15 Milhões de Acessos: Uma Trajetória de Excelência e Compromisso
Marilene Crispino; Clemax Sant'Anna
ISSN (On-line) 2236-6814
doi.org/10.25060/residpediatr
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Edição em construção
Marilene Crispino; Clemax Sant'Anna
Poliana Cristina Carmona Molinari; Laize Rodrigues Boulhosa Pires; Vanessa Medeiros Bezerra; Lays Carvalho Cardoso de Mello
Isabelle Cadore Galli; Juliana Vidotti de Jesus; Carlos Roberto Calil Anunciação; Gelson Felisberto Miranda Junior; Jonathan Monteiro Martins de Mello; Luisa Fontes Cury Roder; Mariana Vidotti de Jesus; Priscila Analu da Silva Previato; Raul José do Nascimento Moreira; Ruan Silva Barros; Victor Nahuel Carruesco
Ana Carolina Sales Jreige; Marilucia Rocha de Almeida Picanço; Wesley Soares Pires; Tiago da Rocha Araújo
Letícia Bergo Veronesi; Rossano Cesar Bonatto; Nathália Rocha da Silva; Carlos Roberto Padovani
Cristiano Almeida Pereira
Marina Sad Navarro; Thânia Maria Rodrigues Figueiredo; Ana Nery Melo Cavalcante; Geraldo Bezerra da Silva Junior; Maria Alix Leite Araujo
INTRODUÇÃO: O oxigênio (O2) é uma das terapias mais utilizadas em Unidades de Cuidados Neonatais. Quando necessário, é essencial para manter a integridade biofisiológica do recém-nascido (RN), mas seu uso deve ser criterioso devido ao seu alto potencial de complicações, como lesões cerebrais, pulmonares, oculares, intestinais e até óbito. OBJETIVO: Analisar a prevalência e o perfil dos RN que necessitaram de oxigenoterapia/suporte ventilatório. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo transversal e retrospectivo, no período de julho de 2022 a junho de 2024, no qual foram analisados RN que necessitaram de internação e que fizeram uso de O2, em maternidade terciária de alto risco. RESULTADOS: 1004 RN foram analisados, com média de idade gestacional (IG) de 32,22 semanas (±3,02) e a mediana de peso ao nascimento de 1.840 g (400g-4320g). 674 (67,1%) evoluíram com síndrome do desconforto respiratório (SDR) e 316 (31,5%) com taquipneia transitória do RN (TTRN). Foi realizado corticoide antenatal em 602 (59,96%) gestantes e surfactante exógeno em 194 (19,3%) RN. Fizeram uso de CPAP nasal 537 (53,5%) e 331 (33%) de VMI. A média do tempo total de uso de O2 foi de 6,34 dias (1-82) e a mediana do tempo de ventilação mecânica foi de 5 dias (1-76). Do total da amostra, 26 (2,6%) evoluíram para enterocolite necrotizante e 85 (8,46%) com ROP.
CONCLUSÃO: Observou-se alta prevalência de uso do oxigenioterapia, principalmente nos RN prematuros, mas a monitorização da saturação-alvo durante a hospitalização não foi realizada, aumentando os riscos de complicações do uso do O2.
Fernanda Louise Schmidlin Nascimento; Washington Luiz Bittencourt; André Luis Santos do Carmo
OBJETIVO: Avaliar o impacto do Treinamento Simulado Continuado em Emergência na confiança dos médicos Residentes em Pediatria do Complexo do Hospital de clínicas da Universidade Federal do Paraná (CHC-UFPR).
MATERIAL E MÉTODO: A pesquisa realizada foi de caráter analítico transversal observacional, com coleta de dados prospectiva por meio de questionário estruturado com a escala Likert, desenvolvido especificamente para o presente estudo, no período de setembro a outubro de 2024. O recrutamento de participantes ocorreu por meio de plataforma online e incluiu cinquenta e quatro Médicos Residentes e Pediatras que participaram do Treinamento Continuado Simulado em Emergência entre 2021 e 2024. A estatística foi realizada com auxílio do software Graph Pad Prism 9.2.
RESULTADOS: Os resultados indicaram que, segundo a maioria da população do estudo, a grade curricular obrigatória não favorece de maneira adequada o desenvolvimento de habilidades e autoconfiança e que a realização do Treinamento Simulado Continuado em Emergência aumenta os níveis de confiança perante o reconhecimento e o manejo de situações emergenciais.
