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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Transfusão de hemocomponentes em crianças: o quê, quando e como usar?

Leonardo Rodrigues Campos; Aldo José Barbosa Cerqueira; Carlos José Barbosa Campos; José Guilherme Basílio Pereira de Souza; Rosanna Novello; Viviani de Lourdes Rosa Pessôa; Alda Cristina Ferreira Feitosa

Resid Pediátr. 2015
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Atualmente, a prática transfusional vem se destacando como uma forma de terapia segura e efetiva, mas mesmo assim os efeitos adversos existem. É necessário, portanto, que os médicos conheçam os princípios da prática transfusional objetivando minimizar os riscos não imunológicos decorrentes da má indicação e uso dos hemocomponentes. Esse artigo tem como objetivo revisar a indicação dos hemocomponentes em crianças e discutir o uso de componentes modificados nos grupos de pacientes com considerações hemoterápicas específicas.
Celulite adquirida por estudante de medicina, em hospital, durante o estágio do internato de pediatria: Relato de caso

Ilmar Braga Teixeira Júnior; Moema Pereira da Silva; Flávia Ohara de Melo Pinto; Elierson Rocha

Resid Pediátr. 2015
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A celulite é uma infecção aguda dos tecidos profundos da pele, afeta principalmente o rosto e as pernas e seu agente principal é o Streptococcus beta-hemolítico do grupo A de Lancefield. Esse trabalho consiste em um relato de caso acerca de um episódio de celulite apresentado por um acadêmico, imunocompetente, interno da Pediatria, que adquiriu essa afecção através do contato com crianças, as quais estava acompanhando em um isolamento de um hospital de referência. Após diagnóstico, foi feita antibioticoterapia, com resolução do quadro.
Uma criança com febre e exantema - Qual o seu diagnóstico?

Eveline Tenório Régis; Sabrine Teixeira Ferraz Grunewald

Resid Pediátr. 2015
Relato de caso: Miosite causada por vírus da dengue

Emerson Wacholz Garcia

Resid Pediátr. 2015
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A infecção pelo vírus da dengue, endêmico em áreas tropicais, causa uma doença febril de amplo espectro clínico. A mialgia é uma queixa importante e de grande prevalência. Em algumas ocasiões, ela pode ser localizada, principalmente em membros inferiores, e interferir com a movimentação e se acompanhar de achados laboratoriais compatíveis com miosite.
OBJETIVO: Descrever os achados clínicos e laboratoriais de miosite relacionada ao vírus da dengue em paciente pediátrico.
MÉTODO: Revisão de prontuário.
RELATO DE CASO: Menor, 6 anos de idade, foi examinado no 4º dia de febre elevada, cefaleia, mialgia e dor localizada em ambas as panturrilhas. Exames laboratoriais demonstraram leucopenia, elevação de transaminase e da creatinofosfoquinase. IgM para a dengue foi positiva.
CONCLUSÃO: Em áreas endêmicas, a dengue deve ser considerada no diagnóstico diferencial da miosite aguda benigna da infância.
Aspiração de corpo estranho em crianças: aspectos clínicos e radiológicos

Glória Valéria de Sousa Bandeira de Melo; Amanda Soeiro Fonteles; Carmem Ulisses Peixoto Esmeraldo; Maria Eliana Pierre Martins; Jose Marcílio Nicodemos da Cruz

Resid Pediátr. 2015
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OBJETIVO: Descrever as manifestações clínicas e os aspectos radiológicos frequentes nos casos de aspiração de corpo estranho em crianças.
DESCRIÇÃO: Criança, 7 anos, sexo masculino, encaminhada ao serviço de pediatria devido a quadro de tosse seca persistente, cansaço e febre, associado à aspiração de corpo estranho. O paciente foi submetido à investigação clínica e radiológica. O exame de imagem apresentou velamento do hemitórax esquerdo com desvio mediastinal, caracterizando atelectasia pulmonar; pulmão direito normal e hiperinsuflado. Foi indicada broncoscopia. Na intervenção, foi encontrado um apito de aproximadamente 2,5 cm com formato cilíndrico no brônquio fonte esquerdo. Após a intervenção médica, foi solicitada radiografia torácica de controle, que evidenciou acentuada melhora da atelectasia e infiltrado pneumônico para-cardíaco à esquerda; pulmão direito sem alterações. O paciente evoluiu com melhora da sintomatologia, permanecendo internado para tratamento da pneumonia ocasionada por complicações da presença do corpo estranho.
COMENTÁRIOS: As vias aéreas das crianças são frequentemente ocupadas por corpos estranhos. Os sinais e sintomas apresentados pelo paciente, assim como as possíveis complicações, dependem do tipo, da localização e do grau de obstrução causada pelo corpo estranho. Um corpo estranho grande pode ser capaz de ocluir completamente a via aérea superior, colocando a criança em situação de risco, enquanto objetos menores costumam produzir sintomas mais crônicos e menos graves.
Relato de caso: Incontinência pigmentar

