Resultados da Busca
Diagnóstico tardio de acalasia esofágica idiopática em paciente com pneumonias de repetição
Victor Hugo dos Santos; Guilhane Maria Magalhães Assunção do Carmo; Marina de Lima Rodrigues; Mayco Purcina do Nascimento; Raphael Rodrigues Oliveira; Tatyana Borges da Cunha Kock
Resid Pediatr. 2021Diagnóstico precoce de osteocondrodisplasia: um relato de caso
Pâmilly Bruna de Araújo Barzzotto; Cristina de Oliveira; Luana Jung; Malcon Natan Panisson; Marília Steffanello de Moraes
Resid Pediatr. 2021Impactos psicossociais para cuidador de paciente pediátrico sem possibilidade de tratamento modificador da doença
Luciana Cabral de Araujo da Trindade; Renata Orlandi Rubim,; Farlley Derze
Resid Pediatr. 2021OBJETIVOS: Mostrar a influência dessa nova situação para o cuidador principal em contato direto com o serviço de saúde.
MÉTODOS: Trabalho descritivo, qualitativo, com 12 entrevistas semiestruturadas, em que foi feita análise do conteúdo.
RESULTADOS E DISCUSSÃO: Ao se deparar com o novo papel, o cuidador deve enfrentar novidades, preconceitos; é submetido a fatores estressores e desgastes diferentes daqueles com crianças sem condições complexas de saúde. Há uma mudança na rotina pessoal e familiar e um período de adaptação às novas condições.
CONCLUSÃO: O bem-estar psicossocial deste cuidador influencia a evolução e os desfechos da criança sob seus cuidados, sendo de fundamental importância o cuidado centrado na família quando se trata de crianças com estas condições.
Síndrome mão-pé-boca, devemos nos preocupar?
Jandrei Rogério Markus; Beatriz Zanella Lodi; Adriano Augusto Almeida Guimaraes; Alynny Aparecida Carvalho
Resid Pediatr. 2021Diagnóstico tardio de fibrose cística em criança com teste de triagem neonatal negativo
Tatyana Borges da Cunha Kock; Priscila Camargos Dumont Costa
Resid Pediatr. 2021Cardiopatia congênita incomum em paciente com síndrome de Down: um relato de caso
Karolyne Pricyla Vogel; Patricia Tessari; Jéssica Heloise Gomes da Silva; Maria Luiza Floriano; Vinicius Ribas de Abreu Borges; Julia Simões Pabis; Mona Adalgisa Simões
Resid Pediatr. 2021Acrodermatite enteropática ou síndrome de má absorção secundária à fibrose cística?
Sara Habka; Luciana Monte; Blenda Baião
Resid Pediatr. 2021É possível evitar a transmissão vertical do HIV? Primeiro recém-nascido HIV-positivo em Curitiba após três anos: um relato de caso
Tyane de Almeida Pinto; Tony Tannous Tahan; Renata Rolim Sakiyama; Aline Tatiane Ranquil; Andressa Zabudowski Schroeder; Carla Lorusso Caversab Limeira; Carolline Popovicz Nunes; Fabrício Rodrigues Pereira
Resid Pediatr. 2021RELATO DE CASO: LEGD, masculino, 3 meses, exposto à HIV. Mãe negativa para o vírus no início da gestação, evoluindo para exame positivo aos 6 meses de gestação e carga viral indetectável no nono mês. Recém-nascido com duas cargas virais positivas após o nascimento, negativo para outras TORCHSZ. Diagnóstico de HIV confirmado e iniciado tratamento.
DISCUSSÃO: A gestação com HIV representa um risco tanto para a mãe quanto para a criança, sendo necessária intervenção no pré-natal, parto e puerpério para reduzir as chances de transmissão vertical do vírus, visto que a principal via é o trabalho de parto, além de intraútero e amamentação. Apesar de realizar todas as condutas de pré-natal, laboratoriais, terapêuticas e profiláticas de maneira correta, existe a possibilidade de 1% de a transferência vertical ocorrer. Sendo assim, é indispensável o preparo do médico generalista a respeito da transmissão vertical do HIV, para oferecer às gestantes HIV positivas medidas preventivas, acesso ao tratamento e garantir a compreensão os benefícios de um tratamento adequado.
Abdome agudo como manifestação atípica de chikungunya
Luiz Gonzaga Marques dos Reis Junior; Ana Karolina Carneiro Cutrim Mendes; Caroline Silva Ramos
Resid Pediatr. 2021RELATO DE CASO: Paciente de 8 anos, sexo masculino, negro, iniciou história de dor abdominal associada à febre de caráter diário, odinofagia e astenia. Evoluiu com o passar dos dias, com mialgia e poliartralgia. Foi então internado para investigação. Manteve piora do quadro clínico com persistência da febre e acentuação da dor abdominal. Após 8 dias de internação apresentou sinais de perfuração intestinal e choque séptico. Após cirurgia e estabilização do quadro, foi submetido a sorologias, e confirmando infecção por CHIKV por Elisa.
DISCUSSÃO: A maioria dos indivíduos infectados pelo vírus da chikungunya desenvolvem infecção sintomática (70%). Valores altos em relação às demais arboviroses. Os sinais e sintomas são clinicamente parecidos aos da dengue - febre de início agudo, artralgia e mialgia, cefaleia, náusea, fadiga e exantema. Alguns casos podem evoluir de forma atípica, caracterizada pelo aparecimento de sinais de gravidade ou por apresentar manifestações clínicas menos frequentes, como as do caso em questão. A frequência dos quadros graves é de 0,3%.
CONCLUSÃO: Manifestações menos comuns podem ocorrer, devendo o pediatra estar devidamente atento e considerar a infecção por CHIKV como diagnóstico diferencial.
A atuação da fisioterapia nas repercussões motoras e respiratórias dos pacientes com atrofia muscular espinhal tipo I
Rebeca Duarte Diniz Ferreira; Jeanette Janaina Jaber Lucato
Resid Pediatr. 2021MÉTODOS: Trata-se de uma revisão de literatura realizada nas bases de dados PubMed, LILACS, SciELO e PEDro, no período de junho a agosto de 2019, utilizando as palavras-chave “atrofia muscular espinhal tipo I” OR “síndrome de Werdnig-Hoffmann” AND “fisioterapia”, bem como os termos em inglês.
RESULTADOS: Foram encontrados 53 artigos, porém após os critérios de inclusão, somente 5 foram relevantes para a pesquisa. No sistema respiratório foram utilizados o Cough Assist®, aspiração nasotraqueal, aceleração do fluxo expiratório e drenagem postural, ambas eficazes para a higiene brônquica. A expansão pulmonar e a ventilação não invasiva melhoraram a mecânica ventilatória. No sistema musculoesquelético, os alongamentos, mobilização articular, cinesioterapia e utilização de órteses propiciaram ganhos na funcionalidade e diminuição das deformidades.
CONCLUSÃO: A cinesioterapia proporcionou ganhos motores como o controle cervical, os alongamentos, mobilizações e órteses, auxiliaram na manutenção da funcionalidade. Nas repercussões respiratórias, o uso do Cough Assist®, aspiração nasotraqueal, aceleração do fluxo expiratório e drenagem postural foram capazes de diminuir as internações por pneumonia. As manobras de expansão pulmonar e ventilação não invasiva reverteram microatelectasias, melhoraram a hematose e contribuíram para o aumento da expectativa de vida.