Resultados da Busca
Líquen aureus na infância: um diagnóstico a ser reconhecido
Maria Fernanda de Almeida Cavalcante Aranha; Maria Amélia Lopes dos Santos; Carla Andréa Avelar Pires; Ana Carolina Magalhães Nascimento; Marina Lopes de Freitas Freire; Rafaela Garcia Pereira; Luana Bastos de Mont’ Alverne Ferreira
Resid Pediátr. 2026Cisto de colédoco congênito e síndrome de Noonan: relato de caso
Marina Julia Luvison; Camila Maques de Valois Lanzarin; Janaina Cruciani Soldateli; Maria Luiza de Andrade Correia
Resid Pediátr. 2026Enfisema lobar congênito em lactente diagnosticado durante bronquiolite viral aguda: relato de caso
Mariana Fialho Araujo da Silva; Pedro Henrique Sant’Anna Antunes; Leonardo Matheus Cardoso de Souza; Dayane Figueiredo Fialho Rocha; Michely Pinheiro Mascarenhas; Rafaela Baroni Aurilio,
Resid Pediátr. 2026Eritema e mucosite induzido por Mycoplasma pneumoniae como diagnóstico diferencial de gengivoestomatite herpética: um relato de caso
Mariana Fabrini Gomes; Carolina Henke; Ilia Reis de Aragão
Resid Pediátr. 2026Esporotricose com envolvimento do sistema nervoso em paciente pediátrico imunocompetente: relato de caso
Barbara de Miranda Schmitz; Rafaela Gomes Dadda; Raphaela Maintinguer; Bruna Cararo Machado; Bruna da Costa; Carine Machado Pereira; Carolina Galhós de Aguiar; Elson Julius Shockness; Andrew Bonifácio Ferreira; Melina Moré Bertotti; Emanuela da Rocha Carvalho,
Resid Pediátr. 2026Resenha do artigo - O que todo pediatra precisa saber a respeito de ventilação mecânica
Ligia Febraro; Vanessa Soares Lanziotti,
Resid Pediátr. 2026Perfil dos recém-nascidos que necessitaram de oxigênio em maternidade terciária de alto risco em Fortaleza
Marina Sad Navarro; Thânia Maria Rodrigues Figueiredo; Ana Nery Melo Cavalcante; Geraldo Bezerra da Silva Junior; Maria Alix Leite Araujo
Resid Pediátr. 2026INTRODUÇÃO: O oxigênio (O2) é uma das terapias mais utilizadas em Unidades de Cuidados Neonatais. Quando necessário, é essencial para manter a integridade biofisiológica do recém-nascido (RN), mas seu uso deve ser criterioso devido ao seu alto potencial de complicações, como lesões cerebrais, pulmonares, oculares, intestinais e até óbito. OBJETIVO: Analisar a prevalência e o perfil dos RN que necessitaram de oxigenoterapia/suporte ventilatório. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo transversal e retrospectivo, no período de julho de 2022 a junho de 2024, no qual foram analisados RN que necessitaram de internação e que fizeram uso de O2, em maternidade terciária de alto risco. RESULTADOS: 1004 RN foram analisados, com média de idade gestacional (IG) de 32,22 semanas (±3,02) e a mediana de peso ao nascimento de 1.840 g (400g-4320g). 674 (67,1%) evoluíram com síndrome do desconforto respiratório (SDR) e 316 (31,5%) com taquipneia transitória do RN (TTRN). Foi realizado corticoide antenatal em 602 (59,96%) gestantes e surfactante exógeno em 194 (19,3%) RN. Fizeram uso de CPAP nasal 537 (53,5%) e 331 (33%) de VMI. A média do tempo total de uso de O2 foi de 6,34 dias (1-82) e a mediana do tempo de ventilação mecânica foi de 5 dias (1-76). Do total da amostra, 26 (2,6%) evoluíram para enterocolite necrotizante e 85 (8,46%) com ROP.
CONCLUSÃO: Observou-se alta prevalência de uso do oxigenioterapia, principalmente nos RN prematuros, mas a monitorização da saturação-alvo durante a hospitalização não foi realizada, aumentando os riscos de complicações do uso do O2.