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Relação entre reação de hipersensibilidade e a dose zero da vacina tríplice viral: um relato de caso
Paula Caixeta de Andrade; Ana Elisa Choucair Hosken Arão; Anna Carlinda Arantes De Almeida Braga; Igor Yury Silva; Helena Fontenelle de Carvalho; Débora Cruz Cerqueira
Resid Pediátr. 2023RELATO DE CASO: Paciente sexo masculino, 6 meses de idade, compareceu à consulta de puericultura para investigação de possível reação de hipersensibilidade após administração da dose zero da vacina Tríplice Viral. Ao exame físico, apresentava bom estado geral, desenvolvimento compatível com a idade e hipersensibilidade generalizada.
DISCUSSÃO: Aborda sobre a importância da Vacina Tríplice Viral e levanta a questão de poucos estudos acerca das consequências diante do novo protocolo vacinal, que preconiza a administração da dose zero em crianças menores de um ano, diante do surto de sarampo.
CONCLUSÃO: A vacina Tríplice Viral é um eficiente mecanismo para o combate ao sarampo. Os benefícios se sobrepõem aos efeitos adversos da vacina, no entanto, faz-se necessário mais estudos a fim de se conhecer as reais consequências da administração da dose zero em crianças menores de um ano.
Epilepsia por dependência de piridoxina: um relato de caso
Larissa Magalhães de Paiva; Luigi Neves Reis; Rinara Grossi de Andrade; Shaira Salvadora Cunha Brito; Giulia Antunes Chieppe; Isabela Bernardino Freire
Resid Pediátr. 2023Síndrome de Bart: relato de caso e revisão
Maria Paula Sandri Facchin; Mayara Reis de Oliveira; Mauren Seidl; Marina Helena Capra; Ana Carolina Vieira; Fabiana Rubbo de Melo; Jaqueline Reginatti
Resid Pediátr. 2023Perfil epidemiológico e clínico de crianças com nevo melanocítico congênito gigante em um serviço de dermatologia
Bruna Cavaleiro de Macêdo Souza; Ana Carolina Batista Pamplona de Freitas; Lorena de Britto Pereira da Cruz; Carla Andrea Avelar Pires; Jaqueline Azevedo Leão; Thais Suellen Ramos Allen; Maria Amelia Lopes Santos
Resid Pediátr. 2023DESCRIÇÃO DOS CASOS: Pacientes com idades entre 1 e 11 anos, sendo quatro do sexo feminino, todos pardos, bom estado nutricional, pré-natal sem intercorrências e negavam consanguinidades. Os cinco casos apresentavam lesões no tronco, com diversos padrões de distribuição: calção de banho (1), corpo (1), costas (1) e bolero (2), maioria com mais de cinquenta lesões-satélites contendo hipertricose e prurido. Na análise histopatológica, todos foram compatíveis com nevo, um dos casos teve associação com neurofibroma, dois com melanose neurocutânea e um desses com melanoma no cérebro evoluindo para óbito.
COMENTÁRIOS: o Nevo Melanocítico Congênito Gigante é uma afecção rara, definida pela presença de lesão melanocítica, medindo no mínimo 20cm, presente desde o nascimento. Tem sua relevância clínica pela associação com complicações graves como o melanoma e/ou melanose neurocutânea. O registro dessa casuística visa contribuir com maior conhecimento sobre a doença, que traz implicações físicas, psicoemocionais, sociais e risco de malignidade.
Síndrome de West associada à lisencefalia: relato de caso
Gabriella Mendes Dias Santos; Pedro Teixeira Meireles; Beatriz Moreira Motta de Freitas; Janaina Barbosa de Oliveira; Heloisa Cirilo Sousa; Luciana Silva Godoy; Julieta Isabel Triana Cansino
Resid Pediátr. 2023Injúria renal aguda com terapia renal substitutiva na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria
Ana Luiza da Silva Wendhausen; Artur Ricardo Wendhausen; Flávia Helena Bergmann Julião
Resid Pediátr. 2023OBJETIVOS: Este estudo tem por objetivo analisar o perfil epidemiológico e o desfecho dos pacientes diagnosticados com Injúria Renal Aguda submetidos à terapia renal substitutiva na Unidade de Terapia Intensiva.
MÉTODOS: Para isso, foi realizado um estudo descritivo, observacional, transversal, realizado por meio da coleta retrospectiva de dados obtidos através do sistema de prontuários eletrônicos.
RESULTADOS: Entre as internações no período estudado, 3,67% necessitaram de TRS devido à IRA, tendo como principal causa a sepse (48,57%). A maioria dos pacientes foi submetida à TRS por meio da HD. O índice de mortalidade foi de 45,7%, mostrando maior mortalidade naqueles que desenvolveram IRA durante a internação em comparação àqueles que já foram admitidos com IRA.
CONCLUSÃO: É possível concluir que a maioria dos pacientes submetidos à TRS em decorrência de IRA são menores de 2 anos de idade e mais de 50% apresentam comorbidades. A presença de comorbidades e o PIM2 estão relacionados com a mortalidade.
Aplasia cútis congênita no couro cabeludo: relato de caso e revisão de literatura
Tiago Lima Castro; Carolina Garcia Pereira; Queila Esteves de Oliveira; Leandro Meirelles Nunes
Resid Pediátr. 2023MÉTODO: Relatamos o caso de um neonato ao primeiro exame físico com lesão anular vesicular, em região occipital, de 0,8 cm em maior diâmetro, com conteúdo hialino/ sanguinolento e hiperemia periférica. Após ter sido feito diagnóstico clínico, optamos pelo tratamento conservador com aplicação tópica de hidrogel até cicatrização completa. Paciente, então, recebeu alta hospitalar, com posterior retorno e resolução da lesão aos 30 dias de vida.
CONCLUSÃO: Aplasia cútis congênita é uma doença rara, que pode atingir somente couro cabeludo, mas também pode apresentar-se com ausência de parte da calota craniana, o que aumenta a mortalidade devido ao maior risco de complicações como fístula liquórica, meningoencefalite e sangramento.
Disfonia e estridor em paciente pediátrico
Alice de Mora Vogt; Rafael Rocha; Priscila Coelho Amaral
Resid Pediátr. 2023Acidente botrópico em paciente pediátrico: relato de caso
Karoline Silva Zeni; Aline Campani Rodrigues; Camila Cé de Souza; Diego Gonçalves Mastella; Guilherme Michelon; Rafaela Dahlke; Leticia Fortkamp de Almeida; Fabiana Stradiotto Sartor
Resid Pediátr. 2023Diagnóstico tardio de síndrome de deleção 22q11.2 em criança com hipocalcemia sintomática: relato de caso
Camila Dalle Rocha; Maisa Andressa Sohn; Felipe Augusto Moreschi; Daniel Almeida do Valle; Mara Lúcia Schmitz Ferreira Santos; Vitor Costa Palazzo
Resid Pediátr. 2023