Resultados da Busca
Relato de caso: raquitismo dependente de vitamina d, tipo 1a
Mayã da Costa Bastos; Marta de Aguiar Ribeiro Santos,; Larissa Moulin de Almeida
Resid Pediátr. 2024Alojamento conjunto: fatores maternos associados à presença de intercorrências clínicas no recém-nascido
Alessandra Pinheiro Rios; Adriana Cersosimo; Vivian Figueiredo; Mariah Pinheiro Rios Lima; Israel Figueiredo Junior
Resid Pediátr. 2024OBJETIVO: estabelecer alterações clínicas em recém-nascido que receberam alta após permanência em sistema de alojamento conjunto e verificar a associação de situações pré-natais/nascimento com essas situações transitórias neonatais.
MÉTODOS: estudo transversal, através da leitura de prontuários de puérperas internadas em maternidade pública de baixo risco. Testes de Mann-Whitney e Qui-quadrado/regressão logística foram utilizados para verificar diferença entre as médias nas variáveis contínuas e as associações entre as variáveis categóricas.
RESULTADOS: As 512 mães eram em sua maioria de Niterói (n=411; 80,3%), com média de idade de 23,48 anos, sendo que 29,3% tinham idade inferior a 20 anos (n=150) e 82,2% delas (n=421) cursaram até o ensino fundamental completo. Entre os RN, somente 15,4% necessitaram de reanimação, metade deles era do sexo masculino (50,0%), peso médio ao nascimento 3.287,26 gramas e idade gestacional 39,5 semanas. Setenta RNs apresentaram alterações clínicas (13,7%) e a suspeita de sepse, icterícia e sífilis foram os principais causadores de aumento na permanência hospitalar. O grupo de RN com intercorrências mostrou ter uma chance maior de pertencer ao grupo de mães que apresentaram problemas no pré-natal (IC OR 95%: 2,899; 1,719 -4,890; p<0,001). Conclusão: Somente um pequeno número de RN necessitou de tratamentos clínicos no alojamento conjunto e existiu uma associação entre essas intercorrências clínicas no RN e o histórico de problemas maternos durante a gravidez.
Intervenção no apego inseguro para o tratamento da dor crônica idiopática em Pediatria.
Rodrigo Regis Souza de Lira; Kátia Regina Neves Baptista Guerra; Brena Maria Beserra Costa; Andresa do Rêgo Barros Vieira Santos
Resid Pediátr. 2024RELATO DOS CASOS: Duas adolescentes com história de dor crônica mista, idiopática e incapacitante há mais de dois anos, culminando em internação hospitalar. Receberam abordagem interdisciplinar nas primeiras 24 horas da admissão, com destaque para a Psicologia, que, desde o primeiro contato, identificou fatores estressores significativos na infância de ambas, inclusive a insegurança do apego, e as submeteu a técnicas vivenciais, de relaxamento e de reparentalização limitada, resultando em diminuição da intensidade da dor, da necessidade de analgésicos e da incapacitação logo nos primeiros dias da admissão e, consequentemente, na alta hospitalar.
CONCLUSÃO: A dor crônica idiopática em Pediatria deve ser abordada, desde o princípio, por equipe interdisciplinar. Deve-se reconhecer que o componente psicológico, especialmente o aspecto do apego inseguro, pode ser de grande importância na etiopatogenia, perpetuação e gravidade da dor crônica em muitos pacientes, de modo que abordá-lo é fundamental para o sucesso terapêutico. Além de acelerar a recuperação da funcionalidade e do bem estar dos afetados, essa estratégia tem o potencial de reduzir os custos em saúde.
Manifestação clínica atípica de piomiosite tropical
Camylla Santos de Souza; Juliana Porto Moura Negreiros; Laura Belizante Pontes Pereira; Natasha Simões Montenegro Mello; Graciela Josué de Oliveira Laurênio; Glaucia Maria Lima Ferreira
Resid Pediátr. 2024Associação entre exposição a telas na infância e obesidade pediátrica: uma revisão de literatura
Liliane Coelho Vieira; Edgar Adolfo Freitas Costa
Resid Pediátr. 2024OBJETIVOS: Buscar e descrever as evidências presentes na literatura sobre a relação entre obesidade pediátrica e exposição a telas na infância.
