Logo

ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

Powered by Google Translate

Resultados da Busca

Pneumonia adquirida na comunidade na infância e imunizações

Rafaela Baroni Aurilio

Resid Pediatr. 2013
|
| TEXTO COMPLETO
A pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ainda é um problema de saúde pública, principalmente nos países em desenvolvimento, onde sua incidência, nos menores de 5 anos, é cerca de 0,29 episódios/ano, o que equivale a 150,7 milhões de casos novos, e continua sendo a principal causa de óbito entre as infecções respiratórias agudas (IRA), na infância. Alguns dos seus agentes etiológicos são passíveis de prevenção, por meio de imunização passiva e ativa, como vírus influenza e vírus sincicial respiratório (VSR), e bactérias como Haemophilus influenzae e Streptococcus pneumoniae. O presente artigo se destina à atualização sobre as formas de imunizações contra VSR, influenza, e Streptococcus pneumoniae. A incorporação destas imunizações, de forma rotineira, de acordo com a faixa etária e/ou doença de base, é capaz de reduzir a taxa de internação e mortalidade por PAC.
Bronquiolite obliterante tratada com hidroxicloroquina

Rafaela Baroni; Giselle Ribeiro; Cláudia Magela; Mônica de Cássia Firmida

Resid Pediatr. 2015
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: Bronquiolite obliterante pós-infecciosa (BOPI) é uma sequela de uma infecção do trato respiratório inferior, com alterações estruturais permanentes e síndrome clínica de doença pulmonar obstrutiva crônica. Na infância, em sua maioria, é uma complicação da bronquiolite viral aguda (BVA). Deve-se pensar em BOPI em crianças menores de 3 anos, hígidas, que após um episódio de infecção respiratória aguda, geralmente grave, permanecem com sintomas por mais de dois meses, diariamente, com intensidade variável e períodos de exacerbação.
RELATO DO CASO: 17 meses, sexo feminino, previamente hígida, com quadro de sibilância persistente associada à dependência de oxigênio após pneumonia grave. Iniciado tratamento com corticoterapia sistêmica e inalatória, além de broncodilatadores sem resposta. Submetida à pulsoterapia, com remissão parcial da doença. Só houve melhora após início de hidroxicloroquina, droga na qual o emprego em crianças ainda é pouco relatado na literatura.
CONCLUSÃO: BOPI é uma complicação rara, de uma doença comum da infância, em que o diagnóstico e tratamento precoces podem mudar o curso da doença, diminuindo, assim, o número de reinternações e melhorando a qualidade de vida.
Um caso de massa torácica em lactente - Qual o seu diagnóstico?

Rafaela Baroni Aurílio; Adriana Paiva Mesquita; Alessandra Fernandes Melo Pimentel

Resid Pediatr. 2017
Pulmão hiperlucente unilateral - Qual é o diagnóstico?

Thamyris Pessoa; Valeska Pieve; Izabel Cristina Drummond; Rafaela Baroni Aurilio; Cláudia Renata Penna; Sandra Mara Amaral; Patrícia Fernandes Barreto Costa

Resid Pediatr. 2018
Diagnóstico da doença causada pelo novo coronavírus

Camila Rocha dos Santos Mourão; Pâmela Andrade Montagni; Sidnei Ferreira; Rafaela Baroni Aurilio

