ISSN-Online: 2236-6814

https://doi.org/10.25060/residpediatr

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Bruno Carminatti da Silva; Jaqueline Cavalcanti de Albuquerque Ratier; Mônica Lisboa Chang Wayhs; Camila Marques de Valois Lanzarin; Renata Meirelles Gaspar Coelho Tomazzoni

Resid Pediatr. 2024;14(4): - Relato de Caso - DOI: 10.25060/residpediatr-2024.v14n4-1155

Resumo PDF Português
A gastrite eosinofílica é uma patologia rara caracterizada por uma densa infiltração de eosinófilos na mucosa gástrica. Os processos fisiopatológicos sugeridos são multifatoriais e envolvem mecanismos que se situam entre uma resposta mediada por imunoglobulina E e outra do tipo T helper 2 tardia. A apresentação clínica é variável e há forte associação entre distúrbios alérgicos e gastrite eosinofílica. Neste relato descrevemos os achados clínicos e laboratoriais da gastrite eosinofílica em um menino de 9 anos, tratado com prednisolona e esomeprazol em dose dobrada.

Taquicardia ortostática postural em adolescentes: como e por que diagnosticar

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Taquicardia ortostática postural em adolescentes: como e por que diagnosticar

Camila Magalhães Silva; Ludimila Dos Anjos Teixeira Romão; Lalleinny Franthiesca da Costa Alves; Roberta Leão Bassi; Rose Mary Ferreira Lisboa da Silva; Fátima Derlene da Rocha Araújo; Zilda Maria Alves Meira

Resid Pediatr. 2024;14(4): - Relato de Caso - DOI: 10.25060/residpediatr-2024.v14n4-1161

Resumo PDF Português
Síndrome da taquicardia postural ortostática (POTS) é uma síndrome heterogênea rara secundária a um distúrbio do sistema nervoso autônomo que se manifesta por taquicardia sinusal sustentada e sintomática em posição ortostática, sem hipotensão arterial. Os sintomas crônicos são inespecíficos e associados a diversos aparelhos, podendo ser incapacitantes com grande prejuízo da qualidade de vida. Embora pouco conhecida pelos cardiologistas é entidade importante no diagnóstico diferencial de pré-síncope. Apresentamos um relato de caso de uma adolescente encaminhada à cardiologia pediátrica para investigar episódios intermitentes e recorrentes de sudorese, dor torácica, perda de tônus muscular sem perda de consciência, palpitações, palidez e taquicardia. À anamnese relatou ainda outros sintomas associados a prejuízo das atividades de vida diária e rendimento escolar. Após exame físico detalhado (avaliação da frequência cardíaca e pressão arterial) e exames complementares (eletrocardiograma, ecocardiograma transtorácico e Tilt Test), foi possível diagnosticá-la com síndrome de POTS e instituir o tratamento (farmacológico e não farmacológico) com melhora da qualidade de vida e controle dos sintomas. O reconhecimento dessa doença, de descrição recente na história da medicina, depende da suspeição clínica durante anamnese e exame físico permitindo instituir tratamento com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do doente.