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Manifestações graves da doença de Kawasaki em tempos de COVID-19: relato de caso
Haroldo Teófilo de Carvalho; Lívia Thomazi; Regis Cilia; José Roberto Fioretto; Mário Ferreira Carpi
Resid Pediátr. 2020Diagnóstico e tratamento da síndrome inflamatória multissistêmica temporalmente relacionada à COVID-19 em adolescente: relato de caso
Haroldo Teófilo de Carvalho; Regis Cília; Lívia Thomazi; José Roberto Fioretto; Mário Ferreira Carpi
Resid Pediátr. 2021Síndrome de Pfeiffer tipo 2: relato de um caso
Lais Miranda Balseiro; Ingrid Pimentel Buosi; Haroldo Teófilo de Carvalho; Mauro Hatsuo Suetugo; Luis Antônio Baraldi
Resid Pediátr. 2021RELATO DE CASO: Recém-nascido do sexo masculino, pré-termo de 33 semanas e 2 dias, ultrassonografia seriada sugerindo no segundo trimestre presença de craniossinostose e outras anomalias como vértebras irregulares e estreitas, paquigiria e ventriculomegalia, sendo confirmada posteriormente com ressonância magnética. Não foram necessárias medicações e manobras obstétricas para o nascimento. Apgar de 4, frequência cardíaca menor que 100bpm, evolução respiratória precária, havendo necessidade de intubação orotraqueal, cateterismo venoso umbilical e sonda orogástrica. Com 2 horas de vida, apresentou bradicardia juntamente com instabilidade hemodinâmica, evoluindo para uma parada cardiorrespiratória sem sucesso na reanimação cardiopulmonar. Foi à óbito 3 horas após nascido.
COMENTÁRIOS: A síndrome de Pfeiffer é rara, sendo a tipo 2 a mais letal por possuir crânio em forma de trevo. É associada a mutações genéticas em receptores de crescimento de fibroblastos FGFR1, FGFR2 e FGFR3. A fusão prematura das suturas cranianas impede o crescimento normal do crânio interferindo no formato da face e cabeça. O prognóstico está associado à gravidade das anomalias e ao diagnóstico precoce através da história gestacional e familiar, por exames físicos detalhados e de imagens (ultrassonografia tridimensional e ressonância magnética). O paciente deve possuir tratamento multidisciplinar logo ao nascimento.
Fatores de risco relacionados à falha de extubação em unidade de terapia intensiva pediátrica
Haroldo Teófilo de Carvalho,; José Roberto Fioretto; Lívia Thomazi; Mário Ferreira Carpi; Rossano Cesar Bonatto; Beatriz Aveiro Santos; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos
Resid Pediátr. 2022OBJETIVO: Apresentamos os resultados de um estudo observacional realizado em unidade de terapia intensiva pediátrica durante um ano, que teve como objetivo identificar os fatores de risco relacionados à falha de extubação em crianças e adolescentes ventilados mecanicamente por pelo menos 48 horas.
MÉTODOS: Foram incluídas 85 crianças entre 29 dias e 15 anos de idade, das quais 11 (12,9%) necessitaram reintubação.
RESULTADOS: Em nossa amostra, os fatores de risco encontrados foram idade inferior a 3 meses [OR: 2,71], ventilação mecânica por mais de 15 dias [OR: 7,30], vítimas de choque [OR: 2,45], vítimas de parada cardiorrespiratória [OR: 8,0] e aqueles que foram submetidos a trocas de cânulas de intubação [1,97].
CONCLUSÃO: Essas condições aumentaram o risco de falha de extubação em nossa amostra.
