Logo

ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

Powered by Google Translate

Volume 6 Sup 1 / 2016

Edição completa

JAN/ABR - 2016
Editorial
Apresentação
Artigo de Revisão
Responsabilidade do médico plantonista

Carlindo de Souza Machado e Silva Filho

Resid Pediatr. 2016;6
|
| TEXTO COMPLETO
Discute-se a responsabilidade do médico plantonista enfocando os principais problemas do dia-a-dia das Unidades de Saúde.
O médico plantonista deverá, sempre, salvo motivo de força maior, respeitar seus horários de entrada e de saída, jamais saindo do hospital antes da chegada de seu substituto. Palavras-chave: plantão médico, ética médica.
Alta em pediatria: Análise da autonomia e do risco

Arnaldo Pineschi de Azeredo Coutinho

Resid Pediatr. 2016;6
|
| TEXTO COMPLETO
O entendimento do risco envolvido na conduta médica é fator fundamental de prevenção de danos, principalmente na alta hospitalar e na alta a pedido dos responsáveis. Essa situação ocorre geralmente quando não há tempo suficiente de se estabelecer uma boa relação com os responsáveis pela criança. Palavras-chave: alta hospitalar, autonomia, risco.
A autonomia e o respeito pelo ser humano

Arnaldo Pineschi de Azeredo Coutinho

Resid Pediatr. 2016;6
|
| TEXTO COMPLETO
A autonomia refere-se à capacidade que a pessoa possui para decidir sobre aquilo que ela julga ser o melhor para si. A autonomia também não deve ser entendida como direito absoluto: seus limites são dados pelo respeito à dignidade e à liberdade dos outros e da coletividade. Palavras-chave: autonomia pessoal, populações vulneráveis, criança, adolescente.
Relação médico-paciente

Aderbal Tadeu Mariotti

Resid Pediatr. 2016;6
|
| TEXTO COMPLETO
Em Pediatria a relação médico-paciente tem peculiaridades próprias, pois aquele a quem se chama de paciente não é uma criança, e sim a mãe, o pai ou o cuidador. Na realidade, é com a mãe ou o pai a quem o médico constrói a relação médico-paciente de fato. Palavras-chave: relações médico-paciente, humanização.
Como dar notícias difíceis

Carlindo de Souza Machado e Silva Filho

Resid Pediatr. 2016;6
|
| TEXTO COMPLETO
Na nossa prática clínica diária precisamos estar preparados para o momento de darmos as notícias ruins de uma forma que o paciente e/ou seus familiares sintam-se respeitados, acolhidos e compreendam que, realmente, estamos, de alguma forma, vivenciando aquele momento com eles. Palavras-chave: comunicação, relações médico-paciente.
Morte encefálica e doação de órgãos e tecidos

Mário Roberto Hirschheimer

Resid Pediatr. 2016;6
|
| TEXTO COMPLETO
A morte encefálica é um produto dos avanços tecnológicos, em que é possível manter artificialmente a frequência cardíaca, a ventilação pulmonar, a pressão arterial, a temperatura e a homeostase bioquímica, mesmo após a parada das funções encefálicas. Palavras-chave: morte encefálica, doação de órgãos tecidos.
Cuidados paliativos pediátricos

Simone Brasil de Oliveira Iglesias; Ana Cristina Ribeiro Zollner; Clóvis Francisco Constantino

Resid Pediatr. 2016;6
|
| TEXTO COMPLETO
Em Pediatria, os cuidados paliativos são aqueles que previnem, identificam e tratam crianças que sofrem com doença crônica, progressiva e avançada, suas famílias e equipes que os atendem. Eles são apropriados, em qualquer fase da doença, e oferecem mais vantagens quando oferecidos cedo, juntamente com outras terapêuticas orientadas para curar ou controlar a doença subjacente. Palavras-chave: cuidados paliativos, manejo da dor, comunicação, espiritualidade, luto.
Ética em pesquisa em crianças e adolescentes

Rosana Alves

Resid Pediatr. 2016;6
|
| TEXTO COMPLETO
Esta revisão propõe apresentar breve histórico da evolução da ética em pesquisa com participação de crianças, com posterior discussão sobre a legislação brasileira que trata do assunto. Aponta fragilidades na atuação de profissionais de saúde, consequente à formação profissional deficiente na área de humanidades e aponta necessidades para melhor entendimento sobre pesquisa em crianças e adolescentes. Palavras-chave: ética em pesquisa, criança.
Publicidade médica

Paulo Tadeu Falanghe

Resid Pediatr. 2016;6
|
| TEXTO COMPLETO
As mídias sociais também devem ser lidadas com cautela e consciência ética. Não podemos correr o risco de desqualificar a prática da Medicina e desmantelar o laço de honestidade construído entre o médico e a população. Palavras-chave: publicidade como assunto, ética médica.
Logo

Todos os artigos publicados pela revista Residência Pediátrica utilizam a Licença Creative Commons