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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Dengue

Marcia Galdino; Gil Simões Batista; Eitan Berezin

Resid Pediatr. 2011
MRSA de origem comunitária

Juliènne Martins Araújo; Marcia Galdino; Sandra Mara Amaral

Resid Pediatr. 2011
Faringite Estreptocóccica

Gil Simões Batista; Marcia Galdino

Resid Pediatr. 2012
Prevenção e bloqueio de surtos nos hospitais

Márcia Galdino Sampaio; Juliènne Martins Araújo; Ana Carolina Gardel; Flávia Bello; Silvia Esch

Resid Pediatr. 2013
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Os surtos que incidem no ambiente hospitalar assumem grande importância, considerando o perfil dos pacientes internados: imunossuprimidos, portadores de doenças crônicas, desnutridos, indivíduos submetidos a procedimentos invasivos com quebra da barreira cutâneo-mucosa ou ao uso de antimicrobianos por tempo prolongado. A presença dessas características contribui para o aumento da morbimortalidade no ambiente hospitalar. A transmissão de micro-organismos no hospital pode refletir o aumento de casos de doença na comunidade, a presença de profissionais de saúde susceptíveis e de pacientes vulneráveis, além da dificuldade de adesão pelos profissionais de saúde de medidas como a higienização das mãos. As orientações de isolamento fornecidas pelo CDC (Centers for Disease Control and Prevention) envolvem as precauções padrão que devem ser realizadas na assistência de qualquer paciente no âmbito hospitalar ou comunitário e as precauções baseadas no modo de transmissão de doenças, realizadas apenas em pacientes hospitalizados. As precauções são baseadas no modo de transmissão das doenças e devem ser sempre usadas em conjunto com as precauções padrão. São divididas em: precauções respiratórias com aerossóis, precauções respiratórias por gotículas e precauções por contato. Diante da facilidade de aquisição de micro-organismos hospitalares e do altíssimo risco de evolução desfavorável dos indivíduos internados, é imprescindível o conhecimento e a adoção de medidas preconizadas para diminuição dos riscos de transmissão de doenças no ambiente hospitalar.
Sarampo

Gil Simões Batista; Marcia Galdino

Resid Pediatr. 2014
Hemangioma ulcerado tratado com timolol tópico: Um relato de caso

Ana Luíza dos Santos; Gil Simões Batista; Márcia Galdino Sampaio; Stella Sabbatini

Resid Pediatr. 2014
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O hemangioma é o tumor vascular mais comum na infância. É caracterizado por tecido neoplásico composto por proliferação de células endoteliais. Apesar da evolução geralmente benigna, há indicação de tratamento àqueles que podem gerar compressão de estruturas ao redor, com risco de comprometimento da função vital como visão e ventilação, que formam fissuras, fístulas ou hemorragias e que apresentam potencial de gerar desfiguração. O propranolol sistêmico tem sido o medicamento de escolha para o tratamento do hemangioma infantil, porém, já foram descritos casos de sucesso terapêutico com o uso de betabloqueador tópico. Relatamos o caso de uma menina de 8 meses de vida que apresentava hemangioma ulcerado e infectado em região glútea, que obteve sucesso com o uso de timolol tópico. O objetivo deste relato de caso é divulgar o uso do betabloqueador tópico no tratamento do hemangioma, uma vez que se trata de um tratamento de fácil administração, não dispendioso e que, em nossa experiência, foi isento de efeitos adversos.
Doenças sexualmente transmissíveis

Gil Simões Batista; Marcia Galdino

Resid Pediatr. 2015
Lupus Neonatal: Relato de caso

Ana Luíza dos Santos; Maile Vidigal Prates; Gil Simões Batista; Márcia Galdino Sampaio

Resid Pediatr. 2015
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