Resultados da Busca
Acrodermatite enteropática em uma criança com deficiência de zinco herdada
Lorena Luryann Cartaxo da Silva; Jader Freire Sobral Filho; Larissa Mayara Aristóteles de Albuquerque; Natália Silva Cavalcanti; Priscilla Kelly Soares Torres Brito
Resid Pediátr. 2014RELATO DE CASO: Lactente, a termo, sexo masculino, branco, seis meses, apresentando história de erupção cutânea refratária desde a 4ª semana de vida associada a quadro de irritabilidade, diarreia, perda ponderal e alopécia. O exame físico revelou placas erosivas eritematosas, simétricas, escamosas e com crostas nas regiões: perioral, anogenital e em região do pescoço. Além destes achados, apresentava paroníquia do 1º pododáctilo, cabelos de coloração branco-prateados e alopécia difusa. Os níveis séricos do zinco estavam reduzidos o que, juntamente com o quadro clínico, diagnosticou acrodermatite enteropática por deficiência de zinco.
DISCUSSÃO: A acrodermatite enteropática caracteriza-se pela tríade: dermatite, diarreia e alopecia. O diagnóstico é estabelecido pela redução dos níveis séricos de zinco e o tratamento requer suplementação com zinco oral. O paciente foi tratado com zinco e foi observada uma resposta dramática das lesões cutâneas na 2ª semana de tratamento. Atualmente, o paciente tem 6 anos e permanece saudável em terapia contínua com suplementação de zinco. O tratamento precoce proporciona cura das lesões cutâneas sem sequelas, entretanto, períodos longos de deficiência de zinco podem afetar o crescimento e desenvolvimento das crianças acometidas.
Guideline para o diagnóstico e tratamento das infecções cutâneas e de partes moles: Atualização pela Sociedade Americana de Doenças Infecciosas (2014)
Carolina Fernandes dos Santos Simões de Sousa; Márcia Galdino Sampaio
Resid Pediátr. 2014Guideline europeu para terapia antimicrobiana empírica em pacientes neutropênicos febris em era de crescente resistência: resumo da quarta Conferência Europeia, em 2011, sobre infecções em leucemia
Narjara de Santana Garcia dos Santos; Márcia Galdino Sampaio
Resid Pediátr. 2014Inadequação do peso ou do comprimento para a idade gestacional
Isabel Rey Madeira
Resid Pediátr. 2015Medicina baseada em evidências: o conhecimento sempre em construção
Márcia Alves Galvão; Marilene Crispino Santos
Resid Pediátr. 2015Prematuridade tardia: estarão eles preparados para nascer?
Lígia Marisa Pereira Paulos; Lina Winckler
Resid Pediátr. 2015MÉTODOS: Estudo retrospectivo descritivo. Obtidos os nascimentos distribuídos por IG, formando-se dois grupos: RNPTT - IG > 34s e < 37s e RNT - IG > 37s. Analisados os grupos segundo aspectos demográficos e morbidade. Análise do número de nascimentos ocorridos (2008-2010) segundo IG e tipo de parto.
RESULTADOS: Número estável de nascimentos/ano e prematuros/ano. Um em cada 6 nascimentos é prematuro. Cerca de 5% dos nascimentos/ano são RNPTT (87% dos pré-termos nascidos). Os RNPTT ficam mais frequentemente internados (p < 0,005). Um em cada 3 nascidos por ano o parto foi por cesariana (são efetuadas em 30% dos RNPTT). Os RNPTT têm mais frequentemente peso de nascimento < 2500g (p < 0,005). Os RNPTT têm mais hiperbilirrubinemia, mais dificuldade alimentar e mais taquipneia transitória (p < 0,005). Os RNPTT fazem mais exames analíticos (p < 0,005), recebem mais fluidos endovenosos e antibioticoterapia (p > 0,005). Os RNPTT necessitam mais de O2 suplementar bem como de mais frequentemente iniciarem ventilação não invasiva ou invasiva (p > 0,005).
CONCLUSÕES: Salienta-se a maior necessidade de internamento nos RNPTT que em RNT, reforçando-se o conceito de maior morbidade naquele grupo comparativamente com os RNT, sem existir, contudo, aumento da mortalidade.