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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

Volume 15 - Número 3

Artigo de Revisão
Impacto do abuso de drogas na gestação no desenvolvimento neuropsicomotor

Luana Manias; Danielly Costa Antunes Batista; Débora Cristina Margueron do Nascimento; Luiza Lanzillotti Thuller do Prado; Maria Elisa Rodrigues Silva; Alexandre Massashi Hirata

Resid Pediátr. 2025;15
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O desenvolvimento neuropsicomotor envolve a formação da linguagem, da cognição, da motricidade e das habilidades sociais. Esse processo pode ser afetado por diversos fatores como pelo uso de drogas durante a gestação. Este estudo tem como objetivo constatar as alterações no desenvolvimento neuropsicomotor de recém-nascidos filhos de mulheres que fizeram uso de drogas lícitas, como tabaco e álcool, e/ou ilícitas, como maconha, cocaína e crack, durante o período gestacional. Esta revisão de literatura foi realizada por meio da busca de artigos publicados em português, inglês, espanhol e francês nas bases de dados PubMed e Scientific Electronic Library Online (SciELO), publicados e indexados nos últimos 10 anos. Com base nos artigos selecionados, foram divididos para análise quanto às amostragens, categorizando-se em droga exposta ao feto no período gestacional: (1) álcool; (2) tabaco; (3) cocaína e crack; (4) maconha. Foram encontradas alterações complexas no desenvolvimento neuropsicomotor de recém-nascidos, com consequências inclusive a longo prazo, fazendo-se necessário, portanto, um melhor rastreio, monitoramento e acolhimento das gestantes, priorizando a total abstinência dessas substâncias e evitando tais desfechos. Palavras-chave: Gravidez, Alcoolismo, Recém-nascido, Nicotina, Cocaína, Uso da maconha.
Profilaxia primária de hemorragia digestiva alta varicosa em crianças e adolescentes com hipertensão portal: uma revisão integrativa

Igor Braga Vieira Baião Salgado; Eleonora Druve Tavares Fagundes; Adriana Teixeira Rodrigues; Simone Diniz Carvalho; Lara Floresta Neves Gonçalves; Alexandre Rodrigues Ferreira

Resid Pediátr. 2025;15
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A hipertensão portal é caracterizada pelo aumento da pressão sanguínea na veia porta e suas ramificações. Estudos recentes mostram que a hemorragia digestiva alta em crianças está associada à morbidade significativa, embora taxas de mortalidade sejam menores que em adultos. Estratégias profiláticas são aplicadas em alguns centros pediátricos, mas não há consenso sobre o melhor acompanhamento para essa população. O objetivo deste trabalho foi a realização de uma revisão integrativa sobre a profilaxia primária da hemorragia digestiva alta varicosa na população pediátrica com hipertensão portal, cirrótica ou não, tanto por meio do uso de betabloqueadores quanto pela realização de procedimentos endoscópicos, como ligadura elástica e a escleroterapia. Foi realizada uma revisão integrativa da literatura científica nas bases de dados PubMed/Medline. Foram identificados 153 artigos e selecionados 26 para revisão integrativa, após leitura completa, sendo 2 metanálises, 3 ensaios clínicos randomizados e 21 observacionais não controlados. A revisão integrativa destaca as dificuldades e limitações associadas ao uso de betabloqueadores não seletivos em crianças, evidenciando uma considerável frequência de efeitos colaterais, levando à suspensão do medicamento. Estudos comparativos indicam um maior risco de sangramento no grupo utilizando propranolol em comparação com a profilaxia primária endoscópica, apesar das limitações metodológicas. Já os estudos avaliados sobre a profilaxia primária endoscópica indicam que ela possui poucas complicações e demonstra eficácia na erradicação das varizes, embora persista um alto risco de recidiva. Palavras-chave: Cirrose hepática, Varizes esofágicas e gástricas, Criança, Adolescente, Propranolol, Endoscopia gastrointestinal.
Artigo Original
Avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor por meio da aplicação da escala de Denver II em crianças acompanhadas num ambulatório de risco

Murilo Sabbag Moretti; Suelen Umbelino da Silva; Betina Manrique Queiroz Braga Lima; Lorena Queiroz Bordin; Maria Clara Macarini Silva

