Resultados da Busca
Critérios e orientações para alta segura do recém-nascido sadio internado em Alojamento Conjunto - Revisão narrativa da literatura
Ariene Aciole Lucas; Arnaldo Costa Bueno; Maria Dolores Salgado Quintans
Resid Pediátr. 2025Uso de telas eletrônicas como sinal precoce para autismo: uma revisão integrativa
Gabriel Caetano Almeida; Lahis Werneck Vilagra
Resid Pediátr. 2025Fatores de risco associados à displasia broncopulmonar em prematuros em um hospital da região metropolitana de Curitiba
Suelen dos Santos Henrique; Eduardo Augusto Caldeira Storti; Caroline Cecy Kuenzer Caron Fukushima; Sandra Lange Zaponi Melek
Resid Pediátr. 2025MÉTODO: Estudo transversal analítico e retrospectivo de variáveis clínicas e epidemiológicas de pacientes de idade gestacional = 32 semanas e peso = 1500 gramas. Utilizado teste Qui-quadrado ou teste exato de Fisher para selecionar variáveis. Área abaixo da curva ROC calculada para modelos finais.
RESULTADOS: Foram selecionados 54 pacientes, 53,7% desenvolveu DBP. Comparando-se pacientes com e sem DBP: idade gestacional (OR: 0,35 e IC95%: 0,17-0,60) (p=0,001), idade materna (OR: 0,85 e IC95%: 073-0,96) (p=0,019), sexo masculino (OR: 4,66 e IC95%: 1,12-2,38) (p=0,044), necessidade de intubação orotraquetal (IOT) na sala de parto (OR: 12,32 e IC95%: 2,91-86,01) (<0,001), ventilação mecânica invasiva (VMI) no 14º dia de vida (OR: 9,5 e IC95%: 1,18-202,22) (p=0,05) e receber protocolo DART (OR: 20 e IC95%: 3,54-173,36) (p<0,001) foram considerados fatores de risco para DBP. Comparando-se pacientes com DBP moderada-grave e pacientes sem DBP moderada-grave observou-se que apenas idade gestacional (OR: 0,43 e IC95%: 0,23-6,87) (p=0,001), idade materna (OR: 0,86 e IC95%: 0,76-9,69) (p=0,01) e necessidade de IOT na sala de parto (OR: 11 e IC95%: 2,60-76,58) (p=0,003) foram significativas.
CONCLUSÃO: 53,7% dos pacientes desenvolveram DBP. Idade gestacional e materna, sexo masculino, IOT na sala de parto, VMI no 14º dia e protocolo DART se mostraram fatores de risco, porém, VMI no 14º dia, protocolo DART e sexo masculino deixam de ser considerados fatores de risco quando foram considerados pacientes com DBP moderada-grave.
Lesões anulares em pré-adolescente com leucemia
Letícia Cioni Barbosa; Adriana da Silva Diaz André; Simone Saintive; Tullia Cuzzi; Danielle Quintella; Gabriel Castro Tavares,
Resid Pediátr. 2025Síndrome de Klinefelter: um diagnóstico na adolescência - relato de caso
Yuki Horigome; Mirella dos Santos Monteiro; Mariana Telles de Castro
Resid Pediátr. 2025Artrite de Poncet, manifestação rara de tuberculose: relato de caso em adolescente
Douglas Castanheira Coelho; Igor Soares Trindade; Maria Clara de Leonardo Motta; João Lucas Martins Pillar; Leonardo Rodrigues Campos; Katia Lino; Claudete Araújo Cardoso; Christiane Mello Schmidt
Resid Pediátr. 2025Avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor por meio da aplicação da escala de Denver II em crianças acompanhadas num ambulatório de risco
Murilo Sabbag Moretti; Suelen Umbelino da Silva; Betina Manrique Queiroz Braga Lima; Lorena Queiroz Bordin; Maria Clara Macarini Silva
Resid Pediátr. 2025MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, de caráter prospectivo, realizado através da análise de prontuários e base de dados eletrônica, no qual 100 pacientes, em acompanhamento em um ambulatório de risco de um hospital terciário submetidos ao Teste de Triagem de Desenvolvimento de Denver II Revisado entre 0 e 6 anos de idade, serão avaliados. As variáveis consideradas para estudo serão: idade gestacional, peso de nascimento, Apgar, intercorrências e diagnósticos do período neonatal.
RESULTADOS: A amostra evidenciou que 70 (89,7%) dos participantes apresentaram resultado satisfatório para o teste de Denver, 5 (6,4%) foram classificados como duvidosos e 3 (3,8%) como problemáticos. Ou seja, a maior parte dos lactentes foram consideradas como crianças que não apresentaram atrasos. Enquanto 100% dos problemáticos tiveram patologia neurológica, essa porcentagem foi de apenas 40% entre os duvidosos e 31,4% entre os que tiveram resultado satisfatório para o teste de Denver.
CONCLUSÃO: Observou-se que houve um elevado número de crianças com resultado satisfatório para o teste de Denver, concluindo que essas apresentaram bons indicadores nos primeiros anos de vida. Essa condição pode estar relacionada ao acompanhamento que crianças e mães recebem por meio de um atendimento ambulatorial pediátrico com especialidade em prematuros, uma vez que o maior objetivo é rastrear os riscos e minimizar o impacto negativo que os fatores possam ocasionar no desenvolvimento.
Impacto do abuso de drogas na gestação no desenvolvimento neuropsicomotor
Luana Manias; Danielly Costa Antunes Batista; Débora Cristina Margueron do Nascimento; Luiza Lanzillotti Thuller do Prado; Maria Elisa Rodrigues Silva; Alexandre Massashi Hirata
Resid Pediátr. 2025Angina de Ludwig em criança: um raro caso clínico com complicação para mediastinite
Gabriela Weber Machado; Ana Paula Domingues Campos; Leticia Bandeira; Carolina Dresch Dociatti
Resid Pediátr. 2025Caderneta de saúde da criança: avaliação do preenchimento e a sua utilização pelas famílias em unidades básicas de saúde
Julia dos Reis Raimundo; Juliane Sauter Dalbem
Resid Pediátr. 2025