Resultados da Busca
Síndrome de Herlyn-Werner-Wunderlich: um relato de caso
Aline Mendonça Bernardes; Ana Sofia Hidalgo Fernandes; Juliano Terra Hochmuller; Claudia Macedo
Resid Pediatr. 2021Doença granulomatosa crônica: um relato de caso
Tathiana Silva de Santana Constantino; Ekaterini Simões Goudouris
Resid Pediatr. 2021Distúrbios da deglutição e disfagia na infância
Rebecca Maunsell; Melissa Ameloti Avelino
Resid Pediatr. 2021Cirrose hepática secundária a doença hepática gordurosa não alcoólica em uma criança de 10 anos de idade: relato de caso e revisão da literatura
Roberta de Pádua Borges; Amanda Veiga Cheuiche; Laís Janeczko; Giovana Caroline Marx Becker; Leila Cristina Pedroso de Paula,
Resid Pediatr. 2021Pseudo síndrome de Prune Belly em paciente do sexo feminino: relato de caso
Syane de Oliveira Gonçalves; Maiza Uliana; Julia Almeida de Paula; Agatha Siqueira Afonso; Leomara Amorim do Rosario; Raquel Dornelas Marques; Aline de Almeida Moreira Buss; Karem Cristina Martins Pires
Resid Pediatr. 2021Tratamento da bronquiolite viral aguda
Carla Cristiane Dall’ Olio; Maria de Fatima Pombo Sant’ Anna; Clemax Couto Sant’ Anna
Resid Pediatr. 2021MÉTODOS: Realizada revisão simples não sistemática nos sites PubMed e Cochrane usando os termos “bronquiolite”, “bronquiolite viral”, “lactente” e “tratamento” na língua portuguesa. Na língua inglesa os termos foram: “bronchiolitis”, “viral bronchiolitis”, “infant” e “drug therapy”. O período da busca foi de 15 anos, de 2004 a 2019. Os materiais obtidos tiveram o título e o resumo lidos; quando os documentos relatavam evidências mais recentes sobre o assunto, eram lidos na íntegra.
RESULTADOS: Nas bases de dados citadas foram encontradas 1.091 revisões não sistemáticas, 113 protocolos clínicos, 3 editoriais, 243 artigos. Os tratamentos mais aceitos atualmente para BVA são a suplementação de oxigênio na presença de hipoxemia e o suporte ventilatório não invasivo ou invasivo, de acordo com a gravidade do quadro de insuficiência respiratória.
DISCUSSÃO: O maior conhecimento sobre a fisiopatologia da BVA permitiu a revisão dos tratamentos utilizados no passado e agora. O tratamento da BVA merece uma reflexão e novas propostas de intervenção, visto que os níveis de evidências científicas atuais não apoiam o uso de corticoides e beta 2 adrenérgicos, práticas rotineiras dos pediatras. Preconiza-se a estabilização clínica do paciente, oxigenoterapia e suporte ventilatório.
Perímetro cefálico: um parâmetro antropométrico subnotificado na carteira de saúde da criança
Ieda Regina Lopes Del-Ciampo; Mariane Pizato Zerezuella; Luiz Antonio Del-Ciampo
Resid Pediatr. 2021OBJETIVOS: Descrever a frequência e a correlação entre os registros do PC, peso e estatura na CSC de lactentes.
MÉTODOS: Estudo transversal, descritivo, incluiu crianças com até 2 anos de idade frequentadoras das unidades básicas de saúde. Os dados foram coletados por entrevistas e registros das CSC. Os momentos dos registros antropométricos das 77 crianças foram categorizados como 0 (nascimento), I, II, III e IV, respectivamente. A comparação entre as variáveis qualitativas foi calculada pelo teste do qui-quadrado ou teste exato de Fisher, nível de significância p = 0,05; software: EPI-INFO 7.