Resid Pediátr. 2025;15
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OBJETIVOS: O estudo tem por objetivo avaliar o desenvolvimento neuropsicomotor de neonatos e lactentes atendidos em um ambulatório, utilizando o Teste de Triagem de Desenvolvimento de Denver II.
MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, de caráter prospectivo, realizado através da análise de prontuários e base de dados eletrônica, no qual 100 pacientes, em acompanhamento em um ambulatório de risco de um hospital terciário submetidos ao Teste de Triagem de Desenvolvimento de Denver II Revisado entre 0 e 6 anos de idade, serão avaliados. As variáveis consideradas para estudo serão: idade gestacional, peso de nascimento, Apgar, intercorrências e diagnósticos do período neonatal.
RESULTADOS: A amostra evidenciou que 70 (89,7%) dos participantes apresentaram resultado satisfatório para o teste de Denver, 5 (6,4%) foram classificados como duvidosos e 3 (3,8%) como problemáticos. Ou seja, a maior parte dos lactentes foram consideradas como crianças que não apresentaram atrasos. Enquanto 100% dos problemáticos tiveram patologia neurológica, essa porcentagem foi de apenas 40% entre os duvidosos e 31,4% entre os que tiveram resultado satisfatório para o teste de Denver.
CONCLUSÃO: Observou-se que houve um elevado número de crianças com resultado satisfatório para o teste de Denver, concluindo que essas apresentaram bons indicadores nos primeiros anos de vida. Essa condição pode estar relacionada ao acompanhamento que crianças e mães recebem por meio de um atendimento ambulatorial pediátrico com especialidade em prematuros, uma vez que o maior objetivo é rastrear os riscos e minimizar o impacto negativo que os fatores possam ocasionar no desenvolvimento.
Palavras-chave: Desenvolvimento infantil, Deficiências do desenvolvimento, Doenças do recém-nascido, Atenção primária à saúde.
Caderneta de saúde da criança: avaliação do preenchimento e a sua utilização pelas famílias em unidades básicas de saúde

Julia dos Reis Raimundo; Juliane Sauter Dalbem

Resid Pediátr. 2025;15
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A Caderneta de Saúde da Criança (CSC) é um instrumento de acompanhamento da saúde da criança, essencial para detectar alterações no crescimento e desenvolvimento, bem como para prevenção de agravos e diminuição da morbimortalidade. O registro correto e completo das informações é requisito fundamental para que a CSC cumpra seu papel na vigilância e promoção da saúde infantil, no entanto o que se observa na maioria dos estudos, é a falha no preenchimento e desconhecimento dos familiares sobre a caderneta. A pesquisa teve como objetivo avaliar o preenchimento da CSC e a utilização pelos familiares em unidades básicas de saúde de um município do norte do Rio Grande do Sul. É um estudo observacional, transversal e prospectivo, realizado por meio da aplicação de um formulário e seguido da avaliação do preenchimento da caderneta. Foi feito com uma população de famílias que realizavam, juntamente à criança, consulta de puericultura ou acompanhamento com outro profissional de saúde, e que estavam portando a caderneta. A amostra foi composta por cem indivíduos, atendidos em quatro unidades básicas de saúde do município, selecionados entre o período de setembro de 2022 a novembro de 2023. O estudo encontrou 45% das cadernetas com preenchimento insatisfatório, incluindo falhas no registro dos itens do crescimento e desenvolvimento. Os resultados reforçam a utilização ainda deficitária da CSC, e corroboram a necessidade de capacitação dos profissionais e sensibilização das famílias para que elas cumpram seu papel na promoção da saúde infantil. Palavras-chave: Saúde da criança, Atenção primária à daúde, Cuidado da criança.
Avaliação do conhecimento da equipe médica sobre a exposição solar e icterícia neonatal em um hospital no Sul do Brasil

Aline Didoni Fajardo; Catarina Pfitzer; Emanuelli Rudolf; Flávia Maestri Nobre Albini; Ana Alice Broering Eller; Marco Otilio Duarte Rodrigues Wilde; Sandra Mara Witkowski

Resid Pediátr. 2025;15
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INTRODUÇÃO: A exposição solar no período neonatal para redução da icterícia é contraindicada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, que além de não ser uma forma eficaz de tratamento, pode trazer consequências mais graves como o câncer de pele e queimaduras solares.
OBJETIVO: Avaliar o conhecimento da equipe médica sobre a exposição solar no período neonatal, no que se refere à exposição solar com o intuito de diminuir a icterícia neonatal e fornecer aos participantes o conhecimento atualizado sobre o assunto.
METODOLOGIA: Estudo observacional, analítico e transversal, realizado de outubro de 2020 a agosto de 2021, baseado num questionário dirigido aos médicos das crianças nascidas em Maternidade no Sul do Brasil.
RESULTADOS: Em relação ao conhecimento médico sobre a exposição solar no período neonatal, 24 (51,1%) médicos responderam que a frequência de exposição ao sol deveria ser todos os dias, 17 (37,0%) acham que o melhor horário para o banho de sol seja antes das 10 horas e após as 16 horas, 18 (38,3%) afirmaram que o tempo de permanência aos raios solares deveria ser de 10 a 15 minutos e 21 (44,7%) profissionais acham não ter indicação para tal exposição.
CONCLUSÃO: Há um conhecimento equivocado por parte de alguns médicos sobre a exposição do RN ao sol principalmente com intuito de redução da icterícia. Portanto, é indispensável a educação continuada dos médicos. Palavras-chave: Recém-Nascido, Fototerapia, Icterícia neonatal.
Impacto da variabilidade climática nas visitas hospitalares por dermatite atópica em crianças e adolescentes em Brasília, Brasil

