VOLUME 7 - NÚMERO 2 2017

Editorial
Artigo de Revisão

2 - Manejo social da deficiência: da exclusão para a inserção social, uma revisão bibliográfica

Social management of disability: from exclusion to social inclusion, a bibliographic review

Manejo social de la deficiencia: de la exclusión para la inserción social, una revisión bibliográfica

Lívia Rangel Lopes Borgneth; Alice Yuriko Shinohara Hassano; Luciane Gaspar Guedes; Márcia Gonçalves Ribeiro

Resid Pediatr. 2017;7(2):58-64 DOI: https://doi.org/10.25060/residpediatr-2017.v7n2-02

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O artigo se originou da revisão bibliográfica realizada para a dissertação de mestrado intitulada “Estudo da Oferta e Análise de Programas de Reabilitação para a População Infanto-Juvenil com Deficiência no Município do Rio de Janeiro”, apresentada no programa de Pós-Graduação do Departamento de Clínica Médica da UFRJ em dezembro de 2016. A história de como a humanidade lida com a pessoa deficiente desde o início de nossa civilização até os tempos atuais retrata a evolução do manejo social da deficiência. Esta revisão situa o longo caminho que foi trilhado deste do tempo em que a exclusão social era a norma, para os para a esperada inserção social desta grande população, que inclui crianças e adolescentes. Mostra que ainda convivemos com as diferentes maneiras de se lidar socialmente com a questão da deficiência, o que influencia políticas e práticas de gestão na área da saúde que precisam ser repensadas. A divulgação para jovens médicos deste processo cria maior possibilidade de que a crescente população de crianças e adolescentes com deficiência venha a ser tratada com mais eficiência. Ampliar conhecimentos sobre a situação da reabilitação é necessário, visto que avanços científicos e tecnológicos, aliados a constantes conquistas sociais, viabilizam cada vez mais a inserção social de pessoas que antes estariam restritas a uma vida de exclusão social.
Caso Interativo

3 - Dois pacientes de diferentes faixas etárias com convulsões. Qual o seu diagnóstico? Parte I

Two patients of different age groups presented convulsions. What is the diagnosis? Part I

Dos pacientes de diferentes edades con convulsiones. ¿cuál es su diagnóstico? Parte I

Aline de Souza Mendes; Larissa Costa de Oliveira Pessin; Joyce Marques da Suilva Alves; Juliana Silveira Barreto; Alexandre Arêdo Castiglione; Adriana Paiva de Mesquita; Danielle Christian de Arruda Costa

Resid Pediatr. 2017;7(2):65-68 DOI: https://doi.org/10.25060/residpediatr-2017.v7n2-03

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Artigo Original

4 - Urticária aguda como manifestação de infecções virais na infância

Acute urticaria as a manifestation of viral infections in childhood

Urticaria aguda como manifestación de infecciones virales en la infancia

Bruna Piassi Guaitolini; Priscilla Filippo Alvim de Minas Santos; Gabriela Dias; Denise Pedrazzi; Eduardo Costa

Resid Pediatr. 2017;7(2):69-72 DOI: https://doi.org/10.25060/residpediatr-2017.v7n2-04

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OBJETIVO: Relatar série de casos de urticária aguda associada a infecções virais. MATERIAL E MÉTODOS: Relato de série de casos de crianças com diagnóstico de urticária aguda associada a infecções virais e revisão da literatura. RESULTADOS: Foram avaliados sete pacientes, sendo três do genêro feminino, com idade média de 3 anos. Três pacientes apresentaram lesões urticariformes, sem outros sintomas associados. Os demais pacientes apresentaram quadro prévio característico de infecção de vias aéreas superiores. Todos foram avaliados em serviço de emergência, medicados com anti-histamínicos e referenciados para avaliação por especialista em alergia e imunologia. O período de remissão da urticária variou entre 5 a 15 dias. Na investigação diagnóstica, duas crianças apresentaram sorologia IgM reativa para Parvovírus B19, três apresentaram sorologia IgM reativa para vírus de Epstein Barr (EBV), uma apresentou IgM reativa para EBV e para vírus Herpes simplex I e II e uma apresentou IgM reativa para Herpes simplex I e II. CONCLUSÃO: A urticária aguda é uma doença comum na infância, sendo a história clínica e o exame físico detalhados essenciais para o seu diagnóstico etiológico. O pediatra deve estar atento aos principais fatores desencadeantes, entre eles, as infecções virais.
Relato de Caso

5 - Kawasaki e fatores de risco para pior prognóstico

Kawasaki and risk factors for worse prognosis

Kawasaki y factores de riesgo para peor pronóstico

Thales Araujo de Oliveira; Luiz Carlos Bandoli Gomes Junior; Priscilla Aguiar Araujo; Beatriz Soffe; Cynthia Torres França da Silva

Resid Pediatr. 2017;7(2):73-76 DOI: https://doi.org/10.25060/residpediatr-2017.v7n2-05

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A doença de Kawasaki é uma vasculite sistêmica aguda, de etiologia ainda desconhecida. Atualmente, vem substituindo a febre reumática como a principal causa de cardiopatia adquirida na infância, em países desenvolvidos. Seu diagnóstico é baseado na presença de critérios clínicos, são eles: febre por cinco dias, conjuntivite bilateral não exsudativa, alterações dos lábios e mucosa oral, exantema polimórfico, linfadenopatia cervical, eritema e edema de mãos e pés com descamação periungueal. Possui como principal temor a formação dos aneurismas de coronárias. O objetivo do relato deste caso é chamar atenção para os fatores que podem favorecer a formação destes aneurismas e até mesmo o seu recrudescimento.
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