RESULTADOS: Foi observada diminuição progressiva da frequência dos registros de PC em relação aos de peso nos momentos I-100% e 72,8% (p = 0,001); II-96,9% e 56,2% (p = 0,0002); III-96,1% e 50% (p = 0,003); e IV-100% e 50% (p = 0,004), respectivamente. O registro de PC também foi menor que o de estatura em I-86,5% e 72,8% (p = 0,247); II-65,6% e 56,2% (p = 0,608); III-80,8% e 50% (p = 0,0003); e IV-50% e 50% (p = 1).
CONCLUSÃO: PC foi menos notificado, podendo ter prejudicado sua avaliação longitudinal pelos profissionais de saúde.
Atendimento pediátrico por uma equipe de resposta rápida em um hospital universitário geral terciário brasileiro
Michelle Marcovici; Edison Ferreira de Paiva; Fernanda Aburesi Salvadori; Maria Beatriz Moliterno Perondi; Amelia Gorete Reis
Resid Pediatr. 2021MÉTODOS: te estudo observacional retrospectivo foi realizado de 2015 a 2017 com análise de formulários preenchidos pela ERR e de prontuários de pacientes menores de 18 anos atendidos em um hospital terciário e quaternário de alta complexidade.
RESULTADOS: Houve 62 chamadas de código amarelo: 18 (29%) em 2015; 13 (21%) em 2016 e 31 (50%) em 2017. Setenta e quatro por cento estavam relacionadas à doença primária. As principais complicações que levaram à ativação desse código foram convulsões, síncope, desconforto respiratório e sepse; a sepse esteve associada aos três pacientes que morreram. Seis chamadas foram de código azul e todos os pacientes tinham uma doença subjacente. A causa atribuída à parada cardiorrespiratória foi instabilidade hemodinâmica secundária à sepse em três pacientes e insuficiência respiratória aguda nos outros três pacientes. A ERR alterou o procedimento ou local do paciente em 64,9% dos casos. O tempo de resposta foi inferior a cinco minutos para chamadas de código amarelo e inferior a três minutos para chamadas de código azul.
CONCLUSÕES: Houve um aumento progressivo no número de chamadas de código amarelo e a ERR escalonou o nível de atendimento e assistência. A sepse foi a principal causa de óbito em ambas as modalidades. O tempo de resposta foi rápido e dentro da meta estabelecida.
Nutrição infantil, atividade física e a pandemia pelo coronavírus
Joel Alves Lamounier
Resid Pediatr. 2021Triagem para distúrbios emocionais e psicossociais em crianças e adolescentes com excesso de peso
Gustavo Jorge Maftum; Fernando Cáritas de Souza; Gleice Fernanda Costa Pinto Gabriel; Milene Morais Sedrez Rover; Fabiano Sandrini; Tainara Caetano Dalmina; Haydée Beatriz Zandoná Soares; Marcos Antonio da Silva Cristovam
Resid Pediatr. 2021MÉTODOS: Estudo epidemiológico de corte transversal de crianças e adolescentes, com idade entre seis e 16 anos, atendidas no ambulatório de pediatria geral do Hospital Universitário do Oeste do Paraná, do município de Cascavel, Paraná. As variáveis analisadas foram: sexo, idade e IMC e a relação destes com a lista de sintomas pediátricos. Para análise dos dados foram utilizados os testes de hipóteses qui-quadrado e exato de Fischer para as proporções. A medida de efeito de interesse foi a razão de prevalência com intervalo de confiança de 95%, obtida com a regressão de Poisson, considerando significativo resultados com valor de p<0,05 no teste de Wald.
RESULTADOS: Participaram 157 crianças com idade entre seis e 16 anos, sendo que 123 (78%) eram menores de 12 anos. Destes, 66 (42%) eram meninas e 91 (58%) meninos, quanto ao índice de massa corpórea 88 (56%) eram obesos e 69 (44%) apresentavam sobrepeso. A lista de sintomas pediátricos foi positiva em 39 (24%) dos participantes. A maioria dos participantes com positividade na lista de sintomas pediátricos eram menores de 12 anos e obesos. Não houve significância estatística entre idade, sexo e IMC e positividade na lista de sintomas pediátricos.
CONCLUSÃO: Apresentaram risco para problemas emocionais e psicossociais 24% das crianças com sobrepeso e obesidade.