Marianna Corrêa da Costa Moraes Barbosa; Layla Barbosa Jorge; Maria Cláudia Almeida Issa; Selma Maria Azevedo Sias; Adauto Dutra Moraes Barbosa

Resid Pediátr. 2025;15
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OBJETIVO: Investigar se há correlação entre a variação dos elementos climáticos e o número de exacerbações de dermatite atópica em crianças e adolescentes.
MÉTODO: estudo retrospectivo, realizado entre janeiro de 2014 e dezembro de 2020, quando crianças e adolescentes com diagnóstico de dermatite atópica foram aceitos no estudo e divididos em grupo 1 (apenas 1 exacerbação durante o período do estudo) e grupo 2 (2 ou mais exacerbações no mesmo período). Após análise estatística básica dos dados do estudo, foi realizada regressão logística para avaliar qual fator climático estava associado à variação do número de atendimentos por exacerbação de dermatite atópica e uma curva ROC foi criada para determinar o melhor valor desse fator discriminante para a ocorrência de exacerbação.
RESULTADOS: A amostra foi composta por 220 pacientes, 55,5% no grupo 1 e 44,5% no grupo 2, que apresentaram um total de 298 atendimentos por exacerbação de dermatite atópica. A maior frequência de consultas ocorreu no inverno, entre junho e agosto (106/298 - 53,5%).
CONCLUSÃO: A umidade relativa do ar, quando inferior a 44,18%, foi o fator que mais contribuiu para a ocorrência de crise da dermatite, em comparação aos demais fatores climáticos. Palavras-chave: Dermatite Atópica, Temperatura, Umidade, Clima Efeitos.
Perfil clínico epidemiológico de pneumonia adquirida na comunidade complicada em crianças de um hospital de referência materno-infantil

Raul José Almeida Albuquerque; Camila Esteves Paredes; Ana Carolina de Souza Vasconcelos; Ítalo José Sampaio Vieira da Cruz; Renê Elias Gonçalves; Vitória Souza Araújo; Ilka Juliana Ferreira Rodrigues; Yuri Francilane Carvalho Dos Santos

Resid Pediátr. 2025;15
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OBJETIVO: Analisar o perfil clínico-epidemiológico da pneumonia adquirida na comunidade complicada em crianças para melhorar estratégias de prevenção e diagnóstico e, com isso, reduzir morbidade e mortalidade causada pela doença.
MÉTODO: Estudo descritivo, transversal e prospectivo foi realizado no hospital de referência materno-infantil envolvendo 130 crianças hospitalizadas por pneumonia comunitária, com idade menor que 10 anos, durante 6 meses. As crianças foram classificadas em dois grupos: pneumonia não complicada e pneumonia complicada.
RESULTADOS: 74,6% das crianças internadas tinham Pneumonia Adquirida na Comunidade e 25,4% foram diagnosticadas com alguma complicação. Ambos os grupos apresentaram perfis socioeconômicos semelhantes, com predominância de crianças pardas, de baixa renda e pais com escolaridade entre 9 e 13 anos. Apesar de não haver diferença estatística significativa entre os grupos quanto à vacinação e presença de comorbidades, a literatura aponta que a introdução da vacina pneumocócica conjugada 10-valente no Brasil reduziu a mortalidade e hospitalizações por pneumonia pneumocócica. Essa falta de diferença estatística pode estar relacionada à resistência emergente de sorotipos específicos, como o 19A, que mostrou resistência significativa à penicilina.
CONCLUSÕES: É essencial aumentar a cobertura vacinal contra outros sorotipos do Streptococcus pneumoniae, monitorar os sorotipos e a resistência antimicrobiana para melhorar o controle da pneumonia em crianças. Palavras-chave: Pneumonia, Streptococcus pneumoniae, Cobertura vacinal, Epidemiologia, Pneumonia pneumocócica.
Efetividade do ensino de Suporte Básico de Vida Pediátrico para leigos e profissionais da saúde em uma comunidade

Nathália Moretti Bonilha; Lays Da Silva Sales; Cristiano Martins Beserra; Geovani Ozorio Fernandes; Daniely Santos Silva; Aline Yukari Takeuchi; Jade Moraes de Oliveira; Sergio Yoshio Yamamoto; Julia Roberta Constantino; Paulo Gonçalves Martin; Mateus Boteon Della Coletta; Tatiana de Campos Melo; Haroldo Teófilo de Carvalho; José Roberto Fioretto; Joelma Gonçalves Martin

