Resultados da Busca
Relato de caso de infarto esplênico em uma criança com atresia biliar
Patrícia Stambovsky Guimarães Baldanza; Eduarda de Abreu Fabrini Cunha; Gabriel Hessel; Maria Angela Bellomo Brandão
Resid Pediatr. 2023Associação entre refluxo vesicoureteral e anomalia do cromossomo 22 em anel - relato de caso
Cauê Fedrigo Loyola Batista; Bruna Alejandra Orellana Santos; Giovanna Giovacchini dos Santos; Giulia Thibes Ponzoni Ciuccio; Vicente Antônio Gerardi Filho
Resid Pediatr. 2023Síndrome de Arboleda-Tham causado por nova variante genética
Ivana Cardoso; Margarida Fernandes; Rita Quental; Marta Vila Real; Fátima Santos
Resid Pediatr. 2023Diafragma mucoso pré-pilórico cursando com vômitos de repetição em recém-nascido - Relato de caso e Revisão da literatura
Luiz Guilherme Pereira da Silva; Isabella Regina Albero Casale; Gabriel Alberto Brasil Ventura; Nathalie Fonseca Thurler; Nailu Leanina Garrido Lopes; Diamari Caramelo Ricci Cereda; Maria Lúcia de Pinho Apezzato
Resid Pediatr. 2023DESCRIÇÃO: RN feminina, iniciou vômitos pós-alimentares com 4 horas de vida. Realizadas múltiplas tentativas de reintrodução alimentar via oral, mantidos episódios de vômitos pós-mamadas e ganho ponderal inadequado. Exames de imagem não mostraram obstrução intestinal, procedeu-se com endoscopia digestiva alta (EDA) no 19º dia de vida, que identificou e corrigiu diafragma mucoso pré-pilórico com transposição da membrana pelo aparelho. Reintroduzida fórmula, com aumento paulatino da oferta e ganho ponderal satisfatório. Recebeu alta com 24 dias de vida, com aceitação total da dieta e remissão completa do quadro.
COMENTÁRIOS: Este estudo mostra que é importante considerar a realização de EDA em quadros de vômitos neonatais prolongados, após excluídas causas mais prevalentes, como APLV e DRGE, pois ela é capaz de diagnosticar e tratar algumas causas de obstrução do trato gastrointestinal, como o diafragma mucoso pré-pilórico.
Sífilis congênita em paciente com fraturas ósseas: relato de caso
Gonçalo Junior Pereira Martins; Emanuela da Rocha Carvalho,
Resid Pediatr. 2023Fumante passivo e perda auditiva em pré-escolares e escolares: estudo caso-controle.
Raquel Nobre Monteiro; Adauto Dutra Moraes Barbosa; Licínio Esmeraldo da Silva
Resid Pediatr. 2023OBJETIVO: Investigar se existe associação entre tabagismo passivo e perda auditiva em pré-escolares e escolares.
MATERIAL E MÉTODO: estudo retrospectivo, descritivo, caso-controle, composto por 76 crianças entre 2 e 10 anos de idade, que realizaram avaliação audiométrica entre janeiro de 2016 e dezembro de 2018. As crianças incluídas foram divididas em dois grupos: expostas passivamente ao tabaco e não expostas ao tabaco. A associação entre exposição ou não ao tabaco e tipo de perda auditiva foi avaliada por meio do teste exato de Fisher, e calculado o odds ratio de perda auditiva naquelas expostas.
RESULTADOS: As crianças expostas ao tabagismo apresentaram quatro vezes mais chance de perda auditiva em comparação com seus pares não expostos (OR 4,2, IC 95% 1,584 a 11,138). Também foi observada associação significativa entre exposição ao tabagismo e perda auditiva neurossensorial (OR 5,60, IC 95% 1,783 a 17,591, p=0,002). Não foi encontrada associação entre a gravidade da exposição. Conclusão: A perda auditiva neurossensorial ocorre mais frequentemente em crianças expostas ao tabagismo do que em seus pares da mesma idade não expostos. No entanto, não podemos afirmar conclusivamente se existe associação entre exposição passiva à fumaça e perda auditiva condutiva, nem entre o grau de perda auditiva e o nível de exposição à nicotina avaliado pelo teste de Fagerström.
