Volume 15 - Número 3
Impacto do abuso de drogas na gestação no desenvolvimento neuropsicomotor
Luana Manias; Danielly Costa Antunes Batista; Débora Cristina Margueron do Nascimento; Luiza Lanzillotti Thuller do Prado; Maria Elisa Rodrigues Silva; Alexandre Massashi Hirata
Profilaxia primária de hemorragia digestiva alta varicosa em crianças e adolescentes com hipertensão portal: uma revisão integrativa
Igor Braga Vieira Baião Salgado; Eleonora Druve Tavares Fagundes; Adriana Teixeira Rodrigues; Simone Diniz Carvalho; Lara Floresta Neves Gonçalves; Alexandre Rodrigues Ferreira
Avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor por meio da aplicação da escala de Denver II em crianças acompanhadas num ambulatório de risco
Murilo Sabbag Moretti; Suelen Umbelino da Silva; Betina Manrique Queiroz Braga Lima; Lorena Queiroz Bordin; Maria Clara Macarini Silva
MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, de caráter prospectivo, realizado através da análise de prontuários e base de dados eletrônica, no qual 100 pacientes, em acompanhamento em um ambulatório de risco de um hospital terciário submetidos ao Teste de Triagem de Desenvolvimento de Denver II Revisado entre 0 e 6 anos de idade, serão avaliados. As variáveis consideradas para estudo serão: idade gestacional, peso de nascimento, Apgar, intercorrências e diagnósticos do período neonatal.
RESULTADOS: A amostra evidenciou que 70 (89,7%) dos participantes apresentaram resultado satisfatório para o teste de Denver, 5 (6,4%) foram classificados como duvidosos e 3 (3,8%) como problemáticos. Ou seja, a maior parte dos lactentes foram consideradas como crianças que não apresentaram atrasos. Enquanto 100% dos problemáticos tiveram patologia neurológica, essa porcentagem foi de apenas 40% entre os duvidosos e 31,4% entre os que tiveram resultado satisfatório para o teste de Denver.
CONCLUSÃO: Observou-se que houve um elevado número de crianças com resultado satisfatório para o teste de Denver, concluindo que essas apresentaram bons indicadores nos primeiros anos de vida. Essa condição pode estar relacionada ao acompanhamento que crianças e mães recebem por meio de um atendimento ambulatorial pediátrico com especialidade em prematuros, uma vez que o maior objetivo é rastrear os riscos e minimizar o impacto negativo que os fatores possam ocasionar no desenvolvimento.
Palavras-chave: Desenvolvimento infantil, Deficiências do desenvolvimento, Doenças do recém-nascido, Atenção primária à saúde.
Caderneta de saúde da criança: avaliação do preenchimento e a sua utilização pelas famílias em unidades básicas de saúde
Julia dos Reis Raimundo; Juliane Sauter Dalbem
Avaliação do conhecimento da equipe médica sobre a exposição solar e icterícia neonatal em um hospital no Sul do Brasil
Aline Didoni Fajardo; Catarina Pfitzer; Emanuelli Rudolf; Flávia Maestri Nobre Albini; Ana Alice Broering Eller; Marco Otilio Duarte Rodrigues Wilde; Sandra Mara Witkowski
OBJETIVO: Avaliar o conhecimento da equipe médica sobre a exposição solar no período neonatal, no que se refere à exposição solar com o intuito de diminuir a icterícia neonatal e fornecer aos participantes o conhecimento atualizado sobre o assunto.
METODOLOGIA: Estudo observacional, analítico e transversal, realizado de outubro de 2020 a agosto de 2021, baseado num questionário dirigido aos médicos das crianças nascidas em Maternidade no Sul do Brasil.
RESULTADOS: Em relação ao conhecimento médico sobre a exposição solar no período neonatal, 24 (51,1%) médicos responderam que a frequência de exposição ao sol deveria ser todos os dias, 17 (37,0%) acham que o melhor horário para o banho de sol seja antes das 10 horas e após as 16 horas, 18 (38,3%) afirmaram que o tempo de permanência aos raios solares deveria ser de 10 a 15 minutos e 21 (44,7%) profissionais acham não ter indicação para tal exposição.
CONCLUSÃO: Há um conhecimento equivocado por parte de alguns médicos sobre a exposição do RN ao sol principalmente com intuito de redução da icterícia. Portanto, é indispensável a educação continuada dos médicos. Palavras-chave: Recém-Nascido, Fototerapia, Icterícia neonatal.