Resid Pediátr. 2025;15
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Acidentes como engasgos e afogamentos são importantes causas de óbito na faixa pediátrica, por levarem rapidamente à parada cardiorrespiratória (PCR) em ambiente extra-hospitalar. A aplicação dos procedimentos de Suporte Básico de Vida (SBV) nesse cenário é imprescindível para melhorar a sobrevida desses pacientes, sendo fundamental que a população esteja capacitada para realizar tais medidas; porém, há um déficit no conhecimento da população quanto às medidas que devem ser adotadas em situações de emergência pediátrica. Nesse contexto, este estudo observacional prospectivo do tipo ensaio comunitário teve como objetivo analisar a efetividade do ensino das técnicas de SBV pediátrico para adultos que têm contato frequente com crianças. Antes e após as atividades teóricas e práticas, foram aplicados questionários aos participantes, após assinatura de TCLE, que posteriormente foram analisados para esclarecer os impactos dessas medidas. Como resultado, obtivemos 172 respostas aos questionários pré-treinamento e 122 pós-treinamento. Após análise comparativa, observado aumento do percentual de participantes que se sentiam seguros para aplicar as manobras de SBV diante de situações de emergências pediátricas e para treinar alguém após as atividades realizadas. Conclui-se que o ensino das principais medidas básicas a serem tomadas em situações de emergência são de simples execução e reprodução, sendo ideal a difusão desse conhecimento nos locais com maior circulação de leigos que possuem contato frequente com crianças, visando reconhecimento e início rápido das manobras necessárias e, consequentemente, aumento de sobrevida e redução de sequelas neurológicas. Palavras-chave: Pediatria, Reanimação cardiopulmonar,Criança.
Prevalência de defeitos no desenvolvimento do esmalte em recém-nascidos prematuros de muito baixo peso

Simone Cristina Susin; Michelle Toscan; Vandréa Carla de Souza

Resid Pediátr. 2025;15
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A prematuridade tem sido identificada como uma das principais causas de defeitos do esmalte desde a década de 1930. Esses defeitos variam de modificações de cor a anomalias dentárias mais graves. Apesar do reconhecimento de longa data dessa correlação, há dados contemporâneos limitados sobre a prevalência de Defeitos do Desenvolvimento do Esmalte (DDE) na dentição decídua de crianças nascidas com muito baixo peso ao nascer (MBP). Este estudo tem como objetivo avaliar a prevalência de DED na dentição decídua de crianças de 12 a 60 meses que nasceram com MBP. Um estudo transversal foi conduzido com 93 crianças acompanhadas em um ambulatório de referência para recém-nascidos prematuros em um centro universitário. Um exame físico intraoral foi realizado por um único examinador usando o Índice de Defeitos do Desenvolvimento do Esmalte Modificado. A prevalência (IC 95%) de DDE foi de 67% (57 a 76), sendo a hipoplasia do esmalte o defeito mais frequente, afetando predominantemente os incisivos superiores. Os resultados deste estudo destacam a prevalência significativa de DED em crianças nascidas com MBPN, ressaltando a necessidade de cuidados odontológicos direcionados e medidas preventivas nesse grupo de alto risco. A identificação e a intervenção precoces são cruciais para mitigar os desafios de saúde bucal a longo prazo enfrentados por essas crianças. Palavras-chave: Recém-nascido, Baixo Peso, Recém-nascido, Prematuro, Dente, Decíduo, Esmalte Dentário, Hipoplasia do Esmalte Dentário.
Situação vacinal de crianças e adolescentes internados nas enfermarias de um hospital universitário pediátrico

Luiza Maria Calvano; Ana Lúcia Ferreira; Bruna Camille Maciel de Oliveira; Carolina Costa Felgueiras; Esther Nepomuceno de Souza Oliveira; Louise do Valle Ribeiro; Victória Regina Santos Oliveira