Resid Pediatr. 2020
|
| TEXTO COMPLETO
O diagnóstico da infecção pelo SARS-CoV-2 começa com a suspeita clínica e a epidemiologia. A criança apresenta um quadro típico viral leve: tosse, coriza, cefaleia e febre e não evolui com gravidade. Os sintomas gastrointestinais, como diarreia e manifestações cutâneas, como exantema são pouco comuns, mas estão mais presentes na população pediátrica. O diagnóstico confirmatório é feito por meio da detecção do material genético viral nas secreções das vias respiratórias. A sorologia possui um papel importante na ausência do teste confirmatório, pois indica resposta imune do hospedeiro contra o vírus sinalizando infecção prévia. Os exames de imagem são responsáveis por avaliar o acometimento pulmonar e são pouco específicos. A radiografia de tórax em alguns casos não demonstra alterações. A tomografia de tórax é mais sensível e pode mostrar opacidade em vidro fosco, condensação, espessamento septal e opacidades mistas. Entretanto, quando indicado, o nível de radiação deve ser adequado para crianças. Portanto, as crianças infectadas pelo SARS-CoV-2 apresentam quadro clínico leve. O diagnóstico confirmatório é feito pela detecção do vírus nas secreções respiratórias e a sorologia demonstra a resposta imunológica. A radiografia de tórax é pouco sensível e a tomografia de tórax (TC), auxilia no acompanhamento da lesão pulmonar.
Sarampo e novas perspectivas: aspectos clínicos, epidemiológicos e sociais

Guilherme Homem de Carvalho Zonis; Fernanda de Carvalho Zonis; Rafaela Baroni Aurilio; Clemax Couto Sant’Anna

Resid Pediatr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
OBJETIVO: Reunir dados sobre o sarampo apresentando desde o quadro clínico até instruções concernentes à sua vacina, e trazer um panorama tanto nacional, quanto mundial, a respeito de diversos aspectos epidemiológicos relacionados à doença.
MÉTODOS: Revisão não sistemática da literatura nacional e internacional, relacionando artigos científicos encontrados através dos seguintes descritores de busca: sarampo; vacina; pneumonia; diarreia; recomendações.
RESULTADOS: Houve aumento no número de registros de sarampo nos últimos anos, provavelmente pelo surgimento de um possível facilitador que foi o movimento antivacina, apesar de a imunização ser obrigatória na faixa etária pediátrica. A suspeição clínica e a confirmação laboratorial, sempre que disponível, são importantes para a prevenção das complicações inerentes à doença. Além disso, frente à pandemia atualmente enfrentada pelo novo coronavírus, a prevenção da infecção pelo vírus do sarampo não pode ser esquecida, havendo um papel relevante das autoridades no enfrentamento das duas doenças.
Perfil clínico e radiológico de crianças internadas com pneumonias complicadas

Laís de Paiva Gabriel; Rafaela Baroni Aurilio; Clemax Couto Sant’Anna

Resid Pediatr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
A maioria das crianças tem de 4 a 6 infecções respiratórias agudas (IRA) por ano. Dessas, apenas 2-3% evoluem para pneumonia. A pneumonia adquirida na comunidade (PAC) é uma das infecções do trato respiratório inferior. PAC em crianças continua a ser um problema de saúde pública global em virtude de sua alta morbimortalidade, sendo a doença que mais mata crianças entre 0 e 5 anos de idade no mundo. A PAC complicada é definida como permanência da febre ou instabilidade clínica após 48-72 h da admissão por PAC. O objetivo deste trabalho é descrever as PACs complicadas, internadas em um hospital pediátrico, entre abril de 2006 e abril de 2018.Trata-se de estudo retrospectivo, observacional e descritivo, com crianças e adolescentes de 0 a 13 anos, internados com PAC complicada nas enfermarias de um hospital pediátrico, no período de abril de 2006 a abril de 2018. Foram levantados dados dos pacientes e preenchido formulário de coleta de dados. Serão estudadas as seguintes variáveis: idade, sexo, tipo de complicação pulmonar/extrapulmonar, estado vacinal (vacina antipneumocócica), tempo de tratamento, frequentadores ou não de creche. Foi feita análise descritiva das variáveis categóricas sob forma de frequência, e das numéricas sob forma de percentual, média e mediana. Concluiu-se com este trabalho que o perfil clínico e radiológico das pneumonias em determinado hospital pediátrico é semelhante ao encontrado na literatura mundial atualmente.
Efeitos colaterais da isoniazida: relato de caso