A inserção do profissional da educação física nos cuidados paliativos pediátricos: uma revisão crítica da literatura
Esther Angelica Luiz Ferreira,; Mateus Fabrício Pallone Manzini; Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Cristina Helena Bruno,; Claudia Aparecida Stefane
Resid Pediatr. 2023MÉTODOS: Trata-se de uma revisão crítica da literatura. Foi realizada uma pesquisa teórica e documental, a partir do levantamento bibliográfico em arquivos disponíveis nas bases de dados MEDLINE (via PubMed) e SciELO nos últimos 5 anos. Foi realizada captação secundária a partir das referências dos artigos selecionados, além do acréscimo da experiência dos autores.
RESULTADOS: Foram selecionados apenas 4 artigos na busca principal, com acréscimo de 1 artigo na captação secundária. Por mais que alguns estudos sugiram que o aumento da atividade física possa aliviar alguns sintomas, há ainda falta de evidências robustas relacionadas ao público infantil. As estratégias utilizadas pelos profissionais da Educação Física devem levar em consideração o ambiente e o estado clínico do paciente. A relevância das brincadeiras e dos jogos, até mesmo no cenário hospitalar, vem sendo cada vez mais estudada.
CONCLUSÕES: A Educação Física é uma área da saúde que vislumbra a integralidade do cuidado, considerando a indissociabilidade das ações, tanto promocionais, como preventivas, de tratamento e de reabilitação, o que são aspectos indispensáveis nos Cuidados Paliativos Pediátricos. Lacunas importantes ainda são encontradas, que devem ser solucionadas por educação e pesquisa.
Arritmia cardíaca - análise do perfil epidemiológico dos pacientes atendidos em ambulatório de cardiologia pediátrica
Haroldo Silvio Reis Mundim; Ana Beatriz Ribeiro Cardoso; Rossano Cesar Bonatto; Carlos Roberto Padovani; José Roberto Fioretto; Juliana Silva Rodrigues Ortiz; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos; Haroldo Teófilo de Carvalho; Leonardo Tonello Romero
Resid Pediatr. 2023A Revista Residência Pediátrica na Era da Inteligência Artificial
Marilene Crispino Santos
Resid Pediatr. 2023Uma história inconsistente de excreção de cálculos num adolescente: um caso clínico de Transtornos Autoinduzidos
Susana Correia Oliveira; Francisca Dias Freitas; António Maurício Fonseca; Ricardo Ramires; Cláudia Tavares
Resid Pediatr. 2023CASO CLÍNICO: Um adolescente não circuncizado de 11 anos foi referenciado para uma consulta de nefrologia pediátrica por episódios recorrentes de disúria com emissão de cálculos de cor preta. Negada dor lombar ou abdominal e hematúria macroscópica. Ao exame físico, o sinal de Giordano era negativo bilateralmente. Do estudo complementar efectuado destaca-se o estudo analítico, sedimento urinário e ecografia reno-vesical sem alterações. Foi efectuada uma colheita de urina de 24 horas que não apresentou alterações de relevo. A análise do cálculo foi inconclusiva. Não foi identificada causa metabólica ou infecciosa para o cálculo. O cálculo foi enviado para análise num laboratório exterior, com detecção de elastómero do plástico. Com o reconhecimento de que os cálculos eram auto-induzidos, o adolescente foi encaminhado para consulta de Pedopsiquiatria. Desde então não foram reportados novos episódios ou sinais ou sintomas de nefrolitíase.
DISCUSSÃO: Embora as perturbações factícias causadas por terceiro sejam cada vez mais reconhecidas, existe um muito menor reconhecimento quando são as crianças ou adolescentes a falsificar sintomas.