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Imagem segura e de alta qualidade na população pediátrica: uma responsabilidade médica
Alexandra Maria Vieira Monteiro; Claudio Marcio Amaral de Oliveira Lima
Resid Pediátr. 2012Perfil clínico e epidemiológico dos pacientes do ambulatório de transplante hepático pediátrico
Sylviane Coelho Caires; Luciana Rodrigues Silva; Rita Franca
Resid Pediátr. 2012MÉTODOS: Foram analisados, retrospectivamente, os prontuários de 56 pacientes do ambulatório de transplante hepático entre março e junho de 2011. As variáveis analisadas foram: patologia hepática, sexo, idade no momento do transplante, tempo de transplante, tipo de doador, complicações, uso de medicamentos imunossupressores.
RESULTADOS: Dos 56 pacientes, 31 (55,4%) eram do sexo feminino e 25 (44,6%) do sexo masculino. A média de idade foi 7,4 anos. A mediana da idade na época do transplante foi 1,7 anos. Atresia biliar foi a indicação mais frequente para o transplante (71,4%). Quanto ao tipo de doador, 75% foi de doador vivo, sendo a mãe o doador mais frequente (47,6%). Entre as complicações relatadas em 37 pacientes (66,1%), rejeição do enxerto foi identificada em 17 (46%), complicações vasculares em 11 (30%), biliares em oito (21,6%) e autoimune em um paciente (2,4%). Quatro pacientes foram submetidos a retransplante de fígado (7,1%), sendo trombose da artéria hepática a principal causa de perda do enxerto. Todos faziam uso de imunossupressores, sendo tacrolimus o mais utilizado (93%). Dois pacientes morreram durante o acompanhamento.
CONCLUSÕES: Atresia biliar foi a indicação mais frequente para o transplante de fígado nos pacientes pediátricos acompanhados. A maioria dos pacientes recebeu o órgão de doador vivo, sendo a mãe o doador mais frequente. O acompanhamento sistemático dos pacientes após o transplante é fundamental para a identificação e tratamento precoces das complicações.
Caso clínico interativo
Bianca Carareto Alves Verardino; Ana Carolina Botelho de Barros; Mauro Cesar Dufrayer; Mariana Franco Mitidieri; Maraisa Facchini Spada; Luisa de Oliveira Zagne; Juliana de Paula Copio Silva; Jaqueline Elaine Luiz Fernandes; Ana Paula Albergaria Correa do Carmo; Simone Natalina Xavier
Resid Pediátr. 2012Compreensão da prescrição de medicação líquida por acompanhantes na emergência pediátrica
Bianca Carareto Alves Verardino; Maria Amelia Coutinho Sayeg Campos Porto
Resid Pediátr. 2013OBJETIVOS: Nosso estudo objetivou descrever a frequência de erros no entendimento da prescrição de medicação líquida por acompanhantes de crianças atendidas em uma emergência pediátrica.
MÉTODOS: Um questionário padronizado foi utilizado para avaliar a compreensão da prescrição de medicação líquida por pais atendidos na emergência pediátrica do IPPMG/UFRJ.
RESULTADOS: A amostra foi composta de 20 acompanhantes de crianças atendidas na emergência pediátrica do IPPMG, com idade média de 28,6 anos, maioria do sexo feminino, nível fundamental de escolaridade e com renda de 2 a 4 salários mínimos. Observou-se que nenhum entrevistado optou pelo uso da colher, 45% dos entrevistados optaram pelo uso de copo medidor e 55% dos acompanhantes optaram pelo uso da seringa, sendo evidenciada maior tendência a erros na administração quando o copo medidor foi utilizado. O contato prévio com serviço de saúde por internação esteve relacionado com menor número de erros de administração.
CONCLUSÃO: O estudo sugere que ainda existe uma grande quantidade de cuidadores que erram a dose líquida prescrita. Tal situação pode ser considerada preocupante e a compreensão clara das falhas existentes pode evitar futuros e custosos erros, reforçando a importância de uma orientação adequada e de uma solução de dúvidas no atendimento médico.
Disfonia e estridor em lactente
Bruna de Siqueira Barros; Silvia Calvano Orlando; Maria Isabel de Brito Almeida; Paloma de Carvalho Costa; Natália Rocha do Amaral Estanislau; Luciano Abreu de Miranda Pinto
Resid Pediátr. 2013