Resultados da Busca
Puberdade precoce central familiar por inativação do gene MKRN3: relato de caso
Carolina de Oliveira Cavalcanti Assumpção; Luciana Ribeiro Montenegro; Paulo Ferrez Collett-Solberg; Daniel Luis Schueftan Gilban; Ana Paula Neves Bordallo; Clarice Borschiver de Medeiros; Ana Claudia Latrônico; Isabel Rey Madeira
Resid Pediatr. 2022Psicologia hospitalar: estratégias de enfrentamento utilizadas pelos familiares de crianças em cuidados paliativos em um hospital oncológico de referência na cidade de Manaus
Ágata Gomes Silva; Jaida Souza Costa; Lúcia Araújo Silva
Resid Pediatr. 2022Diagnóstico precoce de doença de Kawasaki durante pandemia de COVID-19: relato de caso
Daniele Paola da Silva Wizbicki; Vanessa Oliveira Duarte; Vanessa Borges Platt
Resid Pediatr. 2022RELATO DE CASO: Paciente masculino de 6 anos e 1 mês de idade com relato de febre persistente há 72 horas, exantema polimorfo, sintomas gastrointestinais, evoluindo com hiperemia conjuntival bilateral sem exsudato, língua em framboesa, piora das lesões cutâneas associada à edema de extremidades. Ecocardiograma com achado de aneurisma coronário. Iniciado tratamento para doença de Kawasaki com resposta terapêutica satisfatória e diminuição da dilatação de coronária.
CONCLUSÃO: Este relato apresenta a importância de considerar a doença de Kawasaki como diagnóstico diferencial em casos de síndromes febris. O diagnóstico precoce permite o tratamento para melhora dos desfechos.
Acidente vascular cerebral em crianças: análise histórica no Brasil
Felipe Kalil-Neto; Maria Valeriana Leme de Moura Ribeiro; Fernanda de Oliveira Schmidt; Ayrton Massaro
Resid Pediatr. 2022TOD: perspectivas comportamentais e sua associação ao TDAH e à TC
Taynara Souza Silva; Julia Sachetin Fontoura; Viviane Araújo e Silva de Carvalho; Glenia Arantes Maia
Resid Pediatr. 2022Mucopolissacaridose tipo VI (síndrome de Maroteaux-Lamy): 15 anos de seguimento clínico após terapia de reposição enzimática
River Guilherme Ribeiro; Isadora de Lima Xavier Andrade; Zumira Aparecida Carneiro; Rosalvo Streit Júnior; Charles Marques Lourenco
Resid Pediatr. 2022Alterações endocrinológicas em crianças e adolescentes sobreviventes de linfoma de Hodgkin
Luiza Marcolla Bordin; Tiago Hessel Tormen; Suzana Nesi França
Resid Pediatr. 2022OBJETIVOS: Avaliar as endocrinopatias presentes em pacientes submetidos ao tratamento do LH na infância e adolescência, correlacionar essas alterações com as características do tratamento e propor um protocolo de avaliação e seguimento.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo, longitudinal, que, através de revisão de prontuário, avaliou crianças e adolescentes de 0-18 anos, sobreviventes do LH, com tratamento inicial e seguimento mínimo de 3 anos em um serviço de oncologia pediátrica, entre o período de 1990 e 2015.
RESULTADOS: A amostra foi composta por 75 indivíduos com média de idade ao diagnóstico de 9,2 anos e tempo de seguimento de 8,6 anos. Todos haviam sido submetidos à quimioterapia e 85,3% à radioterapia, com dose média de 25,7Gy. Foram excluídos 12 indivíduos por abandono de tratamento ou óbito. Ao menos uma alteração endocrinológica estava presente em 20,6% dos pacientes, sendo que 100% desses apresentavam disfunções tireoidianas, sendo o hipotireoidismo a mais frequente. Não foi possível avaliar a função gonadal, massa óssea, metabolismo da glicose ou dislipidemia na amostra devido à escassez de dados e período curto de seguimento.
CONCLUSÃO: A elaboração de um protocolo de avaliação e seguimento destes pacientes é necessária para padronização e diagnóstico precoce de comorbidades. O conhecimento das repercussões do tratamento é essencial para viabilizar uma qualidade de vida adequada ao sobrevivente.
Ebstein-Barr vírus associado à dermatopolimiosite: relato de caso
Ana Clara Aragão Fernandes; Francisco Carlos Brilhante Neto; Laura Janne Lima Aragão; Cítara Trindade de Queiroz; Maria Luiza Bezerra Vieira; Anaís Conception Marinho Andrade de Moura
Resid Pediatr. 2022OBJETIVO: Relatar o caso de uma paciente com associação entre EBV e dermatopolimiosite.
RELATO DE CASO: Menina, 5 anos, com lesões de pele eritemato-descamativas em região extensora nos membros superiores e inferiores. Durante acompanhamento, a genitora retorna referindo piora da paciente, queixando-se de febre intermitente, infecção de via aérea superior e piora das lesões de pele com dificuldade ao deambular e sentar há aproximadamente três semanas. Ao exame físico encontrava-se com faringoamigdalite, adenomegalias cervical, axilar, inguinal e hepatomegalia. Pele com máculas eritematosas descamativas e pruriginosas em membros e sobre as articulações metacarpofalangeanas e interfalangeanas, fraqueza da musculatura pélvica e artralgia em joelhos e tornozelos. Foi submetida à biópsia muscular, a qual apresentou padrão para dermatopolimiosite, sendo, assim, iniciada imunossupressão com metrotrexato. Em conseguinte, obteve melhora laboratorial e clínica referente ao quadro de mononucleose e da sintomatologia referente a dermatopolimiosite. Segue em tratamento especializado e fisioterapia motora.
CONCLUSÃO: Deve-se atentar para a influência do componente viral, como o Epstein-Barr vírus, na patogênese da dermatopolimiosite em indivíduos geneticamente predispostos a doenças autoimunes.
Diagnóstico de colelitíase intraútero no 3º trimestre gestacional: relato de caso e revisão de literatura
Juliana Dal Pozzo Novaes; Cristina Teologides Marcon; Eduardo Vieira de Souza; Carolina Mie Sato; Alliny Beletini da Silva; Ana Carolina Goyos Madi; Carolina Talini
Resid Pediatr. 2022Histiocitose de células de Langerhans com acometimento exclusivo da pele
Luana Moraes Campos; Vanessa Alice Amorim; Maria Laura Malzoni; Gabriela Roncada Haddad
Resid Pediatr. 2022