Logo

ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

Powered by Google Translate

Resultados da Busca

Manifestações clínicas e alteração radiológica na COVID-19 neonatal: uma revisão sistemática rápida

Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Maria Dolores Salgado Quintans

Resid Pediatr. 2020
|
| TEXTO COMPLETO
OBJETIVO: Realizar uma revisão sistemática rápida sobre as manifestações clínicas e a presença de alteração radiológica em recém-nascidos com COVID-19 (PCR-RT positivo em swab).
MÉTODOS: Busca nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS com os descritores COVID-19 OR coronavírus AND (“neonat*” OR “newborn” OR “recém-nascido”), até 05 de junho de 2020.
RESULTADOS: Foram captados 344 artigos nas bases. Um artigo foi captado de forma secundária. Após as exclusões, 21 artigos permaneceram na análise final, constituindo uma amostra de 30 recém-nascidos. Destes, 33,3% foram assintomáticos e 66,7% sintomáticos. Não foi observado óbito. Os sintomas mais frequentes foram: febre (60%), taquipneia ou dispneia (60%), coriza (30%) e alteração hemodinâmica (30%). A presença de infiltrado radiológico ocorreu em 70% dos recém-nascidos; destes, cinco não apresentavam taquipneia ou dispneia.
CONCLUSÕES: A carência de estudos sobre a COVID-19 neonatal confirmada por PCR-RT positivo no recém-nascido reforça a importância dos estudos que possam compilar as informações obtidas até o momento. No presente estudo, a maioria dos recémnascidos foram sintomáticas e nenhum óbito foi observado. A elevada frequência de alteração radiológica encontrada sugere que algum comprometimento pulmonar possa ocorrer, mesmo na ausência de manifestações respiratórias.
Torção de testículo perinatal diagnosticada na sala de parto: um relato de caso

Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Marina Ragonezzi Gallucci Bianco; Luciano Barboza Sampaio; Francielle Valle Batistão; Aline Matos Paiva

Resid Pediatr. 2020
Direito de participação da criança e do adolescente na qualidade e na segurança do seu cuidado: estratégias para sua implementação

Kalline Eler; Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Aline Albuquerque; Tiago Chagas Dalcin; Claudia Regina Cachulo Lopes; Esther Angelica Luiz Ferreira

Resid Pediatr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
OBJETIVOS: A segurança é um dos domínios da qualidade em saúde. A participação da criança e adolescente na qualidade e segurança do seu cuidado, é um tema pouco explorado em pesquisas. Este estudo teve como objetivo o desenvolvimento de elementos teórico-práticos sobre o assunto.
MÉTODOS: Pesquisa teórica, com revisão da literatura com os termos “criança” AND (“segurança” OR “qualidade”) AND “direitos do paciente”, busca secundária e análise crítica dos artigos encontrados e, também, da legislação referente ao tema, além da produção científica das autoras.
RESULTADOS: No que se refere a legislação referente ao tema, a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC) é a que reconhece a criança como titular de direitos enquanto paciente. Cada criança deve ser avaliada quanto à sua possibilidade de participação no seu cuidado, mas isto nem sempre ocorre. Através de estratégias que envolvem a literacia em saúde, a comunicação efetiva, o cuidado centrado no paciente, a criança pode ser envolvida neste processo de cuidado. Destacamos as rondas centradas na família e na criança, o brinquedo terapêutico, a contação de estórias e as tecnologias interativas como ferramentas práticas para implementação desta estratégia.
CONCLUSÃO: Conclui-se que a participação da criança e adolescente na qualidade e segurança do seu cuidado é um direito constituído e há necessidade de incorporar este tema na formação dos profissionais de saúde. Há estratégias que podem ser implementadas na prática diária com auxílio dos profissionais e com reflexos positivos na qualidade e segurança do cuidado em pediatria.
A inserção do profissional da educação física nos cuidados paliativos pediátricos: uma revisão crítica da literatura

Esther Angelica Luiz Ferreira,; Mateus Fabrício Pallone Manzini; Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Cristina Helena Bruno,; Claudia Aparecida Stefane