Arritmia cardíaca - análise do perfil epidemiológico dos pacientes atendidos em ambulatório de cardiologia pediátrica
Haroldo Silvio Reis Mundim; Ana Beatriz Ribeiro Cardoso; Rossano Cesar Bonatto; Carlos Roberto Padovani; José Roberto Fioretto; Juliana Silva Rodrigues Ortiz; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos; Haroldo Teófilo de Carvalho; Leonardo Tonello Romero
Resid Pediátr. 2023Conhecimento dos médicos residentes de Pediatria quanto aos conceitos e ensino dos cuidados paliativos durante a pós-graduação
Haroldo Teófilo de Carvalho; Ana Lia Lopes Massola; José Roberto Fioretto; Rossano Cesar Bonatto; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos
Resid Pediátr. 2024MÉTODOS: Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo e fenomenológico. Resultados: Participaram 12 residentes do último ano do programa de Residência Médica, que, ao manifestarem suas concepções sobre a temática, apresentaram peculiaridades de um cuidado que vem sendo aperfeiçoado ao longo do tempo, quebrando paradigmas, como a busca pela cura e manutenção da vida a qualquer preço, sem propiciar espaço para uma abordagem voltada para o ser humano em sua integralidade. Para eles, esse nó górdio pode ser solucionado com a aquisição de habilidades técnicas, de comunicação, de reabilitação e o conhecimento do processo de morrer e da morte.
DISCUSSÃO: De forma muito inata, os seres humanos são resistentes em encarar a morte de forma natural, como parte da vida; isso decorre de aspectos sociais, culturais, espirituais, emocionais e do próprio ensino na área da saúde, evidenciado pelo desconhecimento dos entrevistados quanto à dimensão dos cuidados paliativos, sem, contudo, ignorarem sua importância.
CONCLUSÃO: Tais personagens não se sentem capacitados para interagir com pacientes e familiares com o intuito de discutir a terminalidade. Esses resultados mostram um posicionamento tímido e a necessidade peremptória dessa temática na formação profissional.
Prevalência das cardiopatias congênitas em crianças e adolescentes com síndrome de Down acompanhados em serviço de referência de cardiologia pediátrica
Yuri Castropil; Rossano Cesar Bonatto; Leticia Scaffi Oliveira; Luiza Gun; Natália Tonon Domingues; José Roberto Fioretto; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos; Haroldo Teófilo de Carvalho; Evelynne Maria Gomes Galvão da Trindade; Tatiana de Campos Melo
Resid Pediátr. 2025MÉTODO: Trata-se de estudo clínico observacional de corte transversal retrospectivo com o objetivo de identificar a prevalência das CC na população SD atendida em ambulatório de cardiologia pediátrica e analisar fatores relacionados ao prognóstico. Não houve critérios de exclusão, considerando que foram incluídos apenas pacientes com diagnóstico de SD com cardiopatias congênitas.
RESULTADOS: Analisamos 154 pacientes, 75 do sexo masculino e 79 feminino, com diferença estatística quanto à idade, peso e comprimento na admissão sendo menores no sexo feminino. O peso no momento cirúrgico apresentou associação com a mortalidade, sendo menor nos pacientes que foram a óbito. O defeito do septo atrioventricular (DSAV) total foi a cardiopatia mais prevalente e a única que apresentou associação com mortalidade.
CONCLUSÃO: A CC mais frequente é o DSAV, em acordo com os principais dados de literatura. O DSAV total e o peso cirúrgico possuem associação com a mortalidade.
Efetividade do ensino de Suporte Básico de Vida Pediátrico para leigos e profissionais da saúde em uma comunidade
Nathália Moretti Bonilha; Lays Da Silva Sales; Cristiano Martins Beserra; Geovani Ozorio Fernandes; Daniely Santos Silva; Aline Yukari Takeuchi; Jade Moraes de Oliveira; Sergio Yoshio Yamamoto; Julia Roberta Constantino; Paulo Gonçalves Martin; Mateus Boteon Della Coletta; Tatiana de Campos Melo; Haroldo Teófilo de Carvalho; José Roberto Fioretto; Joelma Gonçalves Martin
Resid Pediátr. 2025