteve sucesso com o uso de timolol tópico. O objetivo deste relato de caso é divulgar o uso do betabloqueador tópico no tratamento do hemangioma, uma vez que se trata de um tratamento de fácil administração, não dispendioso e que, em nossa experiência, foi isento de efeitos adversos.
Lupus Neonatal: Relato de caso

Ana Luíza dos Santos; Maile Vidigal Prates; Gil Simões Batista; Márcia Galdino Sampaio

Resid Pediatr. 2015
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Evidências de transmissão vertical de arbovírus

Monica Olimpia Dall'Oglio Poletti; Carolina Fernandes dos Santos Simões de Sousa; Márcia Galdino Sampaio

Resid Pediatr. 2016
Impacto da pandemia de COVID-19 em um programa de residência médica em pediatria no município do Rio de Janeiro

Mara Morelo Rocha Felix; Patrícia de Sá Made; Juliana Souza de Seixas; Carolina Soares de Azeredo Moreira; Luciana Figueiredo Sampaio; Márcia Galdino Sampaio; Monica Soares de Souza; Ana Cristina Carneiro Menezes Guedes

Resid Pediatr. 2020
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INTRODUÇÃO: Em março de 2020, foi decretada a pandemia de COVID-19 - doença causada pelo SARS-CoV-2 (coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave). Desde então, houve necessidade de adaptações em um programa de residência médica (PRM) de pediatria de um hospital federal no município do Rio de Janeiro. MÉTODOS: Estudo observacional retrospectivo cujo objetivo foi descrever as mudanças no PRM em pediatria de um hospital federal decorrentes da pandemia de COVID-19.
RESULTADOS: O PRM em pediatria do hospital implementou adaptações como: adiamento de consultas ambulatoriais; redução do número de residentes alocados nas enfermarias; suspensão temporária dos rodízios externos, exceto pelo rodízio em maternidade; treinamento para adequada paramentação e desparamentação; afastamento dos residentes com doenças crônicas, gravidez e daqueles com suspeita de COVID-19; implementação da teleconsulta e de atividades didáticas em ambiente virtual. Foram analisados dados de março, abril, maio e junho de 2020. Nesse período, foram afastados 4 residentes da pediatria por doenças crônicas ou gravidez. Dos 37 residentes do PRM em pediatria restantes, 27 (73%) foram afastados por questões relacionadas à COVID-19 (suspeita de COVID-19 ou estresse psicológico). Desses, houve confirmação da infecção pelo coronavírus em 15 residentes (40,5%).
CONCLUSÃO: A pandemia provocou o afastamento de um número significativo de residentes por suspeita de COVID-19 e alteração das rotinas do serviço. Houve redução significativa das consultas ambulatoriais e suspensão das atividades teóricas presenciais. De todo modo, a adoção de plataformas digitais para o teleatendimento e atividades didáticas permitiu manter o cuidado dos pacientes e a educação médica continuada.
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