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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Diafragma mucoso pré-pilórico cursando com vômitos de repetição em recém-nascido - Relato de caso e Revisão da literatura

Luiz Guilherme Pereira da Silva; Isabella Regina Albero Casale; Gabriel Alberto Brasil Ventura; Nathalie Fonseca Thurler; Nailu Leanina Garrido Lopes; Diamari Caramelo Ricci Cereda; Maria Lúcia de Pinho Apezzato

Resid Pediatr. 2023
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OBJETIVO: Relatar o caso de um recém-nascido (RN) portador de diafragma mucoso pré-pilórico com repercussão no ganho ponderal e aceitação alimentar, cursando com quadro de vômitos de repetição. Esta é uma malformação congênita rara do grupo das obstruções gástricas e corresponde a, aproximadamente, 1% de todas as etiologias de obstrução gastrointestinal no período neonatal.
DESCRIÇÃO: RN feminina, iniciou vômitos pós-alimentares com 4 horas de vida. Realizadas múltiplas tentativas de reintrodução alimentar via oral, mantidos episódios de vômitos pós-mamadas e ganho ponderal inadequado. Exames de imagem não mostraram obstrução intestinal, procedeu-se com endoscopia digestiva alta (EDA) no 19º dia de vida, que identificou e corrigiu diafragma mucoso pré-pilórico com transposição da membrana pelo aparelho. Reintroduzida fórmula, com aumento paulatino da oferta e ganho ponderal satisfatório. Recebeu alta com 24 dias de vida, com aceitação total da dieta e remissão completa do quadro.
COMENTÁRIOS: Este estudo mostra que é importante considerar a realização de EDA em quadros de vômitos neonatais prolongados, após excluídas causas mais prevalentes, como APLV e DRGE, pois ela é capaz de diagnosticar e tratar algumas causas de obstrução do trato gastrointestinal, como o diafragma mucoso pré-pilórico.
Análise dos desfechos clínicos e laboratoriais de recém-nascidos com reação de incompatibilidade ABO

Mariana Curto Pasin; Nicole Lee Udsen,; Maria Renata Tollio Chopard; Nathalie Fonseca Thurler; Gabriel Alberto Brasil Ventura,; Alexandre Sales Neto

Resid Pediatr. 2026 e1539
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INTRODUÇÃO: A reação de incompatibilidade do sistema ABO, apesar de frequente na população, cursa com baixa incidência de doença hemolítica do recém-nascido (DHRN) e de necessidade de tratamento com fototerapia. Existem controvérsias na literatura a respeito da positividade dos testes imunológicos e sua correlação com o quadro clínico de doença hemolítica.
OBJETIVO: descrever e analisar a evolução clínica e laboratorial, assim como as medidas terapêuticas adotadas para todos os pacientes que apresentaram teste de eluato positivo num período de 1 ano.
MÉTODO: Estudo de coorte retrospectiva realizado em um hospital público da cidade de São Paulo, Brasil.
RESULTADOS: Foram incluídos 360 recém-nascidos, com predomínio de pacientes com tipagem A e teste de Coombs direto negativo. Do total, 43,6% dos pacientes necessitaram de fototerapia e 25,8% apresentaram DHRN.
CONCLUSÃO: os pacientes avaliados apresentaram evoluções clínicas, laboratoriais, desfechos e tratamentos diversos ao longo dos primeiros dias de vida, com pouca necessidade de tratamento com fototerapia e ausência de desfechos graves.

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