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ISSN (On-line) 2236-6814

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Tuberculose perinatal: Relato de Caso e Revisão da Literatura

Ana Flávia Malheiros Torbey; Cristiane Harumi Bazhuni Tsuge; Bernardo Alencar Siebra; Úlian A. G. Oliveira; Amanda S. Fonte; Lívia C. Barros; Claudete Aparecida Araujo Cardoso

Resid Pediátr. 2013
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OBJETIVO: Destacar as dificuldades de diagnóstico de tuberculose perinatal e ressaltar que a tuberculose materna não tratada adequadamente leva a um risco aumentado da forma perinatal da doença.
DESCRIÇÃO: Relatamos o caso de lactente de sete meses de idade que apresentou tosse seca, adenopatia, calcificações hepáticas na ultrassonografia abdominal, áreas de consolidações em vidro fosco na tomografia computadorizada de tórax e biópsia de linfonodo inguinal com inflamação crônica e necrose liquefativa, com isolamento de Mycobacterium tuberculosis. A mãe recebeu diagnóstico presuntivo de tuberculose dois meses antes da gestação, sem tratamento adequado, faleceu um mês após o parto e era a única fonte potencial de infecção identificada. O tratamento da criança com tuberculostáticos foi utilizado, com melhora clínica.
COMENTÁRIOS: A tuberculose é prevalente no Brasil e seu diagnóstico deve ser considerado durante a gestação e infância; desta forma, pode ser diagnosticada e tratada adequadamente, reduzindo a morbimortalidade da população afetada.
Apresentação: Gil Simões Batista

Gil Simões Batista

Resid Pediátr. 2013
"Perda auditiva na infância" - Projeto Diretrizes Médicas AMB/CFM

Gil Simões Batista; Daniela de Souza Paiva Borgli; Alessandra Nunes da Fonseca

Resid Pediátr. 2013
Pneumonia lipoídica secundária a dose única de óleo mineral: um relato de caso

Sabrine Teixeira Ferraz

Resid Pediátr. 2013
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OBJETIVOS: Relatar um caso ilustrativo de pneumonia lipoídica em um lactente de 4 meses após dose única de óleo mineral e revisar a literatura sobre o tema.
DESCRIÇÃO: A pneumonia lipoídica é uma condição incomum caracterizada por um pneumonite resultante da aspiração de lipídios e está comumente associada com o uso de óleo mineral como laxativo. É uma condição provavelmente subdiagnosticada porque seus sintomas são variáveis e podem mimetizar outras condições devido à apresentação clínica e achados radiográficos inespecíficos.
CONCLUSÕES: A pneumonia lipoide geralmente ocorre em pacientes pediátricos que estão em risco de aspiração. Com na maioria dos casos o óleo mineral é o agente causador, são necessários esforços para a prevenção primária.
Atresia de coanas: relato de caso e revisão de literatura

Glória Valéria de Sousa Bandeira de Melo; Amanda Soeiro Fonteles; Carmem Ulisses Peixoto Esmeraldo; Maria Eliana Pierre Martins; Jose Marcílio Nicodemos da Cruz

Resid Pediátr. 2013
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OBJETIVOS: Relatar um caso de atresia de coana unilateral esquerda em lactente de 4 meses e fazer uma revisão sobre atresia coanal congênita.
DESCRIÇÃO: Lactente de quatro meses, feminino, com história de dispneia e obstrução nasal unilateral à esquerda, desde o nascimento. Procurou o serviço de Pediatria com queixa de tosse produtiva acompanhada de secreção nasal hialina, sem febre e outros sintomas. A radiografia de tórax de admissão apresentava infiltrado pneumônico para-hilar à esquerda. Foram prescritos antibióticos e sintomáticos. Apesar do tratamento, o lactente persistia apresentando episódios de dispneia e obstrução nasal acentuada à esquerda. Diante do quadro, foi considerada a hipótese de atresia coanal, sendo solicitada radiografia de coana, que evidenciou parada de progressão do contraste ao nível de coana esquerda por obstrução da mesma. Foi solicitada tomografia computadorizada dos seios da face que mostrou obstrução da coana esquerda por tecido fibroso, confirmando hipótese clínica de atresia de coana unilateral esquerda. Realizou-se correção cirúrgica endoscópica transnasal, sem intercorrências durante o pós-operatório, recebendo alta hospitalar com recuperação total do quadro.
CONCLUSÕES: A obstrução nasal em recém-nascidos é potencialmente grave, sendo a atresia coanal uma das causas de obstrução nasal. Apesar da afecção ser rara, seu diagnóstico deve ser suspeitado em casos de dificuldade de progressão da sonda na nasofaringe dos recém-nascidos. A atresia unilateral, geralmente, tem seu diagnóstico retardado pela carência de sintomas, enquanto os casos de atresia bilateral são precocemente diagnosticados, devido ao quadro de insuficiência respiratória que se instala, necessitando de tratamento imediato, pois pode ser potencialmente fatal.
Um paciente com história de pneumonia recorrente. Qual o seu diagnóstico?

Patrícia Fernandes Barreto; Adriana Paiva Mesquita; Alessandra Pimentel

Resid Pediátr. 2013
Fique alerta!

Gil Simões Batista; Roseli Calil; Jamil Pedro de Siqueira Caldas

Resid Pediátr. 2013
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