Impacto da variabilidade climática nas visitas hospitalares por dermatite atópica em crianças e adolescentes em Brasília, Brasil
Marianna Corrêa da Costa Moraes Barbosa; Layla Barbosa Jorge; Maria Cláudia Almeida Issa; Selma Maria Azevedo Sias; Adauto Dutra Moraes Barbosa
MÉTODO: estudo retrospectivo, realizado entre janeiro de 2014 e dezembro de 2020, quando crianças e adolescentes com diagnóstico de dermatite atópica foram aceitos no estudo e divididos em grupo 1 (apenas 1 exacerbação durante o período do estudo) e grupo 2 (2 ou mais exacerbações no mesmo período). Após análise estatística básica dos dados do estudo, foi realizada regressão logística para avaliar qual fator climático estava associado à variação do número de atendimentos por exacerbação de dermatite atópica e uma curva ROC foi criada para determinar o melhor valor desse fator discriminante para a ocorrência de exacerbação.
RESULTADOS: A amostra foi composta por 220 pacientes, 55,5% no grupo 1 e 44,5% no grupo 2, que apresentaram um total de 298 atendimentos por exacerbação de dermatite atópica. A maior frequência de consultas ocorreu no inverno, entre junho e agosto (106/298 - 53,5%).
CONCLUSÃO: A umidade relativa do ar, quando inferior a 44,18%, foi o fator que mais contribuiu para a ocorrência de crise da dermatite, em comparação aos demais fatores climáticos. Palavras-chave: Dermatite Atópica, Temperatura, Umidade, Clima Efeitos.
Perfil clínico epidemiológico de pneumonia adquirida na comunidade complicada em crianças de um hospital de referência materno-infantil
Raul José Almeida Albuquerque; Camila Esteves Paredes; Ana Carolina de Souza Vasconcelos; Ítalo José Sampaio Vieira da Cruz; Renê Elias Gonçalves; Vitória Souza Araújo; Ilka Juliana Ferreira Rodrigues; Yuri Francilane Carvalho Dos Santos
MÉTODO: Estudo descritivo, transversal e prospectivo foi realizado no hospital de referência materno-infantil envolvendo 130 crianças hospitalizadas por pneumonia comunitária, com idade menor que 10 anos, durante 6 meses. As crianças foram classificadas em dois grupos: pneumonia não complicada e pneumonia complicada.
RESULTADOS: 74,6% das crianças internadas tinham Pneumonia Adquirida na Comunidade e 25,4% foram diagnosticadas com alguma complicação. Ambos os grupos apresentaram perfis socioeconômicos semelhantes, com predominância de crianças pardas, de baixa renda e pais com escolaridade entre 9 e 13 anos. Apesar de não haver diferença estatística significativa entre os grupos quanto à vacinação e presença de comorbidades, a literatura aponta que a introdução da vacina pneumocócica conjugada 10-valente no Brasil reduziu a mortalidade e hospitalizações por pneumonia pneumocócica. Essa falta de diferença estatística pode estar relacionada à resistência emergente de sorotipos específicos, como o 19A, que mostrou resistência significativa à penicilina.
CONCLUSÕES: É essencial aumentar a cobertura vacinal contra outros sorotipos do Streptococcus pneumoniae, monitorar os sorotipos e a resistência antimicrobiana para melhorar o controle da pneumonia em crianças. Palavras-chave: Pneumonia, Streptococcus pneumoniae, Cobertura vacinal, Epidemiologia, Pneumonia pneumocócica.
Efetividade do ensino de Suporte Básico de Vida Pediátrico para leigos e profissionais da saúde em uma comunidade
Nathália Moretti Bonilha; Lays Da Silva Sales; Cristiano Martins Beserra; Geovani Ozorio Fernandes; Daniely Santos Silva; Aline Yukari Takeuchi; Jade Moraes de Oliveira; Sergio Yoshio Yamamoto; Julia Roberta Constantino; Paulo Gonçalves Martin; Mateus Boteon Della Coletta; Tatiana de Campos Melo; Haroldo Teófilo de Carvalho; José Roberto Fioretto; Joelma Gonçalves Martin
Prevalência de defeitos no desenvolvimento do esmalte em recém-nascidos prematuros de muito baixo peso
Simone Cristina Susin; Michelle Toscan; Vandréa Carla de Souza
Situação vacinal de crianças e adolescentes internados nas enfermarias de um hospital universitário pediátrico
Luiza Maria Calvano; Ana Lúcia Ferreira; Bruna Camille Maciel de Oliveira; Carolina Costa Felgueiras; Esther Nepomuceno de Souza Oliveira; Louise do Valle Ribeiro; Victória Regina Santos Oliveira
MÉTODO: Estudo transversal, descritivo, quantitativo. Entrevistados responsáveis por crianças e adolescentes internados nas enfermarias de um hospital universitário pediátrico para identificar a situação do cartão vacinal em relação ao recomendado pelo Ministério da Saúde. Alunos de Medicina aplicaram os questionários e verificaram os cartões de vacina. Perguntas diretas caracterizaram o perfil do paciente e a situação vacinal. Em caso de atraso de vacina(s), foi feita pergunta aberta para identificar o(s) motivo(s).
