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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

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Hemangioma ulcerado tratado com timolol tópico: Um relato de caso

Ana Luíza dos Santos; Gil Simões Batista; Márcia Galdino Sampaio; Stella Sabbatini

Resid Pediátr. 2014
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O hemangioma é o tumor vascular mais comum na infância. É caracterizado por tecido neoplásico composto por proliferação de células endoteliais. Apesar da evolução geralmente benigna, há indicação de tratamento àqueles que podem gerar compressão de estruturas ao redor, com risco de comprometimento da função vital como visão e ventilação, que formam fissuras, fístulas ou hemorragias e que apresentam potencial de gerar desfiguração. O propranolol sistêmico tem sido o medicamento de escolha para o tratamento do hemangioma infantil, porém, já foram descritos casos de sucesso terapêutico com o uso de betabloqueador tópico. Relatamos o caso de uma menina de 8 meses de vida que apresentava hemangioma ulcerado e infectado em região glútea, que obteve sucesso com o uso de timolol tópico. O objetivo deste relato de caso é divulgar o uso do betabloqueador tópico no tratamento do hemangioma, uma vez que se trata de um tratamento de fácil administração, não dispendioso e que, em nossa experiência, foi isento de efeitos adversos.
Quilotórax em recém-nascido: Relato de caso

Fernanda Christina da Silva Dias; Marta de Alencar Rosa

Resid Pediátr. 2014
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O quilotórax é o derrame pleural mais frequente no feto e no neonato. Devido ao acometimento pulmonar, imunológico e nutricional, esta doença apresenta grande morbidade. Esse trabalho consiste em um relato de caso de um recém-nascido exposto verticalmente ao HIV, nascido na maternidade de um hospital federal no Rio de Janeiro, que apresentou derrame pleural congênito de etiologia desconhecida. Após drenagem e introdução da dieta, foi feito o diagnóstico de quilotórax. O tratamento foi conservador, com resolução do quadro.
Psoríase e artrite psoriásica na infância

Milson Brasileiro de Oliveira Gomes; Francisco Martins Formiga; Marcos Martins Soares Júnior; Carla Cristina Braga Maranhão; Juliana Dias Pereira de Sousa; Esther Bastos Palitot

Resid Pediátr. 2014
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A psoríase vulgar representa uma dermatose subdiagnosticada, correspondendo a cerca de 4% das dermatoses observadas em pacientes menores de 16 anos. A idade de início pode caracterizar o quadro. Tipo I caracteriza-se por aparecimento antes dos 40 anos, tendência a se tornar generalizada, grave e resistente ao tratamento. O tipo II é de início tardio, surge após os 40 anos, raramente há história familiar e o curso clínico é benigno. A psoríase caracteriza-se por placas eritemato-escamosas, bem delimitadas, ocasionalmente pruriginosas, em áreas de trauma. A artrite psoriásica apresenta cinco tipos de acometimento: poliartrite simétrica, mono/oligoartrite assimétrica, interfalangeana distal, forma axial e a forma mutilante. Paciente de 10 anos de idade, desde os 5 anos refere surgimento de lesões eritemato-escamosas em região palmo-plantar. Iniciou-se o tratamento com metotrexato, porém, não houve resposta terapêutica. O paciente evoluiu sem resposta satisfatória do quadro cutâneo e com surgimento de artropatia psoriásica. Iniciou-se o uso de etanercept, apresentando melhora e controle das lesões cutâneas e sintomas artropáticos após oito semanas de uso. A psoríase é pouco relatada em crianças. Estima-se que um terço dos casos podem ter início antes dos 16 anos de idade e, em cerca de 25% das crianças, ocorre antes dos 2 anos de idade. A psoríase é uma doença estigmatizante, contudo, o acompanhamento multiprofissional e integrado é elemento-chave para obtenção de uma melhoria. Torna-se essencial desmistificar a psoríase, possibilitando que a informação venha a abolir o preconceito e o desconhecimento como importantes agravantes da doença, possibilitando o retorno do paciente ao convívio social.
Ética Médica

Sidnei Ferreira

Resid Pediátr. 2014
Uma paciente com dor abdominal e icterícia - Qual o diagnóstico?

Marco Antonio Dahia; Maria Aparecida Siqueira de Andrade; Vinicius Pinto

Resid Pediátr. 2014
Comemorações e desafios

Clemax Sant'Anna; Marilene Crispino Santos; Márcia Alves Galvão

Resid Pediátr. 2014
Manejo da hipertensão intracraniana no trauma cranioencefálico grave em pacientes pediátricos

Cristina Alves Cardozo; Carlos Oldenburg Neto; Jamal Hammoud; Lucas A. F. Marcon; Luiz F. C. Bettini; Michael M. Sepúlveda; Nayra M. P. Valério; Maria Augusta dos Santos Amarante

Resid Pediátr. 2014
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O traumatismo cranioencefálico (TCE) em crianças é frequente, algumas vezes letal, e pode trazer sequelas para toda a vida aos seus sobreviventes. Mesmo diante dos significativos avanços da ciência médica, não há verdades absolutas no manejo de cada situação da prática clínica, sendo que no caso da Hipertensão Intracraniana (HIC) Refratária no TCE grave não é diferente, existindo poucos trabalhos de classe I e II que confirmem suas propostas. Os tratamentos difundidos atualmente são: a craniectomia descompressiva, o uso de barbitúricos e drogas indutoras do coma, a terapia hiperosmolar e a hiperventilação.
OBJETIVO: Realizar uma revisão sistemática sobre o tema.
MÉTODO: Revisão de artigos do PubMed, do Medline e de guidelines dos últimos 11 anos e discutir as terapêuticas mais utilizadas, e divulgadas pelos grandes centros médicos do mundo, no manejo de pacientes com HIC refratária no TCE grave.
RESULTADOS: Foram avaliados 19 artigos.
CONCLUSÃO: O manejo da hipertensão intracraniana refratária ainda é controverso e faltam trabalhos de maior relevância que confirmem a eficácia das diferentes terapêuticas propostas.
Um caso de angústia respiratória neonatal

Anniele Medeiros Costa; Déborah Aragão Barroso de Pinho; José Roberto Ramos

Resid Pediátr. 2014
Síndrome alcoólica fetal - Relato de caso clínico

Gean Roberto Faria Mendonça; Valéria Cardoso Alves Cunali; Denise Souza Oliveira Mendonça

Resid Pediátr. 2014
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A Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) caracteriza-se por deficiências do crescimento, disfunções do sistema nervoso central (SNC) e alterações dos traços faciais. O presente trabalho tem como objetivo descrever o caso de uma criança que permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro em Uberaba - MG, correlacionando com estudos da literatura científica, aspectos clínicos, diagnóstico e prevenção. A SFA é considerada um problema de saúde pública, sendo possível e previsível sua prevenção pela abstinência de bebidas alcoólicas imediatamente antes da concepção e no período do pré-natal.
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