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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Kawasaki e fatores de risco para pior prognóstico

Thales Araujo de Oliveira; Luiz Carlos Bandoli Gomes Junior; Priscilla Aguiar Araujo; Beatriz Soffe; Cynthia Torres França da Silva

Resid Pediatr. 2017
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A doença de Kawasaki é uma vasculite sistêmica aguda, de etiologia ainda desconhecida. Atualmente, vem substituindo a febre reumática como a principal causa de cardiopatia adquirida na infância, em países desenvolvidos. Seu diagnóstico é baseado na presença de critérios clínicos, são eles: febre por cinco dias, conjuntivite bilateral não exsudativa, alterações dos lábios e mucosa oral, exantema polimórfico, linfadenopatia cervical, eritema e edema de mãos e pés com descamação periungueal. Possui como principal temor a formação dos aneurismas de coronárias. O objetivo do relato deste caso é chamar atenção para os fatores que podem favorecer a formação destes aneurismas e até mesmo o seu recrudescimento.
A Tuberculose pulmonar, em lactente jovem, diagnosticada pela avaliação de contato - Relato de caso

Carolina Zosia Garest; Igor Augusto Campos; Sergio Rodrigues Mello; Ana Paula Barbosa; Priscilla Aguiar Araújo; Selma Azevedo Sias; Claudete Araújo Cardoso; Christiane Mello Schmidt

Resid Pediatr. 2021
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O objetivo deste relato é enfatizar a importância da avaliação de contatos de tuberculose (TB) a fim de detectar-se casos de infecção latente pela TB (ILTB) e de TB ativa. Esse relato de caso aborda uma lactente com dois meses de idade diagnosticada com TB pulmonar, com mãe bacilífera, cujo diagnóstico de TB ocorreu na segunda semana do puerpério. A avaliação da criança permitiu o diagnóstico e o tratamento precoce de TB pulmonar, evitando a evolução para as formas mais graves da doença (TB miliar e a meningoencefalite) e suas sequelas ou desfecho clínico em óbito.
Associação entre a avaliação clínica e funcional de crianças e adolescentes asmáticos

Luanda Alleluia; Ana Alice Amaral Ibiapina Parente; Clemax Couto Sant Anna; Maria de Fatima Pombo Sant´Anna; Paula do Nascimento Maia; Priscilla Aguiar Araújo

Resid Pediatr. 2021
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OBJETIVOS: Descrever os resultados da espirometria em crianças e adolescentes com asma, comparando-se estes achados com a classificação clínica.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo, observacional e descritivo com pacientes com asma (classificados conforme as etapas clínicas sugeridas pela diretriz internacional do Global Initiative for Asthma (GINA) e submetidos à espirometria, acompanhados no Serviço de Pneumologia Pediátrica em hospital terciário em rede do sistema único de saúde.
RESULTADOS: Em 310 exames avaliados, a média de idade foi de 10 anos; 205/310 (66,1%) exames eram de pacientes do sexo masculino; 113/310 (36,5%) encontravam-se dentro da normalidade e 178/310 (57,4%) tinham distúrbio ventilatório obstrutivo leve. A resposta broncodilatadora foi avaliada em 284/310 (91,6%) exames, sendo positiva em 32,7% (93/284). Ao se analisar a etapa de tratamento, 94/310 (30,3%) dos pacientes encontravam-se na etapa 1; 86/310 (27,7%) na etapa 2; 101/310 (32,6%) na etapa 3 e 29/310 (9,4%) na etapa 4. Após análise dos dados clínicos e funcionais, através do teste do qui-quadrado, encontrou-se associação significativa entre: espirometrias normais e com distúrbio ventilatório obstrutivo (DVO) leve com as etapas 1 e 2 (p<0,05) e DVO moderado ou grave com as etapas 3 e 4 (p<0,05); odds ratio (OR) = 5,74; intervalo de confiança 95% (IC95%) = 1,858-17,72; p-valor = 0,0008606).
CONCLUSÃO: A classificação clínica de asma através das etapas de tratamento sugerida pelo do GINA associou-se diretamente aos resultados obtidos pela espirometria em crianças asmáticas.
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