Resid Pediátr. 2025;15
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INTRODUÇÃO: O Brasil oferece todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde e foi pioneiro na incorporação de diversas vacinas, mas a alta taxa de cobertura vacinal caiu de forma preocupante.
MÉTODO: Estudo transversal, descritivo, quantitativo. Entrevistados responsáveis por crianças e adolescentes internados nas enfermarias de um hospital universitário pediátrico para identificar a situação do cartão vacinal em relação ao recomendado pelo Ministério da Saúde. Alunos de Medicina aplicaram os questionários e verificaram os cartões de vacina. Perguntas diretas caracterizaram o perfil do paciente e a situação vacinal. Em caso de atraso de vacina(s), foi feita pergunta aberta para identificar o(s) motivo(s).
RESULTADOS: Entrevistados 55 responsáveis, maioria mães (81,8%). Entre os pacientes, predominaram: meninos (58,2%), lactentes (45,5%), hospitalização menor que 1 semana (47,3%) e como motivo de internação, afecções respiratórias (40,0%). Apresentavam outros problemas de saúde 58,1% dos pacientes. Na percepção dos responsáveis, 49,1% tinham atraso vacinal. Entretanto, 74,5% estavam com cartão atrasado, predominando a vacina contra a doença do coronavírus (61%). Como motivos alegados, foram mais frequentes as internações prolongadas ou repetidas (29,2%). Todos os pacientes com internação de 1 mês ou mais tinham vacina(s) atrasada(s).
CONCLUSÃO: Percentual expressivo de pacientes internados apresentaram atraso vacinal, sendo a percepção dos responsáveis bem abaixo do que foi constatado com a verificação dos cartões. Checagem e atualização vacinal precisam ser realizadas durante internação (hospitalizações de longa duração) ou na alta hospitalar (hospitalizações de curta duração). Palavras-chave: Programas de imunização, Vacinas, Criança, Adolescente,Hospitalização.
Apresentação clínica de crianças com suspeita de sífilis congênita em um hospital pediátrico de referência do Sul do Brasil

Isabela Flebbe Strapazzon; Emanuela da Rocha Carvalho,,

Resid Pediátr. 2025;15
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A sífilis congênita é uma infecção relevante e com desfechos potencialmente graves. A presente pesquisa pretende descrever o quadro clínico, investigação e tratamento realizado em casos suspeitos de sífilis congênita. Trata-se de estudo observacional retrospectivo e descritivo com amostra de pacientes pediátricos com suspeita de sífilis congênita atendidos em um ambulatório de infectologia pediátrica de hospital infantil público referência, em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, nos anos de 2021 e 2022, com coleta via prontuários, tabulação e análise de dados. Foi aprovado no Comitê de Ética em Pesquisas institucional, não conta com suporte financeiro ou conflitos de interesse. Foram analisados 142 casos. O diagnóstico em 82 (97,62%) dos casos de sífilis congênita foi realizado em período neonatal, com 34 (23,94%) confirmados assintomáticos ao nascimento. Os sinais e sintomas mais comuns ao nascimento foram icterícia e esforço respiratório. À consulta, foram anemia, lesões cutâneas e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, com 56 (66,27%) dos casos de sífilis congênita assintomáticos. Quanto à investigação, testes não treponêmicos foram reagentes em 132 (92,95%) casos, radiografia de ossos longos alterada em 10 (7,04%) e liquor alterado em 25 (17,61%). O tratamento neonatal foi realizado em 78 (92,86%) dos casos de sífilis congênita. A infecção congênita por sífilis apresenta quadro clínico altamente inespecífico, levando à dificuldade diagnóstica e potencial atraso de tratamento. Reforça-se a importância da investigação com testagem de líquido cefalorraquidiano e radiografia de ossos longos, assim como acompanhamento longitudinal, para observação de sintomas, definição de conduta e tratamento oportuno. Palavras-chave: Sífilis congênita, Transmissão vertical de doenças infecciosas, Neonatologia, Saúde da criança.
Caso Clínico Interativo
Lesões anulares em pré-adolescente com leucemia

Letícia Cioni Barbosa; Adriana da Silva Diaz André; Simone Saintive; Tullia Cuzzi; Danielle Quintella; Gabriel Castro Tavares,

Resid Pediátr. 2025;15
Palavras-chave:
Editorial
Treze milhões de acessos!

Marilene Crispino Santos; Clemax Sant’Anna

Resid Pediátr. 2025;15
Palavras-chave:
Necrológios
In memoriam do Prof. Paulo Camargos

Jose Dirceu Ribeiro; Clemax Couto Sant´Anna

Resid Pediátr. 2025;15
Palavras-chave:
Ponto de Vista
A importância de ressignificar o cuidado pediátrico para além dos protocolos clínicos

Cristina Ortiz Sobrinho Valete

Resid Pediátr. 2025;15
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Embora os indicadores de mortalidade infantil venham melhorando, o cuidado pediátrico precisa evoluir de forma a considerar a criança e adolescente como pacientes, participantes ativos e centrais no seu cuidado. O processo de adoecimento e hospitalização deixa marcas indeléveis na vida das pessoas, em todas as idades. Nesse cenário, há que se olhar de forma mais gentil, respeitando os direitos da criança, devendo esse olhar ser implementado por pediatras, cuidadores, educadores, pesquisadores e gestores da área da saúde. Palavras-chave: Criança, Cuidado da criança, Humanização da assistência.
Relato de Caso
Síndrome de Klinefelter: um diagnóstico na adolescência - relato de caso

