Logo

ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

Powered by Google Translate

Resultados da Busca

Relato de caso: síndrome do cromossomo 15 em anel e atresia de esôfago

Caroline Schleiffer Buoniconti; Lorena Vilela Rezende; Julia Oliveira Arruda; Isabela de Oliveira Vieira Silva; Leonor Violeta Gotuzzo Mendoza; Isabela Cheng

Resid Pediatr. 2021
|
| TEXTO COMPLETO
A Síndrome do cromossomo 15 em anel é uma rara aneuploidia com fenótipo variável na qual o diagnóstico definitivo se dá por meio do cariótipo e pode ser complementado com métodos moleculares para identificar com maior precisão o ponto de quebra dos telômeros. Não há tratamento específico, apenas suporte clínico ou tratamento direcionando para as malformações correlacionadas. Esse trabalho consiste em um relato de caso de um recém nascido com diagnóstico precoce baseado em alterações clinicas iniciais e exames de imagem. Descrevemos a avaliação, confirmação diagnóstica e o manejo clínico e cirúrgico da paciente, bem como uma revisão da literatura.
Relato de caso: derrame pericárdico com “swimming heart” após cateterismo venoso umbilical

Sara dos Santos Jorge; Mariana Colodetti; Lara Nicoli Passamani; Caio Nicoli Passamani; Adriana Amaral Dias; Consuêlo Maria Caiafa Freire Junqueira; Jovanna Couto Caser Anechini; Andrea Lube Antunes de S Thiago Pereira

Resid Pediatr. 2021
|
| TEXTO COMPLETO
Cateterismo umbilical venoso (CUV) em recém-nascidos (RN) é um acesso vascular utilizado com frequência. Devido à sua característica invasiva, complicações podem ocorrer, tal como o tamponamento cardíaco. O objetivo deste artigo é relatar um caso de derrame pericárdico com “swimming heart” decorrente de um CUV em RN e propor abordagens preventivas, a fim de se evitar complicações relacionadas ao CUV.
Transtorno dismórfico corporal: uma revisão integrativa

Mariana Mello Mattos Shaw de Almeida; Ana Rachel Moreira Leahy; Luiza Amélia Cabus Moreira

Resid Pediatr. 2021
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: O transtorno dismórfico corporal (TDC) é um transtorno psiquiátrico que altera a percepção e imagem corporal e consiste em preocupação exagerada sobre algum defeito, mínimo ou mesmo inexistente, na aparência física.
OBJETIVOS: Descrever os tratamentos disponíveis para o transtorno dismórfico corporal, as características clínicas e epidemiológicas e o impacto da doença na vida dos indivíduos afetados.
MÉTODOS: Foi feita uma revisão integrativa utilizando como base de dados o PubMed nos últimos 5 anos.
RESULTADOS: Foram avaliados 28 artigos sobre o tema com ênfase em uma síntese dos conhecimentos mais recentes e de maior consistência científica.
CONCLUSÃO: O TDC é uma doença grave, com alto risco de suicídio e de grande impacto na qualidade de vida dos indivíduos afetados. A base do tratamento consiste no uso de inibidores de receptação de serotonina em associação com a terapia cognitiva comportamental. Ainda existem poucos estudos sobre o tema e novos tratamentos estão sendo estudados.
Diagnóstico de quadril doloroso na infância

Tainá Maia Cardoso

Resid Pediatr. 2022
Complicações da pneumonia adquirida na comunidade em crianças: fatores associados e a associação com falha terapêutica

