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A importância dos cuidados paliativos para crianças com doença terminal e a necessidade de considerar o papel dos distúrbios de sono nesse contexto
Priscila Kalil Morelhão; Simone Brasil de Oliveira Iglesias; Sergio Tufik; Monica Levy Andersen
Resid Pediatr. 2019 34Perfil epidemiológico e assistência à saúde de crianças e adolescentes com paralisia cerebral em um municipio do ES
Rachel Almeida Santos; Valmin Ramos Da-Silva; Janine Pereira dos-Santos; Amanda Neves Siqueira
Resid Pediatr. 2019MÉTODO: Trata-se de um estudo descritivo, quantitativo, observacional e transversal, com 30 crianças e adolescentes com PC, até 19 anos de idade completos, internados em um hospital pediátrico do Espírito Santo, utilizando-se entrevista estruturada para obtenção de variáveis, do período pré, peri e pós-natal, do acesso à assistência à saúde e da equipe multidisciplinar no momento do diagnóstico de PC e no momento da entrevista.
RESULTADOS: Houve predomínio do sexo masculino 22 (73,3%) e 21 (70,0%) do estrato socioeconômico D/E. 28 (93,3%) tendo a mãe a responsabilidade pelos cuidados. Prematuridade 8 (26,7%), baixo peso ao nascer 12 (40,0%) e asfixia neonatal 6 (20,0%) foram frequentes. Observou-se que muitos pacientes não tiveram acesso aos serviços por diversos motivos, dentre eles, longas filas de espera, ausência ou insuficiência do profissional na rede, falta de encaminhamentos e dificuldades de transporte dos pacientes.
CONCLUSÃO: Evidenciou-se que é importante haver uma equipe articulada, com visão na integralidade do cuidado para a melhoria da qualidade da assistência à saúde ofertada a população do estudo.
Ensaios clínicos randômicos e controlados
Nelson Augusto Rosario-Filho
Resid Pediatr. 2020Sífilis congênita diagnosticada através do teste do reflexo vermelho
Rafaela Silva Acácio; Arikleber Freire Silva; Francis Sharaym Melo Carvalho; Mariele Aparecida Santana; Rachael Choucair Ferreira; Teresa Zavaris Nobre; Typhanie Soares Santos; Izailza Matos Dantas Lopes
Resid Pediatr. 2020MÉTODOS: Relato de caso de uma criança com diagnóstico tardio de SC precoce, realizado através da detecção de alterações oculares na criança encontradas no Teste do Reflexo Vermelho (TRV).
DISCUSSÃO: Com a negativação do VDRL materno no terceiro trimestre e intraparto, pelo atual protocolo do Ministério da Saúde, esse RN não entra nos critérios de triagem no momento do parto e posterior seguimento. Além disso, o diagnóstico é dificultado devido a 70% das crianças infectadas serem assintomáticas. O aprimoramento do serviço de pré-natal, com diagnóstico e tratamento precoce das gestantes e seus parceiros pode ser uma estratégia para melhorar os índices de sífilis congênita no Brasil.
CONCLUSÕES: O caso descrito mostra a fragilidade desse protocolo e sugere a necessidade do desenvolvimento de estudos epidemiológicos que reflitam a realidade brasileira e garantam um protocolo mais sensível à detecção de crianças com risco de infecção neonatal. Caso essa criança não tivesse alterações oftalmológicas dificilmente seria tratada para SC com risco de morrer ou desenvolver complicações graves da doença.
Complicações respiratórias na criança com mucopolissacaridose
Larissa Camargo Boaron; Debora Carla Chong-Silva; Rafael Luiz Pinto; Vitória Luiza Locatelli Winkeler; Monik Bordin; Rafaella do Rosário Tacla; João Gabriel Peixoto Lopes; Bruna Rodrigues Cremonese
Resid Pediatr. 2020MÉTODOS: Foram revisados artigos originais e artigos de revisões sobre o tema mucopolissacaridose e sobre as complicações respiratórias comuns nesta doença, especialmente na população pediátrica. Foi realizada busca nas bases de dados Medline e PubMed, utilizando os descritores: criança, doenças respiratórias e mucopolissacaridose. Os artigos selecionados datam desde 1988 até 2017.
RESULTADOS: A mucopolissacaridose (MPS) consiste em um erro inato do metabolismo, gerando depósitos lisossomais por falha na degradação de glicosaminoglicanos (GAGs) e, consequentemente, disfunção celular. A incidência da mucopolissacaridose (MPS) estimada é de 1:29.000 nascidos vivos, sendo os subtipos I e III os mais frequentes e o VII, o mais raro. No Brasil, a MPS responde a 32% dos erros inatos do metabolismo e a 54% das doenças lisossomais de depósito. Em nosso país há um predomínio dos subtipos I, II e VI. O sistema musculoesquelético é o mais afetado pela doença e o acometimento do trato respiratório, abordado nessa revisão, é uma importante causa de morbimortalidade e inclui obstrução de vias aéreas, infeções de repetição e doença pulmonar restritiva. O manejo depende da causa do acometimento respiratório, podendo incluir tratamento e prevenção de infecções, remoção cirúrgica das tonsilas, uso de CPAP ou BiPAP, suplementação de oxigênio e até traqueostomia.
CONCLUSÕES: Estima-se que 64 crianças nasçam com a doença no Brasil a cada ano (Datasus). Destaca-se, assim, a importância do conhecimento das particularidades do trato respiratório dessas crianças pelo médico generalista.
Cor triatriatum: um caso raro e assintomático
Maina Tavares Zanoni; Valeria Cardoso Alves Cunali; Valquiria Cardoso Alves Chagas; Kellen Cristina Kamimura Barbosa Silva; Fabiane Mendes de Souza; Cynthia Lorena de Moura Araújo
Resid Pediatr. 2020Atuação multiprofissional na disfagia pediátrica
Vanessa Souza Gigoski Miranda; Camila da Cunha Niedermeyer; Micheli da Silva Tarnowski; Karoline Flach,; Katherine Flach; Lisiane De Rosa Barbosa
Resid Pediatr. 2020Aneurisma da veia de galeno: relato de caso
Pedro Henrique Matias Peres; Paulo Roberto Margotto
Resid Pediatr. 2020Síndrome de Miller-Dieker
Ana Clara Morett Amorim; Carla Quero Cunha Rodrigues; Livia Lobo da Silva Costa
Resid Pediatr. 2020