Resultados da Busca
Atraso no desenvolvimento neuropsicomotor em lactente secundário à deficiência materna
Jurema Amâncio Mascarenhas; Meire Aparecida Tostes Cardoso
Resid Pediátr. 2013Qual é o diagnóstico?
Leonardo Rodrigues Campos; Bianca Carareto Alves Verardino; Flávio Roberto Sztajnbok
Resid Pediátr. 2013Um paciente de cabelos prateados - qual o seu diagnóstico?
Ana Paula do Carmo; Mauro Cesar Dufrayer; José Marcos Cunha; Alice Azevedo; Mariana de Sá Mader; Mariana Queiroz Gomes; Jaqueline Elaine Fernandes; Ana Carolina Botelho de Barros
Resid Pediátr. 2013Trombose em crianças - quem, quando e como investigar?
Leonardo Rodrigues Campos; Flavio Roberto Sztajnbok
Resid Pediátr. 2014Abscesso orbitário intraconal secundário a foco odontogênico: Relato de Caso
Aline Oliveira Brito; Maria Eliana Pierre Martins; Cícero Cruz Macêdo; Carmem Ulisses Peixoto Esmeraldo
Resid Pediátr. 2014DESCRIÇÃO: Relatamos o caso de uma adolescente de 11 anos de idade que apresentou quadro inicial de odontalgia, evoluindo com edema de região mandibular, dor em toda a hemiface direita e, posteriormente, proptose do globo ocular direito com sinais flogísticos periorbitários. O exame clínico odontológico confirmou a presença de foco odontogênico com coleção purulenta periapical e a tomografia computadorizada de órbitas e seios da face revelou pansinusite em hemiface direita e abscesso retro-orbitário de localização intraconal. A criança foi submetida à drenagem cirúrgica do abscesso orbitário e antibioticoterapia venosa com boa resposta clínica, não apresentando qualquer sequela identificada até o momento.
COMENTÁRIOS: As infecções dentárias podem desenvolver sinusopatias e a celulite orbitária é uma complicação aguda das doenças dos seios paranasais decorrente da propagação de bactérias para o interior da órbita, podendo determinar sérias complicações como perda de acuidade visual e acometimento do sistema nervoso central.
Neuroblastoma cervical - Um relato de caso
Ana Paula Kuczynski Pedro Bom; Caio Sola Deponte; Ivan Caznok Lima; Luciana Piasecki; Andressa Jardim Pierin; Juliana Vicentini Bonatto
Resid Pediátr. 2014Pneumonia comunitária grave em filho de uma funcionária do hospital - Pensar em multirresistência?
Ignez Cristina Santos Netto; Daniela Silva Pais Lourenço; Denise Caldas Marques; Elaine Rosa Arruda de Paula; Luana Silva Pais; Júnea Garcia de Oliveira Ferrari
Resid Pediátr. 2014DESCRIÇÃO DO CASO: S.C.A., 11 meses, masculino, com febre/tosse havia 2 dias. RX mostrou hipotransparência em hemitórax direito, hemograma com sinais de bacteremia; colhidas culturas e swab nasal devido à história da mãe (enfermeira com swab de vigilância colonizado por MRSA). Iniciou-se oxacilina e ceftriaxona, após 2 dias realizou-se toracocentese e o swab nasal do paciente evidenciou MRSA. Optou-se, então, por mudar oxacilina para vancomicina. O quadro evoluiu de forma arrastada, com 28 dias de uso de vancomicina.
COMENTÁRIOS: É importante salientar a necessidade de vigilância nos colaboradores de hospitais e as orientações do uso das precauções adequadas.
Doença mista do tecido conjuntivo: Um relato de caso
Rafaela Iglesias; Maria Isabel Lima dos Santos; Aline Coelho Moreira da Fraga
Resid Pediátr. 2014