Paula Silva Almada; Rafaela Baroni Aurilio; Maria de Fatima Pombo Sant’Anna

Resid Pediatr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
O tratamento da infecção latente por tuberculose (ILTB) é uma medida preventiva importante e merece interesse internacional. Embora existam outros esquemas terapêuticos para ILTB o uso de isoniazida é consagrado. O presente relato de caso é de um menino de 9 anos com asma e epilepsia que apresentou reações adversas ao uso da isoniazida prescrita como tratamento para ILTB. Depois da retirada do medicamento, que foi substituído por rifampicina, o paciente apresentou melhora clínica.
Tuberculose pulmonar e estado nutricional: estudo seccional com crianças e adolescentes

Guilherme Homem de Carvalho Zonis; Mariara Lopes da Costa Marques; Catharina Matos de Oliveira; André Maruo Palis; Pedro Silvestre de Andrade; Ana Alice Amaral Ibiapina Parente; Rafaela Baroni Aurilio; Clemax Couto Sant Anna

Resid Pediatr. 2024
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: A tuberculose (TB) pode levar à desnutrição, bem como esta pode predispor a TB. Este trabalho visa analisar o estado nutricional, achados clínico-radiológicos e testes realizados por crianças e adolescentes com TB pulmonar (TP).
METODOLOGIA: estudo seccional, envolvendo três hospitais do Rio de Janeiro, de outubro de 2014 a outubro de 2019. Foram incluídos: crianças e adolescentes com TP. As variáveis estudadas foram: idade, sexo, febre, emagrecimento, estado nutricional, BAAR, cultura para Mycobacterium tuberculosis, teste Gene Xpert TB-RIF. Para a comparação entre crianças e adolescentes e eutróficos e desnutridos, foi utilizado o teste Qui-quadrado (significância estatística o p-valor<0,05)
RESULTADOS: Quarenta e nove pacientes foram incluídos no estudo. Das crianças eutróficas, 88,9% apresentaram febre, 38,9% emagrecimento e 27,8% Xpert detectável. Das desnutridas, 100% manifestaram febre, 50% emagrecimento e 50% Xpert detectável. Nos eutróficos e desnutridos, o padrão radiológico miliar ocorreu em 5,6% e 75% (p<0,01); a cultura foi positiva em 35,3% e em 50%, respectivamente. Adolescentes eutróficos apresentaram febre em 58,8% casos e Xpert detectável em 41,2%. Dos desnutridos, havia febre em 90% e Xpert detectável em 70%. A cultura foi positiva em 31,2% eutróficos e, 70% desnutridos (p=0,05). O padrão radiológico miliar ocorreu em 17,6% eutróficos e 10% desnutridos. O emagrecimento ocorreu em 35,3% eutróficos e 100% desnutridos (p<0,01).
CONCLUSÃO: Em crianças e adolescentes desnutridos, supostamente mais graves, há maior positividade do GeneXpert e da cultura, sendo o padrão miliar mais frequente em crianças desnutridas e adolescentes eutróficos.
Aspiração de corpo estranho: causa de estridor recorrente no lactente - Relato de caso

Rafaela Baroni Aurilio; Carla Cristiane Dall Olio; Ana Alice Amaral Ibiapina Parente; Priscila Machado de Matos; Ana Flavia Costa Dalla Martha; Luzia Abraão El Hadj; Adriana Cristina da Luz Lopes

Resid Pediatr. 2024
|
| TEXTO COMPLETO
A aspiração de corpo estranho (ACE) é um evento adverso muito comum na prática pediátrica, potencialmente fatal e que pode apresentar sintomatologia variada. Diversos fatores contribuem para o diagnóstico tardio da ACE, o que traz prejuízos exuberantes à criança e familiares. O diagnóstico pode ser feito por exames de imagem e, em geral, é necessário complementação através de broncoscopia. O presente relato irá descrever um caso desse fenômeno numa lactente jovem, evidenciando os diversos fatores de confundimento e possíveis erros diagnósticos ao longo da investigação de uma ACE.
Logo

Os artigos científicos são publicados em acesso aberto sob as licenças Creative Commons indicadas na Política de Licenciamento da Residência Pediátrica.