Yuki Horigome; Mirella dos Santos Monteiro; Mariana Telles de Castro

Resid Pediátr. 2025;15
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A síndrome de Klinefelter (SK) foi descrita em 1940 e se caracteriza por uma anomalia cromossômica que afeta o sexo masculino, com prevalência estimada de 1 a cada 600 nascidos vivos. É uma desordem genética comum, porém subdiagnosticada devido à sua grande variabilidade fenotípica na infância. Seu diagnóstico é feito clinicamente e confirmado com avaliação cromossômica. Os principais achados clínicos são testículos pequenos, ginecomastia, azoospermia e aumento das gonadotrofinas, caracterizando hipogonadismo. O tratamento consiste na reposição hormonal e acompanhamento multidisciplinar, sendo importante o diagnóstico e tratamento precoces, preferencialmente na fase da puberdade, contribuindo para melhor qualidade de vida dos portadores desta síndrome. Trata-se de um relato de caso realizado em unidade de atendimento infantil em um município do interior de São Paulo. O estudo respeita os princípios da resolução nº 510/2016, da Comissão Nacional de Saúde. Refere-se ao caso de um adolescente de 16 anos de idade com quadro de ginecomastia unilateral, testículos impúberes e dificuldade em dialogar sobre sua sexualidade. A presença de sinais e sintomas de deficiência androgênica aliados ao cariótipo 47, XXY levaram ao diagnóstico de síndrome de Klinefelter. Este estudo tem como objetivo alertar sobre os sinais e sintomas mais comuns, bem como estimular a realização de exames complementares que auxiliam na elucidação diagnóstica da síndrome de Klinefelter. Palavras-chave: Síndrome de Klinefelter, Transtornos dos cromossomos sexuais, Transtornos do cromossomo sexual no desenvolvimento sexual, Ginecomastia.
Artrite de Poncet, manifestação rara de tuberculose: relato de caso em adolescente

Douglas Castanheira Coelho; Igor Soares Trindade; Maria Clara de Leonardo Motta; João Lucas Martins Pillar; Leonardo Rodrigues Campos; Katia Lino; Claudete Araújo Cardoso; Christiane Mello Schmidt

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A tuberculose (TB) acompanha a humanidade há anos e ainda é um problema de saúde pública. Em algumas situações, representa um desafio diagnóstico. O principal agente etiológico é o Mycobacterium tuberculosis (Mtb), que pode causar infecção latente (ILTB), doença pulmonar, extrapulmonar e manifestações clínicas relacionadas à hipersensibilidade, como a artrite de Poncet (AP). Este relato descreve o caso de um adolescente de 14 anos com artrite em quadril, joelho, tornozelo e articulação metatarsofalangeana (AMTF) do hálux, acompanhada de febre, sudorese noturna, perda ponderal, contato com TB e prova tuberculínica (PT) positiva, cujo diagnóstico final foi AP. A AP foi diagnosticada com base nos critérios de Sharma e Pinto. Ressalta-se a importância de considerar a história clínica e a TB como diagnóstico diferencial em manifestações articulares em regiões endêmicas. Palavras-chave: Tuberculose, Tuberculose latente, Artrite reativa, Adolescente.
Angina de Ludwig em criança: um raro caso clínico com complicação para mediastinite

Gabriela Weber Machado; Ana Paula Domingues Campos; Leticia Bandeira; Carolina Dresch Dociatti

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S.M.R.S., masculino, 8 anos, iniciou com odinofagia, prostração, febre, cárie dentária, evoluindo para cervicalgia e abaulamento em região cervical, sem insuficiência respiratória. Realizada tomografia de pescoço e tórax, com laudo evidenciando processo infeccioso em região submandibular e submental, com extensão cervical e retrofaríngea esquerda e comprometimento de região mediastinal. Foi feito o diagnóstico de Angina de Ludwig, com complicação para mediastinite. Realizado tratamento com antibioticoterapia e abordagem cirúrgica, sem acometimento de via aérea, com completa melhora. O objetivo do relato foi descrever o caso de uma doença grave e potencialmente fatal em pediatria, com destaque para a rápida abordagem diagnóstica e terapêutica. Como metodologia, realizou-se coleta de dados clínicos para correlacionar com a literatura, corroborando evidências científicas. A angina de Ludwig (AL) é uma patologia infecciosa que acomete os espaços primários mandibulares (submandibular, sublingual e submentoniano), a qual tem como sítio inicial infecções odontogênicas e de vias aéreas superiores. Clinicamente, manifesta-se com febre, disfagia, odinofagia, edema cervical, sialorreia, cervicalgia e disfonia, podendo evoluir para insuficiência respiratória por compressão extrínseca da via aérea e sepse. O diagnóstico é feito com base na avaliação clínica, complementado com exames de imagem. O tratamento envolve o manejo da via aérea, antibioticoterapia e abordagem cirúrgica em determinados casos. Pelo risco de complicações potencialmente fatais, é uma emergência médica com destaque no diagnóstico diferencial de massas cervicais em crianças. Palavras-chave: Angina de Ludwig, Cervicalgia, Cárie dentária, Mediastinite, Criança.
Doença da aglutinina fria - relato de caso