CONCLUSÃO: A simulação realística se mostrou uma ferramenta valiosa no treinamento de emergência para residentes em pediatria, pois proporciona um ambiente controlado que favorece o aprimoramento de habilidades técnicas e cognitivas, elevando a confiança e a competência dos residentes para lidar com situações críticas.
Racire Sampaio Silva; Lelia Cardamone Gouveia; Dolores Fernandez Fernandez; Eneida Fardim Perim; Izailza Matos Dantas Lopes; Leandro Meirelles Nunes; Lucia Mendes Silva Rolim; Simone Silva Ramos; Vanessa Macedo Silveira Fuck; Rossiclei de Souza Pinheiro; Katia Galeão Brandt
A Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos de Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL) é um arcabouço legal que reúne várias determinações para controle do marketing de alimentos para lactentes de primeira infância e objetos relacionados. É de suma importância que seja conhecida por profissionais que têm por função orientar escolhas saudáveis para pais e responsáveis acerca de alimentação de crianças nessa faixa etária. Este estudo teve como objetivo identificar lacunas no conhecimento de pediatras e outros profissionais de saúde brasileiros que participaram do 41º Congresso Brasileiro de Pediatria sobre a NBCAL. Abordou-se uma amostra de 36 pediatras e outros profissionais de saúde inscritos no 4º Simpósio de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria que responderam a um questionário que abordava características pessoais como idade, tempo de formação, local de trabalho e correlacionava com suas respostas a um teste aplicado antes do treinamento. O questionário foi feito utilizando a plataforma Survey Monkey, garantindo a confidencialidade e segurança dos dados. Estes obtidos foram planilhados e os resultados descritos em gráficos e planilhas. Os resultados obtidos demonstraram que ainda existe um grande desconhecimento sobre a legislação nacional. Conclui-se então que treinamentos devem ser realizados de forma mais sistemática entre a comunidade acadêmica, também durante a formação de graduação ou pós-graduação.
Palavras-chave: Publicidade Direta ao Consumidor; Marketing de Serviços de Saúde; Vigilância de Produtos Comercializados; Educação Médica Continuada; Código Internacional de Comercialização de Alimentos para LactentesDalia Balassiano Strosberg; Marina Moreira Moura; Juliana da Cunha Ferreira; Márcia Cortez Bellotti de Oliveira; Eliane Maria Garcez Oliveira da Fonseca; Milena Franklin Oliveira
INTRODUÇÃO: O transtorno do espectro autista (TEA) apresenta alta prevalência, mas existem lacunas na literatura nacional sobre as comorbidades, o uso de serviços de saúde e escolares.
OBJETIVO: Descrever as comorbidades e o perfil de utilização dos serviços de saúde e de educação de crianças e adolescentes com TEA, atendidos em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de ensino em pediatria na cidade do Rio de Janeiro.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo, descritivo, exploratório, com dados coletados em prontuários de crianças/adolescentes atendidos em uma UBS, de ensino médico do Rio de Janeiro, parceira do Sistema Único de Saúde (SUS), de fevereiro de 2023 a junho de 2024.
RESULTADOS: A amostra é composta por prontuários de 291 crianças e adolescentes. A idade média é de 82,5 ± 43,9 meses, 72,2% (210/291) do sexo masculino, 67,1% (204/291) eram pardos/negros; sendo que chegam ao ambulatório pela primeira vez para diagnóstico aos 60,8 ± 35,2 meses; 96,6% das mães cursaram até o fundamental incompleto. As comorbidades eram presentes em 72,9% (212/291), 79,2% (168/291) apresentavam pelo menos 2 comorbidades com maior prevalência das alérgicas; os transtornos mentais perfazem 16,4% (63/385). Em 72,5% apresentavam 1 internação, sendo as mais prevalentes aquelas por doenças respiratórias. Em 13,9% (39/281) não estavam matriculados na escola, 86% (141/164) estavam sem mediador em sala de aula, destes 54,6% (77/141) foram solicitados sem sucesso. Em 68,6% (190/277) estavam sem tratamento.
CONCLUSÃO: Observamos barreiras de acesso ao tratamento e a uma educação mais inclusiva, em um contexto de um SUS sobrecarregado, e em que o tratamento melhora o prognóstico.