Resid Pediatr. 2023
|
| TEXTO COMPLETO
OBJETIVOS: Uma vez que os Cuidados Paliativos Pediátricos têm como base o cuidado holístico e integral ao paciente pediátrico e sua família, a Educação Física é uma área da saúde indispensável para o cuidado interdisciplinar completo. Sendo assim, o objetivo deste artigo é refletir sobre a inserção do profissional de Educação Física nos Cuidados Paliativos Pediátricos.
MÉTODOS: Trata-se de uma revisão crítica da literatura. Foi realizada uma pesquisa teórica e documental, a partir do levantamento bibliográfico em arquivos disponíveis nas bases de dados MEDLINE (via PubMed) e SciELO nos últimos 5 anos. Foi realizada captação secundária a partir das referências dos artigos selecionados, além do acréscimo da experiência dos autores.
RESULTADOS: Foram selecionados apenas 4 artigos na busca principal, com acréscimo de 1 artigo na captação secundária. Por mais que alguns estudos sugiram que o aumento da atividade física possa aliviar alguns sintomas, há ainda falta de evidências robustas relacionadas ao público infantil. As estratégias utilizadas pelos profissionais da Educação Física devem levar em consideração o ambiente e o estado clínico do paciente. A relevância das brincadeiras e dos jogos, até mesmo no cenário hospitalar, vem sendo cada vez mais estudada.
CONCLUSÕES: A Educação Física é uma área da saúde que vislumbra a integralidade do cuidado, considerando a indissociabilidade das ações, tanto promocionais, como preventivas, de tratamento e de reabilitação, o que são aspectos indispensáveis nos Cuidados Paliativos Pediátricos. Lacunas importantes ainda são encontradas, que devem ser solucionadas por educação e pesquisa.
Olhares que renovam: novas vozes na construção da revista Residência Pediátrica

Bruna Brasil Seixas Bruno; Lorrane de Souza Saluzi Albuquerque; Amanda de Sousa Lima Strafacci; Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Jandrei Rogério Markus

Resid Pediatr. 2025
A importância de ressignificar o cuidado pediátrico para além dos protocolos clínicos

Cristina Ortiz Sobrinho Valete

Resid Pediatr. 2025
|
| TEXTO COMPLETO
Embora os indicadores de mortalidade infantil venham melhorando, o cuidado pediátrico precisa evoluir de forma a considerar a criança e adolescente como pacientes, participantes ativos e centrais no seu cuidado. O processo de adoecimento e hospitalização deixa marcas indeléveis na vida das pessoas, em todas as idades. Nesse cenário, há que se olhar de forma mais gentil, respeitando os direitos da criança, devendo esse olhar ser implementado por pediatras, cuidadores, educadores, pesquisadores e gestores da área da saúde.
Torção de testículo perinatal diagnosticada na sala de parto: um relato de caso

Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Marina Ragonezzi Gallucci Bianco; Luciano Barboza Sampaio; Francielle Valle Batistão; Aline Matos Paiva

Resid Pediatr. 2026
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: A torção testicular perinatal (PTT) é uma condição rara e ocorre mais frequentemente no pré-natal. As manifestações clínicas são caracterizadas por anormalidades na consistência testicular, cor ou presença de massa na virilha. Existem controvérsias quanto à melhor abordagem cirúrgica. O objetivo do presente relato de caso foi descrever um caso de torção testicular perinatal abordado eletivamente. RELATO DE CASO: Relatamos um caso de torção testicular perinatal diagnosticada na sala de parto. O neonato foi submetido à cirurgia eletiva no terceiro dia de vida. Foi realizada orquiectomia com orquiopexia contralateral. CONCLUSÃO: Neste relato de caso, o neonato foi tratado por abordagem cirúrgica eletiva, com boa evolução. Estudos futuros são necessários para determinar o melhor manejo dos casos de PTT.
A dimensão do cuidado pediátrico inseguro: uma chamada à ação

Cristina Ortiz Sobrinho Valete

Resid Pediatr. 2026
|
| TEXTO COMPLETO

A segurança do paciente é um tema prioritário para a agenda da Organização Mundial da Saúde. O cuidado inseguro representa uma parcela de sofrimento para todos os envolvidos, com consequências para toda a sociedade. As crianças são particularmente vulneráveis à ocorrência de danos relacionados aos cuidados em saúde. No Brasil, ainda há muito que se conhecer acerca das taxas de eventos adversos na pediatria, sua natureza e gravidade. Os profissionais de saúde têm obrigação moral de ofertar um cuidado seguro, especialmente às crianças, mas, para isso, elas precisam de apoio. As sociedades civis e os gestores desempenham papel fundamental na promoção e educação dos profissionais de saúde acerca da segurança do paciente na pediatria.

Logo

Todos os artigos publicados pela revista Residência Pediátrica utilizam a Licença Creative Commons