RESULTADOS: Entrevistados 55 responsáveis, maioria mães (81,8%). Entre os pacientes, predominaram: meninos (58,2%), lactentes (45,5%), hospitalização menor que 1 semana (47,3%) e como motivo de internação, afecções respiratórias (40,0%). Apresentavam outros problemas de saúde 58,1% dos pacientes. Na percepção dos responsáveis, 49,1% tinham atraso vacinal. Entretanto, 74,5% estavam com cartão atrasado, predominando a vacina contra a doença do coronavírus (61%). Como motivos alegados, foram mais frequentes as internações prolongadas ou repetidas (29,2%). Todos os pacientes com internação de 1 mês ou mais tinham vacina(s) atrasada(s).
CONCLUSÃO: Percentual expressivo de pacientes internados apresentaram atraso vacinal, sendo a percepção dos responsáveis bem abaixo do que foi constatado com a verificação dos cartões. Checagem e atualização vacinal precisam ser realizadas durante internação (hospitalizações de longa duração) ou na alta hospitalar (hospitalizações de curta duração). Palavras-chave: Programas de imunização, Vacinas, Criança, Adolescente,Hospitalização.
Apresentação clínica de crianças com suspeita de sífilis congênita em um hospital pediátrico de referência do Sul do Brasil
Isabela Flebbe Strapazzon; Emanuela da Rocha Carvalho,,
Lesões anulares em pré-adolescente com leucemia
Letícia Cioni Barbosa; Adriana da Silva Diaz André; Simone Saintive; Tullia Cuzzi; Danielle Quintella; Gabriel Castro Tavares,
Treze milhões de acessos!
Marilene Crispino Santos; Clemax Sant’Anna
In memoriam do Prof. Paulo Camargos
Jose Dirceu Ribeiro; Clemax Couto Sant´Anna
A importância de ressignificar o cuidado pediátrico para além dos protocolos clínicos
Cristina Ortiz Sobrinho Valete
Síndrome de Klinefelter: um diagnóstico na adolescência - relato de caso
Yuki Horigome; Mirella dos Santos Monteiro; Mariana Telles de Castro
Artrite de Poncet, manifestação rara de tuberculose: relato de caso em adolescente
Douglas Castanheira Coelho; Igor Soares Trindade; Maria Clara de Leonardo Motta; João Lucas Martins Pillar; Leonardo Rodrigues Campos; Katia Lino; Claudete Araújo Cardoso; Christiane Mello Schmidt
Angina de Ludwig em criança: um raro caso clínico com complicação para mediastinite
Gabriela Weber Machado; Ana Paula Domingues Campos; Leticia Bandeira; Carolina Dresch Dociatti
Doença da aglutinina fria - relato de caso
Brenda de Aguiar Burack; Isabela Tramontini Benevenuto; Paulo Ramos David João; Edna Kakitani Carboni; Paula Adamo de Almeida
Mutação CDC42 relacionada a quadro de resposta inflamatória sistêmica com repercussão grave em uma paciente de 17 anos: um relato de caso
Iassiminy Santos Merhi; Lucas Ryba de Oliveira; Isabela Dantas Oliveira; Gabriela Fávaro Zavan; Paulo Ramos David João
Agenesia unilateral de artéria pulmonar associada à hipoplasia pulmonar e sequestro pulmonar: relato de dois casos pediátricos
Milka Eugenia Monsalves Nilo; Ângela Elizabeth de Holanda Araújo Freitas; José Holanda Maia Filho; David Freire Maia Vieira; Vivianne Calheiros Chaves Gomes; Ana Julia Velozo Ribeiro
Meningoencefalite bacteriana e suas complicações: relato de 2 casos em pacientes pediátricos
Flávia Yasmine Elias; Letícia Carlota Bonatto; Marina Hideko Kinoshita Assahide; Victor Horácio de Souza Costa Junior
Um relato de caso de Síndrome de Melkersson-Rosenthal na adolescência
Emerson Faria Borges; Gabriela Favaro Zavan; Larissa Rosa Passos; Bruna Schuster de Oliveira Mercer; Jacqueline Martins Siqueira; Natasja Boszczowski; Anderson Nitsche
Síndrome nefrite tubulointersticial e uveíte (TINU) após uso de isotretinoína- relato de caso
Raphael de Freitas Borges; Luciana Meister Dei Ricardi; Clotilde Druck Garcia
Resenha do artigo - Seguindo em frente após uma “boa morte”: cuidados de fim de vida centrados na criança e na família em terapia intensiva pediátrica
Michele Alves Medeiros; Ligia Febraro; Raianne Cristina de Souza e Silva; Suzana Beta Bittar; Vanessa Soares Lanziotti