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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

Resultados da Busca

Uma criança com lesão ulcerada em membro inferior - Qual o seu diagnóstico?

Patricia Fernandes Barreto Machado Costa; Adriana Paiva de Mesquita; Sandra Mara Amaral

Resid Pediátr. 2014
Doença celíaca: consenso

Gil Simões Batista; Silvio da Rocha Carvalho

Resid Pediátr. 2014
Distúrbios da diferenciação sexual (DDS)

Isabel Rey Madeira

Resid Pediátr. 2014
Alergia alimentar

Mara Morelo Rocha Felix; Gil Simões Batista

Resid Pediátr. 2014
Sarampo

Gil Simões Batista; Marcia Galdino

Resid Pediátr. 2014
Editorial

Márcia Alves Galvão

Resid Pediátr. 2014
Crianças, tapas, surras e humilhações

Rachel Niskier

Resid Pediátr. 2014
TDAH... um transtorno da criança para a família e para o pediatra

Anamaria Cavalcante e Silva; Savio Alencar Caldas; Jocileide Sales Campos

Resid Pediátr. 2014
A elaboração da pergunta adequada de pesquisa

Marilene Crispino Santos; Márcia Garcia Alves Galvão

Resid Pediátr. 2014
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A elaboração da pergunta de pesquisa e a busca bibliográfica permitem que o profissional da área clínica ou acadêmica consiga de modo eficiente e acurado a melhor informação disponível. A estratégia PICO (acrônimo para P: população/pacientes; I: intervenção; C: comparação/controle; O: desfecho/outcome) é utilizada para auxiliar o que de fato a pergunta de pesquisa deve especificar. Este artigo apresenta as principais etapas na formulação de uma pergunta de pesquisa e descreve a estratégia PICO.
Tosse coqueluchoide: perfil clínico e epidemiológico

Mariana Mundim Rocha Oliveira; Isabela Torga Mazzei; Mariana Tschoepke Aires; Analucia Mendes da Costa; Elgita Aparecida Diniz

Resid Pediátr. 2014
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OBJETIVO: Avaliar o perfil clínico-epidemiológico da tosse coqueluchoide em hospital pediátrico.
MÉTODO: Série de casos em que foram estudados todos os pacientes com tosse coqueluchoide internados no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) no período de maio de 2011 até agosto de 2012. Foram incluídos pacientes com tosse paroxística e sinais de gravidade que necessitaram de internação hospitalar e excluídos os pacientes cujos prontuários estivessem incompletos.
RESULTADO: Dos 38 casos de tosse coqueluchoide analisados, nove eram casos suspeitos de coqueluche e, desses, seis preenchiam critérios para confirmação clínica de coqueluche. Os óbitos ocorreram em lactentes jovens que foram casos de coqueluche confirmados clinicamente, segundo Ministério da Saúde do Brasil.
CONCLUSÃO: A definição de caso suspeito de coqueluche seguida de confirmação clínica precoce favorece instituição precoce de tratamento adequado, evitando desfechos desfavoráveis.
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