Brenda de Aguiar Burack; Isabela Tramontini Benevenuto; Paulo Ramos David João; Edna Kakitani Carboni; Paula Adamo de Almeida

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A anemia hemolítica autoimune por anticorpos frios é um subtipo raro de anemia hemolítica, principalmente quando se fala em faixa etária pediátrica. Nesse subtipo de anemia, o sistema imune produz anticorpos denominados de crioaglutininas, os quais hemolisam as células eritrociárias, especialmente em vigência de baixas temperaturas. Pode ser uma doença de etiologia primária ou secundária e os principais sintomas incluem palidez, letargia, icterícia e febre. O tratamento varia conforme o grau de anemia e severidade dos sintomas, sendo o controle térmico um dos pilares essenciais. Plasmaférese pode ser uma das modalidades terapêuticas, sendo reservada para os casos refratários a transfusões; seu uso, apesar de comum entre os adultos, não é tão frequente na pediatria. Esse tipo de anemia hemolítica em crianças geralmente é um quadro clínico leve e autolimitado, porém neste relato foi descrita a evolução de um paciente de 8 anos, inicialmente com um quadro frustro e inespecífico. Apresentou evolução clínica desfavorável com anemia importante, diagnosticado com anemia hemolítica por anticorpos a frio, tendo sido refratário ao tratamento com plasmaférese e necessitado inclusive do uso de rituximabe, reforçando a importância deste relato. Aprovação no Comitê de Ética, parecer CAAE 81598824.4.0000.0097. Palavras-chave: Anemia hemolítica, Anemia hemolítica autoimune, Autoanticorpos.
Mutação CDC42 relacionada a quadro de resposta inflamatória sistêmica com repercussão grave em uma paciente de 17 anos: um relato de caso

Iassiminy Santos Merhi; Lucas Ryba de Oliveira; Isabela Dantas Oliveira; Gabriela Fávaro Zavan; Paulo Ramos David João

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O gene CDC42 é um membro da família de pequenas Rho GTPases, que desempenha um amplo espectro de funções fisiológicas na regulação do ciclo celular (adesão, polaridade, proliferação, migração, motilidade e ativação da transcrição celular). Sua mutação pode resultar em um grupo heterogêneo de fenótipos e manifestações. Caso a mutação ocorra na porção C-terminal (determinado pelo exame genético exoma), em conjunto com critérios clínicos (pancitopenia, autoinflamação, erupção cutânea e episódios de linfohistiocitose hemofagocítica), será caracterizada a síndrome NOCARH. O tratamento pode ser realizado com corticoides, imunossupressores, imunomoduladores ou anticorpos monoclonais, sendo o tratamento definitivo o transplante de células-tronco hematopoiéticas. Este relato de caso tem por objetivo acrescentar conhecimento sobre a síndrome NOCARH, síndrome complexa e ainda pouco conhecida na literatura, auxiliando no diagnóstico mais precoce assim como intervenção adequada e em tempo hábil. Palavras-chave: Mutação, Genes cdc, Linfo-histiocitose hemofagocítica, Pancitopenia, Doenças hereditárias autoinflamatórias.
Agenesia unilateral de artéria pulmonar associada à hipoplasia pulmonar e sequestro pulmonar: relato de dois casos pediátricos

Milka Eugenia Monsalves Nilo; Ângela Elizabeth de Holanda Araújo Freitas; José Holanda Maia Filho; David Freire Maia Vieira; Vivianne Calheiros Chaves Gomes; Ana Julia Velozo Ribeiro

Resid Pediátr. 2025;15
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A agenesia isolada da artéria pulmonar direita ou esquerda é uma anomalia congênita rara, decorrente da malformação do sexto arco aórtico do lado afetado durante a embriogênese. São relatados dois casos pediátricos de agenesia da artéria pulmonar direita: o primeiro corresponde a um quadro isolado de agenesia de artéria pulmonar com hipoplasia pulmonar; o segundo também apresenta hipoplasia pulmonar e está associado a sequestro pulmonar. Ambos os casos foram avaliados por meio de exames de imagem e acompanhados ambulatorialmente. A apresentação clínica pode variar desde quadros assintomáticos até manifestações graves, como hipertensão pulmonar, hemoptise e insuficiência cardíaca congestiva. A suspeita e o diagnóstico precoce são fundamentais para o manejo adequado. O presente relato visa contribuir para o reconhecimento dessa condição rara e suas possíveis associações anatômicas. Palavras-chave: Artéria pulmonar, Anormalidades congênitas, Hipertensão pulmonar, Criança, Adolescente.
Meningoencefalite bacteriana e suas complicações: relato de 2 casos em pacientes pediátricos

