Resultados da Busca
Premiações, parabéns, agradecimentos, e-book e desafios: 10 anos da revista Residência Pediátrica
Clemax Couto Sant´Anna
Resid Pediatr. 2021COVID-19 e suas manifestações nas crianças: uma revisão da literatura
Ana Flávia Lacotis; Ana Clara Benites-Ciani-de-Carvalho-Oliveira; Carolina Magalhães-Britto-Rodrigues; Rodrigo Afonso da Silva Sardenberg
Resid Pediatr. 2021Perfil de ensaios clínicos pediátricos para COVID-19 no ClinicalTrials.gov: uma revisão sistemática
Marina Romi Zanatta Covolan; Luiza Regina Vilela Costa Tsuruda; Daniela Sampaio Silva; David Aciole Barbosa; Rubens Pasa; Karine Frehner Kavalco; Fabiano Bezerra Menegidio
Resid Pediatr. 2021OBJETIVO: Assim, esse estudo conduziu uma revisão de ensaios clínicos registrados no banco de dados Clinical Trials sobre o tratamento medicamentoso em pacientes pediátricos com COVID-19.
MÉTODOS: Uma pesquisa sistemática foi realizada no banco de dados Clinical Trials (https://clinicaltrials.gov/) usando a técnica de rastreamento da web para coletar ensaios clínicos re-gistrados que conduziram tratamento medicamentoso em pacientes pediátricos de 0 a 17 anos. Após as drogas utilizadas serem identificadas, sua posologia e outras informações pertinentes foram obti-das junto aos bancos de dados DrugBank (https://go.drugbank.com) e no DrugBase (https://www.drugbase.de).
RESULTADOS: Foram encontrados na pesquisa 8 ensaios clínicos classifi-cados como concluídos e 34 em andamento direcionados aos pacientes pediátricos. Os Estados Uni-dos foi o país que mais desenvolveu pesquisas envolvendo o uso medicamentoso em pacientes com COVID-19 pediátrica. A hidroxicloroquina foi a droga mais observada no tratamento dos pacientes pediátricos, seguida da remdesivir. Um aumento de ensaios de fase 3 e randomizados também foi observado entre as pesquisas em andamento quando comparadas com as pesquisas concluí-das.
CONCLUSÃO: Em comparação com adultos, a COVID-19 pediátrica tem necessidades distintas de tratamento. Assim, torna-se importante a conclusão dos ensaios clínicos descritos no presente estu-do, além de mais ensaios clínicos randomizados, antes que qualquer terapêutica ou outros objetos relacionados aos processos de manejo clínico para COVID-19 possam ser adequadamente recomen-dados e aplicados no tratamento pediátrico.
Síndrome de Hamman na infância - relato de caso
Caroline Scantamburlo Martins; Alline de Mello Ramalho; Anyne Silva Bairral França; Ana Carolina Gaudard; Victor Kamel Farsoun Junior
Resid Pediatr. 2021RELATO DE CASO: Paciente do sexo masculino, oito anos, com quadro de tosse, dispneia e cornagem sem melhora ao tratamento para asma, a base de corticoide venoso e broncodilatador inalatório. Paciente foi submetido à extensa investigação com exames de imagem que sugeriram e confirmaram diagnóstico de pneumomediastino, excluindo causas externas - como trauma ou cirurgia de tórax - que pudessem ter evidente relação com as características observadas. O quadro teve involução espontânea com tratamento de suporte.
CONCLUSÃO: Síndrome de confirmação diagnóstica por imagem, geralmente de evolução benigna, com resolução espontânea e necessidade apenas de tratamento de suporte.
Encefalocele nasoetmoidal e nasofrontal: relato de caso
Mariana dos Santos Teixeira; Fabiana Jorge Bueno Galdino Barsan; Valéria Cardoso Alves Cunali; Barbara Elias do Carmo Barbosa; Kellen Cristiny Oliveira
Resid Pediatr. 2021RELATO DE CASO: Lactente, sexo feminino, nascida a termo, parto vaginal, 3,570g, natural e procedente de Uberaba. Após nascimento permaneceu internada devido à cardiopatia congênita e síndrome de Down, sendo realizado cirurgia cardíaca. Nesse período, ao ser realizado fisioterapia respiratória percebeu-se dificuldade de introduzir sonda nasal aspirativa, sendo encaminhada ao otorrino, sem achados significativos, foi realizado tomografia craniana aos 4 meses, que diagnosticou a lactente com encefalocele nasoetmoidal e nasofrontal. A encefalocele é uma anomalia rara, com alto índice de morbidade, mortalidade e risco de complicações. Ela está relacionada com outras patologias diagnosticada na paciente e o com os fatores antecedentes ao nascimento, causas genéticas e ambientais.
