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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

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Distrofia Muscular Congênita Tipo Megaconial: um relato de caso

Maria Luiza de Andrade Correia; Eugenio Grillo; Raphaela Maintinguer

Resid Pediátr. 2025
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OBJETIVO: Descrever um caso de Distrofia Muscular Congênita tipo Megaconial. As distrofias musculares congênitas pertencem a um grupo de doenças crônicas que se manifestam com fraqueza muscular e hipotonia. Essas condições podem surgir desde o nascimento ou nos primeiros meses de vida, impactando o desenvolvimento e a qualidade de vida da criança. A Distrofia Muscular Congênita tipo Megaconial é uma doença rara, causada por mutação no gene CHKB que, além das manifestações típicas de distrofia muscular, pode apresentar deficiência intelectual, cardiomiopatia dilatada, comportamentos autistas, problemas de linguagem e alterações cutâneas semelhantes à ictiose.
RELATO DE CASO: Paciente do sexo masculino, 1 ano e 6 meses de idade, com atraso no desenvolvimento motor, hipotonia generalizada, arreflexia e lesões cutâneas. A análise genética revelou miopatia de herança autossômica recessiva com mutação nonsense em homozigose no gene CHKB, cuja variante está ausente em aproximadamente 140 mil indivíduos da população mundial e nunca foi previamente descrita na literatura médica.
CONCLUSÃO: Este relato de caso reforça a necessidade de ampliar o conhecimento sobre as distrofias musculares congênitas como diagnóstico diferencial na pediatria, especialmente em pacientes com atraso no desenvolvimento motor. Além disso, destaca a importância da realização de painel genético para a identificação de possíveis novas variantes.
Esporotricose com envolvimento do sistema nervoso em paciente pediátrico imunocompetente: relato de caso

Barbara de Miranda Schmitz; Rafaela Gomes Dadda; Raphaela Maintinguer; Bruna Cararo Machado; Bruna da Costa; Carine Machado Pereira; Carolina Galhós de Aguiar; Elson Julius Shockness; Andrew Bonifácio Ferreira; Melina Moré Bertotti; Emanuela da Rocha Carvalho,

Resid Pediátr. 2026
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Um pré-escolar do sexo masculino previamente saudável foi encaminhado a um hospital pediátrico com suspeita de meningite e hipertensão intracraniana após apresentar dor de cabeça, vômitos e tontura. Ele estava afebril. Uma tomografia craniana confirmou hidrocefalia, e a análise do líquido cefalorraquidiano sugeriu tuberculose meníngea. Uma derivação ventriculoperitoneal foi realizada e o tratamento para tuberculose foi iniciado. O paciente retornou com obstrução do cateter, dor abdominal e febre. Uma tomografia abdominal mostrou um cisto do líquido cefalorraquidiano, que foi drenado e enviado para análise, identificando Sporothrix. A sorologia para HIV foi negativa. A mãe confirmou posteriormente o contato com gatos. O tratamento para tuberculose foi interrompido e o paciente recebeu anfotericina B por 6 semanas, seguido de itraconazol por 12 meses. A hospitalização foi prolongada devido a múltiplas revisões de derivação e endocardite infecciosa causada por Streptococcus oralis devido à má saúde bucal.
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