Resultados da Busca
Hepatite autoimune tipo II em criança
Larissa de Oliveira Braga; Carla de Oliveira Cardoso; Mayara Martins Garcia; Denise Maria Santos Fernandes Simão; Bruno Bismarques Silva
Resid Pediatr. 2019 4Síndrome de Grisel - Relato de Caso
Davidson Faria Pereira; Natália Maria Neiva e Oliveira; Ana Luísa Prado Magalhães; Marcos Antônio de Oliveira; Elaine Felca Beirigo Giannini
Resid Pediatr. 2019Mal de Pott: Relato de caso
Diego Moreira de Aguiar; Fabrício Silva Pessoa; Maria Neusa Sousa Cavalcante
Resid Pediatr. 2019Válvula de Eustáquio mimetizando trombose atrial em paciente com doença falciforme: Relato de caso
Sabrine Teixeira Ferraz Grunewald; Mariana Celestino Silva; Bryan da Silva Marques Cajado
Resid Pediatr. 2019Síndrome de Kallmann: Relato de caso na adolescência
Nádia Ferreira Navarro; Everton Sukster; Ricardo Becker Feijó
Resid Pediatr. 2019RELATO DE CASO: Descrever os achados clínicos de um adolescente com diagnóstico de SK após acompanhamento ambulatorial desde a infância, salientando os aspectos mais prevalentes desta afecção e as repercussões clínicas associadas.
CONCLUSÃO: Alterações clínicas na infância tais como criptorquidia e anosmia, assim como atraso puberal, são sinais de alerta para investigação e diagnóstico de hipogonadismo e SK, contribuindo para a prática clínica ambulatorial da Pediatria e Hebiatria.
Perfil dos atendimentos de eventos domiciliares não intencionais em um pronto-socorro pediátrico da Região Sul do Brasil
Andréia Luiz; Adriel Barbi Braz; Janaína Sortica Fachini; Gastão Dias Júnior; Flávia Mayra Rodrigues
Resid Pediatr. 2019 10MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal com coleta retrospectiva de dados no qual foram analisados prontuários decorrentes de agravos domiciliares em pacientes com idade até 15 anos incompletos, durante o ano de 2016.
RESULTADOS: Foram estudados 186 agravos. Houve maior número de agravos no sexo masculino (54,8%) e na faixa etária entre 1 e 4 anos (50,5%). O agravo de maior incidência foi a queda (60,2%), seguida das intoxicações com 21,5% dos casos. Além disso, houve maior ocorrência de agravos nos meses de janeiro e fevereiro (IC 3,96-5,29), o que corresponde ao período de férias escolares. Evidenciou-se que 22,6% das vítimas necessitaram de internação ou transferência.
CONCLUSÃO: Neste sentido, destaca-se a importância da implementação de medidas preventivas, único meio de se reduzir o agravo, as lesões e as sequelas decorrentes do mesmo.
Mielite transversa em um adolescente
Renata Delfino de Almeida; Juliana Selbach Pereira Regino; Claudia Cristina Ferreira Vasconcelos; Tatiane Daniele de Almeida Costa
Resid Pediatr. 2019Reumatologia infantil e cuidados paliativos pediátricos: conceituando a importância desse encontro
Esther Angélica Luiz Ferreira; Hendrick Gramasco; Simone Brasil de Oliveira Iglesias
Resid Pediatr. 2019Frequência da Síndrome de Burnout em médicos residentes
Paulo Roberto Cruvinel Oliveira; Thayane Guimarães de Melo; Anelise Lopes; Monica Nunes Lima; Dirceu Zorzetto Filho; Vania Oliveira de Carvalho
Resid Pediatr. 2019MÉTODOS: Estudo prospectivo, transversal e analítico, realizado de abril a setembro de 2016. Foram convidados a participar todos os médicos residentes da instituição e aplicados questionários sociodemográficos, avaliada presença de SB pelo Maslach Burnout Inventory.
RESULTADOS: Do total de 370 médicos residentes, 117 (31,6%) participaram, houve manifestação da SB em 27,3% dos participantes, com 67% apresentando alta exaustão emocional, 47% alta despersonalização e 53% baixos índices de realização profissional. Houve diferença quando comparados, respectivamente, os residentes com e sem SB quando havia: ausência de atividades de lazer (17,8% versus 37,5%, p = 0,04), ausência de crença religiosa (22,3% versus 40,6%, p = 0,04) e presença de doença crônica (20,9% versus 56,2%, p = 0,04).
CONCLUSÕES: A SB foi frequente nos médicos residentes, com altos índices em cada domínio da síndrome. Houve maior frequência de SB nos participantes que não tinham tempo para o lazer ou crença religiosa e com doença crônica.
Frequência de anomalias congênitas em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal no Brasil
Marcos Antonio da Cristovam; Renata Thomazini Dallago; Carmem Maria Mendonça Costa Fiori; Fabiano Sandrini; Milene de Moraes Sedrez Rover; Marcos Antonio da Silva Cristovam; Adriana Chassot Bresolin
Resid Pediatr. 2019MÉTODOS: Avaliação de prontuários dos pacientes internados entre janeiro de 2012 e dezembro de 2015 na UTI neonatal do Hospital Universitário do Oeste do Paraná, em Cascavel-PR. As variáveis avaliadas foram: sexo, idade materna, idade gestacional, peso de nascimento, índice de Apgar, realização de pré-natal adequado, doenças maternas, intercorrências gestacionais, consanguinidade e desfecho. As mães foram agrupadas em três faixas etárias: mães com até 18 anos de idade, mães entre 19 e 34 anos e mães acima de 35 anos. A análise estatística foi realizada pelo software R Core Team, utilizando a plataforma RStudio, dividindo-se em estatísticas descritivas: frequências absolutas - n, e frequências relativas percentuais - %. Para frequências das categorias das variáveis, foram utilizados o teste do Qui-quadrado de comparação de proporções e o teste do Qui-quadrado de aderência, utilizando nível de significância de p < 0,05.
RESULTADOS: Foram internados na UTI Neonatal um total de 888 recém-nascidos, sendo detectado algum tipo de anomalia em 127 (14,3%). As malformações mais encontradas no período de avaliação foram: cardiopatias congênitas (19; 15%), hidrocefalia (16; 12,6%) e gastrosquise (14; 11%). Quanto à evolução dos recém-nascidos durante o internamento, 48,8% receberam alta hospitalar, 39,4% foram a óbito e 11,8% foram transferidos para outros serviços.
CONCLUSÃO: A taxa de anomalias congênitas foi 14,3%, com elevada mortalidade. As malformações mais encontradas foram em sistema cardiovascular, sistema nervoso central e trato gastrointestinal.