Resultados da Busca
Infecção por SARS-CoV-2 em portador de rara glomerulopatia crônica: um relato de caso
Flávia Dias Silveira; Káthia Liliane da Cunha Ribeiro Zuntini; Márcia Dias Silveira; Kátia Virgínia Rocha; Adrianna Barros Leal Dantas; Bárbara Carvalho Dantas; Camila Cavalcante de Queiroz Santos
Resid Pediatr. 2020Doença inflamatória intestinal e COVID-19: revisão
Silvio da Rocha Carvalho; Mariana Tschoepke Aires; José César da Fonseca Junqueira; Marcia Angélica Valladares; Mariana Troccoli Souza; Cristiane Ribeiro Fernandes
Resid Pediatr. 2020Diagnóstico da doença causada pelo novo coronavírus
Camila Rocha dos Santos Mourão; Pâmela Andrade Montagni; Sidnei Ferreira; Rafaela Baroni Aurilio
Resid Pediatr. 2020Emoções: Um movimento propulsor em tempos de COVID-19
Damaris Bueno Venâncio
Resid Pediatr. 2020MÉTODOS: Relato de experiência.
RESULTADOS: Reconhecer as emoções e o processo de luto durante a pandemia.
CONCLUSÃO: Saber usar as emoções como um movimento propulsor na formação pessoal e profissional.
O cotidiano de um consultório durante os 3 primeiros meses da pandemia pelo SARS-CoV-2
Tania Maria Sih
Resid Pediatr. 2020Síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (MIS-C) temporariamente associada ao SARS-CoV-2
Leonardo Rodrigues Campos,; Tainá Maia Cardoso; Julia Carvalho de Freitas França Martinez; Rozana Gasparello de Almeida; Rodrigo Moulin Silva; Adriana Rodrigues Fonseca; Flavio Roberto Sztajnbok,
Resid Pediatr. 2020Cuidados paliativos pediátricos e reflexões bioéticas na COVID-19
Esther Angelica Luiz Ferreira; Simone Brasil de Oliveira Iglesias; Luciana Dadalto; Amanda Thiebaut Bayer; Débora de Wylson Fernandes Gomes de-Mattos
Resid Pediatr. 2020DISCUSSÃO: Embasamento ético na saúde é essencial na conjuntura atual. São necessárias reflexões acerca de decisões emergenciais e suporte em cuidados paliativos pediátricos, além de autonomia e aspectos psicológicos do isolamento em pediatria, para que a assistência e medidas protetivas possam ser, no mínimo, suficientemente adequadas às crianças e suas famílias neste momento de pandemia.
CONCLUSÃO: Reflexões bioéticas entre a equipe interdisciplinar que atua em cuidados paliativos pediátricos sempre foram importantes, tendo a pandemia da COVID-19 trazido novas questões e exacerbado outras já existentes.
Quem está olhando pela saúde mental das crianças brasileiras durante a pandemia?
Juliana Gomes Loyola Presa; Ana Paula Matzenbacher Ville; Leticia Staszczak
Resid Pediatr. 2020Asma e COVID-19
Andréa Lebreiro Guimarães Venerabile
Resid Pediatr. 2020MÉTODOS: Coletados dados da literatura científica sobre o tema asma no contexto da pandemia de COVID-19. Busca nas bases de dados PubMed, utilizando os descritores: asma, tratamento farmacológico, infecções por coronavírus, pandemias, fatores de risco e espirometria.
RESULTADOS: A asma não foi identificada como um fator de risco significativo para a doença grave COVID-19, talvez pela menor expressão de receptores da enzima de conversão da angiotensina na asma atópica. Foram identificados grupos, dentre asmáticos graves, com maior expressão desses receptores.
CONCLUSÕES: Nebulizadores devem ser evitados, os espaçadores não devem ser compartilhados e não se recomenda a realização de espirometria ou da aferição do pico de fluxo expiratório. Todos os asmáticos devem ser mantidos com corticoide inalatório. O uso isolado de beta2-agonista de curta duração não é recomendado a partir dos 12 anos e baixa dose de corticoide inalatório associado ao formoterol, por demanda, é a opção preferencial, podendo ser aplicado em dispositivo único. Dos 6 aos 11 anos, os medicamentos de alívio devem ser preferencialmente beta2-agonistas de curta duração, associados à baixa dose de corticoide inalatório e aplicados em dispositivos separados. Na asma grave, o tiotrópio deve preceder a indicação do imunobiológico e este, quando em uso, não deve ser interrompido.