Emerson Wacholz Garcia; Adriana Prazeres da Silva

Resid Pediátr. 2015
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A incontinência pigmentar é uma genodermatose rara, mais comum no sexo feminino, e com herança autossômica dominante ligada ao cromossomo X. É uma doença multissistêmica com manifestações cutâneas, oculares, dentárias e do sistema nervoso central (SNC). O termo incontinência pigmentar surgiu do aspecto microscópico das lesões na terceira fase da doença, na qual há presença de pigmento livre na camada basal da epiderme. O presente artigo relata o caso de uma recém-nascida que no sexto dia de vida apresentou pápulas, vesículas e placas eritematosas em membros superiores, inferiores e tronco. Foi avaliada pela dermatopediatra, que diagnosticou incontinência pigmentar com base no aspecto das lesões.
Agenesia pulmonar associada à malformação cardíaca: Relato de caso

Thaliny Porfirio Damian Fagá; Elaine Felca Beirigo Giannini; André Luiz Silva; Lais Pereira Rabelo; Felipe Rocha Rabelo

Resid Pediátr. 2015
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OBJETIVOS: Relatar um caso raro de agenesia pulmonar à esquerda associado à síndrome de hipoplasia do coração esquerdo em um recém-nascido.
RELATO DE CASO: Recém-nascido, sexo feminino, com cinco dias de vida, com quadro de taquipneia, taquicardia, febre e cianose central às mamadas, cujos exames complementares evidenciaram agenesia pulmonar associada à atresia de valva aórtica, com ventrículo único de morfologia direita. Não há relatos semelhantes na família.
COMENTÁRIOS: De acordo com os casos relatados na literatura de agenesia pulmonar associada à malformação cardíaca, percebe-se que o desfecho foi semelhante em todos os casos, ou seja, o prognóstico foi sombrio quando existe essa associação.
Síndrome de Gianotti Crosti: Relato de caso

Jéssica Sari; Tatiana Kurtz; Alice Hoerbe; Camila Bock Silveira; Luísa Assoni Santin; Camila Voos

Resid Pediátr. 2015
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A Síndrome de Gianotti Crosti é uma doença rara e autolimitada. É caracterizada por erupção papular simétrica, com uma distribuição acral (face, região glútea e nas extremidades), com predomínio em crianças de dois a seis anos de idade. O caso trata de N. R. B. L., sexo feminino, 8 meses, peso 8kg, nascida de parto vaginal, à termo, sem intercorrências. As lesões iniciaram-se na face e distribuíram-se para tronco e membros inferiores. Caracterizavam-se por pápulas, com posterior formação de crostas pela coçadura. O diagnóstico desta dermatite é clínico. Exames laboratoriais foram solicitados para ajudar a descartar outras causas, detectar uma infecção viral que pode ter sido o fator desencadeante da dermatite e elucidar melhor o diagnóstico final.
Recidiva de cuadros febriles en menores de cinco años atendidos en un hospital de primer nivel

Andres Zorrilla Vaca; Carolina Zorrilla Vaca; Paola Andrea Vaca-Gonzalez; Adolfo Leon Vaca

Resid Pediátr. 2015
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INTRODUCCIÓN: La fiebre es una de las presentaciones clínicas más frecuentes en la consulta pediátrica y su frecuencia esta relacionada con el elevado nivel de recidiva en los hospitales. En Colombia se desconocen los factores de riesgo de la persistencia de la fiebre y su recidiva a los servicios de urgencias en países en vía de desarrollo.
OBJETIVO: Determinar la tasa de recidiva en menores de cinco años que asisten al servicio de urgencias de un hospital de primer nivel del suroeste colombiano y analizar los factores de riesgo asociados.
MÉTODOS: Cohorte retrospectiva en la cual se analizaron episodios febriles de pacientes menores de cinco años que consultaron a un servicio de urgencias de un hospital de primer nivel del municipio ubicado al suroeste de Colombia durante el periodo 1 de Enero de 2011 y 1 de Enero de 2012.
RESULTADOS: De 253 niños que presentaron fiebre durante el periodo de estudio, 59 consultaron por segunda vez al servicio de Urgencias, obteniendo una tasa de recidiva del 23.3%. El análisis multivariado mostró que la hiporexia y la rinofaringitis son factores de riesgo en la recidiva de la fiebre, mientras que la prescripción de dipirona demostró ser un factor protector evitando recidivas.
CONCLUSIÓN: Este es el primer estudio realizado en Colombia que reporta la tasa de recidiva de episodios febriles en menores de cinco años. Se requiere mayor investigación en el tema relacionado con la disminución de las tasas de recidiva.
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