METODOLOGIA: Foi realizada uma revisão não sistemática da literatura incluindo artigos publicados no período entre 2018 e 2022 nas seguintes bases de dados: Cochrane, PubMed, SciELO e LILACS. Foram utilizados os termos “tempo de tela” e “obesidade pediátrica” como descritores.
RESULTADOS: Foram encontradas associações entre o tempo de exposição a telas e o aumento da circunferência abdominal, do índice de massa corporal (IMC) e do estágio de obesidade infantil. Além disso, o uso de telas mediou a relação positiva entre obesidade e condição social do bairro de moradia das crianças, bem como a relação entre obesidade e asma. Conclusão: A maioria dos estudos avaliados demonstrou uma associação positiva entre o uso de telas por crianças e a ocorrência de obesidade na pediatria.
Conhecimento dos médicos residentes de Pediatria quanto aos conceitos e ensino dos cuidados paliativos durante a pós-graduação
Haroldo Teófilo de Carvalho; Ana Lia Lopes Massola; José Roberto Fioretto; Rossano Cesar Bonatto; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos
Resid Pediátr. 2024MÉTODOS: Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo e fenomenológico. Resultados: Participaram 12 residentes do último ano do programa de Residência Médica, que, ao manifestarem suas concepções sobre a temática, apresentaram peculiaridades de um cuidado que vem sendo aperfeiçoado ao longo do tempo, quebrando paradigmas, como a busca pela cura e manutenção da vida a qualquer preço, sem propiciar espaço para uma abordagem voltada para o ser humano em sua integralidade. Para eles, esse nó górdio pode ser solucionado com a aquisição de habilidades técnicas, de comunicação, de reabilitação e o conhecimento do processo de morrer e da morte.
DISCUSSÃO: De forma muito inata, os seres humanos são resistentes em encarar a morte de forma natural, como parte da vida; isso decorre de aspectos sociais, culturais, espirituais, emocionais e do próprio ensino na área da saúde, evidenciado pelo desconhecimento dos entrevistados quanto à dimensão dos cuidados paliativos, sem, contudo, ignorarem sua importância.
CONCLUSÃO: Tais personagens não se sentem capacitados para interagir com pacientes e familiares com o intuito de discutir a terminalidade. Esses resultados mostram um posicionamento tímido e a necessidade peremptória dessa temática na formação profissional.
Síndrome diencefálica (síndrome de Russell): relato de caso clínico
David Richer Araujo Coelho; Stephanie Pascoal de Miranda Martins; Anna Cecília Silveira Rissi; Victoria Holcman de Marsillac; Tatiana Mendonça Fazecas e Costa; Bruno Pereira Ribeiro Da Rocha,
Resid Pediátr. 2024Exacerbação pulmonar de fibrose cística por Brevibacterium sp. em criança: relato de caso e revisão de literatura
Davi Shunji Yahiro; Tayná Bastos Mourão Viana; Gustavo Duque Yecker; Matheus Freire de Lima; Renata Novellino da Rosário Azzi; Maria Izabel Muller de Campos Dutra e Silva de Andrade; Lisandra Leite de Mattos Alcântara; Heitor Vasconcelos Bazilio Pereira; Eduarda Raunheitti Giesteira; Sofia Leite Quintão; Marcos Vinícius Aguado de Moraes; Matheus dos Santos Moura; Andre Ricardo da Silva Araújo,
Resid Pediátr. 2024Hemangioendotelioma Kaposiforme: relato de caso
Alessandra Geraldo; Andrea Gisele Pereira Simoni
Resid Pediátr. 2024Escorbuto: o retorno de uma doença quase esquecida
Sheila Knupp Feitosa de Oliveira; Felipe Oliveira De Paula
Resid Pediátr. 2024