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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Cisto mesentérico gigante apresentando-se como ascite volumosa

Barbara Ximenes Braz; Vera Regina Apoliano Ribeiro; Sarah Suyanne Carvalho Melgaço; Ivelise Regina Canito Brasil

Resid Pediatr. 2016
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OBJETIVO: Descrever o caso de uma criança com cisto mesentérico gigante, contribuindo para melhor conhecimento da doença, promoção de suspeita clínica e aumento no diagnóstico dentre casos semelhantes.
MÉTODOS: Relato de caso.
RESULTADOS: São descritos os sinais e sintomas apresentados pela paciente, assim como os resultados de exames complementares, que levaram ao diagnóstico da patologia em questão.
CONCLUSÃO: Cistos mesentéricos são lesões intra-abdominais raras em crianças. O caso em questão apresentava-se como ascite volumosa de sete meses de evolução, o que levantou a suspeita de diversas outras patologias. O diagnóstico foi realizado por laparotomia exploradora com estudo anatomopatológico da peça.
Veia porta pré-duodenal em recém-nascido

Renata Joviano Alvim; Hugo de Oliveira Olimpio; Márcia Regina Dutra do Valle; Mônica Barthelson Carvalho de Moura

Resid Pediatr. 2016
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OBJETIVO: Relatar caso de veia porta pré-duodenal em recém-nascido, destacando tratamento realizado e prognóstico.
MATERIAIS E MÉTODOS: Descrição de caso clínico, revisão de prontuário, acompanhamento clínico e cirúrgico do recém-nascido. Realizada pesquisa e levantamento de dados em literaturas, tais como livros, sites e publicações de artigos.
RESULTADOS: Recém-nascido, sexo feminino, apresentando episódios de vômito sem melhora com mudança de decúbito, medicações antieméticas, reguladores de trânsito intestinal e antiácidos. Levantada hipótese de refluxo gastresofágico, que não se confirmou no exame contrastado de esôfago, estômago e duodeno. Detectada veia porta pré-duodenal em ato cirúrgico, sendo corrigida com bom resultado.
CONCLUSÃO: A veia porta pré-duodenal é uma anomalia congênita rara, sendo sintomática apenas em 50% dos casos. A maior parte dos casos é descoberta durante a laparotomia exploradora. O tratamento de escolha é cirúrgico, com bom prognóstico.
O tuberculoma: apresentação radiológica incomum da tuberculose pulmonar na infância

Priscilla Aguiar de Araujo; Brunna de Paulo Santana; Maria de Fátima B. Pombo March

Resid Pediatr. 2016
Medidas de associação: Que medida escolher e como interpretar

Márcia Alves Galvão; Marilene Augusta Crispino Santos

Resid Pediatr. 2016
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