Flávia Yasmine Elias; Letícia Carlota Bonatto; Marina Hideko Kinoshita Assahide; Victor Horácio de Souza Costa Junior

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A meningite bacteriana constitui-se de uma infecção potencialmente grave e com 100% de letalidade se não tratada. Os principais agentes etiológicos entre 2 meses e 2 anos são o Streptococcus pneumoniae e Neisseria meningitidis. Este relato apresenta dois lactentes menores de um ano de idade, previamente hígidos, com quadro de meningoencefalite bacteriana atendidos em hospital terciário pediátrico no Paraná, que complicaram com empiema subdural e crises convulsivas. A análise do liquor cefalorraquidiano isolou pneumococo no primeiro e meningococo e Herpesvírus no segundo paciente. Ambos receberam antibioticoterapia de amplo espectro por tempo prolongado e realizaram drenagem cirúrgica com posterior derivação ventricular externa. A efusão subdural está presente em 20% a 39% das crianças com meningite bacteriana, configurando uma das principais complicações a curto prazo dessa infecção. Com frequência aparece associada a crises convulsivas, presentes nos dois pacientes relatados. Atualmente, a melhor forma de prevenção às complicações de curto e longo prazo é através da vacinação. Palavras-chave: Meningites bacterianas, Empiema subdural, Pediatria, Convulsões, Meningoencefalite.
Um relato de caso de Síndrome de Melkersson-Rosenthal na adolescência

Emerson Faria Borges; Gabriela Favaro Zavan; Larissa Rosa Passos; Bruna Schuster de Oliveira Mercer; Jacqueline Martins Siqueira; Natasja Boszczowski; Anderson Nitsche

Resid Pediátr. 2025;15
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A Síndrome de Melkersson-Rosenthal (SMR) é caracterizada pela tríade: edema orofacial recorrente, paralisia facial e língua fissurada. Ela é uma desordem rara e pode se manifestar na forma oligossintomática ou monossintomática. No relato atual, apresenta-se uma paciente de 13 anos, com paralisia facial periférica e cefaleia diária desde os 8 anos de idade, principalmente em região temporal e frontal, em masseteres bilaterais e holocraniana, com dor em períodos noturnos sem sinais de alerta. Após o primeiro episódio de paralisia facial, manteve seguimento ambulatorial, com melhora parcial dos movimentos de pálpebras e desvio labial, sendo estabelecido o diagnóstico de Síndrome de Melkersson-Rosenthal devido à presença de paralisia facial periférica persistente, dois episódios de língua plicata e edema orofacial em crises. Ressalta-se a importância de realizar o diagnóstico precoce e o tratamento adequado para a melhora da qualidade de vida e investigação de doença sistêmica subjacente, podendo ou não estar presente. Palavras-chave: Síndrome de Melkersson-Rosenthal, Pediatria, Paralisia facial.
Síndrome nefrite tubulointersticial e uveíte (TINU) após uso de isotretinoína- relato de caso

Raphael de Freitas Borges; Luciana Meister Dei Ricardi; Clotilde Druck Garcia

Resid Pediátr. 2025;15
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A síndrome TINU é caracterizada pela presença de nefrite tubulointersticial aguda associada à uveíte. Trata-se de uma síndrome rara e uma condição imunomediada que pode ser desencadeada principalmente por infecções e medicamentos. Os autores relatam o caso de uma adolescente que desenvolveu nefrite tubulointersticial e uveíte após o uso de isotretinoína. O principal objetivo desta descrição é alertar sobre a possibilidade de efeitos adversos renais em pacientes que fazem uso dessa medicação, visando auxiliar no diagnóstico e tratamento precoces no caso de comprometimento renal. A isotretinoína é uma medicação eficaz e segura, mas se destaca a importância da monitorização da função renal com exame sumário de urina e creatinina durante o uso dessa medicação e da valorização de sintomas oftalmológicos se houver. Palavras-chave: Nefrite intersticial, Uveíte, Efeitos colaterais e reações adversas relacionados a medicamento.
Resenha
Resenha do artigo - Seguindo em frente após uma “boa morte”: cuidados de fim de vida centrados na criança e na família em terapia intensiva pediátrica

Michele Alves Medeiros; Ligia Febraro; Raianne Cristina de Souza e Silva; Suzana Beta Bittar; Vanessa Soares Lanziotti

Resid Pediátr. 2025;15
Palavras-chave:
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