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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Dois pacientes de diferentes faixas etárias com convulsões. Qual o seu diagnóstico? Parte II

Aline de Souza Mendes; Larissa Costa de Oliveira Pessin; Joyce Marques da Silva Alves; Juliana Silveira Barreto; Alexandre Arêdo Castiglione; Adriana Paiva de Mesquita; Danielle Christian de Arruda Costa

Resid Pediatr. 2017
Meningoencefalite herpética associada à intoxicação por anticonvulsivantes

Jaqueline Letícia Pannebecker; Paola Mari Nakashima Cano; Toufic Baruki Neto; Luciana Cenci Niehues Farias; Carolina Pincelli Carrijo

Resid Pediatr. 2017
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OBJETIVOS: Relatar um caso de meningoencefalite causada por herpes vírus em um paciente com intoxicação aguda por anticonvulsivantes, e realizar uma revisão da literatura sobre a doença.
MÉTODO: Descrever, a partir de dados registrados em prontuário, a evolução de um paciente com meningoencefalite herpética e realizar revisão de literatura a partir de artigos científicos e guidelines.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: O caso relatado e as publicações levantadas trazem à luz a discussão da gravidade da meningoencefalite herpética, a importância da suspeita diagnóstica a partir de anamnese e exame físico, a relevância dos exames complementares e a eficácia do tratamento com aciclovir quando realizado precocemente.
Colpocefalia em recém-nascido: relato de caso e revisão de literatura

Rafael Pimentel Saldanha; José Alfredo Lacerda de Jesus; Bruna Mathias Silva; Wesley Flávio de Lima Junior

Resid Pediatr. 2017
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A colpocefalia é uma desordem cefálica rara causada pelo desenvolvimento anormal do sistema nervoso central, caracterizada pelo alargamento desproporcional dos cornos occipitais dos ventrículos laterais e pela possibilidade de associação com outras malformações cerebrais. Relatamos o caso de um neonato pré-termo submetido ao exame de ultrassonografia transfontanela que revelou hiperecogenecidade periventricular bilateral e colpocefalia. As informações relacionadas ao caso descrito foram obtidas por meio de revisão de prontuário, registro fotográfico dos exames realizados pelo recém-nascido e revisão bibliográfica da literatura atual. Este relato e as publicações levantadas buscam elucidar as características da colpocefalia, permitindo adequado entendimento dos aspectos diagnósticos, terapêuticos e prognósticos desta desordem.
Insuficiência adrenal primária causada por deleção no gene DAX1

Ana Luíza Velten Mendes; Wallace Sales Gaspar; Isabel Rey Madeira; Ana Paula Neves Bordallo; Daniel Schueftan Gilban; Clarice Borschiver; Paulo Ferrez Collet-Solberg

Resid Pediatr. 2017
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Insuficiência adrenal primária (IAP) é uma doença potencialmente grave que requer diagnóstico e tratamento precoce para redução em sua morbimortalidade. O presente artigo contém o relato de um recém-nascido (RN) que com dois dias de vida passou a manifestar sinais e sintomas sugestivos de insuficiência adrenal primária congênita. O tratamento adequado, porém, só foi iniciado aos três meses de vida, após avaliação pela endocrinologia pediátrica. Análise genética posterior evidenciou mutação no gene DAX1. O quadro clínico inicial da IAP pode ser inespecífico e confundido com várias afecções comuns do período neonatal, retardando a instituição de terapia adequada. A análise genética tem se mostrado cada vez mais importante no manejo destes casos, não apenas para aconselhamento familiar, mas também pela possibilidade de antecipar o diagnóstico e, desta forma, prevenir as manifestações clínicas graves da doença com instituição de terapia adequada.
Atresia de valva tricúspide e hipoplasia de ventrículo direito

Graziela Cruz e Silva; Jussara Silva Lima; Leda Maria Prado Palis; Larissa de Oliveira Braga

