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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Pneumotórax espontâneo como manifestação inicial de Influenza A (H1N1) em pediatria: relato de caso

Thomas Eugenio Portes de Almeida; Raisa Nalin Bucater; Thalia Vieira Pires; Isabela Daher Anbar; Fernanda Fortuci Resende Botelho

Resid Pediatr. 2023
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OBJETIVO: Relatar um caso de uma criança com H1N1 com pneumotórax espontâneo como manifestação inicial.
DESCRIÇÃO DO CASO: Escolar, 8 anos, masculino, história de tosse seca há um dia, evolui com dispneia, tosse produtiva, taquipneia, taquicardia e enfisema subcutâneo, referenciado para hospital terciário. À admissão no hospital apresenta-se taquicárdico com enfisema subcutâneo palpável bilateralmente na parede torácica, em uso de máscara de oxigênio e evidenciando quedas na saturação arterial de oxigênio. Ausculta pulmonar com roncos, sibilos expiratórios e retração de fúrcula. Administrado corticoide, broncodilatador, oxigenoterapia e antibioticoterapia. Avaliação radiológica evidenciou pneumotórax bilateral e enfisema subcutâneo bilateral. Optada pela internação em Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTI-Ped). Realizada drenagem de tórax bilateral, intubação e ventilação mecânica. No sexto dia de internação obteve resultado positivo para Influenza A H1N1. Recebeu alta da UTI-Ped no nono dia de internação e alta hospitalar no dia seguinte, assintomático.
COMENTÁRIOS: O pneumotórax como manifestação inicial em criança com Influenza A (H1N1) é uma entidade rara. O presente caso reforça a necessidade de ampliar as opções de diagnóstico diferencial na criança com pneumotórax espontâneo.
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