Ana Beatriz Krapiec

Resid Pediatr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
OBJETIVO: Análise de prevalência das complicações da pneumonia adquirida na comunidade (PAC) em crianças, verificar se há associação de complicações com falha terapêutica, e análise de fatores associados a estas.
MÉTODOS: Estudo transversal, observacional, retrospectivo, de revisão de prontuários de crianças de 0 a 17 anos com diagnóstico de PAC, internadas na enfermaria de pediatria geral do Hospital Pequeno Príncipe de Curitiba, de 1 de março de 2018 à 1 de março de 2019. Doenças pulmonares crônicas, desordens neurológicas, doenças genéticas, cardiopatias, imunodeficiências, pneumonias adquiridas no ambiente hospitalar, ou dados incompletos foram excluídos do estudo.
RESULTADOS: Dos 74 prontuários eleitos para o estudo, 54(73%) foram de crianças que não evoluíram com complicações e 20(27%) evoluíram com complicações, na seguinte ordem de prevalência: derrame pleural 18(24.3%), empiema 7(9.5%) e necrose pulmonar 7(9.5%). A falha terapêutica primária, valores de Proteina C reativa (PCR), hemoglobina e bastões, coletados na admissão, se associaram as complicações pela análise de Teste T de Student com p-valor < 0,05. Não foi possível identificar associação de resistência bacteriana e falha terapêutica pois não houve crescimento bacteriano nas culturas.
CONCLUSÃO: A prevalência de complicações de PAC foi de 27%. O derrame pleural foi a complicação mais comum, seguido de empiema e necrose pulmonar. As pneumonias complicadas se associaram a falha terapêutica em 70% dos casos (p=0,03). Como não foi possível a identificação de patógeno causador pela hemocultura, conclui-se que exames admissionais como PCR, hemoglobina e bastões podem ajudar no direcionamento da escolha empírica do antibiótico.
Perfil dos pacientes pediátricos portadores de doença falciforme internados no Hospital da Criança das Obras Sociais Irmã Dulce em Salvador (BA)

Ariadne Carvalho Godinho; Ivana Paula Ribeiro Leite

Resid Pediatr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
OBJETIVOS: Traçar o perfil dos pacientes com doença falciforme (DF) internados no Hospital da Criança das Obras Sociais Irmã Dulce (HC-OSID) em Salvador/BA.
MÉTODOS: Consiste em um estudo descritivo por meio da análise dos dados de internamentos registrados no livro da Residência Médica em Hematologia Pediátrica e no Sistema de Informação Hospitalar do HC-OSID, no período de março de 2018 a março de 2019.
RESULTADOS: A principal causa de internamento é por crise vaso oclusiva (59,5%) e a faixa etária mais afetada é de 1 a 5 anos (30%). Pacientes oriundos da capital baiana somam 65%. O tempo médio de internamento é de seis dias. A maioria dos pacientes ainda não usa hidroxiureia e 6% não fazem acompanhamento ambulatorial regular.
CONCLUSÕES: Conhecer o perfil dos pacientes com DF atendidos no HC-OSID pode servir como base para a melhoria dos cuidados específicos que esse público necessita e para a elaboração de medidas de detecção precoce da doença e de implementação de centros de referência no interior do estado.
Abscesso hepático piogênico por Pseudomonas aeruginosa em pré-escolar

Samyra Ghaleb Hasan Zureiq; Waleska Affonso Salignac Marcião; Judith Barroso de Queiroz; Leandro Moura; Paulo César da Silva Escóssio; George Bady Casseb; Alexandre Lopes Miralha

