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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Dois pacientes de diferentes faixas etárias com convulsões. Qual o seu diagnóstico? Parte I

Aline de Souza Mendes; Larissa Costa de Oliveira Pessin; Joyce Marques da Suilva Alves; Juliana Silveira Barreto; Alexandre Arêdo Castiglione; Adriana Paiva de Mesquita; Danielle Christian de Arruda Costa

Resid Pediatr. 2017
Urticária aguda como manifestação de infecções virais na infância

Bruna Piassi Guaitolini; Priscilla Filippo Alvim de Minas Santos; Gabriela Dias; Denise Pedrazzi; Eduardo Costa

Resid Pediatr. 2017
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OBJETIVO: Relatar série de casos de urticária aguda associada a infecções virais.
MATERIAL E MÉTODOS: Relato de série de casos de crianças com diagnóstico de urticária aguda associada a infecções virais e revisão da literatura.
RESULTADOS: Foram avaliados sete pacientes, sendo três do genêro feminino, com idade média de 3 anos. Três pacientes apresentaram lesões urticariformes, sem outros sintomas associados. Os demais pacientes apresentaram quadro prévio característico de infecção de vias aéreas superiores. Todos foram avaliados em serviço de emergência, medicados com anti-histamínicos e referenciados para avaliação por especialista em alergia e imunologia. O período de remissão da urticária variou entre 5 a 15 dias. Na investigação diagnóstica, duas crianças apresentaram sorologia IgM reativa para Parvovírus B19, três apresentaram sorologia IgM reativa para vírus de Epstein Barr (EBV), uma apresentou IgM reativa para EBV e para vírus Herpes simplex I e II e uma apresentou IgM reativa para Herpes simplex I e II.
CONCLUSÃO: A urticária aguda é uma doença comum na infância, sendo a história clínica e o exame físico detalhados essenciais para o seu diagnóstico etiológico. O pediatra deve estar atento aos principais fatores desencadeantes, entre eles, as infecções virais.
Kawasaki e fatores de risco para pior prognóstico

Thales Araujo de Oliveira; Luiz Carlos Bandoli Gomes Junior; Priscilla Aguiar Araujo; Beatriz Soffe; Cynthia Torres França da Silva

Resid Pediatr. 2017
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A doença de Kawasaki é uma vasculite sistêmica aguda, de etiologia ainda desconhecida. Atualmente, vem substituindo a febre reumática como a principal causa de cardiopatia adquirida na infância, em países desenvolvidos. Seu diagnóstico é baseado na presença de critérios clínicos, são eles: febre por cinco dias, conjuntivite bilateral não exsudativa, alterações dos lábios e mucosa oral, exantema polimórfico, linfadenopatia cervical, eritema e edema de mãos e pés com descamação periungueal. Possui como principal temor a formação dos aneurismas de coronárias. O objetivo do relato deste caso é chamar atenção para os fatores que podem favorecer a formação destes aneurismas e até mesmo o seu recrudescimento.
“Guia de plano de ação por escrito de emergencia em alergia e anafilaxia“

Gil Simões Batista; Mara Morelo R. Felix; Karina Menezes

Resid Pediatr. 2017
Resenha

Isabel Rey Madeira

Resid Pediatr. 2017
Atestado médico

Carlindo de Souza Machado e Silva Filho

Resid Pediatr. 2017
Caminhando

Clemax C. Sant´Anna

Resid Pediatr. 2017
Estresse e asma infantil

Sandra Cairo de Oliveira Amaral; Clemax Couto Sant’Anna

Resid Pediatr. 2017
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OBJETIVO: Sendo a asma um relevante problema de saúde pública e considerada uma das principais doenças da infância e da adolescência, cada vez mais estudos ampliam o olhar para além de fatores genéticos, alérgicos e infecciosos e consideram aspectos psicossociais e emocionais no desenvolvimento e agravamento dessa doença. Nesse contexto, o estresse vem recebendo cada vez mais atenção como um fator de risco capaz de impactar essa doença. Diante da importância desse assunto, o presente trabalho tem como objetivo descrever sobre estresse, asma infantil e associações entre esses dois temas.
MÉTODOS: Foi realizada pesquisa e análise bibliográfica sobre estresse, asma e suas possíveis relações.
RESULTADOS: A literatura aponta associações entre asma e sintomas que indicam o estresse e, apesar de não haver uma relação causal entre esses dois temas, a complexidade dessas interações reconhece o estresse como fator de risco para a doença.
CONCLUSÕES: A necessidade de uma abordagem multidisciplinar que contemple parâmetros biológicos, psicológicos, ambientais e socioeconômicos, é fundamental para ampliar a compreensão sobre a asma infantil. Além disso, a implementação de intervenções que incluam doentes e cuidadores e que levem em consideração fatores emocionais da doença, bem como o manejo do estresse, são importantes para a saúde da criança, do adolescente e de toda família
A percepção dos educadores acerca da disfunção eliminatória

Gabriela de Carvalho Nunes; Edevard José de Araújo; Eliete Magda Colombelli; José Antônio de Souza

Resid Pediatr. 2017
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OBJETIVO: Este estudo tem por objetivo avaliar a percepção dos professores e auxiliares de sala de creches municipais acerca do aprendizado esfincteriano do pré-escolar e a síndrome de disfunção eliminatória (SDE).
MÉTODOS: Trata-se de um estudo clínico epidemiológico, transversal, descritivo, observacional. Foi aplicado um questionário em 167 educadores em nove creches da Rede Pública Municipal de Educação, composto por duas questões que objetivaram caracterizar o sujeito e nove questões que buscaram categorizar sua percepção acerca da SDE.
RESULTADOS: 39 sujeitos (23,3%) tiveram sua percepção sobre a SDE caracterizada como “inadequada”, 87 (52,1%) como “intermediária” e 41 (24,6%) como “adequada”. Foi observada associação marginal entre maior tempo de atuação e maior número de acertos (p = 0,062, IC = 95%). 87% afirmaram que o desfralde deve ocorrer até os dois anos de idade. 71% dos profissionais acreditam não possuir conhecimento suficiente sobre SDE e 97% desejariam ter mais informações acerca deste tema.
CONCLUSÃO: Somente um quarto dos profissionais entrevistados possui um entendimento considerado adequado sobre a SDE e treinamento esfincteriano. Observamos a insatisfação dos educadores com seus conhecimentos sobre o tema e interesse em saber mais a respeito.
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