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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

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Clemax C. Sant'Anna

Resid Pediátr. 2012
Estudos de Coorte

Maria Cristina Caetano Kuschnir

Resid Pediátr. 2012
Uso de dentifrícios fluoretados por pré-escolares: o que os pediatras precisam saber?

Branca Heloisa de Oliveira; Ana Paula Pires dos Santos; Paulo Nadanovsky

Resid Pediátr. 2012
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OBJETIVO: Proporcionar informação a médicos pediatras sobre o uso de dentifrícios fluoretados, baseadas na melhor evidência científica disponível.
MÉTODO: Revisão não sistemática da literatura científica, a partir da consulta à base de dados Medline via PubMed, à Biblioteca Cochrane e a livros-texto da área de Odontologia.
RESULTADOS E CONCLUSÕES: Muitas crianças brasileiras são acometidas por cárie na primeira infância e o uso regular de dentifrícios fluoretados tem um papel fundamental no controle dessa doença. Assim, crianças de todas as idades, inclusive as crianças em idade pré-escolar, devem escovar os dentes com dentifrício com concentração padrão de fluoreto (isto é, que contenha fluoreto solúvel na concentração de 1000-1100ppm). O uso de dentifrício com baixa concentração de fluoreto aumenta o risco de cárie na dentição decídua e não protege contra o desenvolvimento de fluorose esteticamente indesejável nos dentes anteriores permanentes. Portanto, o uso de dentifrício com baixa concentração de fluoreto ou sem fluoreto não é indicado. Com a finalidade de diminuir o risco de desenvolvimento de fluorose deve-se evitar, ou pelo menos reduzir, a ingestão de dentifrício e, para isso, recomenda-se que a escovação seja realizada ou supervisionada por um adulto e que seja colocada pequena quantidade de pasta de dente na escova. Adicionalmente, medidas de redução da absorção do flúor ingerido, como a escovação logo após as refeições, também podem ser recomendadas para crianças com até quatro anos de idade, devido ao maior risco de desenvolvimento de fluorose nos incisivos centrais superiores nessa faixa etária.
Púrpura de Henoch-Schönlein: relato de caso e revisão da literatura

Monica Soares de Souza; Juliana Gomes da Costa; Ivana Ludmila de Aquino Frias

Resid Pediátr. 2012
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Os autores descrevem um caso clínico clássico de Púrpura de Henoch-Schönlein (PHS) em menina de 4 anos de idade, com febre, dor abdominal, artrite e púrpura palpável atrombocitopênica, apresentando remissão completa da fase aguda com o uso exclusivo de sintomáticos em cerca de 12 dias. Programado acompanhamento clínico e laboratorial posterior para vigilância de recorrências e monitorização da pressão arterial, proteinúria e hematúria por período mínimo de seis meses até definição ou não da alta hospitalar. A gravidade e/ou a duração dos sintomas extrarrenais, associados a faixas etárias maiores são os fatores clínicos de risco mais significativos para o desenvolvimento da nefrite da PHS (NPHS). A doença renal contribui como a principal morbidade em longo prazo. As evidências científicas não demonstram até a atualidade que o uso de corticosteroides por curtos períodos influencie na prevenção da doença renal persistente. Os autores fazem revisão bibliográfica e documentam que estudos multicêntricos e randomizados são necessários para elaboração de consensos de tratamento e seguimento dos pacientes com PHS.
Lesões cutâneas no recém-nascido: qual o diagnóstico?

Sandra Mara Amaral; Bianca Carareto Alves Verardino,; Mariana F. Mitidieri; Ana Carolina B. de Barros; Simone K. F. Oliveira; Luisa de O. Zagne; Mauro Cesar Dufrayer; Mariana Q. A. Gomes; Laia S. Darze; Juliana P. C. Silva; Mariana de Sa Mader,

Resid Pediátr. 2012
Ética Médica

Sidnei Ferreira

Resid Pediátr. 2012
Fique Alerta!

Gil Simões Batista

Resid Pediátr. 2012
Anafilaxia - Diagnóstico - Anafilaxia - Tratamento

Gil Simões Batista; Mara Morelo Rocha Felix

Resid Pediátr. 2012
Ler e refletir

Clemax C. Sant'Anna

Resid Pediátr. 2012
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