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Hiperplasia adrenal congênita em irmãos - relato de caso
Wallace Sales Gaspar; Isabel Rey Madeira; Daniel Luis Schueftan Gilban; Ana Paula Neves Bordallo; Clarice Borschiver de Medeiros; Paulo Ferrez Collett-Solberg; Fernanda Mussi Gazolla; Cláudia Braga Monteiro; Ana Luíza Velten Mendes; Débora Alvim Ribeiro; Juliana Coelho Braga
Resid Pediatr. 2019Perfil do uso de sedoanalgesia em crianças sob ventilação mecânica em unidade de terapia intensiva
Maylla Moura Araújo; July Lima Gomes; Renanna Najara Veras Rodrigues; Lorena Keli Lemos Piauilino Cruz
Resid Pediatr. 2019 1MÉTODOS: Realizou-se um estudo de caráter observacional, transversal, retrospectivo, descritivo, com abordagem quantitativa e análise secundária dos dados. Participaram crianças admitidas em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, entre os meses de julho de 2014 e junho de 2015, com necessidade de terapia analgésica e/ou sedativa em infusão contínua e de ventilação mecânica, que permaneceram no setor por mais de 12 horas.
RESULTADOS: Identificou-se um total de 41 indivíduos, correspondendo a 63% dos pacientes internados. As medicações empregadas para sedoanalgesia contínua foram Midazolam, Cetamina e Fentanil. Esses fármacos foram utilizados em baixas doses de infusão por um tempo médio de 11,5±11,4 dias. A síndrome de Abstinência ocorreu em 39% dos pacientes, sendo que estes fizeram uso das mesmas por um período médio de 19,31(±11,57) dias. Observou-se uma relação entre sedoanalgesia prolongada com o desenvolvimento da síndrome (p<0,001), uma vez que 70% daqueles que receberam sedoanalgesia contínua por um período superior a 7 dias desenvolveram abstinência.
CONCLUSÕES: O emprego de analgésicos e sedativos configurou-se prática bastante frequente e, devido ao tempo de uso prolongado dos fármacos, verificou-se ocorrência importante de síndrome de Abstinência.
Disceratose congênita - relato de caso
Vinícius de Mendonça Magalhães; Laura Silva Cardoso; Gustavo Henrique Oliveira; Pollyana Cristina Bernardes Valize
Resid Pediatr. 2019Síndrome PFAPA: Relato de caso e revisão da literatura
Ivany Terezinha Rocha Yparraguirre; Roberto Tschoepke Aires; Angélica Varela Rondon; Luís Eduardo Reis Guimarães; Simone Cardoso Rodriguez y Rodriguez; Rodrigo Picarote de Figueiredo
Resid Pediatr. 2019A face oculta da mononucleose: Relato de 2 casos atípicos envolvendo a síndrome clínica
Mariana Isadora Ribeiro Vieira; Sidnei Delailson Silva
Resid Pediatr. 2019Pustulose exantemática generalizada aguda em criança de 9 anos
Lorena Amaral Batista Leite; Eve Grillo Carvalho; Lorena Luana Batista; Henrique Guarino Colli Peluso; Walmer Cardoso de Oliveira Júnior; Henrique Pinheiro Leite Benedito; Fernanda Araújo Melato
Resid Pediatr. 2019 9OBJETIVO: Relatar um caso de PEGA em criança admitida na enfermaria pediátrica com quadro de febre e erupção cutânea pustulosa disseminada, caracterizada por múltiplas pústulas de conteúdo estéril, acompanhadas por eritema difuso, bem como realizar revisão bibliográfica da literatura atual sobre a doença.
MÉTODOS: Relato e discussão do caso descrito com informações obtidas pela revisão do prontuário, registro fotográfico da evolução das lesões e revisão da literatura embasada em artigos científicos atuais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: O presente relato e as publicações revisadas propõem a caracterização da PEGA no paciente pediátrico, com destaque para a importância da suspeição diagnóstica através da anamnese e exame físico, de modo a abarcar os aspectos diagnósticos, terapêuticos e prognósticos desta condição.
Diagnóstico de fibrose cística em paciente com polipose nasal: relato de caso
Patrícia Fernandes Barreto Machado Costa; Gabriel Deveza Gomes; Tania Wrobel Folescu; Renata Wrobel Folescu Cohen; Debórah Aragão de Pinho Silveira
Resid Pediatr. 2019RELATO DE CASO: Adolescente, 13 anos, foi avaliado por apresentar alteração na dosagem de cloreto no suor solicitado devido a polipose nasal recidivante. O quadro havia sido investigado com tomografia computadorizada de seios da face, que evidenciou sinusite polipoide. A lesão apresentou crescimento progressivo, sendo aventado diagnóstico de angiofibroma juvenil. Feita ressecção e avaliação histopatológica da lesão, ficou descartada esta hipótese. Foi solicitada dosagem de cloreto no suor, com os resultados: 90mEq/L, 92mEq/L e 89mEq/L, (V.R.: <60 mEq/L), confirmando o diagnóstico de fibrose cística.
CONCLUSÃO: A polipose nasal, embora frequente nos pacientes com fibrose cística, é um achado raro como sintoma inicial desta afecção.
O que o fisioterapeuta pode fazer pela criança em cuidados paliativos?
José Luis Rodrigues Barbosa,; Simone Brasil de Oliveira Iglesias,
Resid Pediatr. 2019 11Perfil de crianças e adolescentes internados por distúrbios neurológicos
Laura Reis Vilela; Luiza Valle de Oliveira Brízida; Marina de Freitas Pádua; Bruna Mathias Silva; Lisiane Seguti Ferreira
Resid Pediatr. 2019 12MÉTODOS: Consiste em um estudo observacional descritivo retrospectivo realizado no Hospital Universitário de Brasília (HUB) de levantamento de dados sobre pacientes internados no período de janeiro de 2015 a maio de 2018. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética do Hospital Universitário de Brasília.
RESULTADOS: A principal causa de internação no HUB no grupo estudado é crise epiléptica. A faixa etária mais afetada é entre um e cinco anos de idade. O tempo médio de internação é prolongado, aumentando os riscos, inclusive de infecção hospitalar. Metade dos pacientes internados, ao receberem alta, continuam em acompanhamento ambulatorial no HUB.
CONCLUSÕES: Os dados obtidos podem servir como base para elaborar medidas de prevenção à saúde e auxiliar na análise crítica quanto à real necessidade de internação desses pacientes, a fim de garantir uma melhor assistência pediátrica.
Relato de caso: infecção cutânea por Rhizopus sp em paciente pediátrico
Aline Mara da Silva Alves; Bruna Luiza Guerrer; Adriana Prazeres da Silva; Haroldo Luiz Lins e Silva; Mara Luci Goncalves Galiz Lacerda; Murilo da Silva Alves
Resid Pediatr. 2019