Resid Pediatr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
O abscesso hepático piogênico consiste na presença de coleção purulenta secundária à infecção bacteriana no parênquima hepático. Sua frequência é relativamente rara na população geral, em torno de 1.1 a 2.3 por 100.000 habitantes, com mortalidade entre 5.6-80%. Neste estudo, relata-se o caso de um pré-escolar, sexo masculino, com 14 dias de febre, distensão abdominal, palidez, sinal de Torres-Homem, hipertimpanismo periumbilical e hepatomegalia. À admissão apresentava leucocitose com neutrofilia, PCR elevado, anemia normocrômica/normocítica, aumento das enzimas hepáticas e canaliculares, além de alteração das provas de coagulação. Ultrassonografia e tomografia de abdome evidenciaram coleções heterogêneas de contornos irregulares e limites imprecisos, com localização nos segmentos IV, V e VII e VIII. Vesícula biliar de paredes espessadas com imagem hiperecogênica medindo 0,8cm. O tratamento inicial consistiu na associação de ampicilina e sulbactam associado ao metronidazol e drenagem transcutânea do abscesso guiada por ultrassom. Com a cultura positiva do material do abscesso para Pseudomonas aeruginosa, iniciou-se ciprofloxacina e realização de ultrassom abdominal semanal. Recebeu alta após ultrassonografia de abdome sem abscessos. A tríade do abscesso hepático piogênico engloba dor abdominal, febre intermitente e hepatomegalia. Geralmente são associados a fatores predisponentes desde imunossupressão até patologias de vias biliares e neoplasias. A drenagem percutânea guiada por TC ou US é atualmente o tratamento de primeira linha. Mesmo sendo raro, o AH deve estar entre as opções de diagnóstico diferencial de dor abdominal e febre intermitente.
Novas perspectivas no monitoramento de vancomicina

Ronaldo Morales Junior; Vanessa D’Amaro Juodinis; Ilana Cytryn dos Reis; Lucilia Santana Faria

Resid Pediatr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
A vancomicina é um antibiótico usado principalmente em infecções por bactérias gram-positivas. Atualmente, o monitoramento do tratamento com vancomicina é realizado através do vale de concentração plasmática, porém os estudos atuais e as novas recomendações sugerem o emprego da razão entre a área sob a curva da concentração plasmática pela concentração inibitória mínima da bactéria (ASC/CIM) para o monitoramento dos pacientes, principalmente em pediatria devido à alta variabilidade de parâmetros farmacocinéticos nesta população. A ASC/CIM da vancomicina pode ser determinada através de softwares bayesianos ou pelo método de trapezoides com resultados semelhantes e diferenças apenas de ordem prática. Estudos comparativos entre o monitoramento por ASC/CIM e por nível sérico no vale mostraram melhores resultados de eficácia e segurança no uso de vancomicina nos grupos monitorados por ASC/CIM e corroboram com as novas recomendações.
O diagnóstico de febre reumática pela apresentação clínica de coreia de Sydenham: relato de caso

Mariana Castro Loureiro Curi; Juliana Cristina da Silva Castanheira; Isabela Gomes Maldi; Marcella Cristina Dias Mendonça; Josephine Marie da Cunha Fish Cardoso; Fabiana Jorge Galdino Barsam; Jussara Silva Lima

Resid Pediatr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
A coreia de Sydenham é caracterizada por movimentos involuntários de região distal de membros e face e acomete principalmente o sexo feminino durante a infância. Ocorre por complicação de faringoamigdalite causada por estreptococo beta hemolítico do grupo A. Esse relato de caso tem por objetivo descrever um caso de febre reumática diagnosticado a partir de um quadro clínico de coreia de Sydenham. Foi feito um estudo descritivo do tipo relato de caso de uma criança do sexo feminino, 12 anos, que procurou pronto-atendimento com queixa de movimentos involuntários em membros inferiores e superiores direitos e face há cinco dias, possuía história prévia de infecção de vias aéreas superiores com evolução autolimitada. Ao exame físico encontrava-se em bom estado geral, com movimentos de extensão e flexão de membros, abertura e fechamento das mãos, movimento dos dedos e careteamento, exames complementares sem alterações, exceto ASLO de 217UI/ml. Iniciou-se tratamento com haloperidol e penicilina benzatina e escolar evoluiu assintomática com melhora dos movimentos coreatetósicos. Este relato demonstra a relação existente entre a coreia de Sydenham e o diagnóstico tardio de febre reumática, além de explicitar o bom prognóstico a partir de um manejo terapêutico adequado e precoce.
Logo

Todos os artigos publicados pela revista Residência Pediátrica utilizam a Licença Creative Commons