Veronica A. O. Kawakatsu; Camila M. V. Lanzarin; Maria Luiza de Andrade Correia; Fernanda S Nascimento; Thais C. R. Heim; João C. Xikota; Aldo von-Wangenheim
Dora Pedroso Kowacs; Camille Midori Okuyama; Alexandre Marochi de Castro; Isabela Bertoncello; Ronaldo Martins Cravo; Karen Previdi Olandoski; René Scalet dos Santos Neto
Carlos Enrique Crismatt Rodríguez; Mariana Tschoepke Aires; Silvio da Rocha Carvalho; Marcia Angelica Bonilha Valladares; Mariana Troccoli de Souza; Cássia Freire Vaz
Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Marina Ragonezzi Gallucci Bianco; Luciano Barboza Sampaio; Francielle Valle Batistão; Aline Matos Paiva
Maria Fernanda de Almeida Cavalcante Aranha; Maria Amélia Lopes dos Santos; Carla Andréa Avelar Pires; Ana Carolina Magalhães Nascimento; Marina Lopes de Freitas Freire; Rafaela Garcia Pereira; Luana Bastos de Mont’ Alverne Ferreira
Marina Julia Luvison; Camila Maques de Valois Lanzarin; Janaina Cruciani Soldateli; Maria Luiza de Andrade Correia
Mariana Fialho Araujo da Silva; Pedro Henrique Sant’Anna Antunes; Leonardo Matheus Cardoso de Souza; Dayane Figueiredo Fialho Rocha; Michely Pinheiro Mascarenhas; Rafaela Baroni Aurilio,
Mariana Fabrini Gomes; Carolina Henke; Ilia Reis de Aragão
Barbara de Miranda Schmitz; Rafaela Gomes Dadda; Raphaela Maintinguer; Bruna Cararo Machado; Bruna da Costa; Carine Machado Pereira; Carolina Galhós de Aguiar; Elson Julius Shockness; Andrew Bonifácio Ferreira; Melina Moré Bertotti; Emanuela da Rocha Carvalho,
Marianne Fernanda de Melo Duarte; Gessianni Claire Alves-de-Souza; Fernanda Pessa Valente; Ana Luiza Magalhães de Andrade Lima; Fabiana Gomes Aragão Magalhães Feitosa; Liliane Gomes da-Rocha
Tumores cardíacos são entidades raras na pediatria. Podem ser neoplasias benignas ou malignas que surgem principalmente no revestimento interno, na camada muscular ou no pericárdio circundante do coração. Podem ser primários ou metastáticos. Além de raros, tumores primários têm alta chance de benignidade nessa população. O mixoma é o tumor cardíaco primário mais comum em adultos, entretanto, em crianças, os rabdomiomas são os mais frequentes. Uma vez diagnosticados, devem-se investigar outros sítios pela possibilidade de Esclerose Tuberosa. Esses tumores podem causar obstrução da valva ou da via de entrada e saída ventricular, tromboembolia, arritmias ou doenças pericárdicas. O diagnóstico é por ecocardiografia e frequentemente RM cardíaca. O tratamento dos tumores benignos geralmente é a ressecção cirúrgica; entretanto, sua recorrência é incomum. No caso apresentado, relata-se a associação desses dois tipos de tumores com a apresentação grave em uma lactente jovem: arritmia cardíaca.
Palavras-chave: Esclerose tuberosa; Mixoma; Arritmias cardíacasMaria Ururahy Póvoa Duarte Villela; Katia Farias e Silva
A dor abdominal em crianças é uma queixa comum, com diversas causas possíveis, que vão desde condições benignas até doenças graves. O objetivo deste relato de caso é descrever o quadro de um paciente de oito anos que teve diagnóstico de neuroblastoma de adrenal após diversas idas a emergências, tendo, no início do quadro, apenas queixa de dor abdominal. Para o diagnóstico, obteve-se auxílio de exames complementares de imagem, feito meses após início dos sintomas, e foi descoberto que o paciente já havia metástase para coluna. Atualmente, em acompanhamento com serviço especializado em oncologia pediátrica para quimioterapia e definição de tratamento.
Palavras-chave: Neuroblastoma; Dor abdominal; CriançaLigia Febraro; Vanessa Soares Lanziotti,