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Manejo da hipertensão intracraniana no trauma cranioencefálico grave em pacientes pediátricos
Cristina Alves Cardozo; Carlos Oldenburg Neto; Jamal Hammoud; Lucas A. F. Marcon; Luiz F. C. Bettini; Michael M. Sepúlveda; Nayra M. P. Valério; Maria Augusta dos Santos Amarante
Resid Pediátr. 2014
O traumatismo cranioencefálico (TCE) em crianças é frequente, algumas vezes letal, e pode trazer sequelas para toda a vida aos seus sobreviventes. Mesmo diante dos significativos avanços da ciência médica, não há verdades absolutas no manejo de cada situação da prática clínica, sendo que no caso da Hipertensão Intracraniana (HIC) Refratária no TCE grave não é diferente, existindo poucos trabalhos de classe I e II que confirmem suas propostas. Os tratamentos difundidos atualmente são: a craniectomia descompressiva, o uso de barbitúricos e drogas indutoras do coma, a terapia hiperosmolar e a hiperventilação.
OBJETIVO: Realizar uma revisão sistemática sobre o tema.
MÉTODO: Revisão de artigos do PubMed, do Medline e de guidelines dos últimos 11 anos e discutir as terapêuticas mais utilizadas, e divulgadas pelos grandes centros médicos do mundo, no manejo de pacientes com HIC refratária no TCE grave.
RESULTADOS: Foram avaliados 19 artigos.
CONCLUSÃO: O manejo da hipertensão intracraniana refratária ainda é controverso e faltam trabalhos de maior relevância que confirmem a eficácia das diferentes terapêuticas propostas.
OBJETIVO: Realizar uma revisão sistemática sobre o tema.
MÉTODO: Revisão de artigos do PubMed, do Medline e de guidelines dos últimos 11 anos e discutir as terapêuticas mais utilizadas, e divulgadas pelos grandes centros médicos do mundo, no manejo de pacientes com HIC refratária no TCE grave.
RESULTADOS: Foram avaliados 19 artigos.
CONCLUSÃO: O manejo da hipertensão intracraniana refratária ainda é controverso e faltam trabalhos de maior relevância que confirmem a eficácia das diferentes terapêuticas propostas.