Resid Pediatr. 2017
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Atresia tricúspide é uma cardiopatia congênita cianótica, decorrente da agenesia (ausência da conexão atrioventricular direita) ou imperfuração da valva tricúspide, tendo como consequência a não comunicação direta entre átrio e ventrículo direitos. Corresponde a 2,7% de todas as cardiopatias congênitas. Neste relato de caso descrevemos o manuseio de um lactente portador de atresia tricúspide e ventrículo direito hipoplásico, com presença de comunicação interatrial (CIA) e interventricular (CIV) amplas, bem como fizemos uma breve revisão da literatura sobre a afecção. O paciente, sexo masculino, deu entrada em nosso Serviço com um mês e 28 dias de vida. Apresentou quadro de insuficiência respiratória súbita após engasgo e apneia, sendo intubado na cidade de origem e transferido para nosso Serviço. À admissão, foi auscultado sopro sistólico, área cardíaca aumentada à radiografia de tórax e sinais de hiperfluxo pulmonar. Realizado ecocardiograma que evidenciou CIA de 9 mm, atresia de valva tricúspide com hipoplasia de ventrículo direito, hiperfluxo pulmonar importante, CIV de 8,5 mm, ausência de canal arterial, átrios e ventrículos esquerdos dilatados. Iniciado tratamento clínico da cardiopatia e programação do procedimento cirúrgico. Atresia tricúspide consiste em ausência completa da conexão atrioventricular direita. CIA e CIV ou persistência do canal arterial são lesões associadas obrigatórias para manter do fluxo pulmonar. A condição predomina no sexo masculino e se associa à hipoplasia de ventrículo direito em 100% dos casos. O tratamento cirúrgico é obrigatório para a doença. O paciente relatado recebeu tratamento clínico, incluindo diuréticos, vasodilatadores e digitálicos; ademais, foi programada cirurgia para correção da malformação.
Guia prático de atualização - prevenção de doenças alérgicas

Emanuel C.S. Sarinho; Herberto José Chong Neto; Adriana A. Antunes; Antonio Carlos Pastorino; Arnaldo Carlos Porto Neto; Fabio C. Kuschnir; Maria das Graças Nascimento Silva; Marisa Lages Ribeiro; Ana Carla Augusto Moura; Dirceu Solé; Luciana Rodrigues Silva

Resid Pediatr. 2018
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Os autores apresentam sob a forma de perguntas e respostas um texto de atualização sobre diversas doenças alérgicas da infância.
Esquemas de tratamento da tuberculose na infância e eventos adversos relacionados

Emanuela da Rocha Carvalho; Andrea Maciel de Oliveira Rossoni,; Tony Tannous Tahan,; Marssoni Deconto Rossoni,; Cristina de Oliveira Rodrigues

Resid Pediatr. 2018
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A terapêutica inicial da tuberculose em crianças, recomendada pela OMS, é comparável aos regimes dos adultos, com terapia por seis meses com uso de múltiplas drogas em tratamento diretamente observado. A instituição rápida do tratamento em crianças com menor idade é imprescindível, devida à possibilidade de disseminação rápida da doença, sequelas graves e óbito. As crianças e adolescentes de um modo geral, toleram muito bem a utilização de fármacos antituberculose. Este artigo se propõe a revisar os principais esquemas terapêuticos, posologias e eventos adversos associados às drogas que compõem os esquemas de tratamento de primeira linha para tuberculose na infância, além de apresentar recomendações práticas para seguimento de crianças e adolescentes em tratamento. Foram revisadas as diretrizes atuais da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde do Brasil, como também, artigos referentes aos esquemas terapêuticos utilizados e seus principais eventos adversos. A literatura revisada descreve que, nas dosagens recomendadas, os fármacos antituberculose são bem toleradas na população pediátrica, os eventos adversos graves são raros e a maioria transitórios. A frequência de efeitos tóxicos pode estar relacionada à gravidade da doença tuberculosa. A isoniazida é o fármaco mais extensivamente estudado e utilizado nas crianças, por ser também utilizada no tratamento da tuberculose latente. A hepatotoxicidade é o principal evento adverso descrito. Na sua grande maioria, quando o tratamento é instituído de forma adequada, transcorre sem eventos adversos importantes que necessitem suspender à terapêutica. É necessário alto índice de suspeição para realizar o diagnóstico e consequentemente o tratamento adequado visando contribuir para alterar, em longo prazo, o curso da doença na idade pediátrica.
Transposição de grandes vasos em criança de 1 ano de idade

Cristiane Nogueira Binotto; Sarah Cascaes Alves; Mariana Luísa Mafra Turra; Rhuanna Margareth Malanche

Resid Pediatr. 2018
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OBJETIVO: Relatar o caso de uma paciente pediátrica do sexo feminino com diagnóstico tardio de transposição de grandes artérias, associada a comunicação interatrial e comunicação interventricular, com 1 ano de idade. E relacionar este relato com base literária enfatizando o diagnóstico clínico e por imagem, além dos tratamentos temporários e o definitivo.
RELATO DE CASO: Relato de caso de uma menina com diagnóstico tardio de transposição de grandes artérias.
CONCLUSÕES: A transposição de grandes artérias é uma cardiopatia cianótica de evolução grave quando não tratada precocemente. Quando vem associada a comunicações interatriais e interventriculares, o quadro clínico pode se apresentar de forma mais branda e a cianose não ser tão evidente, como no caso relatado, o que leva a um diagnóstico tardio. A cirurgia de Jatene geralmente tem boa evolução clínica quando bem executada e proporciona um aumento de sobrevida da doença em até 96%.
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