COMENTÁRIOS: Embora a encefalocele seja rara, com alta mortalidade e morbidade, é de grande importância conhecer sobre os fatores que estão relacionados com essa anomalia, tanto para diagnóstico precoce, quanto para prevenção.
Astrocitoma intramedular na infância
Caroline Paula Silva; Carolina Rodrigues Ercolano; Dayara Mussi Salomão; Thaiza Helena Labre Abdalla; Ana Paula Kuczynski,
Resid Pediatr. 2021Estudo comparativo dos critérios para o diagnóstico da tuberculose pulmonar infantil
Maria Eugênia de Camargo Julio; Alexandra Monteiro; Mônica de Cássia Firmida; Diego Rodrigues Tavares; Ana Josiele Ferreira Coutinho
Resid Pediatr. 2021Associação do peso ao nascer no desenvolvimento de sobrepeso/obesidade em escolares com idade entre 5-9 anos em Fortaleza, Ceará, Brasil
Ellen Mourão Soares Lopes; Erika Feitosa Queiroz; Naiara Nogueira de Araújo Meneses Cavalcante; Virna da Costa e Silva,
Resid Pediatr. 2021OBJETIVO: Este trabalho pretende verificar a associação entre o peso ao nascimento e sobrepeso/obesidade em crianças de 5 a 9 anos.
MÉTODOS: Estudo observacional e descritivo, transversal, com dados primários de amostra de 500 escolares de 5 a 9 anos de instituições públicas da cidade de Fortaleza/CE. Utilizaram-se dados coletados por formulário estruturado, de relato da história familiar pelos responsáveis, e medidas de peso e estatura aferidas durante entrevista. Variáveis contínuas foram comparadas por testes não-paramétricos e variáveis independentes por qui-quadrado e do teste exato de Fisher, significativas com valor p<0,05.
RESULTADOS: Baixo peso (<2.500g) e peso superior a 3.500g correlacionaram-se positivamente com sobrepeso/obesidade. Quarenta por cento dos que nasceram com baixo peso e 52,9% dos que nasceram com peso superior a 3.500g tinham sobrepeso/obesidade na idade escolar (p=0,001). Observou-se também associação estatisticamente significante com a classe social mais baixa (OR=3,51; IC95%: 1,60-7,69), com a renda per capita maior (OR=1,59; IC95%: 1,08-2,33) e com o peso ao nascer >3.500g (OR=2,55; IC95%: 1,67-3,90).
CONCLUSÃO: Este estudo demonstrou associação estatisticamente significativa entre o peso ao nascer com sobrepeso e obesidade, corroborado por outros estudos que também investigaram essa associação.
Deficiência intelectual e dismorfias em criança com deleção 14q32.31-q32.33: relato de caso
Simone de Menezes Karam,; Roberto Giugliani,; Sharbel W. Maluf; Kevin Francisco Durigon Meneghini; Mariluce Riegel,
Resid Pediatr. 2021OBJETIVO: O teste para micro-arranjos cromossômicos é considerado o teste diagnóstico padrão para pacientes que apresentem deficiência intelectual ou atraso global no desenvolvimento inexplicados, desordens do espectro autista e anomalias congênitas múltiplas sem diagnóstico clínico, pois o referido teste é bastante sensível, aumentando a chance de diagnóstico e mostrando a região envolvida e seu tamanho.
DESCRIÇÃO DO CASO: Este é o relato sobre uma menina com deficiência intelectual, hipotonia, retardo de crescimento pós-natal e dismorfias com uma deleção terminal em 14q cujo diagnóstico foi elucidado somente após seis anos através do teste para micro-arranjos cromossômicos.
Anemia grave aguda desencadeada por eritrovírus B19
Alline de Mello Ramalho; Isabela de Atayde Pacheco Cordeiro; Caroline Scantamburlo Martins; Anyne Silva Bairral França; Carolina Castello Branco Otoni de Miranda
Resid Pediatr. 2021OBJETIVO: Relatar caso de crise aplástica transitória desencadeado por eritrovírus em escolar previamente hígida.
RELATO DE CASO: Paciente de 10 anos, com quadro de inapetência, vômitos, astenia e três episódios de queda da própria altura. Exames laboratoriais sugeriram anemia grave e confirmaram crise aplástica transitória desencadeada por eritrovírus B19.
CONCLUSÃO: Este relato contribui para informar os profissionais sobre a crise aplástica transitória desencadeada por eritrovírus B19 em criança previamente hígida, como alerta para um diagnóstico precoce e um bom tratamento de suporte. Este caso teve uma evolução benigna, houve a necessidade de transfusão sanguínea e o tratamento foi somente de suporte.