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Dois pacientes de diferentes faixas etárias com convulsões. Qual o seu diagnóstico? Parte I
Aline de Souza Mendes; Larissa Costa de Oliveira Pessin; Joyce Marques da Suilva Alves; Juliana Silveira Barreto; Alexandre Arêdo Castiglione; Adriana Paiva de Mesquita; Danielle Christian de Arruda Costa
Resid Pediatr. 2017Urticária aguda como manifestação de infecções virais na infância
Bruna Piassi Guaitolini; Priscilla Filippo Alvim de Minas Santos; Gabriela Dias; Denise Pedrazzi; Eduardo Costa
Resid Pediatr. 2017MATERIAL E MÉTODOS: Relato de série de casos de crianças com diagnóstico de urticária aguda associada a infecções virais e revisão da literatura.
RESULTADOS: Foram avaliados sete pacientes, sendo três do genêro feminino, com idade média de 3 anos. Três pacientes apresentaram lesões urticariformes, sem outros sintomas associados. Os demais pacientes apresentaram quadro prévio característico de infecção de vias aéreas superiores. Todos foram avaliados em serviço de emergência, medicados com anti-histamínicos e referenciados para avaliação por especialista em alergia e imunologia. O período de remissão da urticária variou entre 5 a 15 dias. Na investigação diagnóstica, duas crianças apresentaram sorologia IgM reativa para Parvovírus B19, três apresentaram sorologia IgM reativa para vírus de Epstein Barr (EBV), uma apresentou IgM reativa para EBV e para vírus Herpes simplex I e II e uma apresentou IgM reativa para Herpes simplex I e II.
CONCLUSÃO: A urticária aguda é uma doença comum na infância, sendo a história clínica e o exame físico detalhados essenciais para o seu diagnóstico etiológico. O pediatra deve estar atento aos principais fatores desencadeantes, entre eles, as infecções virais.
Kawasaki e fatores de risco para pior prognóstico
Thales Araujo de Oliveira; Luiz Carlos Bandoli Gomes Junior; Priscilla Aguiar Araujo; Beatriz Soffe; Cynthia Torres França da Silva
Resid Pediatr. 2017“Guia de plano de ação por escrito de emergencia em alergia e anafilaxia“
Gil Simões Batista; Mara Morelo R. Felix; Karina Menezes
Resid Pediatr. 2017Diagnóstico, tratamento e prevenção da toxoplasmose congênita nos Estados Unidos
Gil Simões Batista; Marcia Galdino
Resid Pediatr. 2017Estresse e asma infantil
Sandra Cairo de Oliveira Amaral; Clemax Couto Sant’Anna
Resid Pediatr. 2017MÉTODOS: Foi realizada pesquisa e análise bibliográfica sobre estresse, asma e suas possíveis relações.
RESULTADOS: A literatura aponta associações entre asma e sintomas que indicam o estresse e, apesar de não haver uma relação causal entre esses dois temas, a complexidade dessas interações reconhece o estresse como fator de risco para a doença.
CONCLUSÕES: A necessidade de uma abordagem multidisciplinar que contemple parâmetros biológicos, psicológicos, ambientais e socioeconômicos, é fundamental para ampliar a compreensão sobre a asma infantil. Além disso, a implementação de intervenções que incluam doentes e cuidadores e que levem em consideração fatores emocionais da doença, bem como o manejo do estresse, são importantes para a saúde da criança, do adolescente e de toda família
A percepção dos educadores acerca da disfunção eliminatória
Gabriela de Carvalho Nunes; Edevard José de Araújo; Eliete Magda Colombelli; José Antônio de Souza
Resid Pediatr. 2017MÉTODOS: Trata-se de um estudo clínico epidemiológico, transversal, descritivo, observacional. Foi aplicado um questionário em 167 educadores em nove creches da Rede Pública Municipal de Educação, composto por duas questões que objetivaram caracterizar o sujeito e nove questões que buscaram categorizar sua percepção acerca da SDE.
RESULTADOS: 39 sujeitos (23,3%) tiveram sua percepção sobre a SDE caracterizada como “inadequada”, 87 (52,1%) como “intermediária” e 41 (24,6%) como “adequada”. Foi observada associação marginal entre maior tempo de atuação e maior número de acertos (p = 0,062, IC = 95%). 87% afirmaram que o desfralde deve ocorrer até os dois anos de idade. 71% dos profissionais acreditam não possuir conhecimento suficiente sobre SDE e 97% desejariam ter mais informações acerca deste tema.
CONCLUSÃO: Somente um quarto dos profissionais entrevistados possui um entendimento considerado adequado sobre a SDE e treinamento esfincteriano. Observamos a insatisfação dos educadores com seus conhecimentos sobre o tema e interesse em saber mais a respeito.