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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Perfil epidemiológico e clínico de crianças com nevo melanocítico congênito gigante em um serviço de dermatologia

Bruna Cavaleiro de Macêdo Souza; Ana Carolina Batista Pamplona de Freitas; Lorena de Britto Pereira da Cruz; Carla Andrea Avelar Pires; Jaqueline Azevedo Leão; Thais Suellen Ramos Allen; Maria Amelia Lopes Santos

Resid Pediatr. 2023
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OBJETIVO: Descrever cinco crianças com Nevo Melanocítico Congênito Gigante (NMCG) provenientes do Serviço de Dermatologia da Universidade do Estado do Pará, em Belém/PA, Brasil.
DESCRIÇÃO DOS CASOS: Pacientes com idades entre 1 e 11 anos, sendo quatro do sexo feminino, todos pardos, bom estado nutricional, pré-natal sem intercorrências e negavam consanguinidades. Os cinco casos apresentavam lesões no tronco, com diversos padrões de distribuição: calção de banho (1), corpo (1), costas (1) e bolero (2), maioria com mais de cinquenta lesões-satélites contendo hipertricose e prurido. Na análise histopatológica, todos foram compatíveis com nevo, um dos casos teve associação com neurofibroma, dois com melanose neurocutânea e um desses com melanoma no cérebro evoluindo para óbito.
COMENTÁRIOS: o Nevo Melanocítico Congênito Gigante é uma afecção rara, definida pela presença de lesão melanocítica, medindo no mínimo 20cm, presente desde o nascimento. Tem sua relevância clínica pela associação com complicações graves como o melanoma e/ou melanose neurocutânea. O registro dessa casuística visa contribuir com maior conhecimento sobre a doença, que traz implicações físicas, psicoemocionais, sociais e risco de malignidade.
Líquen aureus na infância: um diagnóstico a ser reconhecido

Maria Fernanda de Almeida Cavalcante Aranha; Maria Amélia Lopes dos Santos; Carla Andréa Avelar Pires; Ana Carolina Magalhães Nascimento; Marina Lopes de Freitas Freire; Rafaela Garcia Pereira; Luana Bastos de Mont’ Alverne Ferreira

Resid Pediatr. 2026
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O Líquen aureus é uma forma rara de dermatose purpúrica pigmentada, a qual é incomum em crianças. Diante disso, objetiva-se relatar um caso de Líquen aureus no membro inferior de uma paciente pediátrica, destacando a apresentação clínica, diagnóstico e o manejo terapêutico utilizado. Retratou-se o caso de uma paciente do sexo feminino, 6 anos, a qual apresentou lesões cutâneas no membro inferior direito há 2 anos, que aumentaram progressivamente em número e tamanho. As lesões, caracterizadas por máculas eritematosas, purpúricas e acastanhadas, algumas com superfície liquenóide, coalescentes em faixa larga, foram submetidas ao exame dermatoscópico e à biópsia de pele, confirmando o diagnóstico de Líquen aureus. Prednisona e colchicina oral foram instituídos como tratamento, com controle satisfatório das lesões. Nesse contexto, o Líquen aureus apresenta desafios diagnósticos e terapêuticos, especialmente em crianças. Este caso ressalta a necessidade de atenção especial às características clínicas da doença, objetivando o reconhecimento diagnóstico nos atendimentos pediátricos. Embora o prognóstico seja geralmente favorável, a involução pode resultar em manchas inestéticas que podem trazer repercussões psicossociais aos pacientes.
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