Resultados da Busca
Transfusão de hemocomponentes em crianças: o quê, quando e como usar?
Leonardo Rodrigues Campos; Aldo José Barbosa Cerqueira; Carlos José Barbosa Campos; José Guilherme Basílio Pereira de Souza; Rosanna Novello; Viviani de Lourdes Rosa Pessôa; Alda Cristina Ferreira Feitosa
Resid Pediátr. 2015Celulite adquirida por estudante de medicina, em hospital, durante o estágio do internato de pediatria: Relato de caso
Ilmar Braga Teixeira Júnior; Moema Pereira da Silva; Flávia Ohara de Melo Pinto; Elierson Rocha
Resid Pediátr. 2015Uma criança com febre e exantema - Qual o seu diagnóstico?
Eveline Tenório Régis; Sabrine Teixeira Ferraz Grunewald
Resid Pediátr. 2015Relato de caso: Miosite causada por vírus da dengue
Emerson Wacholz Garcia
Resid Pediátr. 2015OBJETIVO: Descrever os achados clínicos e laboratoriais de miosite relacionada ao vírus da dengue em paciente pediátrico.
MÉTODO: Revisão de prontuário.
RELATO DE CASO: Menor, 6 anos de idade, foi examinado no 4º dia de febre elevada, cefaleia, mialgia e dor localizada em ambas as panturrilhas. Exames laboratoriais demonstraram leucopenia, elevação de transaminase e da creatinofosfoquinase. IgM para a dengue foi positiva.
CONCLUSÃO: Em áreas endêmicas, a dengue deve ser considerada no diagnóstico diferencial da miosite aguda benigna da infância.
Aspiração de corpo estranho em crianças: aspectos clínicos e radiológicos
Glória Valéria de Sousa Bandeira de Melo; Amanda Soeiro Fonteles; Carmem Ulisses Peixoto Esmeraldo; Maria Eliana Pierre Martins; Jose Marcílio Nicodemos da Cruz
Resid Pediátr. 2015DESCRIÇÃO: Criança, 7 anos, sexo masculino, encaminhada ao serviço de pediatria devido a quadro de tosse seca persistente, cansaço e febre, associado à aspiração de corpo estranho. O paciente foi submetido à investigação clínica e radiológica. O exame de imagem apresentou velamento do hemitórax esquerdo com desvio mediastinal, caracterizando atelectasia pulmonar; pulmão direito normal e hiperinsuflado. Foi indicada broncoscopia. Na intervenção, foi encontrado um apito de aproximadamente 2,5 cm com formato cilíndrico no brônquio fonte esquerdo. Após a intervenção médica, foi solicitada radiografia torácica de controle, que evidenciou acentuada melhora da atelectasia e infiltrado pneumônico para-cardíaco à esquerda; pulmão direito sem alterações. O paciente evoluiu com melhora da sintomatologia, permanecendo internado para tratamento da pneumonia ocasionada por complicações da presença do corpo estranho.
COMENTÁRIOS: As vias aéreas das crianças são frequentemente ocupadas por corpos estranhos. Os sinais e sintomas apresentados pelo paciente, assim como as possíveis complicações, dependem do tipo, da localização e do grau de obstrução causada pelo corpo estranho. Um corpo estranho grande pode ser capaz de ocluir completamente a via aérea superior, colocando a criança em situação de risco, enquanto objetos menores costumam produzir sintomas mais crônicos e menos graves.
Relato de caso: Incontinência pigmentar
Emerson Wacholz Garcia; Adriana Prazeres da Silva
Resid Pediátr. 2015Agenesia pulmonar associada à malformação cardíaca: Relato de caso
Thaliny Porfirio Damian Fagá; Elaine Felca Beirigo Giannini; André Luiz Silva; Lais Pereira Rabelo; Felipe Rocha Rabelo
Resid Pediátr. 2015RELATO DE CASO: Recém-nascido, sexo feminino, com cinco dias de vida, com quadro de taquipneia, taquicardia, febre e cianose central às mamadas, cujos exames complementares evidenciaram agenesia pulmonar associada à atresia de valva aórtica, com ventrículo único de morfologia direita. Não há relatos semelhantes na família.
COMENTÁRIOS: De acordo com os casos relatados na literatura de agenesia pulmonar associada à malformação cardíaca, percebe-se que o desfecho foi semelhante em todos os casos, ou seja, o prognóstico foi sombrio quando existe essa associação.
Síndrome de Gianotti Crosti: Relato de caso
Jéssica Sari; Tatiana Kurtz; Alice Hoerbe; Camila Bock Silveira; Luísa Assoni Santin; Camila Voos
Resid Pediátr. 2015A pesquisa que gera publicações na área de saúde infantil
Clemax Couto Sant'Anna
Resid Pediátr. 2015Recidiva de cuadros febriles en menores de cinco años atendidos en un hospital de primer nivel
Andres Zorrilla Vaca; Carolina Zorrilla Vaca; Paola Andrea Vaca-Gonzalez; Adolfo Leon Vaca
Resid Pediátr. 2015OBJETIVO: Determinar la tasa de recidiva en menores de cinco años que asisten al servicio de urgencias de un hospital de primer nivel del suroeste colombiano y analizar los factores de riesgo asociados.
MÉTODOS: Cohorte retrospectiva en la cual se analizaron episodios febriles de pacientes menores de cinco años que consultaron a un servicio de urgencias de un hospital de primer nivel del municipio ubicado al suroeste de Colombia durante el periodo 1 de Enero de 2011 y 1 de Enero de 2012.
RESULTADOS: De 253 niños que presentaron fiebre durante el periodo de estudio, 59 consultaron por segunda vez al servicio de Urgencias, obteniendo una tasa de recidiva del 23.3%. El análisis multivariado mostró que la hiporexia y la rinofaringitis son factores de riesgo en la recidiva de la fiebre, mientras que la prescripción de dipirona demostró ser un factor protector evitando recidivas.
CONCLUSIÓN: Este es el primer estudio realizado en Colombia que reporta la tasa de recidiva de episodios febriles en menores de cinco años. Se requiere mayor investigación en el tema relacionado con la disminución de las tasas de recidiva.